Tudo aqui: a Prova, a Correção e os Resultados
Decorreu ontem de manhã a prova de conhecimentos do concurso de acesso à carreira de Oficial de Justiça, concurso este que pretende preencher 570 lugares.
Finda a prova, na parte da tarde, os candidatos ficaram surpreendidos pelo pedido urgente da Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) para que enviassem cópias dos seus documentos de identificação até às 18H00. Não lhes era indicada a razão da súbita instrução, em tão curto prazo, para a detenção de cópia de documentos de identificação, apenas referindo que se tratava, ou tinha como propósito fins procedimentais.
Alguns Oficiais de Justiça mais velhos riram-se da atrapalhação com a urgência do pedido, sem declaração de consentimento das pessoas para a cedência de cópias do cartão de cidadão e ainda, comparando a vaga indicação do fim a que se destina a cópia, recordando quando enviavam postais, ou cartas simples, aos Executados e outros intervenientes processuais, no âmbito do Serviço Externo, dizendo-lhes para comparecerem no tribunal para “tratar de assunto do seu interesse”, sem lhes dizer, portanto, ao que iam e assim apanhavam os mais distraídos ou mais temerosos da justiça.
Obedientes e temerosos, mesmo sem saber para que seria usada a cópia do cartão de cidadão e mesmo sem prestar qualquer consentimento para a cópia, os candidatos lá enviaram as cópias.
Momentos depois a DGAJ divulgava a lista das classificações da prova.
Pode aceder diretamente à lista via a seguinte hiperligação: “Resultados da prova 06NOV2024”.
Da análise da lista de classificações constatamos que, do total de 1651 candidatos à prova, não compareceram quase 500, um número muito considerável (concretamente 495).
Como habitualmente, um número muito significativo acaba sempre por faltar à prova. Mas faltaram menos este ano, cerca de 30%. Comparando com o ano passado, em 2023 as ausências foram superiores a 40%.
Em termos de desistências, mantém-se um número muito baixo: este ano houve apenas uma e no ano passado houve 3.
No ano passado acabaram por realizar a prova mais de 700 candidatos e este ano realizaram a prova 1155.
Em termos de reprovações, isto é, para quem obteve classificações abaixo dos 9,5 valores, no ano passado contaram-se cerca de 300, enquanto que este ano o número de reprovações baixou para apenas 71.
Assim, se no ano passado a proporção dos aprovados para os 200 lugares era quase o dobro, este ano para os 570, o dobro seria qualquer coisa à volta de 1600, mas os aprovados deste ano não chegam ao dobro dos lugares disponíveis para ingresso e ficam-se pelos 1084.
Ora, se no ano passado com o dobro dos candidatos aprovados, em relação às vagas, não foi possível preenchê-las na sua totalidade, mesmo ao fim de muitas tentativas e nomeações oficiosas, no concurso deste ano, como não dispomos do dobro de aprovados, é lógico que se pense que haverá um risco maior de não se conseguirem preencher os 570 lugares.
Evidentemente que esta análise focada apenas na ponderação de números, não pode ser assim considerada, uma vez que os candidatos são pessoas, portanto, um pouco imprevisíveis e ainda incomparáveis com os candidatos do ano passado, pois detêm perfis diferentes, o que poderá contrariar a previsão meramente numérica.
Mas a imprevisibilidade não nasce apenas das aprovações, reprovações ou faltas de comparência, mas do Movimento Extraordinário que vai agora de seguida ser lançado.
Como todos sabem há muito, a manter-se a concentração de vagas nos locais para onde poucos querem ir, essa habitual restrição fará com que a maioria dos candidatos desista, mas se o Movimento ficar aberto a todo o país, não se perderá nenhum candidato e todos os lugares acabarão preenchidos à primeira.
Não sabemos se na DGAJ esta situação já foi compreendida, com a experiência de tantos Movimentos fracassados e tantos candidatos perdidos, ou se ainda não e se este próximo Movimento vai continuar a restringir as vagas e as colocações para, dessa forma, continuar a perder candidatos.
Vejamos abaixo o gráfico da dispersão das classificações obtidas na prova, no concurso deste ano 2024 e também no concurso do ano passado, 2023.
Repare-se como este ano (a castanho) as classificações são mais positivas e mais elevadas do que as de 2023 (a azul).

Apesar da prova não ter sido cedida aos candidatos, nem a sua correção, cá tivemos a preocupação e o esforço de a obter e de a corrigir, apresentando-a já com as respostas corretas assinaladas. Assim, podem os nossos leitores e mesmo todos aqueles que fizeram a prova, obtê-la agora e verificar a correção nela inserida, acedendo à mesma através da seguinte hiperligação: “Prova Acesso OJ 2024 Corrigida” (a ordem das 40 perguntas não segue aqui a ordem original).
Na imagem que segue está, como exemplo, uma das perguntas apresentadas na prova, estando assinalada a resposta correta.

Vergonha a prova fraudulenta e o blogue todo feliz com isto.
ResponderEliminarEntão não acham estranho pedirem o cartão de cidadão depois á pressa??
A questão que se coloca se não esteve lá ninguém para confirmar a identidade do candidato como a famosa video vigilância sabia que era o candidato que estava a fazer a prova e não outra pessoa em seu lugar...
Sempre em todos os exames k fiz era obrigatório levar o cartão de cidadão para se certificar quem estava a efetuar o exame era a mesma pessoa.
Neste caso como fizeram essa certificação?
Amanhã já entram e na segunda desistem!
ResponderEliminarPoucos se irão apresentar e poucos se mantêm depois, quando virem a relação exigência/salário.
ResponderEliminarEssa consideração do "blogue tido feliz com isso" é tão parva quanto a consideração de que o CC não foi fiscalizado na prova.
ResponderEliminarO nível da capacidade de apreciação, interpretação e reflexão está bem em linha com os dias que correm. Se vivesse nos EUA certamente votaria Trump, cá vota trampa.
Não acredito nisso.
ResponderEliminarAgora que o suplemento tb é atribuído, o salário recebido está de acordo com a média nacional e não vão desistir por esse motivo.
A maioria senão todos ficaram, pelo menos até ver o que o novo estatuto consagra para todos os licenciados.
Sim sim, e as vacinas trazem um chip para controlar a mente!
ResponderEliminarNão invente!
A quem iam pedir para fazer a prova? A um dos nossos colegas?
A maioria que nao abre um código há anos, errava metade.😅
Ah já sei, é o pai ou tio advogado, que se vai dar ao trabalho de ler manuais para o menino entrar nos tribunais.🤦
Mesmo que por remota hipótese isso tenha acontecido, num caso ou dois, que não acredito, é coisa que não me interessa minimamente, desde que seja dedicado e trabalhador, são todos bem vindos.
Concordo
ResponderEliminarBom dia,
ResponderEliminarPelo São Martinho, que se apresta, comem-se as castanhas e prova-se o vinho!
Quem é do Norte sabe bem que é assim e, mesmo no Covid, não faltou quem respeitasse a tradição.
Por estes dias, ao que parece, há quem se tenha antecipado nas provas. Deixados levar pelas palavras de um senhor Ministro, de que beber verde tinto fazia era bem melhor que beber água e até se dizia que poderia ter efeitos na longevidade.
Eu não sei se o dito está cientificamente comprovado, mas que nos ajuda a passar a amargura dos dias isso eu tenho quase por certo.
Na verdade, muitos dos que por aqui passam, pelo que escrevem, certamente discorrido do seu pensamento, por vezes sem muitos cuidados nos filtros, deixando passar a pureza das coisas, parecem mais estar num estado eufórico, imaginando tudo e mais alguma coisa e em tudo acreditando.
Quando esse estado passar, passando a letárgico, depressa se aperceberão do estado das coisas e, mais depressa ainda, ficarão com a real ideia da situação nos tribunais, quiçá deprimidos, mais ainda do que o seu natural estado amorfo dá a conhecer.
É manifestamente inacreditável aa forma como este procedimento aconteceu e, não tendo antes dado razão à atuação do SOJ, tendo agora a conferir-lha pois que se assomam as razões para pôr em causa este processo que, no mínimo, é "esquisito".
Os dias de hoje são bem diferentes daqueles que sucederam no passado, que demandaram respostas firmes dos líderes das nações e em cada uma delas das instituições que representaram.
É aberrante o que se está a passar nos tribunais.
Recentemente fiz provas para as Finanças e para o IRN e, imaginem, foram bem exigentes, umas mais que outras é certo, e até fui sujeito a uma avaliação psicológica não obstante possuir o vínculo à FP.
Por ali, as carreiras são exigentes e demandam responsabilidades dos seus autores.
Pelos Tribunais deveria ser assim, ou até mais exigentes, mas não o é de todo!
Ouso sugerir que se façam as seguintes perguntas:
- dos desistentes quantos eram licenciados?
- dos reprovados quantos eram licenciados, e quantos não o eram?
- dos aprovados qual a percentagem de licenciados e não licenciados que ficaram nos lugares cimeiros?
Digo isto porque suspeito que está a ser preparado uma de duas coisas:
- que está em curso uma mudança profunda de paradigma, em que poderá privilegiar-se quem se valorizou, ou, então
- uma mudança, sem alterações no paradigma de funcionamento, em que se procede a um ajustamento.
Pergunta-se qual ajustamento?
Eu respondo: a carreira vai ser plana, unicategorial, com cargos de chefia em comissão de serviço, tal qual sucedeu no anterior proposta.
E como cereja no topo do bolo, as chefias serão exercidas por funcionários com 10 ou mais anos de serviço e possuidores de licenciatura (direito, Solicitadoria, etc.).
Frustrar-se-ão as expetativas de todos (onde eu me incluo).
Abram os olhos que mais se parecem com os asiáticos, cada vez mais fechados pela falta de luz nas nossas vidas (profissionais).
Bom dia,
ResponderEliminarAcordei com a rádio a citar uma carta publicada num jornal supostamente subscrita pelo anterior primeiro ministro.
Na leitura do título dizia-se "em defesa da honra do...".
Eu suspeitei logo do que ia ser citado a seguir, pois que, como diz o sexólogo "Júlio Machado Vaz", "a honra dos portugueses está na vagina das mulheres" ... ou seja, desde que não sejamos enfeitados com os chifres parece que está tudo bem.
Desconfiado fui ver quem mais subscrevia o texto e logo vi que se tratava de algo muito esquisito.
Então não é que até os prevaricadores ou, melhor dizendo, aqueles que deixaram prevaricar - e na minha terra é tão ladrão o que rouba como o que fica à porta ... ou o que devia vigiar e não vigia - também se sentem desonrados ???
Fui tentar perceber as razões. Vi, então que estão em desacordo com o senhor "Leão" entre outras coisas.
Eu pergunto-me como é que pessoas que integraram os Governos de Sócrates, que tiveram gente nos seus gabinetes com milhares de euros escondidos em livros e garravas de vinho que andaram à pancada nos Ministérios, com supostos e alegados sequestros e apropriação indevida de equipamentos, entre muitas outras trapalhadas, têm o afoito de apelar à honra ...
No caso do anterior PM que recorrentemente incumpriu as suas promessas para com os Oficiais de Justiça, não o vi vir a terreiro justificar a falta à palavra dada, o que se traduz num ato pouco virtuoso e desonroso quanto não há justificação como me parece não ter havido.
Embora não concorde integralmente com o senhor "Leão", tendo a concordar que quem beneficia do apoio Estatal ou da Autarquia e prevarica, com dolo de dano, ferindo aquilo que sustenta uma coletividade - falo dos equipamentos sociais, de transporte e de comunicações - merece, parece-me óbvio, uma qualquer sanção.
É certo que devemos providenciar sempre pela inclusão, estabelecendo sanções positivas, premiando quem se comporta conforme os valores emanados por uma sociedade como nossa, democraticamente organizada, e não devemos ostracizar que se marginaliza ou é marginalizado, mas algo tem de ser feito, tem de haver consequências.
Se assim não for - se enveredarmos em modas como o Woke, de políticas identitárias, causas socialmente liberais, feminismo, ativismo LGBT entre outras - se esquecermos o que realmente importa, pois que se perguntar a qualquer um de nós logo se obterá a resposta de que não aceita que alguém, que viva com apoios em residência do Estado (em sentido amplo), se permita a danificar bens alheios sem consequências - e não falo das criminais ou civis, pois que estas sempre existirão e quem é desprovido de bens, todos sabemos, não paga nada a ninguém, e por isso não vi ressarcir os lesados (será em última instância o Estado a fazê-lo).
As pessoas que vivem com honestidade e se sacrificam diariamente não percebem a discussão destes temas - quem vem para Portugal deverá respeitar alguns mínimos e, como diz António Vitorino, devem aprender português, e respeitar os nossos valores culturais, a igualdade entre homens e mulheres surge logo à cabeça - como o próprio referiu, no Canadá há 25% de imigrantes sendo que, por lá, quem prevaricar em determinadas áreas é simplesmente deportado e prontos! Todos conhecem as consequências quando atentam contra a forma de vida daquele país. E por cá, o que é que acontece ? Nada, pois precisamos de toda a gente, muitos deles para limpar os bancos onde as elites assentam o seu cu!
Dizem que o anterior PM foi amigo da "Direita Radical", no sentido que foi à bola com o Viktor Oban, e no jogo político deu espaço ao adversário, de zero passaram a cinquenta no terreno de jogo onde se marcam golos ( a Assembleia da República).
Como é possível acreditar em líderes deste calibre ...
É a crise de valores, uma crise social que é bem pior que uma crise económica e que nos há de ruinar.
Qualquer dia temos um Trump por cá ... e nesse dia choraremos e berrarem
para a 07.11.2024 às 09:23
ResponderEliminarSó tu é que abres os códigos, sim senhor, mais um grande estudioso e desperdiçado neste labirinto.
É dos chips
Ora aí está!
ResponderEliminarExigências e salário.
E acrescendo deslocados que nunca mais chegarão a casa.
ResponderEliminarNada mudará.
Quem manda são os magistrados e conselhos de magistratura.
Gosto especialmente da primeira parte do seu comentário.
ResponderEliminarE provo, bem, o vinho todos os dias ao jantar!
Será ainda de ponderar se a prova não deve também ser feita ao almoço!
Poderia ajudar para a segunda parte ...
ResponderEliminarDúvidas de que a honra é coisa de outros tempos?
tempos em que se celebravam acordos de palavra.
Sim, a palavra valia mais que uma escritura.
A malta nova não sabe o que isso é, com exemplos de políticos, governantes que não cumprem com a palavra.
Governados por gente que não presta, honra nem palavra.
Cada vez mais fundo esta sociedade.
Nada se espera de bom.
Mas se a bitola é não ter palavra, está tudo bem.
Continuem.
Pobres dos filhos vindouros.
A vagina da inJustiça precisa urgentemente de uma cirurgia reconstrutiva.
ResponderEliminarÉ usada e abusada por um sem número de indivíduos, e sofre, como seria de esperar, de uma visível deterioração!...
Partidos políticos são máfias autênticas, que só servem os interesses de agendas obscuras.
ResponderEliminarO Povo papa tudo!
Por favor não chamem de provas a isto que se passou ... creio que foi mais um teste às nossas capacidades cognitivas e nesse aspeto estamos mais perdidos que um demente.
ResponderEliminarMais valia terem dito que bastava o "diploma" e pupava-se trabalho.
Como se costuma dizer qualquer "burro com livros debaixo do braço é doutor" e como tal, é justo o silogismo - se foram maioritariamente "doutores" (com isto quero dizer licenciados) a concorrer e, muito provavelmente, com aprovação, significa que teremos a breve trecho muitos espaços parecidos com aquele que existe no Norte (creio que em Miranda do Douro) reservado à raça asinina...
O que não se estranha pois que, tal como os burros, temos carregado a albarda motivados com uma cenoura que nunca alcançamos mas que nos sussurram que é cada vez mais saborosa ... e isso nunca se saberá pois que a cenoura não existe é fictícia e obra da astúcia do dono que nis matem em perpétuo engano.
Percebeu o texto no que escrevi e na mensagem que quis passar .. a "prova" do vinho tinto até será mais difícil para alguns do que a "prova" a que se sujeitaram para entrar nos tribunais.
ResponderEliminarPara outros, que todos os dias se poem à "prova" cada vez que iniciam uma jornada de trabalho, intermediá-la com uma "prova de tinto" poderá fazer-lhes despertar a líbido, desinibirem-se e reagirem a este estado profundamente letárgico.
Se vir as "capelinhas" desenhadas pelo vinho que escorre nas laterais das canecas é sinal que é bom vinho! Aproveite, pois dizem que é bom!
Tenho caseiro, obrigado.
ResponderEliminarVocês já viram a última comunicação de A. Marçal intitulada "NOTA DO PRESIDENTE"?
ResponderEliminarQue coisa horrível, cheia de nada !...
Com este número de aprovações é certo que as mesmas não irão ser todas preenchidas mas também veremos a abertura de vagas será para todo o país ou se vai concentrar na área de Lisboa mais uma vez.
ResponderEliminarQuanto á questão do CC o mesmo é verificado no inicio da prova, a câmara do Porto faz assim provas online e nunca vi este tipo de problemas.
Vergonha, nunca na função pública teve uma prova feita pelo sofá…
ResponderEliminarNão sei se já tinham pensado que
ResponderEliminarNINGUÉM FAZ UM CURSO DE DIREITO PARA SER OFICIAL DE JUSTIÇA.
Se não tinham pensado nisto, agora pensem...
O/A colega Caça-Falácias já ontem aqui aludiu a uma dança de cadeiras impossível por não haverem assim tantas cadeiras disponíveis e as que há já estarem ocupadas por gente também com habilitações e mais anos de serviço.
ResponderEliminarGraças a Deus que a cadeira do vinho está sempre livre!
Pare de se meter na vida dos outros e nas suas opções.
ResponderEliminarTodos estes licenciados concorreram na perspetiva do novo paradigma da carreira, que se prevê para breve, na qual a função de oficial de justiça será apenas exercida por licenciados.
Com certeza que não concorreram para técnicos de justiça ( se for esta a designação), categoria na qual o colega ingressará caso não tenha habilitações para mais, como se presume do seu discurso compulsivo.
Vi vi!
ResponderEliminarÉ igual à do seu congénere SOJ, tb uma coisa horrível, cheia de nada!
Já viu, estamos bem entregues!
É verdade, mas se o paradigma mudasse e a carreira fosse fortemente valorizada podia ser uma alternativa viável!
ResponderEliminarO A. Marçal na sua "NOTA DO PRESIDENTE", de hoje, está a tratar disso!
ehehehhe
Eu acredito e para a exigência é muito mas muito mal pago mesmo, não tenho dúvidas.
ResponderEliminarAchei muito interessante a dinâmica, com certeza houve um erro de trajeto quanto aos emails enviados, embora acho que deveriam ter colocado um período final de até 23:00 horas pro exemplo, mas de resto estou satisfeito, a prova não me parecia fraudulenta como dito por alguns.
ResponderEliminarFui só eu que achei esta prova de chacha?? Quando entrei em 2017 o nível de dificuldade era muito superior a este! Nem precisava de códigos para tirar positiva 😂
ResponderEliminarNão percebo a comichão que faz a alguns colegas o facto da prova ser fácil, ser à distância, ser fraudulenta, etc, etc.
ResponderEliminarA maioria deles não vai aceitar o lugar.
Os que cá ficarem serão na sua grande maioria bem recebidos e desde que sejam humildes, trabalhadores e com vontade de apreender está tudo bem.
Com a falta de OJ's, toda a ajuda de boa vontade é bem recebida.
Quanto ao Trump.
A quantidade de colegas que ficaram todos contentes com a eleição é desoladora.
Nem consigo falar sobre isso.
Estamos cada vez mais divididos em pessoas com algum bom senso, moderadas e civilizadas e Javardos.
Muito Javardo que anda para aí....
Abraço ao Blog.
FF
Mudando do tema
ResponderEliminare porque estou a precisar do dinheiro relativo ao tempo de provisório:
O Sr articulista ou alguém aqui pode informar se recentemente alguém foi notificado dos valores?
Apenas para saber se está em andamento ou por algum motivo as ditas notificações estão paradas.
Descumpem e obrigado.
A coisa parece estar a andar devagarinho.
ResponderEliminarSindicatos, mexam-se para alguma coisa. Irra...
Correto. É só fazer corresponder a lei a realidade portanto!
ResponderEliminarMas há alguém que tenha sido notificado recentemente?
ResponderEliminarEu sou formada, mestrada (pré-bolonha) e exerço a minha profissão há muitos, muitos anos. E inscrevi-me no procedimento. E realizei a prova. E pondero vir a ser sua Colega. Só sabe do barco quem lá vai dentro.
ResponderEliminarMuito bem dito
ResponderEliminarEspero que consiga e será bem vinda.
ResponderEliminarNão ligue a muitos dos comentários que por aqui andam, de alguns- e quase sempre os mesmos- que se se aproveitam do anonimato aqui permitido, para expor as suas frustrações e complexos, e assim continuarão enquanto houver quem lhes dê ouvidos, ja que a falta de brio e comodismo, nao lhes permite outra visão da vida.
Estes comentários não representam o pensamento dominante, principalmente de quem conta convosco para levar o " barco a bom porto".
Devemos contar com a boa fé do governo, de que tudo fará para dar condições de trabalho que dignifiquem a carreira e a tornem mais atrativa.
Caso não aconteça, o que no acredito, contamos convosco para lutar por um futuro melhor.
Então SOJ a tua ação ridícula contra a ilegalidade do exame como está??
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ResponderEliminarMais um parolo...
ResponderEliminarA Diana é mestre de quê? Cerimónias? Relações públicas?
E, além do mais, vem apenas pelo vínculo, não é?!!
Isto é uma prova? Não antes um teste do nono ano. Fonix
ResponderEliminarSabe que fica sempre bem meter uma açaozita de modo a satisfazer a frustração de quem paga quotas.
ResponderEliminarHá muito que se segue essa cartilha.
Pois, mas mesmo assim na opinião de alguns iluminados, há muita gente especialista nas matérias a fazer se passar pelos candidatos na prova.😅
ResponderEliminarO Trump andou mesmo a meter chips nas vacinas.
Obrigado por confirmares o que disse às 14.04, frustrado das 14.23.
ResponderEliminarComparar o vazio de quem tenta justificar o prejuízo causado a todos nós, com o esforço que faz quem sem ovos tenta fazer omeletes, é de uma enorme desonestidade, no mínimo, intelectual. Bem haja SOJ.
ResponderEliminarO mesmo Marçal que andou contra o ingresso de licenciados em 2007 e não fosse o SOJ os ingressos se fariam por concursos internos, integrando osc excedentes de outros ministérios. Muitos desconhecem os factos, outros prostituídos pelas sandes de leitão, ficam em silêncio. Mas foi este mesmo Marçal e o Fernando Jorge quem promoveram o grau de complexidade 2 para todos os oficiais de justiça.
ResponderEliminarResposta ao comentário das 13:49
ResponderEliminarCara Diana fuja,...mas fuja muito e nem pense olhar para trás...Não queira ver como está o estado do convés do navio...
As notificações e pagamentos continuam e, ao que diz a DGAJ, a muito bom ritmo.
ResponderEliminarA DGAJ demorou um ano para is 500 da lista da sentença, mas agora acaba de dizer que em dois meses já despachou 600. A ser assim, o ritmo está, efetivamente, muito bom. A manter-se este ritmo, em cerca de um ano e pico a lista dos 4460 poderia estar resolvida.
A admissão à carreira dos OJ compete?
ResponderEliminarÉ de rir...
Mais um a tentar livrar-se dos licenciados!
ResponderEliminarNão te esforces, pois vais ter que levar com 570 iguais a ela.
Ainda bem que alguns comentários não retratam a classe no seu todo se não os novos candidatos ao ler alguns comentários ficariam com uma ideia pouco simpática do ambiente de trabalho que lhes espera.
ResponderEliminarConcordo. Fazer sala e carregar na gravação, chamar as testemunhas, fazer atas através de transcrição automática, enviar cartas, juntar papéis, dar entrada a expediente, fazer a folha do correio...não sei se os novos estarão à altura do desafio. Para ganhar pouco mais de mil euros. Com tamanha complexidade, no mínimo 2000 euros.
ResponderEliminarMas há candidatos advogados nas listas!!! Não percebo nada disto!!
ResponderEliminarMas há candidatos advogados nas listas e que foram aprovados!!! Não percebo nada disto!! Pelo menos UM!
ResponderEliminarApoiado!
ResponderEliminarPelo menos duas advogadas
ResponderEliminarA câmara municipal do porto faz exames online...
ResponderEliminarPara o Anonimo das 16:40....
ResponderEliminarMas você está a brincar??
A destacar as tarefas mais básicas...
E se for para um diap como é??
É assim táo simples..
Tenha vergonha nessa cara... é inquirições, interrogatórios, gerir os inquéritos por ordem de urgência, peritagem á letra, aplicação de suspensão provisória do processo, dar baixas, cumprir acusações, tramitar processos sumários, registrar óbitos, tramitar processos de maior acompanhado...etc..
...oficiar a entidades, autuar processos, listagens mensais, notificações e até já têm o printing e finishing...peço desculpa, os do DIAP merecem 2500 euros. Fica a correção distintiva
ResponderEliminarPara a Diana seja bem vinda.
ResponderEliminarMas cuidado com esta classe e principalmente os magistrados , vão tentar diminui-la o fato de ser licenciada ainda vão tentar mais.
Todos dizem para fugir, que se mude blablablá...
Mas o certo é que eles não mudam...
O principal será o medo que lhe tentaram incutir, provavelmente metendo a a trabalhar com o pior magistrado de feitio.
Eles vão tentar violar os seus direitos como trabalhadora, será você a ter coragem ou não para premitir que isso aconteça...
A profissão e os atos da mesma são interessantes, contudo está profissão está destruída pela própria classe ..que no fim do mês levaram muito mais dinheiro que você e trabalharam ainda menos...
Sim , muitos comentários bem fáceis de identificar (os insultuosos e os querem a evolução da carreira) não representam de todo a classe.
ResponderEliminarMuito obrigado pela informação.
ResponderEliminarA sério? São mesmo advogadas ou advogadolas? A vida está mesmo má mas não sabia que estava tanto assim. Entāo querem passar de cavalo para burro como se costuma dizer.
ResponderEliminarAnda muita gente por aí que errou na profissão e com uma prova destas, no sofá, era de arriscar agora para a profissão certa. Quem nunca ? Oportunidades destas, em casa, só na Câmara do Porto, como aqui escreveram.
Mais uma vez temos a prova do pouco valor atribuído à profissāo: desconsiderada, menosprezada sempre e ainda mais nestes últimos anos, agora também pelo meio como foi feita a prova "pública ?????) de acesso.
É assim que querem recrutar os melhores ?
Até o blogue, na justificação, falava em que faltariam às provas menos candidatos, coitadinhos, ai, ai, a distância. Viu-se realmente que houve uma " grande ....diferença", valha-nos uma albarda.
Igual ăs sondagens e comentadores das eleições americanas: uma desgraça no acerto. Abençoados milhões e milhões de americanos que apostaram em Trump, não foram em ideias pré-fabricadas e sorrisos mil, desfazados da realidade .
Cá, ainda bem que todos os Organismos Públicos nāo fazem nada assim. As razões desta opção, quaisquer que elas sejam, não foram explicadas mas é certo que mais tarde vão saber-se.Até porque, a lista provisória logo demonstrou o rigoroso cuidado na elaboração, mesmo sendo provisória.
É tudo trabalho da IA ?
Se eu te apanho ja vez o parolo...
ResponderEliminarEsta classe de parolos ainda não entendeu que a fasquia está a aumentar..que o futuro desta profissão passa por licenciados
ResponderEliminarhttps://dgaj.justica.gov.pt/Instrumentos-de-gestao/Projetos-PRR
ResponderEliminarA maioria está com a cabeça metida na areia.
ResponderEliminarBasta olhar para os projetos PRR para perceber que 50% dos atuais OJs nunca n vida se vão adaptar a isto.
Bem que podem abrir já outro concurso para mais 1000, caso contrário esta reforma fica na gaveta.
Diana não!!! Doutora Diana!!
ResponderEliminarRespeitinho!!!
se os candidatos fossem ler alguns comentários daqui rezavam para não terem esses como futuros colegas
ResponderEliminarEu fiz a prova e no início tive que apresentar o meu cartão de cidadão junto da câmara de vigilância para confirmar identidade. Se calhar não têm esta informação.
ResponderEliminarPor aí, até pode parecer simples.
ResponderEliminarO que eles não estarão habituados é a trabalhar com o cronómetro.
Quando perceberem que essas tarefas simples terão que ser desempenhadas em tempo recorde e que se irão acumulando de dia para dia prejudicando as suas avaliações, aí já se tornará um pouco mais equilibrado.
Eu estou primeiro.
ResponderEliminarTens que esperar a tua vês para apanhar o parolo.
Já no meu estágio, em 2000, tive colegas advogada(o)s.
ResponderEliminarUm usa vez o outro vês e ambos conseguem escrever de forma errada. Realmente há por aqui muito analfabeto com licenciatura. Irra!
ResponderEliminarE ainda que à distância, seria interessante a estatística de , tendo em conta a "extrema" dificuldade desta prova (ver provas de acesso OJS).
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