Temos um problema; ou melhor, tínhamos!

      Os leitores diários através da subscrição por e-mail, têm vindo a verificar algumas anomalias no serviço de distribuição dos artigos diários, como a alteração do formato de apresentação e a supressão do artigo completo; com o texto todo.


      Estas anomalias acontecem no seguimento de uma decisão da plataforma da Google, que utilizávamos há tantos anos, tendo esta empresa decidido terminar com este serviço de subscrição e distribuição por e-mail dos artigos diários que aqui vêm sendo publicados.


      Perante esta decisão da Google, restava-nos encontrar outras plataformas alternativas que prestassem o mesmo serviço e, claro, de forma gratuita. No entanto, todos os serviços automáticos que encontramos, até este momento, não só não distribuem o texto completo e as imagens dos artigos como pretendemos, como guardam os e-mails dos subscritores e, no mínimo, divulgam-lhes publicidade, muitas vezes acrescentada à própria divulgação diária, o que nos desagrada.


      Ao longo do mês de julho temos vindo a realizar diversas experiências, desde o próprio serviço desta plataforma “Sapo”, a tantas outras internacionais, nenhuma tendo preenchido completamente o nosso gosto, a nossa pretensão e o desejo que cada leitor receba apenas o que subscreve, sem mais e sem riscos.


      Assim, enquanto não encontramos outra solução que seja do total agrado e mantenha o nível da funcionalidade a que ao longo dos anos os já cerca de um milhar de subscritores estão habituados, vamos proceder a uma divulgação diária por e-mail, desde um novo endereço que é o seguinte: OficialDeJustica.OJ.Portugal@gmail.com


      Todos os subscritores da anterior plataforma Google não terão que realizar nenhuma operação ou validação. Todos os endereços de e-mail da anterior plataforma serão inseridos numa lista de distribuição desse e-mail e passarão a receber desde já o artigo de cada dia por esta nova via.


      Obviamente que se mantém a mesma condição de desistência da subscrição e de qualquer nova adesão, apenas muda a forma de manifestar esse interesse, seja num ou noutro sentido.


      Desde agora, o subscritor que queira anular a sua subscrição, terá apenas que responder a um qualquer dos e-mails que recebe dizendo isso mesmo: que pretende anular a subscrição, sem mais nem menos, sem justificações, apenas dizê-lo de qualquer forma e será imediatamente suprimido o seu e-mail da lista de distribuição.


      Quem quiser subscrever este serviço que prestamos, também gratuitamente e, também, diariamente, basta com manifestar essa mesma vontade de subscrição através do envio de um e-mail para aquele endereço referido e então esse endereço do pedido, isto é, de onde envia o pedido de subscrição, passará a receber diariamente os artigos aqui publicados.


      Como todos sabem, publicamos diariamente apenas um novo artigo e, por conseguinte, será distribuído também apenas um único e-mail e não mais do que isso e nada mais do que isso.


      A hora da distribuição que, com a anterior plataforma, nem sempre era a mesma e chegava a variar bastante e sempre muito depois da publicação na página, com este novo sistema vai mudar e a distribuição por correio eletrónico vai suceder praticamente em simultâneo com a publicação do artigo; à mesma hora e minuto, sempre entre as 08H00 e as 08H10.


      Em conclusão, em vez da subscrição se realizar através de automatismos de uma plataforma passa a ser através dos nossos endereços de e-mail, seja pelo geral OJ@sapo.pt seja pelo OficialDeJustica.OJ.Portugal@gmail.com e, por outro lado, todos os subscritores passam a receber o texto integral da publicação, e as imagens, bem como a ligação à página, para que possam ver as demais publicações que lá sempre vai havendo, com a vantagem adicional de receber sempre a uma hora certa que corresponde ao período de dez minutos seguintes das 08H00 de cada manhã, coincidindo com a publicação do artigo na página.


      Portanto, apesar da mudança, sempre se dirá que a mudança acaba por ser mais vantajosa para os subscritores, embora venha a proporcionar um pequeno acréscimo de trabalho para os elementos da gestão desta iniciativa mas, como bem sabem os nossos leitores, nunca foi este trabalho diário que nos afugentou do propósito de contribuir para uma classe profissional mais informada e mais racional.


      Desfrutem!


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Comentários

  1. Anónimo2/8/21 14:10

    Força para continuarem! a bem dos OJ´s!

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    1. Obrigado!
      Enquanto tivermos a vossa força, não fraquejaremos!

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  2. Anónimo2/8/21 19:50

    Um bem haja por quem elabora estes notáveis artigos todos os dias. Sem dúvida que todos os Oficiais de Justiça lhe(s) devem um obrigado. Força para daqui para a frente!

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    1. Muito obrigado pela apreciação e força para todos!

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  3. Anónimo2/8/21 21:38

    Com mais este ataque ao direito à greve a que os Oficiais de Justiça foram sujeitos, designadamente a uma greve decretada em 1999, e que um Tribunal declarou válida, o SFJ e o próprio SOJ ainda não pediram uma audiência, com carácter de urgente ao Senhor Presidente da Republica.?!...

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    1. Anónimo2/8/21 21:57

      O Presidente da República está a organizar um departamento só para tratar das queixas dos oficiais de justiça. Vai passar a reunir com o SFJ e com o SOJ todos os dias antes de ser hasteada a bandeira nacional.

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    2. Anónimo2/8/21 22:39

      A ideia de que a democracia não se esgota no voto é uma ideia tão elementar, mas que lamentavelmente o Ministério da Justiça, com estas práticas, a tem rebatido. Mais do que nunca, passou e existir um abismo entre a teoria e a prática.
      Direitos liberdades e garantias "mas"!...
      Não incomodem o processo eleitoral. A democracia não se esgota no voto "mas"!...

      A democracia e o estado de direito também se realiza com a participação cívica dos cidadãos e no respeito pelos direitos dos trabalhadores.
      Compete ao Senhor Presidente da República garantir esse equilíbrio e o regular funcionamento das instituições.

      Uma decisão de um Tribunal, transitada em julgado, sobre a validade de uma greve decretada em 1999, é anulada/revogada na sua eficácia, por um colégio de árbitros, a requerimento da DGAJ!...

      Isto é o regular funcionamento das instituições?!...

      O regular funcionamento das instituições era o Ministério da Justiça cumprir a decisão soberana do Tribunal e, se politicamente assim o entendesse, utilizar o instrumento político da requisição civil.

      Aguardamos com expetativa a reação da ASJP sobre esta matéria!...

      Os árbitros endeusados, em instâncias de recurso, mesmo para decisões já transitadas em julgado.

      O regular funcionamento das instituições!...

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    3. Anónimo2/8/21 23:25

      Página Ificial da Presidência da Republica:

      "Formulário de Contacto
      Este formulário é a forma mais simples e eficiente de contactar a Presidência da República Portuguesa.

      Necessitamos que preencha alguns campos para podermos processar a sua mensagem de forma correta e lhe podermos responder no mais curto espaço de tempo possível.

      Comece, por favor, por nos indicar se nos contacta a título particular e individual ou se representa alguma empresa, instituição, organização ou movimento"




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    4. Anónimo3/8/21 00:17

      O negacionismo infundado entorpece a ação e a unidade sindical!...

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    5. Anónimo4/8/21 09:57

      Não revoga eficácia alguma.

      Cumpra o pré aviso.

      Faça greve das 12.30h às 13.30h e a partir das 17h.

      Um Princípio de Direito é do da hierarquia das Leis.

      O ato administrativo, é, um ato administrativo cujos efeitos, em sede própria, que é o eventual Processo Disciplinar e o Tribunal Administrativo, se avaliará, oportunamente, se foi ou não incumprido por ilegalidade do mesmo.

      Também, acresce o facto de tal desempenho funcional, no referido período horário, constituir trabalho suplementar não remunerado a qualquer título e, no que respeita à hora do almoço, atenta contra a dignidade da pessoa humana, questão dirimível, também oportunamente, nas instâncias europeias.



      Estes senhores estão é muito mal habituados!



      O quero posso e mando, já são contas de outros tempos.

      Sejam competentes e responsáveis na sua ação enquanto agentes públicos, pois são, também, enquanto tal, responsabilizaveis, como eu OJ também o sou.

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  4. Anónimo4/8/21 09:41

    Vejam lá não tenha sido o "gov. pt" a dar uma palavrinha à "Google".

    "Ah e tal, andam aí uns gajos, pá, dum Blog, pá, que querem a justiça mais às claras e a nós, Tio Sam, pá, interessa-nos tê-la às escuras!!! Não há forma de dar aí um aperto a esses Blogueiros, pá?!"

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