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A mostrar mensagens de maio, 2016

O Palácio da Justiça de São João da Madeira

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      “O edifício do Tribunal de S. João da Madeira tem sinais exteriores de puro abandono. Quem por ali passa é surpreendido pela profusão de grafitis nas paredes do edifício e um acumular de lixo no lago, que está seco”.       Assim começa o artigo publicado na passada sexta-feira no semanário “O Regional”, cujo título é este: “Sinais de vandalismo no edifício público; Grafiti decora paredes do Tribunal”.       O artigo começa por referir que os grafitis em espaços públicos não são nenhuma novidade mas considera que “O exterior do edifício do Tribunal de S. João da Madeira está “vandalizado”, ou melhor, cheio de grafitis nas paredes exteriores do edifício.”       Continua o artigo afirmando que “quem por ali passa não fica indiferente e existe mesmo quem afirme que a “coisa está a descambar”.       A mancha de pinturas coloridas e mensagens têm avançado desordenadamente pelas paredes e janelas do edifício. Quem vive na zona diz que é frequente a concentração de jovens, principalmente...

O Palácio da Justiça de São João da Madeira

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      “O edifício do Tribunal de S. João da Madeira tem sinais exteriores de puro abandono. Quem por ali passa é surpreendido pela profusão de grafitis nas paredes do edifício e um acumular de lixo no lago, que está seco”.       Assim começa o artigo publicado na passada sexta-feira no semanário “O Regional”, cujo título é este: “Sinais de vandalismo no edifício público; Grafiti decora paredes do Tribunal”.       O artigo começa por referir que os grafitis em espaços públicos não são nenhuma novidade mas considera que “O exterior do edifício do Tribunal de S. João da Madeira está “vandalizado”, ou melhor, cheio de grafitis nas paredes exteriores do edifício.”       Continua o artigo afirmando que “quem por ali passa não fica indiferente e existe mesmo quem afirme que a “coisa está a descambar”.       A mancha de pinturas coloridas e mensagens têm avançado desordenadamente pelas paredes e janelas do edifício. Quem vive na zona diz que é frequente a concentração de jovens, principalmente...

O Palácio da Justiça de São João da Madeira

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      “O edifício do Tribunal de S. João da Madeira tem sinais exteriores de puro abandono. Quem por ali passa é surpreendido pela profusão de grafitis nas paredes do edifício e um acumular de lixo no lago, que está seco”.       Assim começa o artigo publicado na passada sexta-feira no semanário “O Regional”, cujo título é este: “Sinais de vandalismo no edifício público; Grafiti decora paredes do Tribunal”.       O artigo começa por referir que os grafitis em espaços públicos não são nenhuma novidade mas considera que “O exterior do edifício do Tribunal de S. João da Madeira está “vandalizado”, ou melhor, cheio de grafitis nas paredes exteriores do edifício.”       Continua o artigo afirmando que “quem por ali passa não fica indiferente e existe mesmo quem afirme que a “coisa está a descambar”.       A mancha de pinturas coloridas e mensagens têm avançado desordenadamente pelas paredes e janelas do edifício. Quem vive na zona diz que é frequente a concentração de jovens, principalmente...

P. Teixeira da Cruz Critica F. Van Dunem

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      A deputada na Assembleia da República e antiga ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, considera ser ainda muito cedo avaliar a reforma da Justiça, por si implementada, apesar de já ter decorrido 1 ano e 9 meses, isto é, quase 2 anos, desde a implementação do Novo Mapa Judiciário.       Assim, para a antiga ministra da Justiça, os problemas que se vêm verificando, de forma repetida, isto é, constante, e sólida, ainda não merecem atenção bastante para que se reformule o Mapa Judiciário que implementou.       Nessa linha de pensamento, constata-se que os problemas das pessoas reais no mundo real ainda não são suficientemente graves nem penosos para que sejam revistos e solucionados.       Paula Teixeira da Cruz não gostou da intenção da atual ministra da Justiça, Francisca van Dunem, em reabrir os 20 edifícios dos 20 tribunais encerrados, para que sejam espaços judiciais do género das atuais secções de proximidade mas com outro nome que ainda se há de definir.       “Tenho mui...

P. Teixeira da Cruz Critica F. Van Dunem

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      A deputada na Assembleia da República e antiga ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, considera ser ainda muito cedo avaliar a reforma da Justiça, por si implementada, apesar de já ter decorrido 1 ano e 9 meses, isto é, quase 2 anos, desde a implementação do Novo Mapa Judiciário.       Assim, para a antiga ministra da Justiça, os problemas que se vêm verificando, de forma repetida, isto é, constante, e sólida, ainda não merecem atenção bastante para que se reformule o Mapa Judiciário que implementou.       Nessa linha de pensamento, constata-se que os problemas das pessoas reais no mundo real ainda não são suficientemente graves nem penosos para que sejam revistos e solucionados.       Paula Teixeira da Cruz não gostou da intenção da atual ministra da Justiça, Francisca van Dunem, em reabrir os 20 edifícios dos 20 tribunais encerrados, para que sejam espaços judiciais do género das atuais secções de proximidade mas com outro nome que ainda se há de definir.       “Tenho mui...

P. Teixeira da Cruz Critica F. Van Dunem

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      A deputada na Assembleia da República e antiga ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, considera ser ainda muito cedo avaliar a reforma da Justiça, por si implementada, apesar de já ter decorrido 1 ano e 9 meses, isto é, quase 2 anos, desde a implementação do Novo Mapa Judiciário.       Assim, para a antiga ministra da Justiça, os problemas que se vêm verificando, de forma repetida, isto é, constante, e sólida, ainda não merecem atenção bastante para que se reformule o Mapa Judiciário que implementou.       Nessa linha de pensamento, constata-se que os problemas das pessoas reais no mundo real ainda não são suficientemente graves nem penosos para que sejam revistos e solucionados.       Paula Teixeira da Cruz não gostou da intenção da atual ministra da Justiça, Francisca van Dunem, em reabrir os 20 edifícios dos 20 tribunais encerrados, para que sejam espaços judiciais do género das atuais secções de proximidade mas com outro nome que ainda se há de definir.       “Tenho mui...

A Festa do Campus

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      Sim, é verdade. Este assunto já está abundantemente abordado e com o artigo de hoje esperamos terminar esta abordagem.       Na coluna de opinião do Correio da Manhã onde habitualmente escreve Diamantino Pereira, foi publicado ontem sob o título de “O Varão do DIAP” e subtítulo “As festas são os milagres que fazem os funcionários judiciais”, o artigo que a seguir se reproduz:       «As festas no DIAP são, na verdade, os milagres que, diariamente, aí fazem os funcionários judiciais.       Basta cotejar a estatística processual com os constrangimentos existentes nos recursos humanos e nos meios materiais. No entanto, esta realidade nunca será notícia!       Durante a hora do almoço, como é natural e mesmo desejável, numa qualquer redação de revistas e de jornais comemoram-se, por exemplo, dias de aniversários e dias festivos.       A imaginação determina esses momentos. É extraordinário como se procura tentar manipular a opinião pública construindo uma "não notícia", ...

A Festa do Campus

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      Sim, é verdade. Este assunto já está abundantemente abordado e com o artigo de hoje esperamos terminar esta abordagem.       Na coluna de opinião do Correio da Manhã onde habitualmente escreve Diamantino Pereira, foi publicado ontem sob o título de “O Varão do DIAP” e subtítulo “As festas são os milagres que fazem os funcionários judiciais”, o artigo que a seguir se reproduz:       «As festas no DIAP são, na verdade, os milagres que, diariamente, aí fazem os funcionários judiciais.       Basta cotejar a estatística processual com os constrangimentos existentes nos recursos humanos e nos meios materiais. No entanto, esta realidade nunca será notícia!       Durante a hora do almoço, como é natural e mesmo desejável, numa qualquer redação de revistas e de jornais comemoram-se, por exemplo, dias de aniversários e dias festivos.       A imaginação determina esses momentos. É extraordinário como se procura tentar manipular a opinião pública construindo uma "não notícia", ...

A Festa do Campus

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      Sim, é verdade. Este assunto já está abundantemente abordado e com o artigo de hoje esperamos terminar esta abordagem.       Na coluna de opinião do Correio da Manhã onde habitualmente escreve Diamantino Pereira, foi publicado ontem sob o título de “O Varão do DIAP” e subtítulo “As festas são os milagres que fazem os funcionários judiciais”, o artigo que a seguir se reproduz:       «As festas no DIAP são, na verdade, os milagres que, diariamente, aí fazem os funcionários judiciais.       Basta cotejar a estatística processual com os constrangimentos existentes nos recursos humanos e nos meios materiais. No entanto, esta realidade nunca será notícia!       Durante a hora do almoço, como é natural e mesmo desejável, numa qualquer redação de revistas e de jornais comemoram-se, por exemplo, dias de aniversários e dias festivos.       A imaginação determina esses momentos. É extraordinário como se procura tentar manipular a opinião pública construindo uma "não notícia", ...

"Ai que me esqueci!"

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      NOTA:       Em 12-12-2022, a pessoa (individual ou coletiva) visada com o artigo aqui publicado a 28-05-2016, solicitou a remoção da sua menção, alegando o tempo decorrido, a desnecessidade da sua persistência e o direito ao esquecimento.       Decorridos mais de seis anos da publicação e verificado o conteúdo do artigo, pese embora se trate de informação citada de múltiplas fontes públicas e do exercício da liberdade de expressão e informação, no entanto, não vislumbramos real necessidade da manutenção da informação e menções por mais tempo, nem por tempo indeterminado, pelo que acedemos à solicitação e, por tal motivo, alteramos o título e suprimimos o seu conteúdo, bem como também substituímos a imagem pela que segue.

"Ai que me esqueci!"

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      NOTA:       Em 12-12-2022, a pessoa (individual ou coletiva) visada com o artigo aqui publicado a 28-05-2016, solicitou a remoção da sua menção, alegando o tempo decorrido, a desnecessidade da sua persistência e o direito ao esquecimento.       Decorridos mais de seis anos da publicação e verificado o conteúdo do artigo, pese embora se trate de informação citada de múltiplas fontes públicas e do exercício da liberdade de expressão e informação, no entanto, não vislumbramos real necessidade da manutenção da informação e menções por mais tempo, nem por tempo indeterminado, pelo que acedemos à solicitação e, por tal motivo, alteramos o título e suprimimos o seu conteúdo, bem como também substituímos a imagem pela que segue.

"Ai que me esqueci!"

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      NOTA:       Em 12-12-2022, a pessoa (individual ou coletiva) visada com o artigo aqui publicado a 28-05-2016, solicitou a remoção da sua menção, alegando o tempo decorrido, a desnecessidade da sua persistência e o direito ao esquecimento.       Decorridos mais de seis anos da publicação e verificado o conteúdo do artigo, pese embora se trate de informação citada de múltiplas fontes públicas e do exercício da liberdade de expressão e informação, no entanto, não vislumbramos real necessidade da manutenção da informação e menções por mais tempo, nem por tempo indeterminado, pelo que acedemos à solicitação e, por tal motivo, alteramos o título e suprimimos o seu conteúdo, bem como também substituímos a imagem pela que segue.

O Segundo Episódio

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      A revista “Nova Gente” acaba de publicar uma segunda parte do mesmo vídeo relativo àquela festa de Carnaval aqui abordada no passado fim de semana, em que alguns Oficiais de Justiça no Campus da Justiça de Lisboa participaram e, infelizmente, colocaram o vídeo para acesso público na Internet.       A referida revista aproveitou o vídeo para o dividir em dois episódios (pelo menos para já). Na primeira parte (ou primeiro vídeo da semana passada) já toda a gente sabe que era relativo à dança com o bengaleiro. Esta segunda parte é a continuação da mesma festa, com um momento em que a brincadeira se dirige a um dos colegas.       Nada de novo nem de relevante, tanto mais que a tal festa já foi suficientemente abordada e esclarecido todo aquele saudável comportamento. No entanto, a brincadeira assume agora contornos graves, uma vez que a referida revista vai mais longe e persiste na sua sensacionalista visão que polui, não só os seus leitores – isso já é um facto incontornável – mas a...

O Segundo Episódio

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      A revista “Nova Gente” acaba de publicar uma segunda parte do mesmo vídeo relativo àquela festa de Carnaval aqui abordada no passado fim de semana, em que alguns Oficiais de Justiça no Campus da Justiça de Lisboa participaram e, infelizmente, colocaram o vídeo para acesso público na Internet.       A referida revista aproveitou o vídeo para o dividir em dois episódios (pelo menos para já). Na primeira parte (ou primeiro vídeo da semana passada) já toda a gente sabe que era relativo à dança com o bengaleiro. Esta segunda parte é a continuação da mesma festa, com um momento em que a brincadeira se dirige a um dos colegas.       Nada de novo nem de relevante, tanto mais que a tal festa já foi suficientemente abordada e esclarecido todo aquele saudável comportamento. No entanto, a brincadeira assume agora contornos graves, uma vez que a referida revista vai mais longe e persiste na sua sensacionalista visão que polui, não só os seus leitores – isso já é um facto incontornável – mas a...

O Segundo Episódio

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      A revista “Nova Gente” acaba de publicar uma segunda parte do mesmo vídeo relativo àquela festa de Carnaval aqui abordada no passado fim de semana, em que alguns Oficiais de Justiça no Campus da Justiça de Lisboa participaram e, infelizmente, colocaram o vídeo para acesso público na Internet.       A referida revista aproveitou o vídeo para o dividir em dois episódios (pelo menos para já). Na primeira parte (ou primeiro vídeo da semana passada) já toda a gente sabe que era relativo à dança com o bengaleiro. Esta segunda parte é a continuação da mesma festa, com um momento em que a brincadeira se dirige a um dos colegas.       Nada de novo nem de relevante, tanto mais que a tal festa já foi suficientemente abordada e esclarecido todo aquele saudável comportamento. No entanto, a brincadeira assume agora contornos graves, uma vez que a referida revista vai mais longe e persiste na sua sensacionalista visão que polui, não só os seus leitores – isso já é um facto incontornável – mas a...

Reações às Reativações

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      Após o anúncio da reativação dos edifícios dos tribunais extintos, para serem uma coisa com uma designação que a ministra disse ainda não saber qual mas que não pretende que continuem a chamar-se secções de proximidade; talvez “Proximidade+” para estar na linha da “Justiça+” ou do “Simplex+”, muitas reservas foram manifestadas pelos profissionais da Justiça.       A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) considera positiva a reabertura dos edifícios para fins judiciais. A presidente da Associação, Maria José Costeira, explicou à Lusa que, no entanto, teme que o aumento das deslocações dos juízes traga resultados indesejados.       A magistrada realçou que o atual modelo de funcionamento dos tribunais foi pensado "com determinados pressupostos" que não implicavam a deslocação de juízes. "Os números usados para fixar os quadros dos tribunais partiram do princípio de que os juízes não se deslocam, logo, têm uma capacidade de trabalho para três processos, po...

Reações às Reativações

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      Após o anúncio da reativação dos edifícios dos tribunais extintos, para serem uma coisa com uma designação que a ministra disse ainda não saber qual mas que não pretende que continuem a chamar-se secções de proximidade; talvez “Proximidade+” para estar na linha da “Justiça+” ou do “Simplex+”, muitas reservas foram manifestadas pelos profissionais da Justiça.       A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) considera positiva a reabertura dos edifícios para fins judiciais. A presidente da Associação, Maria José Costeira, explicou à Lusa que, no entanto, teme que o aumento das deslocações dos juízes traga resultados indesejados.       A magistrada realçou que o atual modelo de funcionamento dos tribunais foi pensado "com determinados pressupostos" que não implicavam a deslocação de juízes. "Os números usados para fixar os quadros dos tribunais partiram do princípio de que os juízes não se deslocam, logo, têm uma capacidade de trabalho para três processos, po...

Reações às Reativações

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      Após o anúncio da reativação dos edifícios dos tribunais extintos, para serem uma coisa com uma designação que a ministra disse ainda não saber qual mas que não pretende que continuem a chamar-se secções de proximidade; talvez “Proximidade+” para estar na linha da “Justiça+” ou do “Simplex+”, muitas reservas foram manifestadas pelos profissionais da Justiça.       A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) considera positiva a reabertura dos edifícios para fins judiciais. A presidente da Associação, Maria José Costeira, explicou à Lusa que, no entanto, teme que o aumento das deslocações dos juízes traga resultados indesejados.       A magistrada realçou que o atual modelo de funcionamento dos tribunais foi pensado "com determinados pressupostos" que não implicavam a deslocação de juízes. "Os números usados para fixar os quadros dos tribunais partiram do princípio de que os juízes não se deslocam, logo, têm uma capacidade de trabalho para três processos, po...