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A mostrar mensagens de abril, 2014

Movimento de Utentes dos Serviços Públicos

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      Em comunicado, enviado também para a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) solicitou que o Presidente da República "faça cumprir a Constituição, honrando o seu juramento de posse".       O MUSP exigiu ainda aos deputados na Assembleia da República "que cumpram o mandato para que foram eleitos, detenham este processo e legislem para que seja garantido o direito de acesso à justiça de todos os portugueses".       Entende o movimento que o novo mapa judiciário, que será apreciado no parlamento já na próxima sexta-feira (02MAI), "obedece a uma lógica de esvaziamento e degradação dos serviços públicos e de despovoamento do interior empobrecido de Portugal".       O MUSP considera que a reorganização judiciária, com o encerramento de tribunais e requalificação de outros, constitui "uma lógica contrária à vontade manifesta dos cidadãos e seus representantes autárquicos e com a clara oposição ou...

Movimento de Utentes dos Serviços Públicos

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      Em comunicado, enviado também para a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) solicitou que o Presidente da República "faça cumprir a Constituição, honrando o seu juramento de posse".       O MUSP exigiu ainda aos deputados na Assembleia da República "que cumpram o mandato para que foram eleitos, detenham este processo e legislem para que seja garantido o direito de acesso à justiça de todos os portugueses".       Entende o movimento que o novo mapa judiciário, que será apreciado no parlamento já na próxima sexta-feira (02MAI), "obedece a uma lógica de esvaziamento e degradação dos serviços públicos e de despovoamento do interior empobrecido de Portugal".       O MUSP considera que a reorganização judiciária, com o encerramento de tribunais e requalificação de outros, constitui "uma lógica contrária à vontade manifesta dos cidadãos e seus representantes autárquicos e com a clara oposição ou...

Movimento de Utentes dos Serviços Públicos

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      Em comunicado, enviado também para a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) solicitou que o Presidente da República "faça cumprir a Constituição, honrando o seu juramento de posse".       O MUSP exigiu ainda aos deputados na Assembleia da República "que cumpram o mandato para que foram eleitos, detenham este processo e legislem para que seja garantido o direito de acesso à justiça de todos os portugueses".       Entende o movimento que o novo mapa judiciário, que será apreciado no parlamento já na próxima sexta-feira (02MAI), "obedece a uma lógica de esvaziamento e degradação dos serviços públicos e de despovoamento do interior empobrecido de Portugal".       O MUSP considera que a reorganização judiciária, com o encerramento de tribunais e requalificação de outros, constitui "uma lógica contrária à vontade manifesta dos cidadãos e seus representantes autárquicos e com a clara oposição ou...

STJ Suspende Nomeações de Presidentes

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      Depois das polémicas nomeações dos juízes presidentes das novas comarcas, refletidas nas declarações do vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura (CSM) e dos pedidos de suspensão da eficácia das nomeações, eis que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decidiu suspender de facto as nomeações dos juízes designados para presidir às comarcas, no âmbito do novo mapa judiciário.       As decisões suspendem a nomeação dos juízes presidentes das comarcas de Coimbra, Faro, Évora, Setúbal, Lisboa e Beja, ou seja, apenas 6 das 23 comarcas.       As decisões, de ontem (28ABR), evitarão a tomada de posse que estava marcada para amanhã (30ABR), no próprio STJ, uma vez que as escolhas da comissão do CSM perdem, embora provisoriamente, a sua eficácia.       Recorde-se que o vice presidente do CSM havia defendido que a escolha dos juízes se devia basear em «critérios objetivos» uma vez que é «o momento mais importante (...) da nova estrutura judiciária do país», afirmando ainda que «Disc...

STJ Suspende Nomeações de Presidentes

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      Depois das polémicas nomeações dos juízes presidentes das novas comarcas, refletidas nas declarações do vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura (CSM) e dos pedidos de suspensão da eficácia das nomeações, eis que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decidiu suspender de facto as nomeações dos juízes designados para presidir às comarcas, no âmbito do novo mapa judiciário.       As decisões suspendem a nomeação dos juízes presidentes das comarcas de Coimbra, Faro, Évora, Setúbal, Lisboa e Beja, ou seja, apenas 6 das 23 comarcas.       As decisões, de ontem (28ABR), evitarão a tomada de posse que estava marcada para amanhã (30ABR), no próprio STJ, uma vez que as escolhas da comissão do CSM perdem, embora provisoriamente, a sua eficácia.       Recorde-se que o vice presidente do CSM havia defendido que a escolha dos juízes se devia basear em «critérios objetivos» uma vez que é «o momento mais importante (...) da nova estrutura judiciária do país», afirmando ainda que «Disc...

STJ Suspende Nomeações de Presidentes

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      Depois das polémicas nomeações dos juízes presidentes das novas comarcas, refletidas nas declarações do vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura (CSM) e dos pedidos de suspensão da eficácia das nomeações, eis que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decidiu suspender de facto as nomeações dos juízes designados para presidir às comarcas, no âmbito do novo mapa judiciário.       As decisões suspendem a nomeação dos juízes presidentes das comarcas de Coimbra, Faro, Évora, Setúbal, Lisboa e Beja, ou seja, apenas 6 das 23 comarcas.       As decisões, de ontem (28ABR), evitarão a tomada de posse que estava marcada para amanhã (30ABR), no próprio STJ, uma vez que as escolhas da comissão do CSM perdem, embora provisoriamente, a sua eficácia.       Recorde-se que o vice presidente do CSM havia defendido que a escolha dos juízes se devia basear em «critérios objetivos» uma vez que é «o momento mais importante (...) da nova estrutura judiciária do país», afirmando ainda que «Disc...

O 25 de Abril em Sabrosa

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      Cerca de 200 pessoas interromperam as comemorações do 25 de Abril, em Sabrosa, no distrito de Vila Real, num protesto contra o encerramento de serviços públicos no concelho.       Mal a banda de música de Sabrosa acabou de tocar, descreve a Lusa, os manifestantes, muitos dos quais empunhavam cravos vermelhos e negros, avançaram para perto da porta de entrada da Câmara Municipal, onde estava a decorrer a cerimónia oficial das comemorações dos 40 anos da revolução.       Nas mãos levavam ainda cartazes onde se podia ler palavras de ordem como «passos largos para o deserto», «contra a morte do interior» ou o «povo constrói e o Governo destrói».       O boicote ao protocolo foi pacífico e os impulsionadores do recém-criado «Movimento Pelo Concelho de Sabrosa e Pelos Valores de Abril» aproveitaram o microfone para lançarem duras críticas ao Governo PSD/CDS-PP.       «É preciso alterar o futuro que nos querem impor. Depois de fechar o tribunal seguem-se as finanças, a segurança social ...

O 25 de Abril em Sabrosa

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      Cerca de 200 pessoas interromperam as comemorações do 25 de Abril, em Sabrosa, no distrito de Vila Real, num protesto contra o encerramento de serviços públicos no concelho.       Mal a banda de música de Sabrosa acabou de tocar, descreve a Lusa, os manifestantes, muitos dos quais empunhavam cravos vermelhos e negros, avançaram para perto da porta de entrada da Câmara Municipal, onde estava a decorrer a cerimónia oficial das comemorações dos 40 anos da revolução.       Nas mãos levavam ainda cartazes onde se podia ler palavras de ordem como «passos largos para o deserto», «contra a morte do interior» ou o «povo constrói e o Governo destrói».       O boicote ao protocolo foi pacífico e os impulsionadores do recém-criado «Movimento Pelo Concelho de Sabrosa e Pelos Valores de Abril» aproveitaram o microfone para lançarem duras críticas ao Governo PSD/CDS-PP.       «É preciso alterar o futuro que nos querem impor. Depois de fechar o tribunal seguem-se as finanças, a segurança social ...

O 25 de Abril em Sabrosa

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      Cerca de 200 pessoas interromperam as comemorações do 25 de Abril, em Sabrosa, no distrito de Vila Real, num protesto contra o encerramento de serviços públicos no concelho.       Mal a banda de música de Sabrosa acabou de tocar, descreve a Lusa, os manifestantes, muitos dos quais empunhavam cravos vermelhos e negros, avançaram para perto da porta de entrada da Câmara Municipal, onde estava a decorrer a cerimónia oficial das comemorações dos 40 anos da revolução.       Nas mãos levavam ainda cartazes onde se podia ler palavras de ordem como «passos largos para o deserto», «contra a morte do interior» ou o «povo constrói e o Governo destrói».       O boicote ao protocolo foi pacífico e os impulsionadores do recém-criado «Movimento Pelo Concelho de Sabrosa e Pelos Valores de Abril» aproveitaram o microfone para lançarem duras críticas ao Governo PSD/CDS-PP.       «É preciso alterar o futuro que nos querem impor. Depois de fechar o tribunal seguem-se as finanças, a segurança social ...

O 25 de Abril em Sabrosa

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      Cerca de 200 pessoas interromperam as comemorações do 25 de Abril, em Sabrosa, no distrito de Vila Real, num protesto contra o encerramento de serviços públicos no concelho.       Mal a banda de música de Sabrosa acabou de tocar, descreve a Lusa, os manifestantes, muitos dos quais empunhavam cravos vermelhos e negros, avançaram para perto da porta de entrada da Câmara Municipal, onde estava a decorrer a cerimónia oficial das comemorações dos 40 anos da revolução.       Nas mãos levavam ainda cartazes onde se podia ler palavras de ordem como «passos largos para o deserto», «contra a morte do interior» ou o «povo constrói e o Governo destrói».       O boicote ao protocolo foi pacífico e os impulsionadores do recém-criado «Movimento Pelo Concelho de Sabrosa e Pelos Valores de Abril» aproveitaram o microfone para lançarem duras críticas ao Governo PSD/CDS-PP.       «É preciso alterar o futuro que nos querem impor. Depois de fechar o tribunal seguem-se as finanças, a segurança social ...

O 25 de Abril em Sabrosa

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      Cerca de 200 pessoas interromperam as comemorações do 25 de Abril, em Sabrosa, no distrito de Vila Real, num protesto contra o encerramento de serviços públicos no concelho.       Mal a banda de música de Sabrosa acabou de tocar, descreve a Lusa, os manifestantes, muitos dos quais empunhavam cravos vermelhos e negros, avançaram para perto da porta de entrada da Câmara Municipal, onde estava a decorrer a cerimónia oficial das comemorações dos 40 anos da revolução.       Nas mãos levavam ainda cartazes onde se podia ler palavras de ordem como «passos largos para o deserto», «contra a morte do interior» ou o «povo constrói e o Governo destrói».       O boicote ao protocolo foi pacífico e os impulsionadores do recém-criado «Movimento Pelo Concelho de Sabrosa e Pelos Valores de Abril» aproveitaram o microfone para lançarem duras críticas ao Governo PSD/CDS-PP.       «É preciso alterar o futuro que nos querem impor. Depois de fechar o tribunal seguem-se as finanças, a segurança social ...

Ataque Informático à PGDL

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      A página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa foi atacada, no 25 de abril, por um grupo de piratas informáticos.       Nomes, contactos de telemóvel e de “e-mail” de procuradores foram tornados públicos e ficaram disponíveis no sítio de partilha de informação “AnonFiles”.       A informação foi divulgada pelo sítio “Tugaleaks”, que avançou também que o ataque foi feito por "um grupo de “Anonymous”.       Fonte da Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou ao jornal “i” o ataque informático, garantindo que foram imediatamente acionados os meios para reparar os possíveis danos, esperando concluir o trabalho em poucas horas.       A mesma fonte assegurou igualmente que nos próximos dias vão ser avaliadas as consequências deste ataque, existindo a possibilidade de abertura de uma investigação para apurar os autores de eventuais crimes.       Maria José Morgado garantia ao citado jornal que este não é o primeiro ataque de que o portal da Procuradoria Distrital de Lisb...

Ataque Informático à PGDL

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      A página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa foi atacada, no 25 de abril, por um grupo de piratas informáticos.       Nomes, contactos de telemóvel e de “e-mail” de procuradores foram tornados públicos e ficaram disponíveis no sítio de partilha de informação “AnonFiles”.       A informação foi divulgada pelo sítio “Tugaleaks”, que avançou também que o ataque foi feito por "um grupo de “Anonymous”.       Fonte da Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou ao jornal “i” o ataque informático, garantindo que foram imediatamente acionados os meios para reparar os possíveis danos, esperando concluir o trabalho em poucas horas.       A mesma fonte assegurou igualmente que nos próximos dias vão ser avaliadas as consequências deste ataque, existindo a possibilidade de abertura de uma investigação para apurar os autores de eventuais crimes.       Maria José Morgado garantia ao citado jornal que este não é o primeiro ataque de que o portal da Procuradoria Distrital de Lisb...

Ataque Informático à PGDL

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      A página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa foi atacada, no 25 de abril, por um grupo de piratas informáticos.       Nomes, contactos de telemóvel e de “e-mail” de procuradores foram tornados públicos e ficaram disponíveis no sítio de partilha de informação “AnonFiles”.       A informação foi divulgada pelo sítio “Tugaleaks”, que avançou também que o ataque foi feito por "um grupo de “Anonymous”.       Fonte da Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou ao jornal “i” o ataque informático, garantindo que foram imediatamente acionados os meios para reparar os possíveis danos, esperando concluir o trabalho em poucas horas.       A mesma fonte assegurou igualmente que nos próximos dias vão ser avaliadas as consequências deste ataque, existindo a possibilidade de abertura de uma investigação para apurar os autores de eventuais crimes.       Maria José Morgado garantia ao citado jornal que este não é o primeiro ataque de que o portal da Procuradoria Distrital de Lisb...

Ataque Informático à PGDL

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      A página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa foi atacada, no 25 de abril, por um grupo de piratas informáticos.       Nomes, contactos de telemóvel e de “e-mail” de procuradores foram tornados públicos e ficaram disponíveis no sítio de partilha de informação “AnonFiles”.       A informação foi divulgada pelo sítio “Tugaleaks”, que avançou também que o ataque foi feito por "um grupo de “Anonymous”.       Fonte da Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou ao jornal “i” o ataque informático, garantindo que foram imediatamente acionados os meios para reparar os possíveis danos, esperando concluir o trabalho em poucas horas.       A mesma fonte assegurou igualmente que nos próximos dias vão ser avaliadas as consequências deste ataque, existindo a possibilidade de abertura de uma investigação para apurar os autores de eventuais crimes.       Maria José Morgado garantia ao citado jornal que este não é o primeiro ataque de que o portal da Procuradoria Distrital de Lisb...

Ataque Informático à PGDL

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      A página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa foi atacada, no 25 de abril, por um grupo de piratas informáticos.       Nomes, contactos de telemóvel e de “e-mail” de procuradores foram tornados públicos e ficaram disponíveis no sítio de partilha de informação “AnonFiles”.       A informação foi divulgada pelo sítio “Tugaleaks”, que avançou também que o ataque foi feito por "um grupo de “Anonymous”.       Fonte da Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou ao jornal “i” o ataque informático, garantindo que foram imediatamente acionados os meios para reparar os possíveis danos, esperando concluir o trabalho em poucas horas.       A mesma fonte assegurou igualmente que nos próximos dias vão ser avaliadas as consequências deste ataque, existindo a possibilidade de abertura de uma investigação para apurar os autores de eventuais crimes.       Maria José Morgado garantia ao citado jornal que este não é o primeiro ataque de que o portal da Procuradoria Distrital de Lisb...

Impugnada a Escolha dos Presidentes

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      A reorganização judiciária prevista para o próximo dia 1 de setembro está a enfrentar constantes obstáculos. Para além das ações populares e procedimentos cautelares interpostos pelos municípios, bem como a próxima apreciação parlamentar do diploma no dia 2 de maio, eis que agora são os próprios juízes que interpõem procedimentos cautelares com a intenção de anular as nomeações efetuadas pelo Conselho Superior da Magistratura (CSM) dos presidentes das novas comarcas.       Após a polémica declaração de voto do vice-presidente do CSM, Joaquim Piçarra, que lançou suspeitas sobre o trabalho da comissão interna que selecionou os juízes presidentes das novas comarcas, deram entrada no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) dois procedimentos cautelares a impugnar as nomeações feitas por aquele órgão.       Estes dois procedimentos cautelares, que pedem a suspensão da eficácia da decisão do CSM, tomada na sessão de 9 de abril, foram distribuídos no STJ no dia 21 de abril.       Se o STJ dec...

Impugnada a Escolha dos Presidentes

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      A reorganização judiciária prevista para o próximo dia 1 de setembro está a enfrentar constantes obstáculos. Para além das ações populares e procedimentos cautelares interpostos pelos municípios, bem como a próxima apreciação parlamentar do diploma no dia 2 de maio, eis que agora são os próprios juízes que interpõem procedimentos cautelares com a intenção de anular as nomeações efetuadas pelo Conselho Superior da Magistratura (CSM) dos presidentes das novas comarcas.       Após a polémica declaração de voto do vice-presidente do CSM, Joaquim Piçarra, que lançou suspeitas sobre o trabalho da comissão interna que selecionou os juízes presidentes das novas comarcas, deram entrada no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) dois procedimentos cautelares a impugnar as nomeações feitas por aquele órgão.       Estes dois procedimentos cautelares, que pedem a suspensão da eficácia da decisão do CSM, tomada na sessão de 9 de abril, foram distribuídos no STJ no dia 21 de abril.       Se o STJ dec...

Impugnada a Escolha dos Presidentes

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      A reorganização judiciária prevista para o próximo dia 1 de setembro está a enfrentar constantes obstáculos. Para além das ações populares e procedimentos cautelares interpostos pelos municípios, bem como a próxima apreciação parlamentar do diploma no dia 2 de maio, eis que agora são os próprios juízes que interpõem procedimentos cautelares com a intenção de anular as nomeações efetuadas pelo Conselho Superior da Magistratura (CSM) dos presidentes das novas comarcas.       Após a polémica declaração de voto do vice-presidente do CSM, Joaquim Piçarra, que lançou suspeitas sobre o trabalho da comissão interna que selecionou os juízes presidentes das novas comarcas, deram entrada no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) dois procedimentos cautelares a impugnar as nomeações feitas por aquele órgão.       Estes dois procedimentos cautelares, que pedem a suspensão da eficácia da decisão do CSM, tomada na sessão de 9 de abril, foram distribuídos no STJ no dia 21 de abril.       Se o STJ dec...

Impugnada a Escolha dos Presidentes

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      A reorganização judiciária prevista para o próximo dia 1 de setembro está a enfrentar constantes obstáculos. Para além das ações populares e procedimentos cautelares interpostos pelos municípios, bem como a próxima apreciação parlamentar do diploma no dia 2 de maio, eis que agora são os próprios juízes que interpõem procedimentos cautelares com a intenção de anular as nomeações efetuadas pelo Conselho Superior da Magistratura (CSM) dos presidentes das novas comarcas.       Após a polémica declaração de voto do vice-presidente do CSM, Joaquim Piçarra, que lançou suspeitas sobre o trabalho da comissão interna que selecionou os juízes presidentes das novas comarcas, deram entrada no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) dois procedimentos cautelares a impugnar as nomeações feitas por aquele órgão.       Estes dois procedimentos cautelares, que pedem a suspensão da eficácia da decisão do CSM, tomada na sessão de 9 de abril, foram distribuídos no STJ no dia 21 de abril.       Se o STJ dec...