O “Padrão da Normalidade” nos Açores
Os Oficiais de Justiça dos Açores acabam de receber esta semana um “documento orientador”, subscrito pelo Administrador Judiciário daquela Comarca, no qual é referido, em suma, que as faltas para tratamento ambulatório, para consultas médicas ou para exames complementares, só serão consideradas justificadas no próprio dia do ato médico.
Quer isto dizer que os atos médicos que os Oficiais de Justiça tenham de realizar no continente e cuja ausência ao serviço possa implicar mais do que o próprio dia do tratamento, consulta ou exame, como a véspera ou o dia posterior, poderão não ser justificados ao abrigo dessa falta, tendo que recorrer a outras vias, como gastar dias de férias ou até entrar de baixa médica.
A orientação de serviço explana, ao longo das suas quatro páginas, a sustentação da postura, também baseada num acórdão do Tribunal Central Administrativo Norte (TCAN), no âmbito do processo 486/12.0BEVIS, que cita abundantemente.
Em síntese, considera-se que a previsão legal de justificação da falta por “necessidade de tratamento ambulatório, realização de consultas médicas, ou exames complementares de diagnóstico”, exige que a ausência só ocorra pelo tempo imprescindível, concluindo-se que tal tempo imprescindível pressupõe “um padrão de normalidade”, deduzindo-se que tal “normalidade” é quando estiver circunscrita ao próprio dia da marcação.
Ora, a “normalidade”, quando alguém a pretende padronizável, isto é, torná-la única, é, evidentemente, mais cómoda: coloca-se a etiqueta, verifica-se se encaixa no padrão e se couber tudo bem, se não couber exclui-se, é fácil, mas, ao mesmo tempo, é perigosa.
Os Oficiais de Justiça colocados nos Açores não dispõem de hospitais, clínicas ou consultórios médicos em oferta tão abundante quanto as existentes no continente, pelo que o pagamento que fazem, como todos, 14 vezes ao ano sobre cada prestação anual do seu vencimento, não é usado, pelo menos com a mesma regularidade e facilidade que os Oficiais de Justiça continentais podem e estão habituados a usar.
Para um açoriano uma consulta de 5,00 numa entidade convencionada com a ADSE pode implicar um acréscimo de 134,00 para as viagens ao continente.
A realidade das nove ilhas é bem diferente da realidade continental. Se bem que na ilha capital, São Miguel, a oferta vem crescendo, nas demais ilhas a oferta de serviços convencionados com a ADSE é praticamente inexistente ou melhor: é mesmo inexistente. Mesmo na ilha de São Miguel, a mais recente valência do Hospital da CUF, não dispõe de todas as consultas ou médicos convencionados com a ADSE.
Na comunicação que o nosso leitor António nos enviou diz assim:
«Se precisarmos de fazer uma Ressonância Magnética, uma TAC, uma simples ecografia, estamos meses e meses à espera, porque o Serviço Nacional de Saúde é o que todos sabemos. No privado, a título de exemplo, uma Ressonância Magnética custa mais de 400 euros e mesmo assim estamos dois ou três meses à espera de marcação. Já no continente, temos muitas opções a preços bem mais reduzidos e os exames são realizados em pouco tempo.
Por vezes, fica bem mais barato pagar uma viagem de avião, que custa 134 euros aos residentes nos Açores, ficar em casa de algum familiar/amigo, ou pagar uma pensão, fazer a TAC ou a RM, que custa 120 euros ou menos e regressar; tudo por bem menos que os 400 euros.»
Continua o António exemplificando que cada vez que leva um dos seus filhos ao pediatra paga 70 euros por cada consulta, o que no continente poderia custar 6 euros e conclui explicando aquilo que é a sua prática, comum aos seus colegas: “Geralmente, a minha primeira semana de férias do verão no continente são passadas em consultas médicas ou exames onde pago 3 a 6 euros, para mim e para o agregado familiar”.
Esta situação limitadora das opções na escolha dos prestadores dos serviços de saúde aos Oficiais de Justiça dos Açores é, obviamente, comum aos demais funcionários em funções públicas da Região Autónoma e todos estão já habituados a complementar os seus atos médicos com outras faltas ou licenças o que, obviamente, resulta numa diminuição dos seus direitos.
Embora seja até possível conseguir voo para o continente e para o regresso no mesmo dia, não carecendo de marcação de outros dias de ausência, há imponderáveis significativos, como atrasos nos voos, algo que é muito frequente e em alguns casos de horas, ou outras vicissitudes que podem impedir o cumprimento da falta ao serviço de apenas um único dia.
A realidade do arquipélago dos Açores, composto pelas suas nove ilhas, está repleta de situações que não se podem padronizar numa normalidade ideada como realidade.
O dito “documento orientador” não deixa de ser pertinente, porquanto pretende, isto é, tem a ambição de regrar situações que, em alguns casos, possam ser consideradas abusivas, no entanto, não aporta regra que seja clara, transparente, palpável, introduzindo um critério que é precisamente o contrário de tudo isso: o tal "padrão de normalidade".
Ora, a ambiguidade do tal "padrão da normalidade" é tudo e é nada, pelo que a orientação cerceia, deixando em dúvida a possibilidade de não cercear, ficando ada Oficial de Justiça dependente não de um mecanismo bem definido, mas de uma arbitrariedade que hoje pode ser assim e amanhã pode ser assado.
Não duvidamos da boa-vontade do "documento orientador", nem da sua necessidade, apenas nos perturba a intenção de determinar a dita "normalidade", através de conceitos pessoais, determinando aquilo que é normal e aquilo que não é normal, tal como quem age de forma normal ou anormal.
Termina assim a orientação de serviço nos Açores:
«Aquando da comunicação da necessidade de realização de tratamento ambulatório, consultas médicas e exames complementares de diagnóstico, deve ser demonstrada a razão pela qual não pode tal ato “efetuar-se fora do período normal de trabalho” ou, caso de trate de um desses atos a realizar fora da RAA ou da ilha onde o trabalhador exerce funções, ser feita prova que os mesmos estão contidos num padrão de normalidade, ou seja, que não consubstanciam um abuso de direito.»
Ou seja, aquilo que não for normal deverá ser um abuso de direito? Abuso é, certamente, considerar isto.
E conclui:
«As faltas para tratamento ambulatório, consultas médicas e exames complementares de diagnóstico a realizar fora da RAA ou da ilha onde o trabalhador exerce funções, se dadas dentro de um padrão de normalidade, podem e devem ser justificadas nos termos do artigo 134.º, n.º 2, alínea i), da LTFP, mas apenas abrangem o próprio dia do(s) ato(s) previstos na norma em causa.»
Os Oficiais de Justiça dos Açores estão claramente prejudicados pelas distâncias, pela oferta de serviços, pelos custos e descontos no vencimento para um subsistema que raramente ou nunca usam e agora, ainda mais prejudicados por um “padrão de normalidade”. Evidentemente que os Oficiais de Justiça açorianos estão incomodados por mais este cercear de direitos na sua vida profissional.
Pode aceder ao dito “documento orientador” do Administrador Judiciário dos Açores através da seguinte hiperligação: “Açores-AJ-22MAI2024”.

Policias a ganharem mais 180 euros mensais, pilotos da TAP mais 6 (seis ?!!!!) salários e nós, OJ, mais 30/40 euros!
ResponderEliminarSomos mesmo miseráveis!
Como se explica isto? Quem que fazer o favor?
Mas desde quando os administradores ou os J. presidentes fazem Lei?!
ResponderEliminar"Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o Senhor."
ResponderEliminarJeremias 29:11
Amém
🙏
Aparentemente essas orientações são abusivas, e eventualmente estao a pagar os justos por algum pecador.
ResponderEliminarDe qualquer modo, se algum colega para usufruir de algum ato médico, tiver mesmo que sair das ilhas, o período para a deslocação é sempre justificado.
Se não for o AJ a faze-lo, será a Dgaj no âmbito de eventual processo de injustificação de faltas.
Contudo, se o critério de deslocação ao continente for puramente econômico, porque sai mais barato, aí realmente as faltas podem ser injustificadas.
E esta des-orientação também se aplica a ele?
ResponderEliminarClaro os seus pares, mas a justiça tarda, mas chegará.
ResponderEliminarDe uma forma ou de outra justiça vai-lhe chegar também. E aos que se pensam imortais.
DESUMANIZAÇÃO - Acção ou efeito de desumanizar; fazer com que fique desumano e por último:
ResponderEliminarPERDER A ESSÊNCIA HUMANA!!!
Triste , muito triste!
Este semana morreu uma amiga, uma colega extraordinária! Trabalhadora, amiga, de grande verticalidade - leal , solidária... tantos adjectivos lhe cabem. Já há muito que havia perdido a esperança no justo e merecidíssimo reconhecimento profissional. Valeu-lhe o a carinho e admiração dos colegas que com ela trabalharam. A representar a Comarca a ninguém apareceu , nem a chefia do Tribunal onde desempenhava funções...! Enfim!
Minha querida amiga, és valiosa, és amada!
Até um dia!
As árvores morrem em pé!
Nos tribunais, actualmente vivemos tempos de Trevas!
Cuidemos uns dos outros!
Será mais suportável!
Mas quem será esse administrador??
ResponderEliminar😢
ResponderEliminarÁmen
🙏
Cá para mim é o King!
ResponderEliminarO Rei!
O Grande Líder!
Bom dia.
ResponderEliminarJá estive nos Açores e o suplemento que recebia não cobria o facto de ser tudo mais caro.
É realmente tudo mais caro.
Na minha altura também não havia nenhum médico convencionado com a ADSE.
Telefonava para os consultórios e diziam-me que sim.
Quando terminava a consulta pediam-me 90 ou 100 euros e depois diziam-me para mandar o recibo para a ADSE.
Os colegas foram sempre impecáveis comigo e aquilo é mesmo bonito mas não via a hora de me vir embora.
Um Abraço para eles.
Este tipo é mesmo burro ou não sabe ler. Está escrito que é dos Açores e há link à ordem de serviço assinada com nome. Mais um para grau 3...
ResponderEliminarPessoal, um momento descontraído aqui neste espaço também faz falta.
ResponderEliminarSempre desanuvia a tensão.
Deixem o "King" escrever de livre vontade.
Não tenham stress com as opiniões dele, afinal ele quer é comédia.
Então o Estado (nós!) enterrámos milhares de milhões na TAP, que já está novamente (últimos 3 meses) a dar prejuízo, e os pilotos, quem têm ordenados minúsculos (ironia) vão receber mais 6 salários este ano?!!!
ResponderEliminarO que é que se passa?
A nós dão-no 40 euros não integrados, aos polícias 180 euros (4 vezes mais) e os pilotos que ganham 20 000 euros (sim vinte mil euros) por mês vão ganhar mais 6 salários ( € 120 000 (cento e vinte mil euros)) ?!!!
INCRIVEL - Somos tratdos como trampa!
Deixem-no ser "King" aqui no blog, porque na Secretaria não passa de um triste OJ...
ResponderEliminarAnda por aqui um King com uma licenciatura e tal....diz ele/ela , mas certo é que os verdadeiros, os que mandam mesmo, são os administradores.
ResponderEliminarEmbora não concorde nada mesmo com esse modelo de gestão que vem desde 2014 ( pois que dada a pouca importância política que o M. Justiça tem tido em últimas legislaturas tem faltado vontade e coragem políticas para dar um fim no modelo de gestāo que criou "pequenos reis" nas comarcas) , mesmo não concordando acho que o mal maior não é mandar, é saber mandar, dar ordens coerentes, justas, pensadas não só tendo em vista a legislação, mas também as condições das pessoas a quem essas ordens sāo dirigidas. Cada caso é um caso e realmente Açores e Madeira sāo realidades diferentes do Continente, tal como neste são o Alentejo e o Algarve.
Mas também não estou a ver que seja nesta legislatura que hajam alterações pois o " peso político" do Ministério comparado com outros, continua a ser baixo...🤔
Bom dia/tarde,
ResponderEliminarÉ preciso falar com verdade.
Primeiro - o sr. Administrador não diz mais do que aquilo que a Lei já determina sobre o assunto;
Segundo - não andou bem a emitir orientações [ a não ser que lhe tenham sido delegadas competências (art.º 106.º n.º 3 da LOSJ) a decisão sobre a marcação de faltas consideradas injustificadas é da exclusiva competência da DGAJ ] antes deveria fazer circular a informação sobre as regras e sobre o entendimento plasmado no referido Acórdão, para não apanhar ninguém incauto.
Terceiro - todos nós sabemos que há exceções e em todas as classe profissionais se vê abusos - nós não nos podemos considerar impolutos;
Quarto - existe um processo judicial com negócios de viagens e pedidos de reembolsos fraudulentos entre as regiões autónomas e o continente, desconhecendo-se o âmbito de envolvência;
Quinto - nesta matéria, como aliás em muitas outras, deve imperar o bom senso e ponderação e não acredito na arbitrariedade do colega pois reconheço-lhe esses atributos;
Sexto - reconheço que o colega foi infeliz pois que o texto, na redação que se apresenta, pode ser mal compreendido, até entendido como forma de coagir ou melhor constranger o uso de um direito o que deve ser de todo evitado.
Posto isto, é preciso dizer, ainda, que a insularidade está amplamente reconhecida em termos de necessidades de apoios na coesão social, veja-se os artigos 349.º e 355.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE).
Pelo que qualquer assunto neste âmbito, merece uma visão ainda mais favorável na relação entre trabalhador e empregador ou entre a administração e administrados.
Ler as leis é bem diferente da sua interpretação, pois muitas das vezes esta é influenciada pelos mais elementares princípios informadores.
Reconhecemos então que há quem abuse e quem fique prejudicado e é preferível que não se coarte um direito - à saúde - para proteger outros bem menores (é preferível 100 larápios soltos que 1 inocente preso).
Os polícias rejeitaram um aumento de 180 euros por mês.
ResponderEliminarQuerem 600 (seiscentos)!
A nós querem-nos calara com 30/40 euros mensais e pelos visto conseguem-no, porque vocês meu caros colegas, nem sequer comentam!...
Pelos visto a culpa não é só do dos sindicatos. mas também e principalmente nossa!
Somos uns tristes, uns miseráveis, que nos c.agamos por uns tostões!
Mas 30/40 euros não é
ResponderEliminaro que o SFJ pede para acalmar as hostes? Porque há-de o governo pagar mais ?? Os policias recusaram ontem um aumento para todos no valor de quase 200€.
Devemos ter o sindicato mais incompetente que existe.
SOJ tem dado o exemplo.
Está na altura de dizer ao governo que ou sobe a parada ou os OJ pararão os tribunais!
ResponderEliminarÉ levar estes montantes, de empregos com salários mais baixos que o nosso, ao conhecimento da Srª. Ministra da Justiça e exigir tratamento digno!
Não é, com certeza, andar de reunião em reunião a subirem decimas percentuais!
O SOJ apenas tem sido mais acertivo !
ResponderEliminarNomeadamente porque, para além da integração, bate sempre na tecla da revisão das tabelas salariais...
O que o SFJ apenas fala em "um salário digno" conceito muito mais ambíguo e suscetível de diferente interpretação.
Os médicos, que como nós sabemos ganham muito pouquinho, já disseram que não ao governo!
ResponderEliminarE nós, vamos andar de 2 em duas semanas, para ficarmos com 60 ou 70 euritos, quando outros recusam 200?!
Fica a questão!
Pois se for o caso é muito TRISTE !!!!!
ResponderEliminarPor aqui, e infelizmente, porque a tutela também os lê, abundam comentários de grau -1...
ResponderEliminarQuem compara as últimas reuniões do Governo com os nossos sindicatos com as reuniões com outras carreiras esquece-se de algo muito importante. Diria mesmo, determinante.
É que as outras carreiras, nomeadamente as das forças de segurança, estão apenas a negociar o aumento de um suplemento (ou o valor global de um conjunto de suplementos).
No nosso caso é diferente.
A nossa carreira tem a questão do suplemento apenas como negociação preliminar, pois a verdadeira negociação é a que se seguir-se-á, assim que a atual termine, e que vai definir o futuro da carreira e dos colegas atuais.
Falo do ESTATUTO (com eventuais novas funções), onde se irá incluir:
- NOVA TABELA REMUNERATÓRIA;
- APOSENTAÇÃO;
- ETC.
Esta será a verdadeira negociação, determinante para a carreira, nomeadamente para garantir que existam novos ingressos na carreira - coisa que a alteração do nosso suplemento irá garantir - e colmatar as graves carências de RH que se agravam de mês para mês.
ISTO É QUE É O MAIS URGENTE E IMPORTANTE!
Por isso colegas, pensem um pouco antes de falar/escrever...
Não percebo a sua intervenção!
ResponderEliminarEntão o colega acha que merecemos também um subsídio de risco - andará algum oficial de justiça por esse país fora a policiar ou a investigar, tampouco a fiscalizar, correndo sérios riscos de vida ?
Lamento mas o seu argumento não colhe!
Há pessoas que são como todos já fomos - crianças - e só
abrem a boca para pedir mais e mais e fazem birras quando percebem que há regras.
Para nos melhorarem o salário têm de rever a carreira - pois o colega bem sabe que não podemos querer mais sem fazer mais e quando digo fazer mais - é com mais qualidade - e para isso é preciso requalificar os serviços - há colegas sem cursos superiores excecionais e muitos outros que, cursados ou não, já não deveriam estar ao serviço ou, estando ao serviço, ver adequadas as funções segundo as suas competências.
Ninguém deve de ser descartado - isso é certo - mas também não podemos enfiar a cabeça na areia e defender o indefensável, é preciso rejuvenescer os quadros de pessoal e requalificá-los.
Mas lá terá a sua razão pois "quem não chora não mama ..."
Esqueçam o ingresso de novos colegas.
ResponderEliminarDia 28 até se vão passar da marmita ...
Eu explico.
ResponderEliminarPodem-lhe chamar e até um subsídio, mas no final, na conta bancária, resume-se a dinheiro, e é com este que fazemos a vida!
Para mim não é muito diferente receber mais 300 euros por virtude de aumento de salário ou pela atribuição ou aumento a um subsídio, desde que este tenha caracter permanente.
Num caso e no outro tudo se resume a um aumento da massa salarial.
Estarei a ver mal colega?
O dinheiro que recebe do nosso subsídio de 10% é diferente do outro dinheiro (vencimento)?
Já me expliquei, é a sua vez!
A colega já pensou que, por hipótese, os sindicatos poderão não querer a revisão do Estatuto, antes querem que tudo fique como está ... e apenas mais uns trocos no bolso ...
ResponderEliminarNão se lembrou ainda que há gente que pensa muito pequeno e se contenta com muito pouco ...
Já comprei umas boas garrafas de anestesiante para a dor que o colega anuncia ... o problema para mim será antes no dia 29, por causa da ressaca!
ResponderEliminarSe calhar devia era comprar umas boas bisnagas de vaselina ...
ResponderEliminarPrecisamente por isso é que tenho repetidamente dito que a discussão "eterna" do nosso subsídio nos tem sido muito maléfica.
ResponderEliminarSe fosso como o colega diz, devíamos apenas pedir a integração e nada mais, nem 1,66 nem 12,5%.
O que não se pode é querer aumento da massa monetária total com recurso a aumento no subsídio e depois com a revisão da tabela salarial - quem é muito guloso tido perde!
Sempre aqui disse:
Primeiro aumentos salarias, devido principalmente aos últimos anos de inflação, depois discussão do novo estatuto, onde depois das várias matérias (disponibilidade permanente grau 3 etc) também a integração do 10% X 14.
Se se começa pelo menos importante arrisca-se a que coisas fiquem "paradas" logo à partida!
Só mais uma coisa, fala de subsídio, mas um subsídio de 600 euros é um bom subsídio, pelo menos para mim e para o meu salário!... Meu eu não sei o salario do colega!
Desculpem as gralhas ortográficas.
ResponderEliminarNem quero acreditar em tal hipótese!
ResponderEliminarE você, também quer apenas ganhar mais uns trocos?
Attention madames e monsieurs!!!
ResponderEliminarLi agora algures por aí que há eventuais que irão receber para cima de 20 mil euros daquela cena da sentença!!!
EVENTUAIS!!!
Esse colega merecia sim com areia...
ResponderEliminarAs pessoas só ganham aquilo a que têm direito!
ResponderEliminarSe vão ganhar 20 mil é porque perderam 20 mil!
Assim sendo, acho muito bem!
A mensagem não tem nada a ver com o direito ou com a bondade.
ResponderEliminarA mensagem é dirigida àqueles que foram eventuais entre 2000 e 2005, em que muitos perguntam aqui se já se sabe alguma coisa!!
O fito é informar!
E para constar, alegro-me com a decisão!!
É mais que justo!!
Sim, se acho (achei) muito bem é porque também penso ser justo.
ResponderEliminarSá más pessoas não ficam, contentes com aquilo que é justo, digo eu! ...
Há quem queira salário de doutor ou de engenheiro sem estudar ...
ResponderEliminarÓbvio que não!
ResponderEliminarQual colega??
ResponderEliminarRTP:
ResponderEliminar"A pouco mais de duas semanas das eleições europeias, uma sondagem da Universidade Católica para a Antena 1, RTP e jornal Público revela que mais de 70 por cento dos inquiridos têm uma opinião negativa sobre um dos pilares fundamentais num estado de direito democrático...."
Uma coisa nós sabemos, não são Oficiais de Justiça os responsáveis pela diminuição da confiança dos cidadãos na Justiça.
Curiosamente, somos aqueles que foram esquecidos e empurrados para último lugar da fila!....
Magistraturas, Polícia Judiciária e Registos e Notariado, todos viram os seus estatutos revistos e significativamente melhorados!...
Chegou-se ao ponto, de um assistente técnico em início de carreira, auferir mais que um Oficial de Justiça provisório!
ResponderEliminarCandidatos a Oficiais de Justiça já não há.
Sabem disso a DGAJ, os Conselhos Superiores das Magistraturas e até os cidadãos em geral, uma vez que apesar dos anúncios, já não há candidatos!
Um piloto da TAP ganha 20 000 euros-
ResponderEliminarUm doutor ou engenheiro estudou + 5 anos que eu, se é que estudou, eu também tenho um a "estudar", e eu 12, mas será que por mais 5 anos, para alguns de borga, têm direito a ganhar não sei quantas vezes mais?!!
Não seja tão subserviente, porque se for Dwarvinista porque biologicamente somos todos iguais, e se for judaico-cristão, então ... somos todos iguais!
Caro colega, se for colega, náo sou contra a diferenciação salarial, mas como tudo na vida tem que ter limites.
Alguns para serem doutores "queimam" as pestanas, outros apanham dezenas de bebedeiras!
abraço.
Quem gostar do atrito!
ResponderEliminarEu gosto do atrito, mas não estou na passividade!
EHEHEH
Mas há alguém que queiram 16 se tem 25 à disposição?
ResponderEliminarVergonha!
ResponderEliminarQualquer dias ainda vamos dizer que temos vergonha!
Até alguns Magistrados que se riam de troça começam a ter pena ...
Que tragédia (Grega?)!...
E os aumentos a PJ no anterior governo, que em alguns casos, representou um aumento de quase 700 euros por mês, com retroativos a janeiro de 2023, e aos demais profissionais dos OPC e da Justiça foi ZERO!
ResponderEliminarQual terá sido a razão?!...
É simples a pj tem poder para meter qualquer político no xilindro.
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