Saber+ Combater as Notícias Falsas

      O Centro Nacional de CiberSegurança (CNCS), acaba de lançar esta semana um curso de ensino à distância (“e-learning”) que pretende dotar todos os cidadãos de conhecimento para evitarem ser alvo das notícias falsas (“fake news”).


      O curso denomina-se “Cidadão Ciberinformado” e com ele visa-se garantir um conjunto de competências que auxiliará os seus participantes a perceber melhor o termo “fake news”, entre outros conceitos, através de algumas dicas que o permitam, por exemplo, identificar a veracidade de uma notícia ou de outro tipo de informação publicada “online”.


      Trata-se do segundo curso na Internet que o Centro Nacional de CiberSegurança (CNCS) desenvolve, desta vez em parceria com a agência de notícias LUSA.


      O curso é dirigido a todos os cidadãos que consultam informação “online”, tal e qual o leitor que neste momento está a ler esta página de informação na Internet. Com este curso pretende-se não só alertar para os perigos de um consumo de informação sem espírito crítico, como também, partilhar conhecimentos que ajudem os cidadãos a verificar se a informação que consultam na Internet é verdadeira.


      Os objetivos de aprendizagem para todos os participantes passam por perceber o que são as “fake news”, como surgiram e como se propagam; compreender a importância do combate às notícias falsas e como fazê-lo; verificar a veracidade de uma notícia ou informação online, e ainda, perceber porque devemos acreditar no jornalismo e não deixar de consumir informação na Internet.


      No que respeita ao funcionamento do curso, este terá no total cerca de 3 horas, sendo que, após a conclusão de todos os módulos, os participantes podem descarregar o respetivo certificado de conclusão. Para isso, será apenas necessário responder a todas as atividades com uma percentagem mínima de 75% de opções corretas. Cada módulo contém diversos tópicos que são acompanhados por textos, vídeos e materiais de apoio, com conteúdos específicos sobre o tópico em causa.


FakeNews.jpg


      Sabia que os portugueses consideram que as notícias ou informações falsas ou que deturpam a realidade são um problema no país? Este resultado demonstra a preocupação de mais de 80% dos portugueses que responderam ao Eurobarómetro Especial 464, sobre “Fake News and Online Disinformation”, publicado em 2018.


      A mesma fonte indica que os portugueses foram dos europeus que consideraram mais importante o papel dos jornalistas e dos próprios cidadãos no combate à disseminação das “fake news”, mais do que a média da própria União Europeia.


      O curso decorre desde esta semana até ao final do mês de março de 2021, ou seja, cada um pode ir fazendo o curso das três horas, ao seu ritmo, em qualquer dia mas, no máximo, até 31 de março do próximo ano. É muito tempo para despender as três horas e quando se quiser, seja à hora e dia que for. Por isso, por tal liberdade de frequência, é um curso que desde já aconselhamos aos Oficiais de Justiça, não só pela sua pertinência e cada vez maior atualidade, mas também pela simplicidade e diminuta carga horária global, fornecendo, a final, um certificado para engrossar o currículo.


      A inscrição é gratuita e pode ser feita através da seguinte hiperligação: “Inscrição curso CNCS(inscrição na plataforma formativa: “nau”).


CNCS-CursoCidadaoCiberinformado-JUN2020-MAR2021.jp

Comentários

  1. "fake news" 30 de julho!

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  2. A Senhora Ministra da Justiça hoje no Parlamento, referiu mais uma vez, que os Senhores Oficiais de Justiça têm razão, mas que os trabalhos para revisão dos estatutos não estão concluidos, que se atrasaram devido ao estado de emergência e de pandemia, e que só estarão concluidos no final do ano.

    Não foi isso que o Senhor Secretario de Estado Adjunto e da Justiça disse na sua página do twitter e que posteriormente transmitiu à Senhora Diretora-Geral da Administração da Justiça para informar os Sindicatos "que as negociações se iniciariam nos próximos 15 dias"!...

    Os trabalhos estavam adiantados e agora já não estão!?...

    Os Senhores Oficiais de Justiça têm razão, mas como estão sempre disponíveis, como sempre, podem esperar!

    Se temos razão, será dificil, no minimo, aprovar e publicar no prazo previsto na Lei do Orçamento, a integração do suplemento no vencimento e o regime de aposentação diferenciado?

    Concordando plenamente que a aprovação de um novo estatuto, deva ser adiado e muito bem ponderado, por estarem em causa interesses legítimos dos Oficiais de Justiça, que não podem serem relegados para assistentes de Justiça, depois de tantos sacrificios e dedicação ao serviço público de justiça, o que já não aceitamos é que não se cumpram os "serviços mínimos" (integração do suplemento no vencimento e estatuto da aposentação).


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    1. A ministra disse mais, disse que o maior sindicato quer negociar o estatuto todo e que o segundo sindicato, o menos representatjvo, pretende negociar já a aposentação e integração dos 10% e negociar o restante ao longo do ano... A opção do governo foi acompanhar o maior sindicato. O ano passado a ministra também esclareceu quem havia aceite a integração com perda salarial e não fosse a situação ter sido denunciada, já era. O mesmo maior sindicato que afirmava que a carreira não seria dividida em duas e depois... reconhecia que não havia entendido. Estamos entregues aos bichos !

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    2. Ficamos a saber hoje, através da Senhora Ministra da Justiça, que a integração do suplemento no vencimento e o regime diferenciado da aposentação não será aprovado até final de julho, porque ser essa a posição do maior sindicato representativo dos Oficiais de Justiça, que pretende que essa matéria seja integrada nos estatutos.

      Nem o líder parlamentar da bancada do PS conseguia fazer melhor. Dar os argumentos, que o SFJ deu à Senhora Ministra da Justiça, para responder à interpelação do Senhor Deputado.

      INACREDITÁVEL!

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    3. Vergonhoso digo eu, porque já acredito em tudo.

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  3. A mentira fica mal a toda a gente. Mas quando se exercem altos cargos fica bem pior.

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    1. Será que é mentira? Essa estratégia parece gasta. Aliás, ainda há bem pouco tempo se faziam juras de não reunir mais com a ministra, que mentia isto é aquilo. A ministra foi reconduzida e logo foi afirmado era uma boa medida, pois era uma pessoa que conhecia bem os processos e merecia a confiança dos oficiais de justiça. Será que para lá de esquecidos somos agora também lorpas? Talvez o problema sejam as avenças...por isso tanta gente tenta condicionar a verdade.

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  4. http://o-polvo-da-noticia.blogspot.com/2012/12/governo-vai-concessionar-linha-de.html?m=0
    Um colega falou aqui em avenças e achei ridículo, mas fui fazer uma pequena pesquisa e estou indignado, são milhões, muitos milhões a fundo perdido e agora entendo porque há tanta gente que parece irracional.

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