E não se voluntariou nenhum Oficial de Justiça

      Foi notícia por estes dias, na comunicação social, informação veiculada pelo Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), onde consta que o tal destacamento especial de Oficiais de Justiça para os núcleos de Sintra e Cascais, mesmo com o pagamento de ajudas de custo, não obteve nenhum candidato.


      Esta é uma situação muito comum nos dias que correm: não há voluntários para nada. E isto ocorre porque não há compensação remuneratória, ou de outra índole qualquer, que permita aceitar mais trabalho do que aquele que já se tem, ou, como é óbvio, mais despesa do que aquela que é possível suportar com um mau salário.


      Enquanto que, por exemplo, os magistrados judiciais e do Ministério Público podem auferir suplementos remuneratórios, que, em regra, correspondem a um valor de, pelo menos, um quinto do valor do seu vencimento, pela ajuda que prestam noutro núcleo ou juízo, vendo ainda ser ressarcidas as despesas de deslocação em viatura própria, somos obrigados a disso sucede com os Oficiais de Justiça, bem pelo contrário, o voluntarismo na carreira dos Oficiais de Justiça só acarreta problemas para os próprios, como: problemas de despesas acrescidas, problemas de maior trabalho e responsabilidade e também de um maior prejuízo para a família.


      Atualmente, não há voluntários para nada, tendo-se chegado ao ponto de nem sequer se aceitar convites para cargos de chefia, como o de Escrivão de Direito ou de Técnico de Justiça Principal, ainda que, nestes casos, até exista um acréscimo de vencimento.


      A situação começa a ser preocupante e não apenas aqui e ali, mas em todo o país.


      Depois das últimas concentrações nas cinco cidades, a comunicação social e os partidos políticos, já perfeitamente embrenhados na campanha eleitoral, passaram a fazer alguma referência, aparentemente preocupada, com a situação dos Oficiais de Justiça.


      Há dias podia ler-se assim no Correio da Manhã:


      «Os serviços judiciais têm 1800 Oficiais de Justiça em falta e há comarcas em risco de rutura, como Leiria ou Lisboa Oeste, onde Sintra e Cascais não conseguiram captar qualquer interessado para o recente recrutamento excecional, segundo dados sindicais.


      De acordo com dados do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) enviados à Lusa, o destacamento excecional aberto pela Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) para os núcleos de Sintra e Cascais fechou "sem interessados".


      Por sua vez, o procedimento extraordinário para tentar colocar naqueles serviços dezenas de Oficiais de Justiça pretendia ser uma "resposta urgente" a uma "situação de rutura extremamente delicada".»


      Devem estar recordados que o pretendido – este ano outra vez, uma vez que no ano passado só apareceu um voluntário – era preencher o núcleo com 10 Escrivães Auxiliares para o núcleo de Sintra e de oito Escrivães Auxiliares e quatro Técnicos de Justiça Auxiliares para o núcleo de Cascais, depois de as colocações, no âmbito dos movimentos judiciais, não terem sido aceites pelos colocados.


      Segundo o sindicato, há situações próximas da rutura em Bragança, com Oficiais de Justiça da área judicial a tramitarem inquéritos do Ministério Público (MP), "sob pena de ser arguida nulidade", referindo ainda que os serviços do MP em Beja estão "de portas fechadas".


      “A falta de aceitação de nomeações é um problema cada vez mais recorrente na profissão, tendo o SFJ adiantado que o recente concurso para 200 novos funcionários judiciais, que, só por si, já não é suficiente para "colmatar as saídas de 2023".»


      Ficou também muito bem marcada a desistência de cerca de 50% dos nomeados para os lugares. O Bloco de Esquerda, validou os dados sindicais recebidos para começar a apontar, ao longo deste ano de 2024, em outros aspetos, o facto de se aposentarem este ano mais 459 Oficiais de Justiça.


      «Os baixos salários e, mais recentemente, o valor das rendas levou ao desinteresse pelo ingresso nesta carreira, sobretudo em lugares nos grandes centros urbanos, onde o preço da habitação pode ser centenas de euros superior ao ordenado de entrada na profissão.


      Refere o Correio da Manhã que “o SFJ diz ter alertado a DGAJ e a própria ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, para o problema, tendo sugerido ainda, em março de 2023, um subsídio de renda em algumas comarcas para fazer face aos custos de residência, acusando a tutela de nada fazer.


      O concurso aberto em janeiro de 2023 para integrar até 200 novos Oficiais de Justiça, estipulava, no aviso de abertura, um vencimento base de 854 euros, menos de 100 euros acima dos 760 euros do valor do salário mínimo nacional que vigorava no ano passado.


      Em janeiro, numa manifestação de Oficiais de Justiça à porta do Campus de Justiça de Lisboa, João Gonçalves, de 48 anos, a trabalhar no Tribunal de Sintra, da Comarca de Lisboa Oeste – uma das que se encontra em situação de rutura por falta de funcionários – relatava à Lusa um acumular de dificuldades para os Oficiais de Justiça e para os cidadãos.


      Descrevendo uma "realidade péssima", em que os "processos urgentes são despachados a muito custo" e onde existe um défice de 40% de profissionais naquele tribunal, o Oficiais de Justiça realçou que a carência chega aos 60%, se se somarem as baixas médicas numa classe envelhecida.


      "Há uma grande falta de pessoal e o serviço não consegue ser feito a tempo e horas. Para se auxiliar o magistrado nas diligências, o trabalho na secção fica por fazer e o cidadão é mal servido, porque a justiça – as ordens emanadas do magistrado – nunca são cumpridas no tempo em que deviam ser", explicou.


      Natural da zona das Beiras, João Gonçalves vive na região de Lisboa, mas lembrou que é "praticamente impossível" a um Oficial de Justiça em início de carreira sobreviver com cerca de 800 euros de ordenado.


      Por isso, apelava na altura ao Governo – o atual ou o que vier a ser eleito – para reabrir a porta das negociações: "Aquilo que os Oficiais de Justiça pedem não são valores que não sejam comportáveis para a economia do país. Haja vontade política para que isso seja feito”.»


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      Fonte: “Lusa / Correio da Manhã”.

Comentários

  1. Uma equipa do ministério da justiça "manifestamente inadequada" disse Miguel Júdice.

    Confundiram os problemas dos magistrados com os problemas dos tribunais, o que não é a mesma coisa.

    E nem sequer conseguiram implementar as novas ferramentas informáticas - Citius Magistratura e MP Codex - que deveriam ter entrado em funcionamento em maio do ano passado.

    As plataformas integradas dos serviços, por exemplo entre polícias e tribunais, estão no mesmo ponto que estava há anos atrás.

    Os recursos humanos são caóticos e vão ficar muito pior quando saírem muitos funcionários para as Conservatórias, entre os mais diversos serviços públicos que estão a recrutar.

    As magistraturas começam a reclamar do apoio, da qualidade da coadjuvação, e com estas saídas o conhecimento organizacional está irremediavelmente perdido.

    É preciso rever o estatuto, os quadros deficitários das secretarias e os modelos de organização destas e do trabalho.

    A Senhora Ministra Catarina, é mais uma figura sinistra, apareceu aqui e ali falou pouco e quase sempre desacertado, e vai-se embora de uma forma pouco digna pois leva consigo o atributo de pior ministra da justiça de que há memória.

    Há pessoas que, nem que lessem todos os livros do mundo e por viajassem, conseguiriam decidir assertivamente quando têm um campo de visão tão curto, porque encurtado por uma ideologia que não nos serve.

    Falta 40 dias para deixar de nos aborrecer com o que nada faz na cadeira de um ministério, de um setor tão importante para a democracia

    Adeus e até um dia, que esperamos seja bem distante, está morte política leva consigo a dor que nos têm impingido com uma sobrecarga de trabalho e ainda por cima mal pagos.

    Vão com Deus, que não deixam saudades e em cada dia que permanecem no cargo "agrilhoam" aqui e ali mais um funcionário a uma vida de escravo e de sacrifício.

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  2. Bem feito!!

    Que contratem no Martin Moniz.
    Talvez aí consigam ...

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  3. O peso, para as contas públicas, do valor devido aos Oficiais de Justiça, sem os quais a máquina da justiça funciona tarde e a más horas, não será de longe tão significativo como o das indemnizações elevadíssimas e desproporcionais que têm vindo a ser pagas em casos como a TAP ou como o dos valores pagos com expropriações para obras públicas que nunca ocorrem, devido a incúria de quem gere, mal, a coisa pública!


    Já um deputado declarar que mora em Angola, vejam bem, um deputado deste país de bananas, só pode, perante tamanha passividade; veja-se o caso dos nossos agricultores a assar febras e os espanhóis; declarar que reside, portanto, habita, em Angola, trabalhando, "todos os dias" em Lisboa, na AR, recebe mais de 200.000€ em ajudas de transporte!


    Desisti. De propósito.

    Vão se armar em doutores para a China!

    Ah!

    E deputado não é funcionário público!!!

    Então trabalha para quem e representa quem?!!!



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  4. Eu já aqui escrevi,

    Com a patroa, nas plataformas digitais do amor, ganhamos o suficiente para pagar os carros novos e as jantaradas, o tribunal(ais) - meu e dela- são um bom extra e ainda nos divertimos!!!

    Teve de ser.

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  5. Deixo aqui uma mostra se os colegas quiserem e puderem ajudar.

    .......

    Com as visualizações ganhamos dinheiro.

    🫂.

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  6. Esse deputado que mora em Angola deve estar a representar a comunidade angolana em Portugal. Só pode.

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  7. Acredito que nas próximas eleições vão aparecer um ou dois deputados a dizer que moram no Brasil. Também devem a estar a representar os imigrantes brasileiros cá.

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  8. extinção da dgaj:

    demissão dos politicos e

    remessa das chefias intermédias para os tribunais para saberem o que é a realidade - que muitos a eles pertencem.

    Tecnicos superiores doutras areas a falarem de oficiais de justiça e organização dos mesmos só devia ser no "batalha"

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  9. ainda na consequencia política:

    dirigentes sindicais, face ao estado que chegamos, deviam pedir a demissão e não aparecerem na praça publica durante muitos anos.

    Se calhar deveriamos pedir a intervenção do MP para averiguar da legalidade estatutaria que houve no SFJ e SOJ

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  10. O Lider dos Tomadores de Comprimidos24/2/24 10:34

    Engano no comprimido ?

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  11. Realmente não tenho mais nada para fazer do que ver o seu traseiro num site porno, para o ajudar a comprar carros novos e jantar fora.
    Felizmente o meu QI permite me fazer outro tipo de opções na vida.
    Ainda por cima, corro o risco de me aparecer dois gajos no monitor.

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  12. Escravos foi ao ponto a bateu esta profissão.

    Neste momento já devia estar em curso o recrutamento de pelo menos 2000 imlngressos.

    Mas com ordenado base de pelo menos 1500€.

    Da forma que está é a rutura total .

    Será que ninguém quer ver o que se passa nos tribunais?

    Charco!
    Eu estou de baixa, já não aguento estar num serviço onde deviam estar 5 e estão 2.

    Não quero mais isto.

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  13. Pobre da cuca24/2/24 11:35

    Estar de baixa nāo é solução porque trabalhar faz bem à mente.No trabalho existe um horário que é para cumprir e não fazer horas a mais não pagas.Quem faz o que pode e deve a mais não é obrigado. Quanto a eventuais pressões, má educação, coação, é fazer a respetiva participação com elementos de facto e testemunhas, se possível.
    Qualquer inspetor compreende que, faltando tantos, é normal que existam pressőes e atrasos. Mas, ficar em casa não é solução.
    Venha trabalhar pois caso contrário em piuco tempi ficará doente...

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  14. Aparentemente já está doente, de preguicite aguda.
    E só o dinheiro que gasta em luz, bolachas o dia todo no sofá, cerveja, e na conta da farmácia devido às maleitas do sedentarismo, revela a falta de lógica na opção.

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  15. Entre a valorização de algumas carreiras e a grande redução da dívida pública, optaram pela segunda.

    O resultado está à vista!

    Quanto aos OJ creio que a DGAJ devia fazer cessar de imediato toda e qualquer comissão de serviço exercida fora dos tribunais!


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  16. Infelizmente, os senhores da polícia judiciária e afins, não devem partilhar dessa opinião!

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  17. Comentario das 11:46

    És mais um chefezito parasita a viver do trabalho dos outros.
    Olha que se a vida dura, também vais pagar o mal que fazes e desejas aos outros.

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  18. Tantos com um QI elevado que encontramos no "SPA 56"!!!

    Mas tal é como Las Vegas, o que lá acontece, fica lá.

    Tenho a certeza, da forma como escreve, que anda mortinho por sair do armário.

    Experimente, vai ver que até gosta e aumenta o se "QI"!

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  19. Fonte Google,

    "O deputado António Maló de Abreu, cabeça de lista do Chega pelo círculo fora da Europa, alterou a residência declarada ao parlamento, de Coimbra para Luanda, em Angola. Com essa mudança, recebeu cerca de 75 mil euros em subsídios e ajudas de custo, segundo dados oficiais disponibilizados pelos serviços da assembleia."

    A somar ao vencimento mensal e restantes mordomias, é verdade, mais de 200.000€!!!

    É repugnante e um ultraje.

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  20. 11.35h,

    É daqueles escrivães de direito que interrompe a audiência às 12.55 horas, substituindo o auxiliar?

    Faça-nos o favor.

    Qual inspetor qual carapuça qual compreensão!

    O trabalho é para ser pago. E o conteúdo funcional respeitado!

    O auxiliar até, vejam só, em algumas secções, até substituem o escrivão de direito nas suas baixas ou férias, ILEGAL!

    Portanto, coação logo em seguida sobre o auxiliar.

    É isto que se passa do Sul ao Norte do país.

    Ilegalidades constantes!

    Até parece cumprimento de penas, por dívidas ao Estado, por parte de alguns Escrivães Auxiliares!

    E vem para aqui com esse paleio da treta!

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  21. Bota F.ck nisso!

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  22. A Ministra da Justiça é uma pessoa sinistra.

    Não aparece, ninguém a vê e não assume as suas responsabilidades políticas.

    Rodeou-se de "portas giratórias", sem qualquer preparação para o exercício dos cargos, onde submergiu a velha máxima das lideranças musculadas - "eu quero posso e mando".

    A estratégia tem sido - tratar muito bem as elites para que os servos se verguem.

    A discriminação social e profissional foi a matriz destas lideranças.

    Os resultados estão a vista o "acopalipse judiciário"!...

    Nem na DGAJ o ambiente é saudável. Já ninguém resiste no exercício de funções, pouco mais de um par de meses!

    Uma liderança exterminadora para os Oficiais de Justiça!...

    Fujam enquanto podem!..

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  23. 9 to 5

    É deixar bater no fundo!

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  24. a liberdade de optar

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  25. Este blogue faz sempre uma análise comparativa, e bem, de tantas realidades onde constatamos sermos mesmo desprezados. Mas continua a defender um atávico pensamento reivindicativo. Pela merecida importância que constitui para com a Classe, espera-se que, para além das ditas análises, alerte os Colegas para a necessidade da mudança. Se todos contribuirmos para essas inevitáveis alterações, tudo será mais fácil e todos teremos a ganhar. Se quisermos apostar no modelo da vitimização, em que queremos e merecemos mais porque sim, tipo um masoquismo generalizado, onde passados vinte e tal anos foi sempre a perder, façamos greves e manifestações. A recompensa há-de vir noutra dimensão planetária

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  26. Isso tudo quando era deputado do PSD!!!

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  27. Votaram nos mesmos há mais de 29 anos.

    Agora fod‐‐--

    Aguentem!!

    Escravos !!

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  28. Revista Sábado:

    "Pedro Nuno Santos recebeu €203 mil em subsídio de deslocação, apesar de ter casa em Lisboa..."

    E tudo isto quando foi deputado do PS!...

    Maló de Abreu foi expurgado das listas do PSD. Pedro Nuno Santos é o atual lider do PS!..

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  29. Sniper da Sé25/2/24 11:55

    Os oficiais de justiça é que trabalham, e fazem os processos andar, e os juízes e que levam o dinheiro para casa, só em suplementos tiram mais do que os oficiais de justiça em ordenado, peçam juizes para essas comarcas, e com ajudas de custo também incluidas, que vão ter de fazer rateio,😁😁😁

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