A Mudança
Com um resultado eleitoral que atribui à Aliança Democrática e ao Partido Socialista praticamente o mesmo número de deputados e ainda sem conhecer o destino de alguns deputados nacionais e dos 4 deputados eleitos pelos círculos da Europa e de Fora da Europa, o secretário-geral do PS fez uns cálculos muito simples de fazer e, mesmo sem saber o resultado, admitiu publicamente ter perdido estas eleições.
Obviamente que perante estes resultados parece prematuro e incorreto alguém admitir a vitória ou a derrota nas eleições, mas, no entanto, as contas simples de fazer são as de que o PS, mesmo obtendo mais deputados do que a AD, ou seja, mesmo vencendo estas eleições, ainda assim, somando todos os deputados dos partidos à sua esquerda, jamais atingiria os necessários 116 deputados para criar uma maioria no Parlamento. Por isso, as declarações ontem prestadas pelo secretário-geral do PS assumindo-se já como líder da oposição, acabam se compreendendo.
Ou seja, desta vez, temos um partido que obtém mais votos e mais deputados e, apesar disso, assume-se como perdedor. Os casos e casinhos da política portuguesa são muito caricatos.
Sem se conhecer o destino dos 4 deputados dos dois círculos extranacionais (que tradicionalmente são distribuídos a meias entre PSD e PS), o PS obteve 28,66% dos votos e a AD 28,63%; a que correspondem 1.759.937 votos para o PS contra 1.757.879 para a AD, isto é, o PS obteve mais 2058 votos e conseguiu colocar na Assembleia da República 77 deputados enquanto que o PSD colocou 76.
Ora, o partido mais votado é, sem dúvida alguma, o PS, o mesmo PS que, no entanto, se assumiu derrotado, quando o não é. Então o que sucede é que o PS não quer ter a responsabilidade de assumir a vitória e não quer ter a responsabilidade de governar.
Curiosamente, por sua vez, o líder da AD, embora tenha menor número de votos e de deputados, assumiu-se como vencedor.
Mas, na realidade, há um outro aspeto a ter em conta: a AD não concorreu a todos os círculos eleitorais. Houve um círculo eleitoral, numa das regiões autónomas, em que a AD não esteve nos boletins de voto, mas, antes uma coligação PSD-CDS/PP (sem o PPM) e, nesse círculo, esta coligação obteve 52.992 votos e elegeu 3 deputados que, embora não sejam deputados da AD a ela se colam obviamente.
Portanto, embora a AD não tenha, de facto, conseguido mais votos nem mais deputados que o PS, com esse acréscimo dessa outra coligação irmã, o conjunto dos votos e dos deputados acaba por ser maior do que os do PS. A título de curiosidade, o partido monárquico PPM que concorreu sozinho nesse mesmo círculo eleitoral, conseguiu 451 votos.
O líder da coligação AD repetiu muitas vezes (e ontem de novo) que não faria alianças com o Chega. É indesmentível que este último partido, com mais de um milhão de votos, passou a constituir um bloco de muito peso na Assembleia da República, peso este que inclinou à Direita a constituição do Parlamento, o que, por sua vez, levará à constituição de um novo governo com a geringonça do PSD, do CDS e do PPM.
É uma nova geringonça, já não de apoio parlamentar, como antes, mas uma geringonça a governar. Quanto ao apoio no Parlamento, esse virá do Chega, ainda que sem acordos ou compromissos formalmente assumidos com este partido. Evidentemente que tal apoio, nesses incertos termos, terá também uma duração incerta.
Posto isto, temos necessariamente de considerar que o novo Governo será da AD e que haverá uma mudança significativa nas cadeiras ministeriais e nas demais por aí abaixo.
Mesmo os Oficiais de Justiça que não gostam nem votaram na AD, consideram que, no âmbito do Ministério da Justiça e, também, em especial, no âmbito da Direção-Geral da Administração da Justiça, uma mudança e supressão dos dirigentes atuais, com raízes profundas no PS desde 2015, é algo que só poderá ser positivo, uma vez que aquilo que foi feito aos, e pelos, Oficiais de Justiça nestes últimos 8 anos e pico, foi do pior que há.
Acreditamos que o novo governo não tratará aos Oficiais de Justiça nenhum Paraíso na Terra, no entanto, acreditamos que a mudança estava mesmo a fazer falta. Desconhecemos o caminho que será trilhado para a carreira, mas, mesmo na incerteza e no medo da dúvida, continuamos a acreditar que a mudança era imprescindível.
Ninguém sabe o que irá agora suceder no que diz respeito à carreira dos Oficiais de Justiça, sabendo-se apenas que as ideias subjacentes não serão as melhores, no entanto, mesmo assim, mal por mal, ao menos que seja diferente e ao menos que sejam outros, porque, dos atuais governantes PS, estão os Oficiais de Justiça muito fartos e cansados.
Os Oficiais de Justiça, com os governos PS, comprovadamente já não iriam conseguir nada de melhor, pelo que, já não tendo ninguém nada a perder, acabam a aplaudir a mudança, não necessariamente pelo novo que há de vir, mas pelo velho que se há de destruir.
Por tudo isso, é com muito gosto que os Oficiais de Justiça verão nos próximos tempos serem mudados muitos elementos dos cargos que têm vindo a agrilhoar a carreira e só por tal acontecimento terão os Oficiais de Justiça um breve momento de felicidade e de alívio.

Verdade.
ResponderEliminarEsta DG tornou-se um bastião do PS dentro do governo.
É sindicalistas, é simpatizantes do partido, é magistrados...aquilo foi um exemplo de como não se deve misturar política com serviço público.
Na grande maioria das vezes, nunca é a competência a responsável pelas colocações miraculosas que vemos em certos cargos.
Foi igualmente mais do mesmo. Está entranhado na forma de governar neste país. Quando chegados ao poder, há que retribuir aos cola cartazes.
Mas, lamentavelmetne, não auguro nada de bom nos próximos tempos. Vão ser tempos de instabilidade e crispação política que vão dividir ainda mais a sociedade, com apenas uma fação política a ganhar com essa divisão. Os fascistas, claro!!
Para esses, quanto mais caos e anarquia, melhor !!
Referindo-nos a um autor de renome da nossa literatura, lembro que o luto de uma ideologia, quando não devidamente feito - que foi exatamente o que sucedeu em Portugal - tende a vir mais tarde a assombrar-nos. Ora ai está novamente o fantasma do fascismo!!
Perdoou-se a carcereiros,a pides e outros algozes, a bem de uma sociedade nova e tolerante, numa tentativa de pacificação e regeneração social.
A questão é que estes criaram as suas famílias com e nas mesmas ideologias que defendiam e defendem. O que parecia mal dizer em público, era, (e é) dito alto e bom som em reuniões familiares.
E aí está. Filhos e netos trataram agora de acordar o monstro. Ocorreu o mesmo em Espanha.
Não é fenómeno novo.
Sem dúvida que este quase certo miniciclo governativo, poderá beneficiar a carreira, já que a AD irá tentar buscar votos, melhorando as condições dos trabalhadores do estado, cujo apoio perdeu desde a PAF.
ResponderEliminarQue visão retrógrada e simplista da sociedade. Quais fascistas?
ResponderEliminarAcaso os problemas com que o país se debate hoje em dia têm alguma coisa a ver com aqueles que existiam nos anos 60 ou 70 do século passado?
Existe muita ideologia nessa cabecinha e bem vincada, quando o que nos rodeia há muito que fugiu desse estereótipo esquerda/direita.
Basta observar o que aconteceu no distrito de Beja.
E também não auguro nada de bom para o que aí vem, embora por outros motivos que não têm a ver com sermos governados pela esquerda ou pela direita.
Os Magistrados, Juízes ou Procuradores, bem como os OJ devem estar onde lhes pertence estar, ou seja, nos TRIBUNAIS!
ResponderEliminarAbraço.
ResponderEliminarOs partidos do arco de sempre que analisem bem o porquê de 20% de pessoas votarem CHEGA.
O certo é que os serviços públicos estão todos rebentados e se não arrepiarem caminho, olhando para os problemas reais das pessoas, arriscam-se a que o CHEGA suba mais ainda e esses partidos PSD, CDS, PS, desaparecem de vez.
Pensem bem e olhe para os problemas reais das pessoas em vez de olharem para as suas quintinhas e dos amiguinhos banqueiros, grandes empresários e traficantes de influências.
Se não arrepiarem caminho, partidos do costume desarrearão em breve.
Quais fascistas??
ResponderEliminarEm que mundo andarás, amigo??
E mais, resultados com base em mentiras relacionando crime à emigração e videos falsos na net, como é apanágio dessa ideologia que pretendes relativizar.
FASCISTAS, SIM !! COM TODAS AS LETRAS !!!
Queres ver que votaste nessa gente sem sequer saberes ao que andas???
O povo alemão em 38, também andava assim confuso como tu. Pelo que cabecinha, tem-la tu.
E bem pequenina, pelo que se pode ver.
Beja?? Passou de proletariado a patronato em duas décadas. De repente, viram-se na necessidade de ter mão de obra escrava para as suas produções agrícolas de larga escala, a maioria com fundos, subsídios e impostos de todos nós.
E agora, não sabem o que fazer com tanto estrangeiro !!!
Solução?? Votar nos fascistas, claro!! A ironia da coisa é precisarem e apreciarem a mão de obra barata e ao mesmo tempo, não quererem estrangeiros po perto.
A última coisa que a sociedade atual precisava era das clivagens que os extremismos têm gerado e neste particular, na extrema dirteita, a nível mundial.
E de uma vez por todas, acertem lá as ideias !! É que vemos alguns como Orbán e Trump e serem pró Putim e outros com idêntica ideologia a pretender apoiar a Ucrânia, como Milei!! Já agora, quem apoia realmente Ventura neste tema? Convinha termos sabido...
Em que ficamos, então?? Ou o que interessa mesmo é apenas chegar ao poder?
É que isto é realmente simplista, de tão óbvio. Não há que complicar, amigo.
Agora de retrógrado, só o facto de estar a ver repetir-se a história nos mesmos precisos termos. Só mudam os protagonistas e os tempos.
Concordo.
ResponderEliminarTudo se deve ao descontentamento geral relativamente às políticas e aos políticos que temos tido.
Deixaram-se vender e controlar por quem não os elegeu, mas que na realidade decide o dia a dia da vida de todos nós.
Os lucros obscenos de alguns grandes fundos e grupos económicos são a prova inequívoca do que digo. Éra dinheiro que não lhes pertence, moral e éticamente. e que melhoraria todo o bem estar comum.
E depois as pessoas que atingem uma certa idade fartas de esperar pelo que não vem, chegam a um ponto que já só querem que isto tudo estoure, pois claro!
Os politicos não querem admitir mas os votantes do Chega nao são os radicais de direita que querem insinuar. São cidadãos normais, gente que trabalha mas está farta de ser enganada e roubada pelo arco do poder.
ResponderEliminarA culpa é toda desses dois partidos. Se continuam a dar prioridade aos monopólios e a manter a vida dificil para quem trabalha entao nas proximas eleições vamos ter um Ventura primeiro ministro.
"Cidadãos normais"? Esta é a consideração mais radical que vi desde 1982
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ResponderEliminarPara gajos como tu venha o fascismo que tu dizes!
come!
Não estou confuso nem a relativizar nada, repito que o seu discurso está desfasado não tendo qualquer interesse que não ser também ele populista. Deixo-lhe um excerto (2022) de um ensaio de um pensador actual Português, que tem trabalhado com governos de esquerda.
ResponderEliminar“Existem geringonças porque acabaram as ideologias, aumentou a fragmentação política e social e, portanto, a democracia transforma-se cada vez mais.
Em quê?
Deixa de ser um regime político ancorado nesta ideia da transformação das sociedades a partir da liberdade dos indivíduos e da sua força coletiva, para ser um simples modo de designação dos governantes. Aquilo que estamos a ver hoje em Itália, por exemplo, não tem nada a ver com o que se passou com Mussolini, isto é algo completamente novo.”
Se quiser, tire as suas conclusões, porque nada daquilo que diz explica Beja.
ResponderEliminarpara 11.03.2024 às 10:47
Para tipos como tu, aguenta-te! e prepara-te que os xuxas vão extinguir-se.
por mim ja deviam ter ido. só corrupção e povo cada vez mais pobre.
sistema podre.
come e digere
para 11.03.2024 às 12:18
ResponderEliminarés mesmo ceguinho e triste que não quer ver quem provocou
a subida do chega.
os partidos corruptos que não querem ver têm os dias contados.
se tens atua vidinha arranjadinha, não te fies porque a vida pode mudar.
foram 50 aos de mentiras.
xuxas vão desaparecer e AD se não olha para os funcionarios irá desaparecer também
ResponderEliminarQuem ganhou estas eleições foi... o MºPº...
É preciso não desconsiderar 20% dos votos!
ResponderEliminar1 em 5, portanto!
E no nosso sistemas não são melhores nem piores, são iguais.
Tenham sempre isto em atenção quando falam tão alto em democracia, não reconhecendo o direito dos que não pensam como vós.
Declaração de interesses: Não votei em nenhum!
tem juízo, não digas asneiras. Certamente não és oficial de justiça.
ResponderEliminarDiscordo da certeza afirmada no penúltimo parágrafo quanto ao Ps, mas concordo com o gosto afirmado no último parágrafo. Só pela saída de pessoas que deviam estar nos tribunais a trabalhar, porque a eles pertencem e não em cargos políticos, porque quando acedem a esses cargos esquecem como funciona a " máquina" , na qual os oficiais de justiça sāo das principais peças.
ResponderEliminarAcho que havendo governo de direita, ou Montenegro cumpre o que andou a apregoar com tanta facilidade em favor de professores, forças de segurança, militares, etc. etc. ou não vai poder dormir descansado e para os oficiais de justiça creio que nada virá. É bom mudar quando se sabe que será melhor. Nesta mudança não acredito.O PS até teve mais votos mas não há ainda o apuramento geral. As pessoas continuaram a confiar. Pedro Nuno Santos será no futuro o primeiro ministro de Portugal.
Por agora deve ter agradecido nāo ter que ir ainda para o governo.
O único partido que pode dizer que mais ganhou penso que é o Chega, mas como não tem programa credível, vive de um homem só que, ele sim, dá tudo pelo partido que fundou e vive da narrativa que os outros fazem sobre o partido, no futuro a tendência é descer cada vez mais. Dependerá do tipo de oposição que fizer.
Por outro lado dado o equilibrio de forças, tudo está muito instável e temos de aguardar. Respeitar os eleitores também. Estāo de parabéns por diminuirem a abstençāo.
Desculpem-me mas não percebi o texto que vou transcrever em parte:
ResponderEliminar(...) Sem se conhecer o destino dos 4 deputados dos dois círculos extranacionais (que tradicionalmente são distribuídos a meias entre PSD e PS), o PS obteve 28,66% dos votos e a AD 28,63%; a que correspondem 1.759.937 votos para o PS contra 1.757.879 para a AD, isto é, o PS obteve mais 2058 votos e conseguiu colocar na Assembleia da República 77 deputados enquanto que o PSD colocou 76.
Ora, o partido mais votado é, sem dúvida alguma, o PS, o mesmo PS que, no entanto, se assumiu derrotado, quando o não é. Então o que sucede é que o PS não quer ter a responsabilidade de assumir a vitória e não quer ter a responsabilidade de governar.
Curiosamente, por sua vez, o líder da AD, embora tenha menor número de votos e de deputados, assumiu-se como vencedor. (...)
Então deixa-se de fora a coligação PPD/ PSD.CDS -PP, que concorreu no arquipélago da Madeira, com os seus quase 52.992 votos (0,86%), e os três (3) deputados eleitos ???~
Isto não é ser-se, intelectualmente, sério e eu já não vou falar no ADN que viu multiplicado por 10 os cerca de 10.000 votos das últimas eleições, foram agora cerca de 100.000 (1,63 %), muito por causa da confusão da denominação (conheço pelo menos duas pessoas do meu círculo próximo que se enganaram no voto).
A AD, compreendendo o voto no PSD no CDS e no PPM, ganhou as eleições, isso é factual!
Mas ganhou por muito poucochinho, isso também é fatual!
Agora dizer-se que foi o PS quem ganhou as eleições, não se está a ser sério, pois que a interpretação que foi feita, a jeito de uns, não é uma interpretação democrática.
Andou bem o líder do PS pois que, dos piores, foi o melhor resultado que poderia almejar, porque atirou o PSD para um sarilho descomunal de onde não sairá vivo.
Teremos eleições pré-anunciadas lá para meados de novembro, altura em que o orçamento não será aprovado e, das duas uma, ou é convidado o líder do PS para formar governo sabendo-se que o seu orçamento só passará com a aprovação do CHEGA, ou negando-se este a formar governo, partir-se-á para novas eleições.
Os cidadãos votaram de forma livre e esclarecida, ou nem tanto assim, pois que criaram um imbróglio gigantesco, diria dantesco mesmo, que nada de bom trará para todos.
Pergunto-me porque é que o CHEGA teve cerca de 18% de votos e não o consigo explicar de forma racional.
Com um governo minoritário de PS ou de AD, mas apoiado com maiorias de direita ou de esquerda se elas existissem sem o CHEGA, conseguir-se-ia governar o país. Assim, qualquer solução será inviável!
O que os portugueses fizeram ontem - com uma grande dose de imbecilidade - é quase como aquele marido traído que não quer partilhar os bens com a ex-mulher e por isso pega fogo à casa e deita lume ao carro para que ninguém, nem mesmo ele, fique com nada - foi uma autoflagelação.
Quando a estupidez não tem limites, fazem-se parvoíces do tamanho do Monte Everest, sem comiserações.
Com este resultado, vamos todos ficar melhor ou pior? Obviamente pior!
Quem queria mais qualquer coisa no ordenado - com a m..da que fez - vai ter agora é algo mais com que se preocupar, pois que sem decisões não há país que progrida e sem esse progresso e desenvolvimento não há riqueza, e sem esta não se pode distribuir, não se pode dar o que se não tem!
Preferia a abstenção de muitos que forma votar - era melhor terem ido a um jogo de futebol insultar tudo e todos para extravasar a sua revolta ou então uma ida ao WC para defecar.
ResponderEliminarQuem ganhou não foi só o CHEGA, foi o PS, pois que de uma assentada aniquilou o PSD e relegou-o para as calendas - a AD governará por 6 meses (de abril a outubro) a executar o orçamento aprovado pelo PS, porque não consegue aprovar qualquer outro e então aí, logo a seguir, imergirá das neblina um São Pedro Nuno Santos com a sua auréola na cabeça e cajado na mão que tratará de pôr as coisas no seu devido lugar - segundo a sua arrumação social e ideológica - vencerá as eleições de forma categórica.
Não vamos nada ficar pior! Tal nem era possível! Podíamos sim ficar na mesma, mas penso que aquilo que se passou neste reinado Costa não poderia ter sido pior para nós OJ.
ResponderEliminarNão falo de restante politica, mas tão somente daquilo que nos diz respeito enquanto OJ.
Vamos ficar melhor!? como assim?
ResponderEliminarMas então se não se consegue aprovar um orçamento de estado - o PS já disse que não aprova e o CHEGA disse que não o faz sem que faça parte do governo e o Montenegro já esclareceu que não cede a esta exigência (e muito bem) - como é que o colega vê qualquer possibilidade de rever o que quer que seja ???
Estas eleições não vão dar em nada - apenas relegaram a decisão lá para 2025 e até lá ZERO.
Para quem anda distraído o OE para 2024 que foi aprovado pelo PM António Costa com o beneplácito do PR Marcelo, não pode ser alterado sem votação e como é óbvio a AD não conseguirá viabilizar qualquer proposta, seja do que for, sem negociação ou esquerda, com o PS, ou à direita, com o CHEGA, e nem uma nem outra são credíveis pois os seus líderes já se negaram a tal.
Respeitar o voto é ser-se democrata.
ResponderEliminarMas saber ler e interpretar o voto exige inteligência e identificar quem votou não é tarefa difícil - uns disseram a noite de ontem que foram os "zangados" outros apelidaram os votantes de fascistas, de xenófobos, de misóginos, de racistas, e sei á mais o quê.
Uma coisa é certa, estes cerca de 20%, ao que dizem, vieram do lado do PS, pois que a AD teve a mesma votação que o rui Rio.
Logo, é muito fácil de categorizar estes votantes, são maioritariamente funcionários públicos que caíram mais uma vez no engodo de um populista que prometeu tudo a todos - aumentar salários, acabar com as portagens, diminuir os impostos ...- fez tudo para merecer esta votação. O Costa fez a mesma coisa - médicos para todos, casa para todos, etc., - e como não pode cumprir saiu com desculpas esfarrapadas, o que ira suceder a este ... será que para sair também terá que cair da cadeira?
Nas próximas eleições legislativas, que deverão ocorrer daqui por um ano, mais ou menos, o Chega vai alcançar os 30%.
ResponderEliminarNessa altura, prevejo a ocorrência de suicídios em massa de malta de esquerda inconformada com a ascensão do partido libertador do marxismo corrupto!
A ana gomes vai ser a primeira.
ResponderEliminarVai atirar-se de uma janela do segundo andar da sua mansão de Sintra pois não vai aguentar o desgosto.
Se houver mais burros iletrados que a única coisa que lêem são msgs de redes sociais, e que acham que chegou o Messias, talvez atinjam 30%.
ResponderEliminarEu tenho confiança que atingimos o pico de burros e que o circo que os 48 macacos vão fazer na AR servirá de vacina ao povo português para perceber o que se passa.
Mas sinceramente o que me preocupa é saber que os meus filhos vão conviver na escola com crianças educadas por acéfalos votantes cheganos, incapazes de transmitir valores como humanismo, solidariedade, integração.
O Povo Português tem vergonha de ti!
ResponderEliminar???? " ... de ti.." Quem?!!
ResponderEliminarAs duas estruturas partidárias mais votadas são estas: o PS e a coligação de três partidos con a denominação AD. Isto é um facto.
ResponderEliminarDestas duas estruturas candidatas a mais votada foi a do PS. Isto é outro facto
Existem outras estruturas candidatas e, entre elas, uma outra coligação de partidos, que é diferente da coligação AD, embora integre dois deles. Isto é outro facto.
Agora vai...
ResponderEliminarCom um governo de direita é que vem um grande estatuto...
Ordenado na ordem dos 3.000 e ( na categoria de auxiliares).
É democracia.. mas muita gente vai morder a língua...
Ainda vão dizer...
Afinal quem lá estava não sendo bom era bem melhor...
Tem calma pois o marçal e o almeida vao falar com o montenegro e o melo. vao conseguir os 10% por mais 3 meses e o chega vai votar a favor. só precisamos disso.
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ResponderEliminarpara a 11.03.2024 às 16:55
engole que te faz bem.
a inteligência caiu toda para o teu lado, por isso agora come os burros que dizes.
Convence-te de que os burros vão subir mais e assim vai-te custar menos, pá.
É mesmo só isso que precisamos e a profissão fica impecável.
ResponderEliminarRepete 3 x ao espelho:
ResponderEliminar"sou burrinho e o meu voto envergonha Portugal".
Depois vai beber 3 finos que ajuda a convencer que és o maior 🐫.
A mudança vai acontecer e é urgente que aconteça na liderança da DGAJ e de muitos elementos a ela associados.
ResponderEliminarUm alívio para a classe oprimida por uma liderança musculada.
" E depois do adeus..."!...
Quando o Chega governar com maioria absoluta, tu serás dos primeiros a ir para o Tarrafal!
ResponderEliminarVai-te preparando.
Aceita que dói menos!!
ResponderEliminarBem melhor?!...
ResponderEliminarCom este PS, a classe bateu no fundo.
No início da carreira um Oficial de Justiça aufere menos 7 euros que um assistente técnico, também em início de carreira!...
O legado de António Costa.
ResponderEliminar"Socialismo de caviar".
O PS perdeu 43 deputados!...
Os filhos e os enteados.
Magistraturas, IRN e PJ os filhos. PSP, GNR, Guardas Prisionais e Oficiais de Justiça os enteados.
Facto: as leituras enviesadas são perigosas. Isto é um facto!
ResponderEliminarAcrescentar que não há dois PSD´s ou CDS´s ou PPM´s - pois não há realidades paralelas - logo devem somar-se todos os votos e não dar azo a malabarismos com os números.
ResponderEliminarSe o fizermos cai-se no ridículo e perde-se toda a credibilidade.
É preciso não ensaiar realidades virtuais e interpretar as coisas com racionalidade - na página da CNE são apresentados os votos dos partidos e coligações que, como é óbvio, devem ser individualizados.