Oficiais de Justiça no “WhatsApp”
As publicações diárias podem ser seguidas nesta página mãe (blogues do Sapo) mas também podem ser diariamente recebidas por "e-mail", bem como podem ser acompanhadas em várias redes sociais, como no Facebook, no Twitter, no Google+, no Reddit, no agregador “BlogsPortugal” e agora também no maior comunicador do Mundo que se transformou também numa nova rede social: a aplicação para telemóveis WhatsApp.
A informação fiável, crítica e independente que diz respeito aos Oficiais de Justiça está por todo o lado e agora, desde hoje [01-04-2019], também no WhatsApp.
Nesta nova via e rede comunicacional que hoje inauguramos é possível a cada subscritor receber todos os dias o artigo desse dia mas também comunicar, responder e interagir com toda a comunidade de subscritores.
Constituímos o grupo no WhatsApp que se chama, obviamente, “Oficiais de Justiça”. Todos os aderentes ao grupo podem receber e enviar imediatamente qualquer mensagem para todos, e de todos, os membros do grupo. A comunicação é imediata e é esta a velocidade que hoje se pretende ter no conhecimento daquilo que vai sucedendo.
Como sabem, a regra destas publicações diárias, nesta iniciativa informativa que instituímos já em 2013, é a de apenas uma publicação em cada dia mas, como bem se sabe, há dias em que os acontecimentos são mais do que um e a informação carece de uma atualização mais imediata; mais ao segundo e é nas redes sociais e também através da aplicação WhatsApp que essa velocidade imediata se consegue, por isso, embora se mantenha a publicação diária com artigos de informação e de reflexão mais aprofundados, a informação mais imediata pode ser adquirida por estas outras vias.

Como aderir ao grupo dos Oficiais de Justiça no WhatsApp?
Antes de tudo, claro está, tem que ter no seu telefone móvel instalada e funcional a dita aplicação e tem que dispor de ligação à Internet, seja pelos dados móveis do operador móvel seja pelas ligações “WiFi”. Claro que não necessita de ter sempre o acesso à Internet ligado mas só receberá de imediato as publicações quando estiver com a ligação ativa, tal como a adesão inicial só se concretiza com o acesso à Internet ativo.
Instruções de adesão em apenas 2 ou 3 simples passos:
-1- Guarde na sua agenda de contactos do seu telemóvel o número 96 877 29 29 com o nome "Oficial de Justiça" (este número de telefone pertence a esta iniciativa, mas não atende chamadas, apenas mensagens escritas).
-2- Entre na aplicação WhatsApp e envie, desde aí, uma mensagem para o número ora guardado (procure pelo nome que atribuiu: Oficial de Justiça). Nessa mensagem diga que quer aderir ao grupo, diga o que quiser e como quiser, por exemplo: escreva apenas “Aderir”.
-3- E já está. Aguarde a inserção no grupo que lhe vai aparecer mais tarde (há momentos do dia em que a resposta pode demorar).
A partir da adesão ao grupo, passa a receber não só as publicações diárias desta página, bem como outras notícias e comentários de qualquer um dos participantes no grupo e, bem assim, pelos seus próprios comentários ou novidades que queira partilhar com todos os Oficiais de Justiça de Portugal.
As regras do grupo? São muito simples: Liberdade e bom senso. Obviamente, reservamo-nos o direito de alertar para algo que seja indevido, reservando-se ainda o direito de, no limite, suprimir o aderente.
Quem pode aderir? Todos os interessados na carreira de Oficial de Justiça, mesmo que não sejam Oficiais de Justiça, mas que, obviamente, tenham interesse nos assuntos que por aqui se vão abordando.
É necessário justificar algo para aderir? Não, é só dizer que quer aderir.
Pode sair quando quiser? Claro, tem essa opção no seu telemóvel, é só optar por deixar o grupo e já está, sem mais, em qualquer momento, e sem justificações.
É isto a Liberdade!
NOTA / ATUALIZAÇÃO = O grupo atingiu o número máximo de membros permitido pelo WhatsApp, em NOV2024, pelo que os novos pedidos de adesão ficam em lista de espera para a eventualidade de surgirem vagas pela saída dos atuais membros. Quando surgirem vagas serão imediatamente adicionados.

Uns comem os Figos mas é a outros que se lhes rebentam os beiços...
ResponderEliminarAlguns Oficiais de Justiça presentes hoje nas cerimónias fúnebres do Advogado António Manuel Arnaut, falecido aos 59 anos, presença que foi referenciada nesse ato, em primeiro lugar, relativamente a outros presentes.
ResponderEliminarHomem com H grande, Amigo dos Oficiais de Justiça.
Que descanse em Paz!
Muitos parabéns ao(s) Senhor(es) Administrador(es) da página. Esta elucida muito mais os oficiais de justiça do que muitos senhores delegados sindicais que, quando questionados, respondem apenas com mais questões.
ResponderEliminarUma vez mais, parabéns! Esta iniciativa de diálogo através do WhatsApp bebe de um espírito jovem. É necessário aproximar a classe, pois, neste momento, nos nossos tribunais existe uma rivalidade disfarçada entre os oficiais de justiça mais antigos e os mais jovens. Muitos consideram que os anos de carreira são um posto, sendo do conhecimento geral que, muitas vezes, só contribuiriam para uma acumulação de anos de maus vícios, nomeadamente hábito no atraso processual.
É preciso lembrar que a classe precisa de espírito jovem, novos conhecimentos e novas tecnologias. É verdade que, os jovens oficiais de justiça trazem inexperiência aos tribunais mas também trazem muita vontade de aprender e, se assim se mostrar necessário, vontade de ensinar, sem que para isso seja necessário adoptar uma postura de superioridade.
Haja mais iniciativas destas!
Esta página necessita de uma maior divulgação, muitos colegas ainda a desconhecem... Por este motivo, deixo a sugestão da elaboração de um e-mail dando conta da existência desta página, deixando para isso o respectivo link para acesso facilitado, solicitando aos senhores Administradores de todas as Comarcas o reencaminhamento do mesmo para todos os endereços de correio eletrónico dos oficiais de justiça a exercer funções nos diferentes núcleos.
EliminarJovem ou menos jovem é irrelevante, sendo contudo interessante o cruzamento de geracões diferentes numa equipa de trabalho por ser uma mais-valia recíproca.
Vícios? Não me revejo no seu comentário.
Vá ao arquivo, pesquise processos tramitados por oficiais de justiça antes da era do "habilus". Corra, não hesite. Vai aprender muito direito processual.
Verá que a teimosia do Estado em não valorizar a sua carreira, reside precisamente aí. Nos seus vícios...
Oficial de Justiça pertence ao passado.
Assim está bem !!
EliminarQuem assim fala é experiente e seguramente vai revolucionar toda a estrutura administrativa dos Tribunais.
Concorreu a administrador(a)?
Com todo o respeito por todos, espero bem que o subscritor do texto, não seja um, ou uma, daqueles, ou daquelas, que é superiormente rejeitado(a) para prestar assistência nas audiências, ou a quem é preciso corrigir as atas 4 e 5 vezes, de tanta sabedoria que possui.
Horário cumprido = dever cumprido. Não é assim?
Os bons funcionários, novos ou menos novos, diz-me a experiência, de vida e de trabalho, que nunca ousariam fazer comentário depreciativo, idêntico ao seu.
A ignorância é muito atrevida. Conhece o termo?
Há ignorantes que falam de Beethoven sem nunca ter visto um quadro dele.
EliminarVá ouvir uma musiquinha de Leonardo da Vinci.
Mais um(a) a querer fazer passar o teorema (?) de que "a pulga sem pernas não ouve".
Faltou escrever que o o meu comentário é resposta ao Anónimo de 12.06.2019 às 22:25.
EliminarOs Oficiais de justiça "velhos" já foram "novos"....
EliminarColegas estive 1 mês de atestado e este mês não recebi o subsídio de disponibilidade.
EliminarMas no acordo não ficou escrito que mesmo de atestado iamos receber na mesma este subsídio?
Por favor esclareçam me
Não Ana, relativamente a este atual suplemento não ficou salvaguardada essa possibilidade, isso foi acordado relativamente ao suplemento anterior que se extinguiu.
ResponderEliminarNo passado dia 04-12-2025 abordamos este assunto no artigo intitulado "Sobre o corte do suplemento remuneratório na doença".
Boa noite, será que alguém me pode esclarecer quando é que vai haver se vai havere a rectificação dos salários dos adjuntos que se encontram no 3º escalão
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