Marçal, presidente do SFJ, eleito presidente do PS da Lousã

      Amavelmente cedido pelo jornal Trevim, da Lousã, que acedeu à nossa solicitação, enviou-nos o referido quinzenário a notícia da sua edição em papel na qual dá conta da eleição de António Marçal, conhecido dos Oficiais de Justiça pelo cargo que ocupa como presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), mas agora a exercer uma outra presidência, a da Comissão Política Concelhia da Lousã do Partido Socialista.


      A eleição ocorreu em outubro e António Marçal, que já foi presidente da Junta de Freguesia da sede do concelho da Lousã, apresentou-se à eleição com a moção intitulada "Pela Lousã, com o PS".


      A lista encabeçada por Marçal obteve 45 votos favoráveis dos 89 militantes do PS local com direito a participar na eleição. Foram registados sete votos em branco e um nulo.


      Ao periódico Trevim, António Marçal disse: "Defendo um olhar holístico para a nossa terra, assumindo que se cruzam vários territórios, da educação ao trabalho, da justiça à segurança social, sempre com o objetivo de criar comunidades inclusivas e atrativas".


      No artigo do Trevim pode ler-se o seguinte:


      «O também presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais, que encara os partidos como "pilar essencial”, mas não exclusivo, da democracia e do Estado de Direito, defendeu “um poder político autárquico comprometido com o desenvolvimento sustentável, garantindo condições de fixação da população e de agentes económicos”.


      Na moção, Marçal informa que a Concelhia, até agora liderada por Luís Antunes, vai “promover a auscultação e preparação do próximo ciclo autárquico”, tendo em vista as eleições locais de 2025. Luís Antunes está a cumprir o terceiro mandato como presidente da Câmara e não poderá recandidatar-se daqui a três anos.»


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      Fonte "Trevim".

Comentários

  1. O homem está em todo o lado menos onde havia de estar.
    E oficial de justiça e não trabalho como tal. Por isso e sindicalista, mas também nestas funções não trabalha como tal.
    Assim, qual conde, com renda vitalícia, tem tempo para tudo, não para os outros mas sim para ele, 2025 é já ali .
    Depois vai-se a ver e nada, fala, fala, escreve, escreve e não se consegues tirar uma mensagem objectiva..
    Estamos bem entregues, sim senhor

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  2. Que tal mudarem também o estatuto do sfj, proibindo estas artimanhas!

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  3. Estou baralhado, em que país vivemos?
    Desde quando é que desgraçar sete mil oficiais de justiça é bom currículo?

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  4. É evidente que quem pertence ao PS encabeçando listas de poder autárquico tendo em vista subir dentro do partido, não pode lutar contra ele! Daí tanta inação! Os OJ, ou o expulsam de alguma forma de presidente do sindicato, ou abandonam de vez a sua filiação no mesmo! Isto é um contrasenso! Os OJ não vão nunca sair desta estagnação se não formarem uma organização apartidária!

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  5. Seque-se a presidência da câmara.

    Os OJ que se lixem...


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  6. Não sou sócio do Sfj, mas acho que não haveria mal nenhum ser presidente de um sindicado e ser filiado ou exercer cargo num partido quaisquer, no passado aconteceu com o Antônio Jorge. Mas o que me intriga é que Antonio Marçal representa a maioria dos Oficiais de Justiça, e não tem feito nada pela carreira e como todos sabemos o SOJ tem tido algumas iniciativas que são de louvar,mas é um sindicato pequeno e não pode dar aos sócios benefícios em termos de saúde, círculos de Natal e não tem um gabinete jurídico.

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  7. Há cerca de 30 anos que em defesa da carreira (no colectivo), o sindicato faz NADA.

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  8. Estamos feitos. Vai ser continuar a descer. Uma carreira que tinha prestigio agora é uma desilusão. Não recomendo a ninguem. A juventude nao tem de se sujeitar a ser tratada assim. Pelo que pagam os jovens tem melhores opções sem ser tao humilhados e gozados.

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  9. Quando o e no SFJ nada muda e não se está satisfeito, havendo alternativa, muda-se. Foi o que eu fiz, após 20 anos a dar crédito a quem não o mereceu, não me esqueço de deliberações em plenário, pelos OJ's, que pura e simplesmente foram postas no fundo da gaveta e lá morreram. Isto é o quê?!
    O SOJ é pequeno mas tem tentado, pelo menos, novas formas de luta de modo a não colidir com a "carteira" dos OJ's, que é a razão que muitos trabalhadores alegam para não aderirem às greves.
    Também depende da classe fazer deste sindicato uma força maior, mudando ou aderindo a ele, sem esquecer de fazer o devido acompanhamento e escrutínio sindical que foi, em minha opinião, o que faltou durante décadas no SFJ.

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  10. Por isso é que deixei há muito tempo de contribuir para isto. Vejam o anterior líder do sefoge: quando é que foi a última vez que ele pôs os pés numa secretaria judicial para trabalhar ?

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  11. Que se lixem os Oficiais de Justiça, o objetivo do Sr. é ser Presidente da Câmara!...

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  12. Ao menos que não se envergonhe da profissão (e dos papalvos sócios) que lhe permite estar onde está. Se tivesse que trabalhar arduamente e ao chegar a casa ter que descansar para aguentar o dia seguinte, como a maior parte dos colegas, certamente que não tinha tempo para as lides partidárias, colunistas e associativas

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  13. Verdade, tem dias que nem apetece ver ninguém á frente, quando se chega a casa. Este trabalho suga-nos, em todos os sentidos.

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  14. Mas vamos continuar a aturar António Marçal até 2025, data em que ambiciona ser Presidente da Câmara da Lousã?!...

    Carlos Almeida tem que, de uma vez por todas, assumir a liderança da representação dos Oficiais de Justiça.

    Agendas duplas geram desconfiança.

    "Mãos limpas" precisam-se!...

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  15. Com a frustração que sinto...se me cruzasse com o visado não sei se me controlaria e não partia para a estupidez...

    Todos nós somos livres para fazermos o que quisermos com as nossas vidas mas já não o somos para decidir da vida dos outros sem lhes dar conta das decisões.

    A isso, chama-se sacanagem ...

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  16. Mas então, a pessoa em causa não acha que ser dirigente concelhio de um partido, onde se delineiam estratégicas políticas para ganhar eleições e, para captar eleitorado, se gere a informação, por vezes, justificando-se com o injustificável, é incompatível com o cargo que ocupa na liderança sindical, quando o partido do governo é o mesmo que milita.

    De que lado da barricada estará nas negociações, será que leva duas (ou até mais) camisolas que vai vestindo e despedindo a jeito.

    A situação é verdadeiramente incompreensível, no mínimo deveria suspender as funções no cargo que ocupa, por uma questão de transparência e de isenção.

    A atuação do visado, que não deu conta desta circunstância a ninguém, pode levar a que se pense que pode existir um conluio ou o que seja, que pode até servir-se a prestar informação privilegiada sobre o pulsar dos OJ, prestando-se ao refreio das suas reivindicações.

    É o que penso do sr. Marçal.
    As pessoas já não têm respeito por si mesmas.

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  17. Devíamos exigir, no mínimo, a demissão.
    Com que cara este senhor vai reivindicar o que quer que seja aos "boys" da mesma cor políticia?

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  18. José Carlos Nunes21/11/22 22:51

    Ok!
    Não será ilegal nem inédito, Certo?

    Mas, no mínimo, deixa-me dúvidas da capacidade de reivindicar!

    Desculpa lá, Marçal.
    Mas isto leva-me a equacionar pedir a rescisão do vínculo que me liga ao SFJ, nestes últimos 22 anos.

    Lamento!
    Mas nada foi feito, até agora.
    Tem sido sempre a perder ... e já não há esperança.
    Isto parece um pântano ou uma repetição do passado ... e eu confiei!
    Lamento!!!!

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  19. o algodão nao engana, continuem a pagar cotas ao sfj, os marçais da vida agradecem e ficam redondinhos na saliência abdominal, um belo tinto e uma bom bife tomawak, enquanto se brinca aos sindicatos enganam se os tolos e moiros de trabalho um abraço a todos que dignificam a profissão.

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  20. E conflito de interesses?!
    Á descarada?! Não?!

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