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A mostrar mensagens de novembro, 2022

As comparações de A. Marçal

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      O presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), António Marçal, subscreve esta terça-feira, na sua habitual coluna quinzenal no Correio da Manhã, um artigo intitulado “Trabalho Escravo”.       Nesse artigo de opinião, Marçal faz a comparação dos trabalhadores imigrantes do Alentejo e mesmo do Qatar com o trabalho voluntário dos Oficiais de Justiça para além das horas normais de expediente das secretarias judiciais e do Ministério Público.       Sim, o trabalho para além das horas normais de funcionamento das secretarias é um trabalho voluntário, gratuito e de colaboração dos Oficiais de Justiça, porque estes não aderem à greve decretada, precisamente por aquele mesmo Sindicato SFJ, greve que abarca todo o serviço fora de horas, portanto, a toda e qualquer hora suplementar.       A greve decretada, já no longínquo ano de 1999, não possui quaisquer serviços mínimos que a limitem, pelo que só trabalha depois das 17H00 ou na hora de almoço quem tiver espírito de colaborad...

As comparações de A. Marçal

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      O presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), António Marçal, subscreve esta terça-feira, na sua habitual coluna quinzenal no Correio da Manhã, um artigo intitulado “Trabalho Escravo”.       Nesse artigo de opinião, Marçal faz a comparação dos trabalhadores imigrantes do Alentejo e mesmo do Qatar com o trabalho voluntário dos Oficiais de Justiça para além das horas normais de expediente das secretarias judiciais e do Ministério Público.       Sim, o trabalho para além das horas normais de funcionamento das secretarias é um trabalho voluntário, gratuito e de colaboração dos Oficiais de Justiça, porque estes não aderem à greve decretada, precisamente por aquele mesmo Sindicato SFJ, greve que abarca todo o serviço fora de horas, portanto, a toda e qualquer hora suplementar.       A greve decretada, já no longínquo ano de 1999, não possui quaisquer serviços mínimos que a limitem, pelo que só trabalha depois das 17H00 ou na hora de almoço quem tiver espírito de colaborad...

As comparações de A. Marçal

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      O presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), António Marçal, subscreve esta terça-feira, na sua habitual coluna quinzenal no Correio da Manhã, um artigo intitulado “Trabalho Escravo”.       Nesse artigo de opinião, Marçal faz a comparação dos trabalhadores imigrantes do Alentejo e mesmo do Qatar com o trabalho voluntário dos Oficiais de Justiça para além das horas normais de expediente das secretarias judiciais e do Ministério Público.       Sim, o trabalho para além das horas normais de funcionamento das secretarias é um trabalho voluntário, gratuito e de colaboração dos Oficiais de Justiça, porque estes não aderem à greve decretada, precisamente por aquele mesmo Sindicato SFJ, greve que abarca todo o serviço fora de horas, portanto, a toda e qualquer hora suplementar.       A greve decretada, já no longínquo ano de 1999, não possui quaisquer serviços mínimos que a limitem, pelo que só trabalha depois das 17H00 ou na hora de almoço quem tiver espírito de colaborad...

O trabalho invisível e a monumentalidade escondida hão de emergir

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      Aquando da intervenção da ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, na Assembleia da República, no âmbito da apreciação na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2023, concluiu tal intervenção afirmando o seguinte:       «Com as pessoas, pelas pessoas e para as pessoas, estamos a fazer acontecer. Muito Obrigada.»       Ora, se a ministra da Justiça está com as pessoas, pelas pessoas e para as pessoas, não considera, certamente, que os Oficiais de Justiça possam estar incluídos nessa categoria de seres.       Estes seres que desempenam funções por todo o país, nos tribunais e nos serviços do Ministério Público, assegurando todos os serviços no dia-a-dia, são os seres esquecidos ao longo dos anos pelo Ministério da Justiça, vendo sempre adiada a sua carreira e, consequentemente, o seu futuro.       Quando a atual ministra da Justiça tomou posse, a única carreira que não tinha sido revista era a carreira dos Oficiais de Justiça. Perante esta situação de exceção...

O trabalho invisível e a monumentalidade escondida hão de emergir

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      Aquando da intervenção da ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, na Assembleia da República, no âmbito da apreciação na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2023, concluiu tal intervenção afirmando o seguinte:       «Com as pessoas, pelas pessoas e para as pessoas, estamos a fazer acontecer. Muito Obrigada.»       Ora, se a ministra da Justiça está com as pessoas, pelas pessoas e para as pessoas, não considera, certamente, que os Oficiais de Justiça possam estar incluídos nessa categoria de seres.       Estes seres que desempenam funções por todo o país, nos tribunais e nos serviços do Ministério Público, assegurando todos os serviços no dia-a-dia, são os seres esquecidos ao longo dos anos pelo Ministério da Justiça, vendo sempre adiada a sua carreira e, consequentemente, o seu futuro.       Quando a atual ministra da Justiça tomou posse, a única carreira que não tinha sido revista era a carreira dos Oficiais de Justiça. Perante esta situação de exceção...

O trabalho invisível e a monumentalidade escondida hão de emergir

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      Aquando da intervenção da ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, na Assembleia da República, no âmbito da apreciação na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2023, concluiu tal intervenção afirmando o seguinte:       «Com as pessoas, pelas pessoas e para as pessoas, estamos a fazer acontecer. Muito Obrigada.»       Ora, se a ministra da Justiça está com as pessoas, pelas pessoas e para as pessoas, não considera, certamente, que os Oficiais de Justiça possam estar incluídos nessa categoria de seres.       Estes seres que desempenam funções por todo o país, nos tribunais e nos serviços do Ministério Público, assegurando todos os serviços no dia-a-dia, são os seres esquecidos ao longo dos anos pelo Ministério da Justiça, vendo sempre adiada a sua carreira e, consequentemente, o seu futuro.       Quando a atual ministra da Justiça tomou posse, a única carreira que não tinha sido revista era a carreira dos Oficiais de Justiça. Perante esta situação de exceção...

ADSE: Em que lista vou votar?

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      Ontem divulgamos aqui esclarecimentos e instruções de como votar para eleger os quatro elementos do Conselho Geral de Supervisão (CGS) da ADSE, eleitos pelos beneficiários.       Se ainda não sabe bem o que é isto e, ou, como votar, então vá ver o artigo que ontem (27NOV-DOM) aqui publicamos para ficar a saber tudo sobre esta eleição, cujo período de votação se inicia precisamente hoje pelas 09H00.       Depois dos esclarecimentos sobre a mecânica desta eleição, e da apresentação das sete listas, cumpre refletir sobre as suas propostas.       Há quem escolha votar nesta ou naquela lista porque conhece um ou outro elemento que a compõe, ou porque sabe do alinhamento ou do apoio da lista por parte de determinada estrutura sindical ou partidária.       No artigo de hoje não vamos analisar as caras nem as interconexões, mas tão só as propostas que as listas apresentam e dessas, aqueles aspetos que mais interessam, no imediato, ao conjunto de beneficiários.       Uma das propostas que...

ADSE: Em que lista vou votar?

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      Ontem divulgamos aqui esclarecimentos e instruções de como votar para eleger os quatro elementos do Conselho Geral de Supervisão (CGS) da ADSE, eleitos pelos beneficiários.       Se ainda não sabe bem o que é isto e, ou, como votar, então vá ver o artigo que ontem (27NOV-DOM) aqui publicamos para ficar a saber tudo sobre esta eleição, cujo período de votação se inicia precisamente hoje pelas 09H00.       Depois dos esclarecimentos sobre a mecânica desta eleição, e da apresentação das sete listas, cumpre refletir sobre as suas propostas.       Há quem escolha votar nesta ou naquela lista porque conhece um ou outro elemento que a compõe, ou porque sabe do alinhamento ou do apoio da lista por parte de determinada estrutura sindical ou partidária.       No artigo de hoje não vamos analisar as caras nem as interconexões, mas tão só as propostas que as listas apresentam e dessas, aqueles aspetos que mais interessam, no imediato, ao conjunto de beneficiários.       Uma das propostas que...

ADSE: Em que lista vou votar?

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      Ontem divulgamos aqui esclarecimentos e instruções de como votar para eleger os quatro elementos do Conselho Geral de Supervisão (CGS) da ADSE, eleitos pelos beneficiários.       Se ainda não sabe bem o que é isto e, ou, como votar, então vá ver o artigo que ontem (27NOV-DOM) aqui publicamos para ficar a saber tudo sobre esta eleição, cujo período de votação se inicia precisamente hoje pelas 09H00.       Depois dos esclarecimentos sobre a mecânica desta eleição, e da apresentação das sete listas, cumpre refletir sobre as suas propostas.       Há quem escolha votar nesta ou naquela lista porque conhece um ou outro elemento que a compõe, ou porque sabe do alinhamento ou do apoio da lista por parte de determinada estrutura sindical ou partidária.       No artigo de hoje não vamos analisar as caras nem as interconexões, mas tão só as propostas que as listas apresentam e dessas, aqueles aspetos que mais interessam, no imediato, ao conjunto de beneficiários.       Uma das propostas que...

ADSE: Saiba tudo sobre a votação para o CGS

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      Começa amanhã a votação por via eletrónica, para a eleição de quatro elementos do Conselho Geral de Supervisão (CGS) da ADSE, eleitos pelos beneficiários.       Os Oficiais de Justiça poderão votar por esta via eletrónica a partir de amanhã e durante três dias, até quarta-feira; mais concretamente: das 09:00 horas do dia 28NOV até às 17:00 horas do dia 30NOV.       O período de votação é contínuo, isto é, até às 17 horas do dia 30NOV todos poderão votar a qualquer hora, seja de dia ou de noite, e poderão fazê-lo usando qualquer equipamento com acesso à Internet (computador, telemóvel, tablet...).       As eleições para o CGS são de extrema importância para a ADSE e os seus Beneficiários, pois constitui uma oportunidade ímpar de expressarem a sua opinião e defenderem os seus interesses no seio de um órgão crucial para a vida da ADSE.       Para além de competir ao CGS dar parecer sobre o plano estratégico, planos e relatórios anuais, orçamento, regulamentos internos, entre outros,...

ADSE: Saiba tudo sobre a votação para o CGS

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      Começa amanhã a votação por via eletrónica, para a eleição de quatro elementos do Conselho Geral de Supervisão (CGS) da ADSE, eleitos pelos beneficiários.       Os Oficiais de Justiça poderão votar por esta via eletrónica a partir de amanhã e durante três dias, até quarta-feira; mais concretamente: das 09:00 horas do dia 28NOV até às 17:00 horas do dia 30NOV.       O período de votação é contínuo, isto é, até às 17 horas do dia 30NOV todos poderão votar a qualquer hora, seja de dia ou de noite, e poderão fazê-lo usando qualquer equipamento com acesso à Internet (computador, telemóvel, tablet...).       As eleições para o CGS são de extrema importância para a ADSE e os seus Beneficiários, pois constitui uma oportunidade ímpar de expressarem a sua opinião e defenderem os seus interesses no seio de um órgão crucial para a vida da ADSE.       Para além de competir ao CGS dar parecer sobre o plano estratégico, planos e relatórios anuais, orçamento, regulamentos internos, entre outros,...

ADSE: Saiba tudo sobre a votação para o CGS

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      Começa amanhã a votação por via eletrónica, para a eleição de quatro elementos do Conselho Geral de Supervisão (CGS) da ADSE, eleitos pelos beneficiários.       Os Oficiais de Justiça poderão votar por esta via eletrónica a partir de amanhã e durante três dias, até quarta-feira; mais concretamente: das 09:00 horas do dia 28NOV até às 17:00 horas do dia 30NOV.       O período de votação é contínuo, isto é, até às 17 horas do dia 30NOV todos poderão votar a qualquer hora, seja de dia ou de noite, e poderão fazê-lo usando qualquer equipamento com acesso à Internet (computador, telemóvel, tablet...).       As eleições para o CGS são de extrema importância para a ADSE e os seus Beneficiários, pois constitui uma oportunidade ímpar de expressarem a sua opinião e defenderem os seus interesses no seio de um órgão crucial para a vida da ADSE.       Para além de competir ao CGS dar parecer sobre o plano estratégico, planos e relatórios anuais, orçamento, regulamentos internos, entre outros,...