Confortavelmente dormentes
«Infelizmente, a senhora ministra sente-se confortável com o acordo que assinou com a outra estrutura sindical e que é contrário aos interesses dos Oficiais de Justiça.
Da nossa parte, cá estaremos para fazer ver ao Governo que o acordo não serve.»
Assim afirmava à agência Lusa, o presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), Carlos Almeida, depois de concluída a reunião suplementar com o MJ/Governo de ontem.
Quer isto dizer que o Governo não aceitou mexer uma palha do contrato firmado com o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), sentindo-se perfeitamente confortável com isso, uma vez que este sindicato é o que detém o maior número de associados.
Carlos Almeida esclareceu que, ainda que o SOJ tenha manifestado disponibilidade para flexibilizar as reivindicações, admitindo um faseamento do objetivo de 15% no suplemento de recuperação processual, “a ministra disse não ter margem” para ir além dos 13,5% já acordados com o SFJ, nem para integrar o suplemento no vencimento, como continua a exigir o SOJ.
Perante isto, Carlos Almeida pretende agora dirigir-se aos grupos parlamentares do Bloco de Esquerda e do PCP, partidos que têm projetos de lei pendentes para ir à votação na Assembleia da República, no sentido de garantir, por essa via, a integração do suplemento no vencimento e o seu pagamento em 14 prestações anuais, algo que até já foi proposto pelo PSD e pelo próprio ministro das Finanças, então deputado, Miranda Sarmento, mas quando o PSD era oposição.
“Agora o ministro das Finanças diz que isso não se poderia fazer porque seria ilegal. Não vemos como possa ser ilegal, já tendo sido proposto pelo próprio ministro das Finanças e já tendo sido feito para outras duas carreiras", entre as quais a dos juízes, disse Carlos Almeida, criticando a mudança de posição do titular da pasta das Finanças.
O SOJ, perante a ausência de acordo, mantém em vigor as greves decretadas, no período da tarde, todos os dias da semana, e também nas manhãs de quartas e sextas-feiras, paralisação esta que ainda na passada sexta-feira voltou a levar à libertação de detidos sem que fossem presentes a primeiro interrogatório judicial, por não ter sido possível cumprir o prazo de 48 horas para o efeito.
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A reunião de hoje, 02JUL-TER, entre os dois sindicatos e o MJ/Governo, tal como já aqui anunciamos, não é uma reunião formal de negociação do Estatuto. A negociação formal só se inicia após a publicação em Boletim do Trabalho e Emprego (BTE) do projeto de Estatuto, momento a partir do qual decorre, antes, um prazo de 30 dias para audiência pública, como definido por lei e tal como os Oficiais de Justiça bem sabem de outros anos e de outros projetos.
Carlos Almeida questionou a “boa-fé” do Governo neste processo negocial, ao ter confirmado a 18 de junho, numa reunião com o SFJ o início da negociação formal para 02 de julho, sabendo que não estavam cumpridos os requisitos legais, questão que colocou à ministra da Justiça logo a 19 de junho, no dia em que teve a última reunião regular da negociação relativa ao suplemento de recuperação processual.
“A senhora ministra reconheceu que não era possível fazer-se já a negociação do Estatuto. Esta reunião de 02JUL-TER será mais uma reunião preparatória, uma conversa para que os parceiros possam falar sobre o que pretendem. Já não é uma negociação formal do estatuto”, disse.
Também a 18 de junho, no final da reunião, o SFJ adiantou que o Governo previa concluir a revisão do estatuto profissional até ao final do ano, algo que o SOJ disse não estar garantido, uma vez que na passada semana, em reunião no Ministério das Finanças, o Governo não assegurou sequer que a carreira dos Oficiais de Justiça esteja entre as carreiras da Administração Pública que serão revistas ainda este ano.
Segundo Carlos Almeida, só em setembro o executivo irá fechar “o pacote de carreiras a rever entre este ano e 2025”, mas na reunião de ontem no Ministério da Justiça, na qual também participou a secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido, houve o compromisso de se tentar antecipar essa decisão para o final de julho.
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E agora assinalemos dois acontecimentos relevantes recentes com caráter irreversível que constituem uma perda para a cultura portuguesa e para o Mundo.
Está decretado luto nacional pelo falecimento de Cargaleiro.
Cargaleiro é o nome com que assinava as suas obras Manuel Alves Cargaleiro [1927-2024].
Os tribunais colocarão a bandeira nacional a meia-haste durante todo o dia.
Pode consultar o Decreto “Aqui” e a Declaração de Retificação "Aqui".
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Sem luto nacional decretado, o falecimento do cantautor Fausto é hoje também por nós aqui registado.
Entre outras obras, é em 1984, que Fausto é catapultado para o conhecimento geral quando elabora uma obra-prima que corresponde a um álbum musical que pretende interpretar um certo sentimento português relacionado com a epopeia marítima dos descobrimentos.
O álbum contém um tema intitulado “Por este rio acima”, tema este que também dá nome ao álbum e é esse o tema que hoje aqui queremos destacar no vídeo-áudio que segue.
Fausto é o nome artístico de Carlos Fausto Bordalo Gomes Dias [1948-2024].
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Fontes: “Notícias ao Minuto” e “Executive Digest”.
Mais uma vez estamos a ser comidos de cebolada.
ResponderEliminarO que ficou assente no congresso do SFJ é contrário ao agora assumido pela tutela, em razões de timings e prazos, quanto ao estatuto .
Recorda-se aos dirigentes do SFJ que, enquanto não houver promoções, ingressos significativos, aumentos salariais e aplicação á carreira do que foi conseguido para a dos professores, continuaremos a ser uns derrotados indigentes, como temos sido.
Depois do pujante congresso e do que ali ficou consensualizado, contentarmo-nos com esta actualização do moribundo SRP é poucochinho, pouco mais de zero
Quero acreditar que a pujança do congresso continuará e tudo o que ali ficou estabelecido será para fazer acontecer, caso contrário será, uma vez mais, vergonhoso.
Hoje tem de sair um calendário, apertado, mas que sirva os nossos interesses e que não deixe arrastar eternamente o problema.
Á direcção do SFJ, abram a pestana, pois o poder não é eterno e enquanto representantes de uma classe , deveres defender a classe, honrar os compromissos para com esta a todo o custo e esquecer egos e oportunismos.
O SFJ tem muita, muita culpa do que se está a passar!
ResponderEliminarEstão todos caladinhos, a ver se a tormenta passa, mas são eles os grandes responsáveis por este fracasso negocial!
Não há como disfarçar!
E dizer que não houve ninguém, com dignidade que batesse com a porta!...
ResponderEliminarMudei para o SOJ
E aqui o meu tributo ao Sr Fausto, cantor de intervenção,
Contra os tiranos e covardes!
Muito bem blogue!
Eu disse...
ResponderEliminarTemos os senhores Magistrados da Nação a cuidar das nossas carreiras, isto vai correr bem...
Mas há sempre um azedo ou outro que não acredita...
Ó gente de pouca fé, isto vai correr bem! Tenham calma que isto vai correr bem!
Peçam empréstimos para pagar as contas, vendam os carros e andem de transportes públicos que é mais saudável e melhor para o planeta, não se enfartem em comida que isso só faz é mal e dá mau exemplo aos mais pequenos, disfrutem os fins-de-semana em casa em família em vez de andarem por aí entregues ao deus-de-ará a passear. Não sejam esbanjadores.
Tenham calma... Em 2024 ou 2025 isto vai lá.
Também considero que sim.
ResponderEliminarSe fossem pessoal masoquistas ou mal formadas, não seriam de confiar.
Mas com a qualidade de Magistrados que temos em Portugal os OJ não têm com o que se preocupar.
Bom dia!
ResponderEliminarA estupidez parece não ter limites. As nossas estruturas sindicais a digladiarem-se numa por maior protagonismo.
Uns dizem que, enquanto integrados na FESAP, lutaram e conseguiram que fosse contemplada a revisão da nossa carreira no plano plurianual definido pelo anterior Governo, outros afirmam que o poucochinho que conseguiram foi um passo enorme para a melhoria da carreira que acontecerá com a prometida revisão num novo Estatuto cujas negociações prévias se anunciam como algo de muito positivo.
A Justiça está num caos autêntico - já muito pouca gente o consegue esconder - e isto vai rebentar muito em breve, as prescrições multiplicam-se não só nos processos criminais como também nos processos contraordenacionais e a responsabilidade sobra sempre para os mesmos - os oficiais de justiça.
O SFJ apenas quer saber de si, vive e atua com um fim em si mesmo, na defesa daquilo que mais lhe aproveita, o descontentamento controlado e todos nós vivemos manietados por aquilo que este Sindicato decide, com base numa alegada representatividade que não existe, sentimo-nos (pelo menos eu) instrumentalizados sem que nos expliquem as virtudes das posições assumidas nas mesas de negociação.
O SOJ - melhor dizendo o Presidente do SOJ - deixou-se enfeitiçar pelo protagonismo e a ânsia de um estatuto no dirigismo sindical levou-o a uma deriva no que defendia para agora defender um situacionismo incompreensível - refiro-me ao facto de terem deixado de lutar, com a energia que a luta reclamava, pela qualificação dos serviços e a exigência de Grau 3 que levaria a uma valorização inequívoca a nível salarial e também funcional - agora preocupam-se mais com a aposentação diferenciada do que com a existência de uma verdadeira carreira em que se possa progredir com regras e pelo mérito e já não de acordo com as feições ou filiações (sejam elas quais forem).
Por isso tudo, não vejo a hora de me libertar deste jugo cada dia que passa cada vez mais pesado - acredito que esteja para muito breve - e quando tal acontecer será uma enorme sensação de leveza, de peso que sai de cima dos meus ombros e assim poderei voltar a viver feliz!
Aos colegas que por cá ficam uns porque não podem fugir, outros porque não querem ou porque gostam do que fazem ( ... melhor dizendo obrigam os outros a fazer...) e outros ainda porque se acobardam dizer apenas que os Oficiais de Justiça sempre foram e continuam a ser OTÁRIOS.
Cada dia que passo nos tribunais é um tormento e cada dia que passa para a mudança uma bênção que me permite sonhar que ainda é possível ter um trabalho digno (fora dos Tribunais) e conjugá-lo com a vida familiar sem se desraizar da sociedade e sem desprendimento da sã convivência com os amigos.
Hoje circula um mail com orientações sobre vítimas e pessoas vulneráveis mas muitos de nós só pela função já o somos.
SFJ
ResponderEliminarTraiu a a carreira ponto final!
Força camarada!
ResponderEliminarAgradeçam aos SFJ
ResponderEliminaro acordo que fêz e que já tinha previsto na véspera de o firmar.
Belo acordo.
Comigo não conta mais.
Em 2025 já vamos ter um Estatuto para a nossa carreira!
ResponderEliminarFinalmente!
Se este Governo lá chegar, claro.
"E o circo continua, palhaços para a rua!"
ResponderEliminarObrigado SFJ!
ResponderEliminarNós não nos vamos esquecer do que fizeste (mal) por nós!
E o que é que tu fizeste para o ajudar a fazer algo por ti?
ResponderEliminarAlém de dizer mal de tudo e umas botas.
Esta conversa de vítima, do vou me embora, agarrem me senão vou me a eles, já há muito que dá urticária.
ResponderEliminarEm cada 100 que diz que o faz, aparece um no DR.
Querem sair força, mas parem de dar publicidade enganosa e fazer se de coitadinhos.
Ou então fiquem e façam alguma coisa por todos.
Que seca....
Vítimas e pessoas vulneráveis? Sabe o que sāo mesmo? Se soubesse, nāo constaria a parte final do seu comentário.
ResponderEliminarAté a necessidade de circulação do mail mostra bem como alguns, que não a maioria, lida com as situaçőes sensíveis. E nāo é da falta de formaçāo. É falta de sensibilidade, de respeito para com o próximo, de sentido cívico.
Tal como nas estradas, que dou como exemplo, há pessoas educadas, bem formadas, com uma conduçāo defensiva, há outras que sāo o oposto.
Quando acontecer o que com grande ansiedade espero, publico aqui a publicação no DR - está para breve, pelo que me foi dito será ainda este mês de julho e aí poderá ver quem sou e porque sai com vontade, nomeadamente, de não partilhar espaços com colegas, olhe com colegas como você.
ResponderEliminarO que eu fiz?!!
ResponderEliminarFui associado do SFJ, não chegará?!!
Não é assim que todos fazem, sindicalizando-se ?
Claro que sim!
Mas eu fiz mais, fiz algumas sugestões ao SFJ!...
E tu? O que fizeste tu?
Porventura nada, senão sentias o que eu sinto!
Tem mais respeito por este teu colega, que não conheces!...
Sei o que são e, acima de tudo, sei quem não são!
ResponderEliminarOlhe vou dar-lhe o meu exemplo:
- A determinada altura da minha vida, o meu mundo desabou, primeiro perdi um cunhado na luta contra o cancro e menos de um ano depois um irmão e logo de seguida fiquei com os meus pais a cargo, um doente de Alzheimer e outro acamado na sequência de um AVC isquémico que provocou afazia e hemiparesia.
- Era - porque infelizmente já não sou - o principal cuidador e, no trabalho (no tribunal) a compreensão sobre o momento tremendo que vivia era a mesma que a de um outro qualquer colega.
- Dependente do dinheiro para ajudar os meus pais, tive 60 dias em licença sem vencimento (não meti baixa) e para os poder auxiliar no pior momento desdobrei-me em esforços;
- A vulnerabilidade senti-a bem forte na pele - estávamos na troika e os hospitais não tinham sequer produtos básicos para a higiene pessoal dos doentes, as fraldas eram pagas por mim, e a fisioterapia que deveria ser proporcionada pelo Estado foi garantida por mim pois que ainda hoje estaria à espera dela;
- As ajudas não vieram de lado nenhum (cadeira de rodas cama articulada, colchão anti-escaras, etc.) foram pagas por mim e algumas delas entretanto já as ofereci a instituições;
- A vulnerabilidade era tanta que eu temia ficar doente e não poder dar-lhes a assistência necessária e por outro lado, não tinha condições para deixar de trabalhar;
- Enquanto isso, nos tribunais a exigência era igual, fruto de uma inspeção aos funcionários era imposto aos serviços a normalização do serviço atrasado (inquéritos pendentes e arquivados com objetos entre outros), por isso, sempre que podia ficava mais um pouco, mas muito para além das 18 horas, para regularizar o atrasado (quando nem sequer tinha contribuído para o estado dos serviços onde havia sido recentemente colocado);
- Hoje arrependo-me de tal maneira que ganhei uma aversão a este situacionismo e a esta maneira de ver as coisas, muito enviesada, por quem se acha diferente de todos os outros.
- Por isso, vítimas e vulneráveis não são só os que sofrem de violência doméstica e/ou maus tratos, os velhinhos e as crianças, vítimas e pessoas vulneráveis são todos aqueles que estão sujeitos à adversidade da vida sem poderem, por não terem, as ferramentas necessárias para as enfrentar.
- Saiba o colega que nos tribunais há quem não ganhe o seu salário, há quem pague renda de casa e tenha de viver e ajudar outras vidas (ascendentes, descendentes e outras pessoas a cargo) ;
- Para quem anda nos tribunais comentários como o seu só significam uma coisa qual seja a enorme ignorância de muitos que se acham impolutos e se julgam de uma superioridade moral que não tem bitola em lado nenhum tomando a vida dos outros pela que levam (boa ou má).
Acredite que o que escrevo por aqui é sentido e real e não provém de uma mente perturbada ou retorcida ou falso pretensiosismo para obter apoios ou facilidades , é antes uma realidade que existe mas que por sinal o colega desconhece e ainda bem para si.
Passe muito bem!
Cada um com as suas dores.
ResponderEliminarUmas mais fortes outras nem por isso, mas cada um terá as suas.
E o que acho que estar nestes serviços neste momento desastroso, com falta de pessoal,
já é uma penada dos diabos.
Muita força!
Vejam os comentário A. Marçal no dia hoje.
ResponderEliminarEu penso que ele não tem condições para continuar!
Eu penso que não tem capacidade de liderar os interesses dos OJ junto do MJ!
Vejo, com alegria, que continua a transição do SFJ para o SOJ, e isso tem mais importância do que aquela que muitos lhe dão!
Continuo sem perceber como os restantes elementos da direção do SFJ nada fazem!
ResponderEliminarPorque não transmitem a António Marçal que ele deixou gerar consenso entre os associados!
Porque não se juntam uns quantos valentes e "partem a loiça"?!!!
Que comentários? Onde? A reunião já acabou?
ResponderEliminarPor favor informem. Obrigado
Ui...
ResponderEliminarAlguém não gostou do ...
À pois foi...
OJ "otários" nas Secretarias vejo poucou...
Vejo lá otários impertigados de visita ocasionalmente, vejo, mas não são OJ...
Quanto a sair, para isso preciso que a DGAJ deixe, ou que a carreira esteja revista, sem incontitucionalidades, como a sugerida na ultima "proposta" de Estatuto que, diga-se em abono da verdade, não era una proposta séria, mas apenas um enxovalho para criar celeuma, e protelar.
DISSE
A reunião já acabou.
ResponderEliminarEstatuto só em 2025.
Depois da reunião de hoje, posso adiantar - vos que o sindicato vai voltar à luta.
ResponderEliminarPara começar, e com efeitos imediatos, vai ser anunciada uma greve ao trabalho aos Domingos e feriados!
ResponderEliminar💪👍
Eu?
ResponderEliminarAlém de pagar quotas e de várias discussões sobre política sindical com alguns dos seus representantes, dando a minha modesta contribuição, realmente pouco mais fiz.
Mas não ando aqui a criticar todos os dias e a ameaçar que me mudo para outro sindicato com exigências inviáveis, só porque discordo de algumas coisas.
Sinto que não dei apoio suficiente para exigir mais resultados.
Não sou cretino!
Eh pá calma lá! sabes lá se eu aqui venho todos os dias!
ResponderEliminarE que conversa é essa do cretino! Eu não andei contigo na escola!
Tu é que te meteste comigo. Eu só deu uma opinião. Não sou cretino, aquilo que digo serve e todos e é justo!
Vê na net.
ResponderEliminarTambém tens que fazer alguma coisinha.
Brinca Brinca!
ResponderEliminarJá temos uma das 13,30 às 13,30 horas e das 17,00 às 24 horas!
Já estamos lá perto.
A questão é - Qual sindicato?!!!
ResponderEliminarO SFJ - Deixa-me rir ...
Desculpem - 12,30 às 13,30 horas - vocês perceberam
ResponderEliminarO próximo passo é greve aos domingos!!
ResponderEliminarUma greve eficaz e sem qualquer perda salarial!
Mais eficaz ainda...
ResponderEliminarGreve á Greve...
Acabei de ver que o Montenegro já aceitou pagar os €300 euros (mensais) aos PSP E GNR. E o Sindicato bacoco, continua a dizer aos b u rros, era isto ou não era nada! VERGONHA. E ainda há colegas que os apoiam !!!!!
ResponderEliminarMudem SOJ *****
ResponderEliminarMas o Marçal não garantiu há dias publicamente que ia iniciar a negociação formal hoje? Mas agora é tudo político, dizem uma coisa hoje, outra no dia seguinte e ninguém assume nada?
ResponderEliminarGostava de saber quantas pessoas se desvincularam do SFJ após o acordo...
ResponderEliminarTambém gostava!
ResponderEliminarMas para mim, a melhor até é:
ResponderEliminar"Resta salientar que o SFJ voltou a solicitar ao Governo para que intercedesse junto da DGAJ no sentido de realizar, o mais rapidamente possível, os pagamentos resultantes da decisão proferida no processo 2073/09.7TELSB."
O Marçal PEDIU à sua nova BFF (a tal que até lhe dá a honra de o receber nas "conversações") que uma sentença judicial seja cumprida...Não exigiu, não se insurgiu...Nada! Pediu! E entretanto estamos todos preocupados com a migalhinha resultante da grande vitória do Grande Líder!
Eu não quero (não quis) ofender ninguém apenas dizer a verdade, qual seja a de que nos deixamos, com muita facilidade e constantemente, enganar.
ResponderEliminarVeja o significado de "Otário/a": «pessoa fácil de enganar: ingênua, tola, ...»
COLEGAS RESCINDAM COM O SFJ
ResponderEliminar
ResponderEliminarÉ a única atitude digna e decente a tomar.
A responsabilidade do estado da carreira é apenas e só do SFJ.
Se não mudarmos os resultados não mudarão!