Assaltantes Também Desprezam Tribunais

      Esta semana, na noite da passada quarta-feira, o Tribunal de Fafe foi “invadido” por intruso(s) que deixaram vestígios de danos nas máquinas de venda automática de bebidas e outros produtos, instaladas no interior do edifício.


      De manhã, em face daqueles sinais, foi participada a ocorrência à GNR de Fafe.


      Aparentemente, a intrusão ter-se-á limitado à tentativa de furto de dinheiro e, ou, de produtos, das máquinas de venda automática.


      Esta ocorrência faz-nos recordar uma outra, relatada no passado mês de janeiro, que é em tudo semelhante e que ocorreu em tribunal distante, no Porto Santo, tendo sido dada então notícia de que os intrusos tentaram arrombar a máquina de venda automática mas sem terem conseguido furtar nada.


      Embora estas notícias transmitam uma ocorrência mínima e de pouco impacto, há no entanto um aspeto muito relevante a prestar atenção e que é o seguinte: a justiça e os tribunais têm tão má reputação que já nem sequer os assaltantes têm interesse em furtar o que quer que seja dos tribunais, preocupando-se apenas com as máquinas de venda de produtos, seja pelos produtos em si, que não têm valor significativo, seja pelas moedas das compras que, igualmente, não têm também um valor significativo.


       Estas máquinas de venda de produtos, seja de café, águas, etc. acumulam moedas das vendas que são retiradas com frequência e não detêm dinheiro significativo como, por exemplo, as máquinas multibanco que ultimamente são arrombadas pela explosão de gás, sendo certo que nos tribunais existirão coisas mais valiosas.


      No entanto, o que se verifica é que já nem sequer os assaltantes mostram interesse pelos tribunais, desprezando-os ao ponto de não terem interesse senão pelas máquinas de vendas e isto porque não são propriedade dos tribunais mas das empresas que ali as colocam, pois caso fossem máquinas próprias dos tribunais, é possível que, por isso, também perdessem o interesse dos assaltantes.


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Comentários

  1. O artigo mais vazio de sentido que esta página já publicou.

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    1. Os artigos de fim de semana pretendem ser mais ligeiros, descontraídos, mais lúdicos e, se possível, até humorísticos, como é o caso deste que contém um aspeto anedótico. Ao mesmo tempo que relata coisa séria, dando a conhecer as ocorrências, também brinca com o desleixo dos intrusos. Pretendia-se ter alguma graça. Era domingo.

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