“Desenganem-se aqueles que pensam que o SFJ e o SOJ puxam para lados opostos”

      Ainda sobre o Plenário Nacional de Oficiais de Justiça ocorrido na semana passada, ainda aqui não dissemos tudo, designadamente, que, para além de ter contado com a novidade da participação e intervenção do presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), contou também com a participação do secretário-geral da UGT, emitindo esta Central Sindical um comunicado sobre esta participação, bem como o SFJ.


      A seguir vão reproduzidos os respetivos comunicados:


      Por parte da UGT consta que esta «recebeu esta sexta-feira um plenário de Oficiais de Justiça, convocado por uma das organizações filiadas, o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ).


      A sessão de abertura esteve a cargo do Secretário-geral da UGT, Mário Mourão, que se dirigiu a uma audiência de mais de 600 trabalhadores, presente na reunião em regime híbrido.»


      O regime híbrido que a UGT menciona é o presencial e a novidade do regime a distância.


      Por sua vez, o SFJ emitiu uma nota na qual refere o seguinte:


      «O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), através do seu presidente António Marçal e de outros dirigentes, participou no passado dia 15.07 no Plenário Nacional organizado pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), que teve lugar na sede da UGT e também através de plataforma digital.


      O SFJ agradece o convite e a amabilidade do SOJ, sublinhando que, o que une ambos os sindicatos, é o mesmo: a luta pela defesa dos interesses de todos os Colegas Oficiais de Justiça.»


      Na mesma informação do SFJ, aborda ainda este sindicato um aspeto muito relevante para os Oficiais de Justiça e que durante o Plenário foi devidamente realçado por ambos os presidentes dos dois sindicatos. Segue transcrição:


      «Estamos juntos por uma carreira digna! E a palavra de ordem é: união. A mesma união que deve existir entre todos os Colegas na prossecução dos seus objetivos coletivos.


      Desenganem-se aqueles que pensam que o SFJ e o SOJ puxam para lados opostos. Os nossos únicos adversários são aqueles que não cumprem aquilo que vem sendo prometido há muito tempo: o devido reconhecimento e dignidade para a nossa carreira!


      Mas tal não decorre apenas da revisão estatutária. O SFJ defende, e tem defendido, que existem várias questões que podem e devem avançar de imediato, sem conexão direta com a negociação estatutária, como é o caso da integração do suplemento no vencimento ou a realização de movimento extraordinário com promoções, a par de um regime especial de aposentação.»


      Os três aspetos finais referidos são os mesmos que constam da resolução votada no Plenário do SOJ, mostrando-se, assim, perfeitamente validadas pelo SFJ, verificando-se, pois, uma sintonia de união a que tanto apelam os Oficiais de Justiça.


      Também a comunicação social, por difusão através da agência Lusa, fez menção ao Plenário e às exigências da Resolução alcançada, com prazo até 15 de setembro. No entanto, como é da praxe, o azar continua a acompanhar os Oficiais de Justiça nas suas ações, perdendo visibilidade mediática em face de outras notícias consideradas mais relevantes pelos media. Desta vez foram os incêndios, pelo que a repercussão mediática do Plenário acabou por ser irrelevante.


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      Fontes: “UGT”, “SFJ” e “Notícias ao Minuto”.

Comentários

  1. O lado é, e tem sido o mesmo, o lado da inércia, da subserviência, do não querer ver, do não querer agir, do não querer afrontar, do querer ficar bem perante a tutela. Do agir em defesa dos lugarzinhos deles e seguidores permanentes em detrimento de toda uma classe que definha e cujo enterro se prepara para outubro.
    Tristeza.

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  2. Meu amigo somos todos culpados.A passividade da maioria dos colegas,acaba por deitar abaixo,qualquer estratégia dos sindicatos. Também é verdade que as suas propostas tem sido sempre as mesmas, o que também cansa quando não se vê resultados.

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    1. Quando se aprovam estratégias em plenário e o sindicato não as cumpre, substituindo-as com promessas 'bombas inteligentes" está tudo dito!...

      Sim somos todos culpados por não exigirmos que as decisões democráticas aprovadas em plenário de trabalhadores sejam cumpridas!...

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  3. Sr.s Bloguistas


    Mas afinal os ditos "muitos atos" servirão para colocar pessoal?

    Ou pode ler-se que os ditos "muitos atos" servirão para não colocar pessoal?


    Como se deve fazer essa leitura? podem explicar?



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  4. Querem palha?
    Dêem-lhes Palha...🙃

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