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A mostrar mensagens de setembro, 2014

O Mapa Laranja não é Cor-de-Rosa

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      «PS e PCP apresentaram nesta quinta-feira dois projetos de lei contra a reforma judiciária posta em prática pelo Governo, descrevendo uma situação de "caos" nos tribunais que parece não ter fim à vista. Não há o "mapa cor-de-rosa" de que falou Paula Teixeira de Cruz, disse o deputado socialista Luís Pita Ameixa, que considerou que a governante já não dispõe de capacidade e credibilidade para dar resposta às dificuldades do sector.       Do lado do Governo, PSD e CDS enalteceram a reforma de Paula Teixeira da Cruz e reiteraram a confiança na ministra da Justiça.       Pita Ameixa, do PS, apontou o dedo ao “caos instalado” e elegeu a ministra Paula Teixeira da Cruz como a destinatária das críticas. Também António Filipe, do PCP, começara por referir a situação “absolutamente caótica” que se vive nos tribunais, voltando a defender que nenhum dos tribunais de comarca devia ter sido encerrado.       “A ministra da Justiça não falou verdade ao Parlamento. Não há o m...

O Mapa Laranja não é Cor-de-Rosa

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      «PS e PCP apresentaram nesta quinta-feira dois projetos de lei contra a reforma judiciária posta em prática pelo Governo, descrevendo uma situação de "caos" nos tribunais que parece não ter fim à vista. Não há o "mapa cor-de-rosa" de que falou Paula Teixeira de Cruz, disse o deputado socialista Luís Pita Ameixa, que considerou que a governante já não dispõe de capacidade e credibilidade para dar resposta às dificuldades do sector.       Do lado do Governo, PSD e CDS enalteceram a reforma de Paula Teixeira da Cruz e reiteraram a confiança na ministra da Justiça.       Pita Ameixa, do PS, apontou o dedo ao “caos instalado” e elegeu a ministra Paula Teixeira da Cruz como a destinatária das críticas. Também António Filipe, do PCP, começara por referir a situação “absolutamente caótica” que se vive nos tribunais, voltando a defender que nenhum dos tribunais de comarca devia ter sido encerrado.       “A ministra da Justiça não falou verdade ao Parlamento. Não há o m...

O Mapa Laranja não é Cor-de-Rosa

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      «PS e PCP apresentaram nesta quinta-feira dois projetos de lei contra a reforma judiciária posta em prática pelo Governo, descrevendo uma situação de "caos" nos tribunais que parece não ter fim à vista. Não há o "mapa cor-de-rosa" de que falou Paula Teixeira de Cruz, disse o deputado socialista Luís Pita Ameixa, que considerou que a governante já não dispõe de capacidade e credibilidade para dar resposta às dificuldades do sector.       Do lado do Governo, PSD e CDS enalteceram a reforma de Paula Teixeira da Cruz e reiteraram a confiança na ministra da Justiça.       Pita Ameixa, do PS, apontou o dedo ao “caos instalado” e elegeu a ministra Paula Teixeira da Cruz como a destinatária das críticas. Também António Filipe, do PCP, começara por referir a situação “absolutamente caótica” que se vive nos tribunais, voltando a defender que nenhum dos tribunais de comarca devia ter sido encerrado.       “A ministra da Justiça não falou verdade ao Parlamento. Não há o m...

No Barreiro

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      Na passada sexta-feira, dia de greve nacional dos Funcionários Judiciais, decorreu também um protesto no Tribunal do Barreiro.       Dezenas de funcionários, advogados e magistrados estiveram em protesto à porta do Tribunal do Barreiro contra o mau funcionamento da plataforma Citius e a existência de várias salas no edifício, incluindo a de audiência, cheias de processos.       Irene Bento, funcionária do Tribunal do Barreiro há cerca de 14 anos, afirmou que a situação está complicada, destacando o volume de processos que chegaram de outros tribunais, como Almada, Moita ou Montijo.       "O nosso trabalho está complicado, pelos muitos processos que vieram, no caso do Tribunal do Trabalho do Tribunal de Almada. Temos processos que não foram redistribuídos, apesar de eles estarem cá fisicamente", afirmou.       Pelo Tribunal do Barreiro é possível encontrar várias salas, incluindo salas de audiência, cheias de processos, desde os bancos até à bancada dos juízes.       ...

No Barreiro

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      Na passada sexta-feira, dia de greve nacional dos Funcionários Judiciais, decorreu também um protesto no Tribunal do Barreiro.       Dezenas de funcionários, advogados e magistrados estiveram em protesto à porta do Tribunal do Barreiro contra o mau funcionamento da plataforma Citius e a existência de várias salas no edifício, incluindo a de audiência, cheias de processos.       Irene Bento, funcionária do Tribunal do Barreiro há cerca de 14 anos, afirmou que a situação está complicada, destacando o volume de processos que chegaram de outros tribunais, como Almada, Moita ou Montijo.       "O nosso trabalho está complicado, pelos muitos processos que vieram, no caso do Tribunal do Trabalho do Tribunal de Almada. Temos processos que não foram redistribuídos, apesar de eles estarem cá fisicamente", afirmou.       Pelo Tribunal do Barreiro é possível encontrar várias salas, incluindo salas de audiência, cheias de processos, desde os bancos até à bancada dos juízes.       ...

No Barreiro

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      Na passada sexta-feira, dia de greve nacional dos Funcionários Judiciais, decorreu também um protesto no Tribunal do Barreiro.       Dezenas de funcionários, advogados e magistrados estiveram em protesto à porta do Tribunal do Barreiro contra o mau funcionamento da plataforma Citius e a existência de várias salas no edifício, incluindo a de audiência, cheias de processos.       Irene Bento, funcionária do Tribunal do Barreiro há cerca de 14 anos, afirmou que a situação está complicada, destacando o volume de processos que chegaram de outros tribunais, como Almada, Moita ou Montijo.       "O nosso trabalho está complicado, pelos muitos processos que vieram, no caso do Tribunal do Trabalho do Tribunal de Almada. Temos processos que não foram redistribuídos, apesar de eles estarem cá fisicamente", afirmou.       Pelo Tribunal do Barreiro é possível encontrar várias salas, incluindo salas de audiência, cheias de processos, desde os bancos até à bancada dos juízes.       ...

Justiça Adiada

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      «Chamaram-lhe a reforma do século. E pode vir a ser mas pelas piores razões. Quase um mês depois da entrada em vigor do novo mapa judiciário, o sistema está paralisado       Bolinhas a sortear processos, notificações criadas uma a uma e milhares de ações judiciais por distribuir. Com a paralisação do sistema informático Citius, que devia ter permitido a maior reforma judicial alguma vez feita em Portugal, a justiça ficou – ainda – mais lenta. E, em vez de modernizada, antiquada. Sobram os velhos métodos: papel e mais papel.       «Estamos a trabalhar como há 20 anos, mas com muito menos pessoas e mais pendências. Com uma agravante: os processos não foram redistribuídos», resume o secretário-geral do Sindicato dos Funcionários Judiciais, António Marçal.       O novo mapa judiciário organizou o País em 23 Comarcas, a que correspondem 23 grandes Tribunais Judiciais, com sede em cada uma das capitais de distrito, e fez desaparecer as que existiam antes. Esta alteração profunda na for...

Justiça Adiada

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      «Chamaram-lhe a reforma do século. E pode vir a ser mas pelas piores razões. Quase um mês depois da entrada em vigor do novo mapa judiciário, o sistema está paralisado       Bolinhas a sortear processos, notificações criadas uma a uma e milhares de ações judiciais por distribuir. Com a paralisação do sistema informático Citius, que devia ter permitido a maior reforma judicial alguma vez feita em Portugal, a justiça ficou – ainda – mais lenta. E, em vez de modernizada, antiquada. Sobram os velhos métodos: papel e mais papel.       «Estamos a trabalhar como há 20 anos, mas com muito menos pessoas e mais pendências. Com uma agravante: os processos não foram redistribuídos», resume o secretário-geral do Sindicato dos Funcionários Judiciais, António Marçal.       O novo mapa judiciário organizou o País em 23 Comarcas, a que correspondem 23 grandes Tribunais Judiciais, com sede em cada uma das capitais de distrito, e fez desaparecer as que existiam antes. Esta alteração profunda na for...

Justiça Adiada

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      «Chamaram-lhe a reforma do século. E pode vir a ser mas pelas piores razões. Quase um mês depois da entrada em vigor do novo mapa judiciário, o sistema está paralisado       Bolinhas a sortear processos, notificações criadas uma a uma e milhares de ações judiciais por distribuir. Com a paralisação do sistema informático Citius, que devia ter permitido a maior reforma judicial alguma vez feita em Portugal, a justiça ficou – ainda – mais lenta. E, em vez de modernizada, antiquada. Sobram os velhos métodos: papel e mais papel.       «Estamos a trabalhar como há 20 anos, mas com muito menos pessoas e mais pendências. Com uma agravante: os processos não foram redistribuídos», resume o secretário-geral do Sindicato dos Funcionários Judiciais, António Marçal.       O novo mapa judiciário organizou o País em 23 Comarcas, a que correspondem 23 grandes Tribunais Judiciais, com sede em cada uma das capitais de distrito, e fez desaparecer as que existiam antes. Esta alteração profunda na for...

A Greve Nacional

      A greve nacional de ontem obteve uma adesão muito significativa que o Sindicato SFJ foi apontando, durante o dia de ontem, para uma percentagem na casa dos 80 a 90% de adesão, enumerando diversos tribunais/instâncias onde a adesão foi de 100%.       Tal como já aqui intitulado no passada quinta-feira, quando o artigo desse dia (25SET) tinha por título: “Amanhã Começa a Grande Greve”, esse título não só revelava o facto da greve ser grande por durar um mês inteiro, como o facto de estarmos perante uma greve com uma necessária grande adesão em face do descontentamento generalizado por parte dos Oficiais de Justiça que não veem reconhecido o seu extraordinário esforço, não só pelos trabalhos realizados aquando da reorganização, como do seu esforçado trabalho diário que, por mais comunicados que sejam publicados a agradecer o esforço e a dedicação, por mais declarações públicas em que se manifesta a falta evidente de, pelo menos, 1000 Funcionários, nada mais sucede e cada dia que pas...

A Greve Nacional

      A greve nacional de ontem obteve uma adesão muito significativa que o Sindicato SFJ foi apontando, durante o dia de ontem, para uma percentagem na casa dos 80 a 90% de adesão, enumerando diversos tribunais/instâncias onde a adesão foi de 100%.       Tal como já aqui intitulado no passada quinta-feira, quando o artigo desse dia (25SET) tinha por título: “Amanhã Começa a Grande Greve”, esse título não só revelava o facto da greve ser grande por durar um mês inteiro, como o facto de estarmos perante uma greve com uma necessária grande adesão em face do descontentamento generalizado por parte dos Oficiais de Justiça que não veem reconhecido o seu extraordinário esforço, não só pelos trabalhos realizados aquando da reorganização, como do seu esforçado trabalho diário que, por mais comunicados que sejam publicados a agradecer o esforço e a dedicação, por mais declarações públicas em que se manifesta a falta evidente de, pelo menos, 1000 Funcionários, nada mais sucede e cada dia que pas...

A Greve Nacional

      A greve nacional de ontem obteve uma adesão muito significativa que o Sindicato SFJ foi apontando, durante o dia de ontem, para uma percentagem na casa dos 80 a 90% de adesão, enumerando diversos tribunais/instâncias onde a adesão foi de 100%.       Tal como já aqui intitulado no passada quinta-feira, quando o artigo desse dia (25SET) tinha por título: “Amanhã Começa a Grande Greve”, esse título não só revelava o facto da greve ser grande por durar um mês inteiro, como o facto de estarmos perante uma greve com uma necessária grande adesão em face do descontentamento generalizado por parte dos Oficiais de Justiça que não veem reconhecido o seu extraordinário esforço, não só pelos trabalhos realizados aquando da reorganização, como do seu esforçado trabalho diário que, por mais comunicados que sejam publicados a agradecer o esforço e a dedicação, por mais declarações públicas em que se manifesta a falta evidente de, pelo menos, 1000 Funcionários, nada mais sucede e cada dia que pas...