Oficiais de Justiça prioritários para dose de reforço

      O Serviço Nacional de Saúde anunciou ontem que os Oficiais de Justiça, bem como os demais Funcionários de Justiça, podem utilizar a modalidade “Casa Aberta”, pela qualidade profissional, para obtenção da dose de reforço (3ª dose) mediante as seguintes condições:


      .a) Não tenha tido Covid19 nos últimos 150 dias e já tenham completado o esquema vacinal (duas doses) há pelo menos 150 dias, ou uma dose da “Janssen” há mais de 90 dias.


      .b) Obtenção de “Senha Digital” para atendimento no posto de vacinação (aceda à página da senha digital através da hiperligação incorporada)


      .c) Fazer prova no centro de vacinação da sua qualidade profissional, mediante apresentação do cartão livre-trânsito ou, não o detendo, por certidão emitida que ateste a qualidade profissional.


      Esta prioridade dos Oficiais de Justiça acaba de ser concedida também a outras atividades profissionais, como: profissionais das polícias: PSP, GNR, PJ, SEF; comunidade universitária (estrutura docente e apoio); estudantes dos cursos de saúde; magistrados e pessoas com comorbilidades, elegíveis para esta fase da vacinação, portadoras de declaração médica. Todos estes carecem de obtenção prévia de “Senha Digital”.


      Ao mesmo tempo, mantém-se a mesma modalidade de “Casa Aberta” para todos os cidadãos com idade igual ou superior a 55 anos de idade, ou superior a 30 anos para quem só tem uma dose da “Janssen” há mais de 90 dias (ou mais de 18 anos com autoagendamento), e ainda para os membros das mesas de voto para as próximas eleições legislativas de 30JAN, desde que também preencham aquele requisito dos 150 ou 90 dias mencionados.


      Os Oficiais de Justiça e os profissionais referidos, devem aceder previamente ao portal Covid19, preencher o formulário, sendo posteriormente enviada para o telemóvel a informação com o respetivo número e hora prevista.


      Uma vez no centro de vacinação, os profissionais referidos, deverão apresentar documento comprovativo da profissão que exercem.


      No caso dos Oficiais de Justiça, temos conhecimento de que alguns já não sabem onde está o seu cartão livre-trânsito ou este está de tal forma deteriorado ou detém fotografia de há décadas atrás, que o melhor será emitir ou solicitar a emissão de uma certidão que ateste a qualidade de Oficial de Justiça.


      Depois daquele momento de arranque geral da vacinação, há um ano, com a chamada de alguns muito poucos Oficiais de Justiça, este novo momento em que é conferida prioridade a estes profissionais, para a dose de reforço, mostra-se disponível para todos e já não só para alguns.


      De acordo com o mais recente balanço de mortes no Mundo, a Covid19 já provocou mais de cinco milhões de mortes (5.553.124) desde o início da pandemia.


      Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.413 pessoas e foram contabilizados mais de dois milhões de casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.


      Atualmente, ao mesmo tempo que vemos o número diário de infetados em Portugal a atingir recordes, vemos também como os vacinados se mostram perfeitamente protegidos contra a doença. Mantém hoje o Serviço Nacional de Saúde níveis perfeitamente suportáveis de atendimento dos doentes mais graves, já sem as filas de ambulâncias à porta dos hospitais como chegamos a ver quando ainda não havia a atual proteção massiva da vacina em milhões de cidadãos que já a tomaram.


Covid19-SenhaDigital.jpg


      Fontes: “SNS” e “Lusa/Sapo24”.

Comentários

  1. Agora?????
    Depois de mais de metade do país o ter feito????
    E quando a maioria dos OJ´s ja a tomaram por terem mais de cinquenta anos??
    Só rindo, mesmo...

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    1. ue começar a demninstrar ao que vamos20/1/22 09:19

      Aleluia. Toquem os sinos.............E~, não se esqueçam de votar bem.

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    2. Claro!

      Não esquecendo de viver o presente, e correndo com os já habituais acenadores de cenouras futuristas laranja.

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    1. Com todo o respeito por aqueles cuja nacionalidade está implícita, o e(E)stado poderia adoptar aquilo que é do conhecimento geral e em que o seu representante, o Mº.Pº., normalmente assobia para o lado:
      - O futuro da nossa classe passa pela contratação de paquistaneses, brasileiros e indianos ... Comem pouco, não são de grandes luxos, vivem aos dez e quinze num quartinho arrendado de pequenas dimensões... É só ensinar-lhes a carregar no botão, eles aprendem com facilidade. Com estas contratações, o Estado vai poupar muitos milhares de euros e os Tribunais vão tornar-se muito mais eficientes.

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    2. não sabes o que dizes, vivem bem melhor que tu!!

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    3. Está a brincar mas a verdade é que quando eles souberem "carregar no botão", serão eles a substituir-nos.

      Pelo menos é o que toda a gente que trabalha no meio diz, é só "carregar no botão" ...

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  3. Ora aí estamos nós numa carreira de ordenado mínimo.

    Muito bom.

    Se soubesse que não iria ferir susceptibilidades diria:

    Estudasses!

    Ou deixasses-te "comer", na horizontal, em qualquer um dos Centros existentes!

    E não me refiro aos comerciais.

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    1. Nada que em 2026, com 900€ de ordenado mínimo, não se faça melhor notar.

      900€ para o digno coveiro da freguesia assim como o mesmo para o digno OJ de um DIAP, que almoça e janta na mesa de trabalho, sem subsídio de jantar, sem horas extra pagas e, então, com 26 anos de serviço às costas.


      É o nosso Portugal de Rios e enCostas.

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    2. ... moral das histórias?


      País de coveiros e de adoradores do IRC.

      Estes últimos, quando toca a santos, são os primeiros subsidiodependentes!

      É subsídio para pagar um miserável ordenado minimo aos trabalhadores, é layoff, ainda a pandemia levava meio mês, entre outros.

      É preciso é que o IRC pague as obras da casa pessoal, o colégio privado dos filhos, os pensos higiénicos da mulher, o veterinário do cão e a prestação do Tesla.

      Ah valente IRC!

      Ah valentes criadores de postos de trabalho, que nem trabalhar sabem!

      Oh PJ, para quando uma Operação "IRC Account"?!


      Talvez, passasse-mos todos a viver melhor, assim como uma Espanha, por exemplo!

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    3. Muitos declaram 600 euros mês de rendimento e os filhos têm bolsas nas faculdades. Depois levam os colegas de Mercedes, como eu já vi.
      Mas o filho do Funcionário Público paga tudo, com língua de palmo e meio. Os impostos que paga na integra mesmo assim não chegam para ter um filho numa escola pública. Ainda há que lhes dar masi cem euros por mês.
      Mas depois os do IRC vão de férias duas e três vezes por ano, para sítios onde nem sonhamos ir.
      Pois é...
      Não é para aumentar salários, não.

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    4. Basta um razoável contabilista e está tudo feito!!!

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