Cálculos dos retroativos da provisoriedade entregues à empresa do “cRHonus”
Em 12 de julho passado, a DGAJ informou que já estava a tratar dos cálculos da recomposição do período de provisoriedade dos Oficiais de Justiça.
Dizia na altura a DGAJ assim:
«Esta Direção-Geral já deu início à prática dos atos e operações materiais necessários à execução espontânea e cabal do decidido na douta sentença.»
E a 18 de setembro, dizia a DGAJ, numa nova informação, o seguinte:
«Apesar dos esforços empreendidos até à data nesse sentido, não foi possível concluir a execução integral da sentença, encontrando-se ainda a decorrer as operações materiais para a efetiva execução.», acrescentando um prazo para a finalização das operações.
«Mais se informa que se prevê que, quanto ao universo de Oficiais de Justiça diretamente abrangidos pela decisão, tais operações estejam concluídas nos próximos 2 meses.»
Os Oficiais de Justiça chegaram a acreditar que as ditas operações estariam concluídas em novembro.
No entanto, a dita “prática dos atos e operações materiais”, afinal, acabou por ser uma entrega das operações à sociedade anónima “Contactus”. Esta sociedade anónima está na posse de todos os dados dos Oficiais de Justiça, designadamente, os seus vencimentos, auferidos hoje e ao longo das suas carreiras e elaborou os cálculos dos retroativos devidos que estão a ser notificados.
A referida sociedade anónima é conhecida dos Oficiais de Justiça e já detinha outra e mais informação sobre todos os Oficiais de Justiça, obtida através da plataforma de controlo da assiduidade e habilitações literárias “cRHonus”, plataforma bem conhecida dos Oficiais de Justiça que pertence à mesma sociedade anónima.
Em nota informativa na página da “Contactus” pode ler-se o seguinte:
«A Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) adjudicou à Contactus, S.A, o cálculo de Retroativos de Salários nos Sistemas Operacionais dos Programas Base de Processamento de Remunerações dos Recursos Humanos (SRH e ORAMOVIM), desde outubro de 1989 até ao final do presente ano.»
O mencionado “presente ano” refere-se ao ano de 2023, pois a nota informativa da “Contactus” é de 19-10-2023.
E perguntamo-nos: quer isto dizer que os cálculos de todos os Oficiais de Justiça só serão efetuados até dezembro de 2023? É que, por este andar, isto é, pela cadência com que as notificações estão a ser remetidas, há Oficiais de Justiça cujos cálculos se prolongarão por 2024, 2025 e mesmo ainda mais.
De acordo com a “Contactus”, os serviços contratados pela DGAJ são os seguintes:
– «Identificação dos funcionários, anos e meses que requerem o cálculo de retroativos salariais por decisão judicial;
– Realização do cálculo de retroativos salariais para os funcionários para o período de 1989 a 2023;
– Apuramento das diferenças para todos os abonos e descontos entre o valor efetivamente pago e o valor processados após a realização dos retractivos;
– Criação de relatórios detalhados por funcionário, ano e mês, contendo o valor efetivamente pago, o valor processado após o retractivo e a diferença apurada, para todos os abonos e descontos;
– Inserção dos abonos e descontos apurados em valor de acerto, no sistema de recursos humanos da DGAJ.»
A referida sociedade anónima realça ainda os benefícios que decorrem por ter sido contratada. Diz assim:
«Este projeto irá proporcionar benefícios significativos à DGAJ, tais como a padronização da metodologia de cálculo de retroativos para todos os funcionários, o alívio na carga administrativa e a minimização de erros que podem existir em processos de cálculo manuais. Para além disso, a automatização de processos, a documentação detalhada, e a minimização da possível litigância dos funcionários são também benefícios que a DGAJ irá usufruir.»
A terminar a nota, a “Contactus” assinala o facto deste contrato constituir um “desafio administrativo de grande complexidade”:
«Esta adjudicação é mais um testemunho da nossa parceria de confiança. Encaramos este projeto com empenho, e com o compromisso de desenvolver uma solução personalizada que forneça à DGAJ ferramentas que respondam a este desfio administrativo de grande complexidade.»
Em síntese, estamos perante informações da DGAJ de que as operações estavam em curso em julho e que em setembro se previa que viessem a acabar em novembro, quando em outubro já estavam entregues a uma empresa privada, empresa esta já dona de muitos dados dos Oficiais de Justiça, a que somou os rendimentos.
Perante esta situação, a “Contactus” está a constituir-se, cada vez mais, como uma verdadeira secção de recursos humanos dos Oficiais de Justiça.

Fonte: “Contactus, S.A.” e “Info DGAJ 12JUL2023” e “Info DGAJ 18SET2023”.
Se o programa de cálculo dos retroativos dos provisórios for tão bom como o do registo de assiduidade, a coisa vai correr mal e, como sempre, para o lado dos oficiais de justiça.
ResponderEliminarEstamos feitos. Já não bastava o chronus para nos moer a paciencia. Agora vamos todos acabar roubados em mais uns milhares que vão directamente para os bolsos dos administradores dessa empresa. Isto é um assalto à soberania e ao estado de direito por máfias travestidas de empresas privadas. Os socialistas nao tem emenda na sua atração fatal pelas negociatas de amigos.
ResponderEliminarNão há ninguém que ponha termo a isto? O pais está a saque.
O que vale é que os partidos que nos governam desde 2015 são contra a iniciativa privada e tem que ser o estado a fazer tudo.
ResponderEliminarOlha se fosse outra cor partidária a adjudicar isto a uma empresa privada.
Nem quero imaginar o que os sindicatos diriam e faziam.
Mas estes fazem em nome do povo...
ResponderEliminarOs outros roubam por defeito...
estamos feitos
ResponderEliminarMas qual foi a base legal para atribuírem os cálculos a uma empresa privada?
ResponderEliminarA que propósito uma empresa privada tem acesso a dados confidenciais sobre os oficiais de justiça?
Sim , porque datas de inico de funções e os nossos rendimentos são da nossa conta e da nossa entidade patronal e não de terceiros!
Já agora - Alguém (SOJ/SFJ) vai fazer alguma coisa em relação a isto?
ResponderEliminarSr Bloguer
pode informar alguma coisa sobre os eventuais de 2001 a 2005?
têm direito a 1 escalão?
Obrigado
Até já estou a prever qual vai ser o próximo negócio desta empresa Contactus . Fornecedora de pessoal oficial de justiça tarefeiro ao Ministério da Justiça, tipo os médicos tarefeiros contratados por essas empresas fornecedoras de serviços.
ResponderEliminarPor isso o Ministerio da Justiça não está a admitir novos funcionários. Aqueles 200 foram admitidos porque a Contactus ainda não está em condições para entrar neste negócio.
Fundador da contactus, Helder Viera Costa, basta fazer uma pequena pesquisa para saber quem é!
ResponderEliminarMarçal avença do Cm e o pezinho no PS da Lousâ deixam te de mãos atadas!
Ainda dizem que o CHEGA é que é uma ameaça á democracia.
ResponderEliminarA democracia está a ser minada á muitos anos pelos partidos do arco da governação precisamente por compadrios como este.
Bem visto.
ResponderEliminarPor este andar, não faltará muito para vermos nepaleses e indianos nas secretarias dos tribunais vindos directamente das estufas de Odemira!
Mas quem é o tal Hélder Vieira Costa?
ResponderEliminarEstivesse a base de dados da DG devidamente atualizada e fosse ela devidaemnte utilizada, e era possível, em poucos minutos, descobrir uma centena de colegas capazes de elaborar uma folha de Excell ou análoga para fazer estes cálculos !!! Pelo menos cem.
ResponderEliminarOs beneficiários deste outsorcing devem estar a rir-se com o facto de serem contratados por algo tão simples de executar.
Mas é o resultado de uma visão de gestão que se circunscreve apenas á analise legal das coisas.
Quando não se sabe mais e a matemática assusta...paga-se a outros para fazer !!
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CONCORDO...HA MTA DITADURA CAMUFLADA, PORTUGUESES ABRAM OS OLHOS
ResponderEliminarTAO DE ACORDO.... O POVO É SERENO
ResponderEliminarNão temos conhecimento da opção/decisão da DGAJ sobre esse assunto. Logo que tenhamos um informação divulgaremos com prioridade.
ResponderEliminarQuem detiver informação agradece-se a partilha - e-mail: OJ@sapo.pt
Dizem que é primo do Gôda.
ResponderEliminarEu conheço um Costa que até foi administrador de uma das maiores Comarcas deste País. Será filho?
ResponderEliminarLendo o post, fiquei na dúvida, estão todos a ser notificados, só os que constam na Ação?
ResponderEliminarDoze anos à espera de uma Decisão, mais 5 anos à espera da execução?
Vou ter de fazer os cálculos, se souber
Esta adjudicação, chamada de parceria de confiança, tem de ser questionada pelo M. Público. Houve concurso público para a escolha de tal empresa, qual o custo da adjudicação?
ResponderEliminarQuando um organismo público que tem todos os elementos sobre os todos os funcionários, nāo consegue dar cumprimento a uma sentença para repør a legalidade que tal organismo violou, entregando a execuçāo da sentença a uma espécie de "agente de execução" ao contrário, que dizer do funcionamento de tal anomalia? Quem paga?Todos os cidadãos, os nossos impostos.
Quanto aos dados pessoais nada de novo pois que, ainda há uns dias atrás na internet, estavam visiveis nomes completos, endereços de e-mail, e n.•(s) mecanográficos e de sócios do SFJ participantes na AGE de 14-10-2023.
Em termos económicos, o dinheiro não vale o mesmo, mas acredito que pode ser calculado com base em alguma valorização?
ResponderEliminarNunca terá passado pela ideia dos recursos humanos o porquê da diferença salarial?
ResponderEliminarDesde julho passado que vamos abordando este assunto, apresentando as tabelas de vencimentos que compilamos dos últimos 32 anos e ainda uma folha de Excel com um cálculo de um exemplo para servir de orientação a todos. De igual forma vimos avisando que, numa primeira fase, a DGAJ deu prioridade aos OJ listados na ação/sentença (cerca de 500), tendo demorado a notificar os cálculos desde julho a dezembro, isto é, 6 meses para quase 500. Daqui se pode depreender que os demais demorarão anos, a este ritmo de 500 a cada 6 meses.
ResponderEliminarUma coisa fora deste assunto.
ResponderEliminarFoi aprovado o "Acelerador de progressões” na Função Pública.
Embora sejamos de uma carreira especial, com as devidas adaptações também temos direito a este acelerador, ou não?
Que está a ser feito, nomeadamente pelos sindicatos, para aplicar esta progressão às carreiras especiais?
Não se aplica às carreiras especiais, essas estão à espera da promessa da reconstituição da dos professores que aproveitará a todos, tal como já sucedeu no passado.
ResponderEliminarEu talvez esteja a ser arrojada, mas estava a ter em conta que o dinheiro é também o valor do trabalho, não é só o numerário. Não deveria ser calculado com base nas diferenças de escalão atual e não de há 20 anos atrás, só contando com o numerário real e não com base em desvalorização do dinheiro e poder de compra?
ResponderEliminarAs preocupações sobre identificação dos visados nestes cálculos não têm qualquer sentido se se atribuir a cada um deles um número.
ResponderEliminarDepois dos cálculos efetuados, voltar a corresponder esses números com as pessoas e...feito!!
É preciso um desenho?
Nós somos a carreira especial do " não vale nada, zero à esquerda"! Já não o somos na prática. Vejam o que está a fazer um ajuntamento de polícias no sítio correto mesmo só falando (e não muito mas bem) os sindicatos! Isto é o que temos de fazer, embora sem o apoio dos sindicatos!
ResponderEliminarDo que percebi, os Colegas que tinham o nome no Acórdão já foram todos notificados?
ResponderEliminarCorreto ??
Os outros, que também vão receber (segundo a DGAJ), já começaram??
E os que já foram notificados, há alguma informação sobre se as contas efetuadas estavam corretas??
Obrigado.
Conhecem a história da do dono da vaca que pastava no terreno do vizinho, sendo ambos representados pelo mesmo advogado que deu razão a um e a outro e perguntado pela secretária porque é que enganava um e outro dizendo a ambos que tinham razão, respondeu: sossega que a vaca não é de um ou de outro é nossa (do Advogado)!
ResponderEliminarAqui é igual, não há dinheiro para nada, nomeadamente para integrar os 10%, que todos concordam se da mais elementar justiça (tutela e sindicatos e demais operadores judiciários) mas afinal acaba-se por discutir reposições e reconstituições, com muito do dinheiro (do bolo do orçamento) atribuído a estas empresas (chamadas de amigo, porque bem conhecidas de todos) ...
Ou seja, levai lá uma migalhas que o restante vai para quem todos sabem ...
E pelas sondagens, continua-se com intenções de se acreditar nas - palavras - mesmas pessoas ... somos mesmo "otários" e "vesgos"!
ResponderEliminarQuem falta à palavra dada não merece confiança a não ser que seja filho a quem tudo se perdoa, mas mesmo sendo-se filho redobram-se os cuidados para não haver recaídas.
Criticamos os fanatismo religioso e político que prolifera por esse mundo fora, semeando guerras, fomes, enfim sofrimento, e por cá parece que cedemos ao fanatismo ideológico e político acreditando em pessoas que nos faltaram constantemente à verdade e das quais se espera que mudem, com a mesma facilidade que hoje se muda de sexo (e não é fácil).
É preciso mudança! de mudar mentalidades, de falar com verdade, mesmo que ela seja dolorosa para muitos, e acreditar que ainda há muita gente, boas pessoas, que decidem a pensar no bem comum e não apenas na ascensão ao poder!
Nova questão:
ResponderEliminarE se os OJ que ainda não receberam qualquer cálculo do valor a que têm direito executarem pessoal ou coletivamente o MJ (não indo na cantiga da paciência do SFJ) - Não o podem fazer?
E se eu, por exemplo, utilizando a calculadora disponível, propor uma ação executiva contra o MJ amanhã??
Afinal, estamos a ser compreensivos com quem não o é, ou estou a pensar mal??!!
A ameaça à democracia vem de todos os lados, e nomeadamente de nós, pois somos os responsáveis quando precisamente não responsabilizamos os responsáveis por tudo o que de mal foi feito.
ResponderEliminarNão enverede em extremismos ou radicalismos, não se deixe levar por palavras fáceis, daquelas que todos gostam de ouvir e concordam até, mas que apenas servem para ascender ao poder e, depois de lá estarem, depressa se divorciam dos seus autores.
Seja responsável na hora de se pronunciar sobre o que foi - ou não - feito e sobre o que se propõem a fazer, esteja atento aos programas e verá que, por vezes, a letra não diz com a careta!
ResponderEliminarDe seguida vão adjudicar-lhes os movimentos ORDINÁRIOS!
Explorar os limites do conhecimento: estudo sobre a relação entre Hélder Costa e o MJ/DGAJ ...
ResponderEliminar
ResponderEliminarSimples,
Qualquer OJ pode, individualmente, processar a tutela.
Boa tarde.
ResponderEliminarConsto da sentença, mas ainda não fui notificado dos cálculos
Desde já peço desculpa se alguém nos comentários alguém já publicou alguma coisa sobre isto:
ResponderEliminarMas é de estranhar ter sido contratada uma empresa cuja a plataforma chornus tem dado inúmeros problemas, desde que começou o novo ano nem se fala, estranha-se mais ainda as circunstâncias em que é contratada uma empresa dos "amigos" sem ser sondado o mercado e procurar se existem alternativas eficientes.
ResponderEliminarSão as vantagens do ajuste directo...
Não foram todos notificados, mas já foram muitos, quase todos. Quanto aos demais, é para esperar. Quanto às contas, a maioria encontra erros, há erros até favoráveis e calam-se e há erros contra, dos quais dão nota dentro do prazo. De alguns erros que nos comunicaram, andavam na ordem dos 100 euros, em cálculos de mais de mil euros.
ResponderEliminarPara propor ação executiva precisa de ter um título executivo e não tem, pelo que, antes, tinha que obter uma sentença declarativa
ResponderEliminarNão pode afirmar que não houve sondagem do mercado, aliás, isso é sempre obrigatório, mesmo nos ajustes diretos.
ResponderEliminarO tal Costa dizem ser filho de outro costa que foi administrador e que aqui a uns anos fugiu da informática da dgaj depois de uma enorme trapalhada envolvendo dinheiros públicos.
ResponderEliminarEste contrato foi publicado no portal Base.Gov no dia
ResponderEliminar20 de setembro de 2023.
Tinha um prazo de execução de 30 dias e como fundamentação para recurso ao ajuste direto - "ausência de recursos próprios" !....
Ao que consta, a empresa em questão é do filho do administrador de Lisboa Oeste.
ResponderEliminarPrazo de execução 30 dias
ResponderEliminarUps.!..
TVI:
ResponderEliminar"GNR e PSP contestam tratamento "desigual e discriminatório" em relação à PJ"
Já os representantes dos Oficiais de Justiça não souberam contestar o tratamento "desigual e discriminatório" em relação aos funcionários de registo, hoje todos eles oficiais de registos!...
Obrigado
ResponderEliminarAo que consta alguns dos comentadoes deste blogue são uns perfeitos imbecis e cobardes que, a coberto do anonimato, lançam as mais vis atoardas... apenas porque sim.
ResponderEliminarApenas porque são uns néscios sem amor próprio, uns eternos frustrados que só retiram prazer da maldade cobarde.
É uma vergonha que exista gente desta na nossa classe.
Esta mensagem, como mais uma ou duas do mesmo género, são ofensivas e podem originar um processo crime.
Mesmo o administrador desta página pode ser penalmenrte resposabilizado por permitir este tipo de publicações.
Eu conheço as duas pessoas; basta ver a idade de um e de outro para perceber que o pretenso pai teria 14 ou 15 anos quando o pretenso filho nasceu. O que sendo biologicamente possível não é muito normal. De qualquer modo é mentira.
Se eu fosse um dos visados apresentava queixa crime e o adminsitrador da página seria instado a fornecer os dados de acesso (IP) do autor desta calúnia.
Leio, ou pelo menos espreito, quase todos os dias cada novo posto diário, por isso eu venho acompanhando.
ResponderEliminarAcho um pouco caricato, ainda vem o dinheiro em "moeda afonsina".
Parece-me que falta alguma coisa para ser justo.
ResponderEliminarBOA
Concordo em absoluto. São muito graves estas afirmações.
ResponderEliminarNunca vi uma classe tão imbecil e, simultaneamente, tão arrogante.
Muitos comentários são absurdos, maldosos e cheios de erros, mas julgam-se muito inteligentes, aptos e donos da razão.
Nunca estão bem com nada. Se não recebem é porque não recebem, se vão receber é porque a empresa é privada, supostamente de um familiar deste ou daquele, o contrato é por ajuste direto porque a Dgaj alega não ter conhecimentos técnicos para fazer umas contas básicas que qualquer OJ fazia de cabeça…
Agora todos são peritos em contratação pública… Pessoas que nem sabem o que é um Caderno de Encargos sem ir pesquisar à net!
E de repente, todos se preocupam com o RGPD, como se os procedimentos não estivessem todos abrangidos pela esfera legal.