Carta aberta ao presidente do SFJ por um ex-associado

      Os Oficiais de Justiça estão fartos e cansados de tantos anos de pura impotência e repetidos inconseguimentos e, por isso mesmo, especialmente ao longo deste ano, têm surgido diversas iniciativas, individuais ou coletivas, que demonstram ainda a necessidade de ação que os Oficiais de Justiça sentem e não veem refletida nos sindicatos.


      Temos dado notícia de todas as iniciativas de que vamos tendo conhecimento e hoje vamos divulgar mais uma.


      Trata-se de uma carta aberta dirigida ao presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), escrita por um ex-associado deste sindicato e que, para além de associado, exerceu ainda funções de representação do sindicato num núcleo de relevo e sempre com especial destaque ao nível sindical.


      Não é a primeira iniciativa deste ex-associado do SFJ, já aqui referimos outras, sem ir mais longe, no artigo de ontem, pelo que hoje damos notícia da carta aberta porque o seu conteúdo descreve, espelha o pensamento de muitos Oficiais de Justiça e apela, não só ao sentido crítico, como ao espírito de renovação de uma entidade cuja responsabilidade, pela representatividade, é muita, e tem sempre influência na vida de todos os Oficiais de Justiça.


      A carta começa assim:


      «Caro colega Marçal, foi o artigo de “opinião” publicado na pretérita quarta-feira, que motivou esta carta. Vejamos: O colega faz parte da estrutura sindical do SFJ, com responsabilidades executivas, pelo menos, desde 2002. Desde essa altura para cá, a carreira dos funcionários judiciais e, bem assim, os seus direitos pessoais e profissionais têm sido atacados de uma forma ímpar.»


      De seguida apresenta uma breve resenha histórica com análise crítica de alguns sucessivos inconseguimentos e passividade, para concluir assim:


      «Aqui chegados importa perguntar:


      – Se o colega é dirigente sindical a tempo inteiro, tem responsabilidades executivas, pelo menos desde 2002, não será a falta de experiência que terá levado à assinatura deste acordo;


      – Se o colega é um prestigiado dirigente político, filiado no PS, presidente da concelhia do PS da Lousã, com notórias aspirações políticas, não será a proximidade ideológica com o Governo em funções que justificará a existência desse acordo;


      – A postura, comportamento e falta de palavra de todos os ministros da Justiça (do PS e do PSD), no período que compreende os mandatos sindicais nos quais tem responsabilidades diretas, a crer nas diversas informações sindicais, não poderá servir de mote nem de motivo para crer na palavra de mais uma ministra da justiça que, pasme-se, é de família política oponente à do colega.


      Muitas outras questões poderiam ser esmiuçadas aqui, no entanto, o largo período de tempo na história do SFJ que está marcado pela sua ação não permite caber nesta missiva.


      Para finalizar, o incompreensível adiamento das eleições para os órgãos sociais do SFJ, qual “coup d`état”, na minha ótica tem como único propósito permitir que, no futuro, havendo um qualquer novo estatuto, que divida a carreira, ou não, que deixe alguém para trás, ou não, na qualidade de dirigente sindical possa apresentar aquilo que, até hoje, não foi capaz – uma representação sindical eficaz, atual, presente, inclusiva e por todos, e não só por alguns.


      Aqui chegados, a conclusão que retiro é que o colega tem trabalhado, não em prol dos associados e funcionários judiciais, tal como apregoa, mas antes contra os seus colegas, guiado pelas suas ambições pessoais, o que não teria mal nenhum se, nos intervalos, fosse olhando para os outros colegas.


      Sendo o colega provido de uma tal inteligência, olhando para o seu legado como dirigente sindical, o período de tempo em que exerceu funções sindicais, o momento em que está a carreira profissional dos funcionários judiciais, o impacto direto da sua ação na vida de milhares dos seus pares e o conteúdo do seu último artigo de ”opinião”, publicado no jornal “Correio da Manhã, a ser coerente com essa inteligência, tem que, tal como a pessoa a quem se refere no mencionado artigo, tirar conclusões e deixar de, com a sua (in)ação, deixar de prejudicar, de uma vez por todas, os seus colegas.


      Com os melhores cumprimentos / um ex-associado / Joaquim Queirós»


      Pode aceder à totalidade da carta aqui citada através da seguinte hiperligação: “Carta aberta ao presidente do SFJ”.


CartaAberta.jpg

Comentários

  1. Bom dia.
    Transporte:

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  2. Apesar de denominada “Carta aberta” e independentemente do teor do “post” é de lamentar a publicação de missivas pessoais, quiçá, estritamente movidas por antigos ressabiamentos e só compreensíveis pelos próprios…. e mais não vale a pena dizer…

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  3. Bom dia.
    E o SFJ irá interpelar a DGAJ acerca da suspensão da publicação das listas de progressão de escalão?
    É que desta vez fui também eu outra vez comido de cebolada pelo dito braço articulado duma entidade que muitos oficiais de justiça não compreendem.
    Mas voltando à vaca fria, de certa forma eu estava a conseguir monitorizar o ritmo do pagamento do tempo de provisório não considerado, via as listas todos os meses, ia verificar se tinham registo mais ou menos 3 anos antes, se necessário confrontava com as listas de antiguidade, e assim conseguia ir controlando dentro do possível a velocidade de cruzeiro da DGAJ.
    Agora vou deixar de ter esses indicadores, e já só poderei alvitrar que aquelas duas pessoas poderão passar a andar a passo de caracol.
    Isto para lá das teorias da conspiração, pois primeiro dizia-se que alguém na DGAJ com iluminação, defendia que não se deveria regularizar a situação de mais ninguém exceto os da ação, depois outros mandaram ir avançando pelos associados do SFJ e o resto logo se via, sendo que, se a seu tempo fosse preciso continuar, prosseguiriam pelos neutrais e só por fim processariam os pagamentos aos do SOJ.
    Mas tudo teorias, eu penso que se deve dar ser o benefício da dúvida a estas entidades que são pessoas de bem e não entrar por aí.

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  4. Se fosse para elogiar já não havia problema. O rebanho sempre atento a críticas ao pastor.

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  5. Completamente de acordo. Apenas uma resalva (o homem tem ouvidos de mercador) e tem-se como de inteligência superior.

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  6. Advogado do Diabo13/12/24 09:16

    Presumi que o bloguista tenha dado conhecimento prévio desta publicação de hoje ao Queirós.
    Confessando não ter lido a carta na íntegra, pela leitura do excerto aqui publicado, fica-me a "perceção" de que os temas abordados serão transversais a todos os oficiais de justiça e funcionários judiciais e não se tratarem de meros desabafos, lamúrias ou desavenças de um homem só.

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  7. Para terem uma ideia da erosão do poder de compra que tivemos nos ultimos 30 anos, quando entrei para os tribunais, 33 anos atrás o salário de escriturário, no primeiro escalão, era mais do dobro do salário minimo na altura, o que corresponderia a ser hoje de 1600,00 euros no primeiro escalão de auxiliar. 
    Ora, um auxiliar a começar ganha uns 1000 euros, pouco acima do salário minimo actual, portanto deviamos a estar a ganhar pelo menos mais 500 euros para acompanhar o custo de vida correspondente.
    Pedir um aumento de 300 euros é mais do que justo e fica aquem do que deveria ser, por isso o SFJ quando assinou este acordo dos 3,5 % estava em dia NÂO e com total falta de consciencia do que estava a fazer o que nos está a custar muito caro. 
    No próximo ano, ou os sindicatos e os oficiais de justiça se convencem que a luta vai ser dura ou então não vale a pena perder mais tempo e os sindicatos deixam de ter razão para existir.

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  8. "dar sempre" e não "dar ser", ainda que a nossa entidade empregadora bem precisasse de um pouco mais de essência.

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  9. A estupidez elevada ao limite, exponenciada por outros estúpidos só pode ser adjetivada de  "infinita".
    Em lugar de rebater as considerações, uma por uma, vem aqui dizer que se tratou de ressabiamento.
    Discuta a substância da missiva e diga se assiste ou não razão no que é dito.
    Eu acho que sim o colega talvez ache que não - deve fazer parte do tal grupo do elogio mútuo - não sei é qual a razão do seu comportamento - será que é a causa do ressabiamento que refere (será que é por ocupar um lugar "importante" na estrutura, quiçá, outrora apetecido daquele subscritor?).
    No fundo a questão resume-se a isto: a personagem ´(independentemente da sua vida pessoal) é manifestamente incompetente para exercer as suas atuais funções de dirigente sindical (em 22 anos foi de perda em perda) e é inadmissível que tais cargos sejam ocupados da mesma forma que Salazar ocupou o poder (numa democracia os quadros regeneram-se de pessoas livres de pensamento e resolutas na ação e não ficam presos ao apoucamento e à pequenez de pensamento).
    Dia 17 será o dia de toda a verdade.
    Apelo aqui ao SOJ que mude de vida e tome uma atitude condizente com os postulados que tiveram na origem da sua criação - não terão sido os mesmos que o SFJ pois que seria redundante e por isso dispensável.

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  10. Espero e desejo que no dia 17/Dez., em reunião, não seja esquecido o tempo de serviço congelado!!


    Recordo, a este propósito mas noutra carreira, que HOJE, a recuperação do tempo de serviço volta a ser debatido pelas doze estruturas sindicais que representam os professores e a equipa do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).

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  11. É uma carta aberta!


    Não percebem o que quer dizer?!!


    É como um e-mail com conhecimento a ...
    Não percebem?!!!

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  12. FALAM DEZOITO (18) DIAS PARA O TÉRMINUS DO PRAZO
    Faltam quatro dias para a troca de presentes entre o SFJ e a equipa do MJ.
    Como se tratará, ao que julgo saber, das últimas reuniões para negociação da carreira (até o INEM e os Sapadores já sabem com o que vão contar) vai acontecer o que acontece aos incautos que reservam para o último dia as compras dos presentes e víveres para a ceia de Natal - vão ficar com o refugado e com as migalhas, pois que outros (que, esses sim, são dotados de inteligência superior), porque mais avisados, apressaram-se a tratar das suas vidas atempadamente obtendo um melhor ganho na relação custo/benefício do que negociaram.
    Há quem diga: "palermas há muitos" ; eu acrescento: "na sua maioria são oficiais de justiça".
    Somos todos otários e deixamo-nos guiar pelos maiores de todos.

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  13. Tony, Tony, o que andaste/andas a fazer?!!


    Porque é que todos estão zangados contigo?


    Diz-nos Tone o que te vai na alma! ...

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  14. Sim, não esquecer o que nos é devido!

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  15. Você e o tempo congelado.
    Compre um micro-ondas com essa funcionalidade ("defrost") que lhe fica mais barato. 
    Não digo que não tenha razão, pelo princípio da igualdade de tratamento, mas a prioridade de todas é a revisão da carreira, nomeadamente, remuneratória.
    Há muitos que, tal como eu, estão no último escalão e, por isso, contar o tempo de serviço congelado de nada serve.
    Mas já servirá uma revisão do Estatuto que resolva os imbróglios criados com o curso de Secretário e os movimentos sem promoções.
    É preciso acabar com o regime de substituições que nos prejudica seriamente a todos e desbloquear as promoções urgentes e necessárias quer para os serviços quer para os funcionários.
    O resto só serve a quem está bem de vida - quiçá, já será secretário ou escrivão de direito ou técnico principal e o que quer é caminhar para o último nível remuneratório antes que venha o "SIADAP adaptado para os tribunais" e acabe com a mama de muitos que se acomodaram.
    É o que penso muito sinceramente.

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  16. Já foram apresentas propostas na AR, não há muito tempo, há poucos dias mesmo, que permitiriam acomodar também o seu tempo de serviço congelado - criação de novos/aumento de escalões -.

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  17. Sendo "carta aberta" é de acesso público e desde ontem que circula nas redes sociais. Por tal motivo não precisamos de comunicar nem pedir autorização para a publicar, porque não se trata de correspondência privada.
    De todos modos, apesar disso, como sempre agimos, informamos ontem o autor de que a iríamos divulgar, porque o seu conteúdo tinha interesse informativo 

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  18. "apresentadas" e ignoradas

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  19. Colega, há quem diga, a propósito da humanidade e bondade de uma pessoa que "tem boa alma ou é uma alma boa" - no sentido que se preocupa com o bem estar dos outros, que aprecia que os outros estejam bem e faz por isso.
    Não é o caso da personagem.
    Como referiu Herman José numa entrevista recente, estas pessoas (que atropelam tudo e todos para lograr os seus intentos pessoais) estão-se marimbando para o que acontece com os outros (desde que estejam bem os outros que se lixem). Não têm remorsos ou peso na consciência e convivem muito bem com a crítica, sem vergonha do que fazem (ou não fazem) e até se regozijam quando são criticados, numa interpretação de que o foram é porque fizeram algo que pessoalmente o beneficiou (no fundo que foi inteligente para si próprio).
    São pessoas assim caracterizadas, em quem eu pessoalmente não reconheço virtuosismo algum nas funções sindicais, que ocupam os lugares e a eles se prendem com cadeados e aloquetes sem chave que deixam propositadamente enferrujar para não serem depostos do trono que ocupam.
    Mas a oxidação desses elementos(cadeado e aloquete) são gera duas coisas muito importantes para a sustentação da vida - água e oxigénio -  e por isso, mais tarde ou mais cedo, terá de acontecer - a vida na terra começou a ser possível com a oxidação do ferro no fundo dos oceanos.
    Assim, quando for levado um novo "oxigénio" àquela estrutura representativa - falo de pessoas rejuvenescidas, resolutas e competentes - a nossa carreira verá uma nova vida.

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  20. Advogado do Diabo13/12/24 10:18

    Eu apenas quis significar que qualquer pessoa de bem, como estou convicto de que o Sr. oficialdejustiça será, apesar de se tratar duma carta aberta, teria sempre o cuidado de informar o autor de que a iria replicar em parte ou na íntegra num espaço público, até para não correr o risco de ser acusado de apropriação indébita de propriedade intelectual.

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  21. Rei dos Carros de Combate13/12/24 10:20

    Claro. É uma coisa que se aprende na tropa.

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  22. Uma carta aberta pode conter matéria considerada ofensiva/injuriosa para e pelo destinatário da mesma, pelo que quem a replica poderá vir a ser corresponsabilizado pela sua divulgação.
    Eu acho.

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  23. Em tempo:
    Não considero que seja este o caso.

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  24. Um indivíduo que é tratado de forma desigual a outros seus concidadãos e se conforma com isso só porque não obterá nada material, não vou dizer que seja abjeto como aqueles que sem escrúpulos aplicam essas medidas, mas no mínimo perderá a satisfação de ter lutado por um princípio.

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  25. A carta aberta só esqueceu também o anterior dirigente

    sr fernando jorge
    que foi feito em 25 anos? ações em tribunal pontuais? isso era o minimo que tinham que fazer, pois se nem isso fizessem é que de nada serviam mesmo.





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  26. Aí está o cabal esclarecimento,está carta diz tudo.


    Contra fatos não existe argumentos.

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  27. Gajo do Vinho13/12/24 11:07

    Bom dia.
    Cada vez acordo mais tarde.
    Por este andar, um destes dias não acordarei de todo...

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  28. Este até nem é assim tão tolo como parece.
    Reparem na analogia.
    Oficiais de Justiça, antes que seja tarde demais para acordarem!

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  29. Rei dos Oficiais de Justiça13/12/24 11:18

    Estes andam aqui com cartas de amor, quando na realidade o desmantelamento da profissão nos últimos 25 anos foi brutal.

    Por tudo isto eu próprio irei fazer a queixa anonima em breve.


    Vá tudo para o cilindro..

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  30. O trabalho da formiguinha, acabou por virar trabalho de cigarra 

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  31. Graça Barros13/12/24 11:24

    este comentário é meu, ficou anónimo mas eu assumo o que escrevo.

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  32. É uma carta aberta!


    "ABERTA"!

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  33. Rei dos Oficiais de Justiça13/12/24 11:36

    Chilindro

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  34. Rei dos Oficiais de Justiça13/12/24 11:37

    Qual rei qual carapuça?

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  35. Uma vez que a substituta da Diretora Geral está de saída ainda este ano, alguém sabe quem será o novo diretor geral ?

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  36. Dar interesse informativo a uma carta entre duas comadres que se zangaram é de facto revelador que estamos no mundo do big brother.
    Só posso entender isto como uma forma indireta deste Blogue manifestar a sua opinião sobre a prestação do visado.
    Mas ficava melhor que o fizesse diretamente sem intermediários, em beneficio da transparencia.

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  37. Não de4svalorize o conteúdo da carta. Com ou sem zanga e as palavras são suas, é feita uma resenha que diz da atividade de um sindicato nos últimos anos. E muito mais haveria por dizer. Mas também acho que deva haver uma carta aberta para o soj, pois estes em 2014 nada fizeram. Estamos entregues à bicharada e estes não querem vir trabalhar para o batente. 

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  38. Eu quero é dormir.

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  39. Ainda não saiu? que está lá a fazer? ainda tem mais vida negra para  fazer aos OJ?

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  40. Falta, sem duvida referir o anterior dirigente Fernando Jorge.
    Que fêz?

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  41. Para quem está no último escalão de facto o tempo congelado não é uma prioridade.
    E que tal deixar de pensar só em si?

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  42. Há muita gente que tem todas as razões para andarem fodidas com o Marçal;


    Mas, também há outras, refiro-me às chefias (interinas), os 500 da ação (tempo eventual), os recolocados em outros juízos, etc, que têm todas as razões do mundo para considerarem o Marçal, o melhor, dos melhores presidentes.

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  43. Bom dia a todos. Tinha lido esta missiva ainda ontem, embora em alguns pontos tenha razão o colega, acerca dos 20% de aumento do SRP não o tem. Eu li a proposta de estatuto elaborado pela tutela e o que lá dizia era um aumento de 10% para 20% ( e muito duvidoso pois não mencionavam se era para todos os ojs) mas no final da proposta dizia o seguinte: os 10% atuais eram para suprimir, acabar! Está lá escrito. Ora se nos queriam dar 20 tiravam 10 ficavam 10% muito duvidosos. No demais o colega tem a liberdade toda de escrever o que quizer. Mas essa dos 20% é uma afirmação incongroentemente falsa!

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  44. Os 500 da ação (tempo eventual)? Porquê?

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  45. João Silva13/12/24 12:06

    O artigo de hoje, revela bem como o pessoal do SFJ ficou cheio de comichão com o texto da carta aberta. Aliás, nas redes sociais é o costume e até com a não publicação de alguns comentários pelos administradores das páginas. Uns autênticos democratas....
    É impressionante a quantidade de gente do SFJ que quer "matar" o/os mensageiros.
    Haja algum dos apaniguados que venham demonstrar com factos o que ali está errado.

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  46. O que o colega diz na missiva é que, como estavam dispostos da dar-nos um suplemento de 20%, no acordo dos papos secos deveria ter sido ponto de negociação imprescindível. Parece ser esse o raciocínio. Depois negociava-se o estatuto.

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  47. Acima de tudo, se é para divulgar opiniões pessoais de colegas, o que devia interessar era a opinião das gerações mais novas, que garantem o futuro da carreira e não de quem está de saída.

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  48. A carta podia ser bastante mais demolidora. Infelizmente!


    Não fala do enorme prejuízo da perda dos SSMJ.


    Não fala da perda do benefício de bonificação do tempo de serviço prestado na R.A. Açores.


    Não fala da vergonhosa postura do sfj quanto à recuperação do tempo de serviço congelado.


    E mais. Desde 1999 tem sido sempre a PERDER!


    Vá-se embora Marçal!

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  49. Não se trata de lavagem de roupa suja, mas de uma manifestação pública com interesse informativo geral, uma vez que o associado e delegado sindical abandonou a estrutura e expõe publicamente motivação. É, portanto, notícia.

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  50. Resposta ao comentário das 11:40.
    Dar interesse informativo a um associado e delegado sindical que abandona a estrutura sindical é notícia e mais notícia é quando expõe motivação numa carta que é aberta e corre na Internet. 
    Caso ainda não tenha percebido, esta página dá notícias de coisas relacionadas com Oficiais de Justiça, seja lá o que for, pelo que esta manifestação é tão notícia como uma qualquer nota sindical, informação governamental, etc. Tudo terá interesse e será notícia se alguma referência tiver aos Oficiais de Justiça e isto não significa, necessariamente, que partilhemos as opiniões que outros expõem, pelo menos nos termos expostos, motivo pelo qual sempre destacamos as aspas daquilo que não é nosso - veja no texto as aspas destacadas em tamanho e cor - é a notícia e é o interesse dos Oficiais de Justiça no seu conjunto, independentemente de poder não agradar a todos.

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  51. Não vou aqui tecer considerandos sobre a inteligência dos colegas, mas apenas dizer o seguinte em defesa dos meus neurónios:
    - Eu não penso só em mim, senão reparemos:
    1 - a revisão da carreira, permite não só o desbloqueio nas promoções  - que atualmente não existem (só para os amigos e  em regime de substituição) como a revisão dos níveis remuneratórios;
    2 - nessa revisão, pode e deve ser considerada essa recuperação (do tempo congelado);
    3 - a revisão é a única forma de solucionar os imbróglios criados com as ações propostas -e bem - quer pelos sindicatos quer pelos funcionários.
    4 - não é possível uma revisão salarial sem revisão da carreira (dita de especial) que resolva a compensação pela disponibilidade e respeite a especialização e o trabalho suplementar.
    5 - É a única forma de forçar a (re)qualificação dos serviços e melhorar a (re)distribuição dos recursos, pela elaboração e/ou correção dos atuais critérios (de escassez,, nº de atos, etc.) existentes.
    E mais, muito mais, fica por dizer.
    Quem me criticou deve oxigenar pouco e por isso talvez os seus neurónios se limitem a uma visão curta, muito curta, tão curta que ao tecerem a crítica eivaram eles próprios das mesmas considerações - só pensaram no seu umbigo!

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  52. Digo "otários e palermas" no sentido de que não somos nada inteligentes para governar as nossas vidas - assemelhamo-nos  muito com aqueles que por infortúnio não desenvolveram capacidades cognitivas, e nem da higiene pessoal são capazes de tratar!

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  53. Tem a palavra Tony Marcial (tone).


    Faça favor! ...

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  54. O autor da carta13/12/24 15:13

    Maria de Lurdes Rodrigues, coordenadora do livro "40 anos de políticas de justiça em Portugal", refere que ainda hoje o 25 de abril está por fazer no sistema judiciário português.
    Um ex-bastonário da ordem dos advogados disse que "se o Marquês de Pombal, ressuscitasse e entrasse numa sala de audiências, sentir-se-ia em casa".
    O assunto que hoje por aqui se discute é bem mais profundo do que os motivos, os "ressabiamentos" ou as intenções do seu autor.
    O documento indica um conjunto de momentos, poucos é certo, que, no passado, foram oportunidades perdidas na dignificação da nossa carreira.
    Mais uma vez, estamos perante outro momento crucial da nossa vida profissional e, mantendo-se o mesmo tipo de representação, de "modus operandi", de divisão entre os sindicatos, o resultado não será diverso dos resultados (não)alcançados no passado.
    Ainda bem que todos podem ler e interpretar o que está escrito, ainda que seja um desperdicio de tempo fazê-lo quanto a putativas intenções e motivos para a sua elaboração.
    Seria mais proveitoso, porque esse foi e é o objectivo, que o seu conteudo, para além de causar incómodo, como causou, o que é sempre um bom sinal, servisse de reflexão sobre o momento que atravessamos, qual é a qualidade e o tipo de representatividade sindical que temos e que queremos e, acima de tudo, que num futuro estatuto profissional, todos, mas mesmo todos, possamos "caber" sem ver traídas as nossas genuinas e reais expectativas profisisonais.
    Não podendo controlar, e ainda bem, o que interpretam ou retiram do que está escrito, o que deixou de fazer parte do léxico sindical do presidente do sindicato a quem a carta se dirigia, foi"ninguem fica para trás", "a integrassão do SRP é uma linha vermelha que não se pode ultrapassar", entre outras que qualquer um de nós pode percepcionar, analisando criticamente o percurso, pelo menos desde 2017.
    Bom fim de semana a todos.      
     

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  55. Já o escrevi, aqui, mas volto a escrver:
    O 25 de abril, foi muito importante para o país, mas, pecou:
    - No Interior (desertificação) e na JUSTIÇA.

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  56. Não é possível uma aumentos remuneratórios sem revisão do estatuto???
    O sr./sra tem visto o que tem acontecido com outras classes profissionais com aumentos a rondar os 300€??
    Estamos a brincar??
    É óbvio que é possível.
    E tem sido bem possível, para outras carreiras, para a nossa é que não tem sido possível porque alguém rubricou um acordo de 30€
    Não brinquem conosco nem insultem a nossa inteligência 

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  57. Eu sei que cada um sabe da sua vida, mas deixo aqui a minha opinião.


    Os 300 euros mensais que perdemos em virtude o do chamado "acordo dos papos-secos" fazem falta, fazem até muita falta!


    Numa altura que diversos sindicatos, de diversas profissões, conseguiram aumentos salarias dessa ordem (€ 300 mensais) para dezenas de milhares de funcionários, é inacreditável o prejuízo que a pessoa em causa no artigo de hoje causou a aos 7000 Oficiais de Justiça.


    Mas a situação é ainda pior, porque levando o aumento salarial à discussão do novo estatuto, estamos a dar a oportunidade ao MJ de apresentar aumentos em contrapartida de concessões no "desenho" desse mesmo estatuto!


    Ora, isso não  aconteceu com os policias, nem com as outras profissões, como também não devia acontecer connosco!  


    Pior, mesmo que conseguíssemos aumentos de igual natureza, seria já com meses de atraso.


    Meus caros colegas, eu não sou rico, e trabalho para fazer face às necessidades da minha família. Os 300 euros mensais, que se transformariam em 4.200 ao fim do ano (300X14) fazem-me muita falta!


    Isto não é um brincadeira, é a vida real, de que tem o seu salário já muito esticado!


    O que António Marçal e o SFJ fizeram é incompreensível, e causa-nos prejuízos financeiros consideráveis!


    Não vejo nenhuma desculpa, nenhuma explicação para o sucedido!


    Somos as vítimas e ainda somos olhados como os "parolos" da administração pública.


    Caros colegas, isto é sério, muito mais do que alguns aqui fazem parecer.


    Abraço.   

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  58. Tenham calma o homem tem ambições. Só  abandona quando chegar a "edil", e desde já digo que vão ficar bem servidos. Vota Marçal. 

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  59. Mais um dia de trabalho carregado de conversa inútil neste forum, e que nada acrescenta ao bem comum.
    Mas pronto, casa um tem a sua "carta aberta" para largar o seu fel.

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  60. O que acrescenta ao bem comum será a ignorância e o secretismo isso sim contribui para o bem estar mas de alguns. É a vida.

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  61. Mais um apaniguado do pastor a tentar desvalorizar os fatos apresentados na carta.

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  62. Acrescentaria ao bem comum divulgarem o IV segredo de Fátima, que tarda em ser conhecido!...
    O tal prometido documento, dos três grupos de trabalho, que foram a Fátima "a pé", em período de férias!...
    E vamos levar com isto,  pelo menos, por mais seis meses!...

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  63. Não percebo essa obsessão de que existe secretismo.
    Acham mesmo que a "proposta" de estatuto a apresentar difere muito das anteriores?
    Para mim a única dúvida é se o governo vai aprovar o diploma mesmo com a eventual falta de acordo,  ou se aproveita para deixar a carreira estagnada mais uns anos.
    Os sindicatos têm que ter o bom senso de pensar mais no futuro da carreira, nas gerações de funcionários mais novos e na melhoria da qualidade do serviço  prestado ao cidadão, do que em manter o status das gerações mais velhas, nos pruridos dos adjuntos em fazer julgamentos, e outros pormenores irrelevantes.
    A carreira precisa de uma reestruturação profunda, doa a quem doer e há que ter a decência e a coragem de o fazer.

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  64. Se quiser saber da vida dos outros e dos seus problemas intestinais, compro a revista Caras ou vou costurar à janela.

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  65. Chegados aqui, só há uma solução:


    Ilegalizar e extinguir o sindicato!


    Um sindicato que não se bate por melhores condições, que não defende e promove a classe, e que não luta por um futuro melhor, não tem razões para existir.


    Acabe-se de uma vez com o sindicato pois ele não serve para nada!!

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  66. Há uma maneira simples de o fazer, desvincularem-se de tal entidade.


    Estive mais de 20 anos a descontar do meu salário para esse sindicato, que me presenteou com um dito acordo, que não passa de uma capitulação e me faz perder tanto dinheiro mensalmente.


    Nada mais há a dizer de António Marçal e do seu SFJ.

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  67. O banco de Portugal acaba de divulgar a previsão de défice orçamental já no próximo ano.


    Ou seja, não esperem aumentos ou sequer revisão da nossa tabela salarial.


    Portanto, quem mamou mamou. Quem não mamou tivesse mamado.


    Obrigado sindicato 👏🙌

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  68. Isso seria tudo muito bonito se houvesse algo alternativo a que se pudesse chamar sindicato.
    Portanto, para mudar para uma nulidade mais vale mal acompanhado.

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  69. Porque é uma carreira especial dentro das especiais.

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  70. Se andasses 5 anos como eventual não  perguntavas.
    Estiveste sempre bem de vida.

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  71. Como ainda há poucos dias o Sr. articulista por aqui explicou, a ação nada teve a ver com tempos de eventualidade, versou sobre tempo de provisoriedade não considerado para progressão de escalão e, por mera coincidência, apanhou pelo meio uns oficiais de justiça que estiveram em situação de eventualidade muito mais tempo do que o que teria sido justo e desejável, tendo havido posteriormente uma decisão governamental que, no momento de finalmente integrar esses oficiais de justiça na carreira, considerou muito justamente esse tempo já de si um período probatório, passando os ditos colegas de eventuais a definitivos, e muito bem.
    Ora, nesse momento foi-lhes feita uma parte da justiça, finalmente a plena integração, mas considerando que o primeiro ano de eventualidade foi convertido em provisoriedade, os restantes 3 anos haveriam de ter que contar como escalão, e foi o que se fez agora no ato do pagamento dos valores da ação. Cumpriu-se o resto da justiça que lhes faltava fazer.
    O que quer dizer que, tirando juros que possam ser-lhes devidos mas que serão transversais a todos os oficiais de justiça aos quais não foi considerado o tempo de provisório para progressão de escalão, também já é altura de aqueles se deixarem da história dos coitadinhos, até porque, por exemplo, há por estes dias adjuntos que não entraram em 2001 mas sim em 2000 e 1999 a ganhar menos do que os que deles já foram ressarcidos ao abrigo da ação 2073/09.

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  72. Diamantino Oliveira Lopes14/12/24 21:11

    Muita parra e pouca uva. Esta carta aberta também nada ajuda ou esclarece os colegas oficiais de justiça.

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