DGAJ afirma esconder a verdade aos Oficiais de Justiça

      A ministra da Justiça assinalou o Dia Internacional Contra a Corrupção na conferência sobre o “Regime geral de Prevenção da Corrupção: obrigações, desafios e boas práticas no contexto das Autarquias Locais”, organizada pela Câmara Municipal de Pombal e pela Transparência Internacional/Portugal, que decorreu esta segunda-feira, em Pombal.


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      Atenção ao que diz a ministra da Justiça, Rita Júdice: diz que “a corrupção vive do compadrio, da promiscuidade, do segredo, da falta de informação, da falta de uma comunicação social forte e independente.” E esse pensamento, encaixilhado em imagem para as redes sociais, repercute-se por cada utilizador etéreo.


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      Refere a ministra, negativamente, a promiscuidade, o segredo, a falta de informação… Enfim, aspetos que, considera, contribuem ativamente para que a corrupção viva, isto é, que são fatores que lhe dão vida; que são o seu alimento.


      Não vem isto a propósito – mas podia vir –, do secretismo que envolve as propostas e as reuniões sindicais com os membros do Governo, mantendo as tais facetas do segredo, da falta de informação e, bem assim, da promiscuidade que é sentida pelos Oficiais de Justiça; mas não, não nos queremos referir a nada dessas relações e dessas atitudes, pois já todos os Oficiais de Justiça as conhecem desde há muitos anos, pelo que, embora se mantenha essa triste sina, este fadário não é, propriamente, uma novidade.


      Vem isto a propósito, sim, agora sim; a propósito de um outro extrato que podemos ler, não nas redes sociais, mas na página da DGAJ, não com o destaque na página principal, como desde há seis anos ocorria, mas numa subpágina exclusiva para o interesse dos Oficiais de Justiça, e consta assim:


      «Informa-se que atendendo ao facto das listas de progressão de escalão, publicadas nos últimos meses, já refletirem o tempo de serviço do período probatório, para os oficiais de justiça a quem já foi contabilizado, o que pode gerar, nas referidas listas, situações com o mesmo tempo de serviço na categoria posicionados em escalões diferentes, os serviços interromperam a publicação das mesmas até que se encontre contabilizado a todos os oficiais de justiça o tempo de serviço do período probatório para efeitos de progressão e respetiva reconstituição.»


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      Mas o que é isto?


      As listas de progressão de escalões estão a ser publicadas praticamente todos os meses desde há uma longa meia-dúzia de anos, de forma ininterrupta a cada final do mês.


      Com estas publicações mensais os Oficiais de Justiça iam verificando o estado e os momentos concretos em que mudavam de escalão, alguns acompanhando esta evolução já desde há dois ou três escalões, porque para além dos seis anos de publicações, também houve a compensação (não para todos por igual) dos dois anos e pico de descongelamento.


      Ora, decidiu agora a DGAJ, após todos estes anos de esclarecimento e transparência, deixar de publicar as listas, sendo a última que divulgou correspondente ao mês de setembro de 2024.


      E qual o motivo para deixar de divulgar as subidas de escalão?


      Responde a DGAJ, no aviso acima transcrito, que é para esconder de uns a subida de outros. Sim, é para não se saber.


      Considera a DGAJ que há quem esteja a mudar de escalão, porque já teve a sorte de ver o seu tempo probatório contabilizado e, por conseguinte, saltou para a frente, ao contrário de outros que, apesar de terem iniciado funções na mesma altura ainda não viram o seu período probatório contado, o que, por conseguinte, faz com que ainda não tenham mudado de posição remuneratória.


      É esse o motivo para a omissão das listas de progressões, porque assim, mantendo as progressões em segredo, ninguém sabe o que se está a passar e aqueles que aguardam, aguardarão na ignorância e, certamente, chatearão menos; serão os novos pacificados.


      Toda a gente sabe que os tais 4460 Oficiais de Justiça da lista para contar não podem ver contados todos os períodos probatórios ao mesmo tempo e, precisamente por isso, uns serão contados primeiro do que outros; não vale a pena esconder tal facto, é incontornável e inevitável.


      Mas então, se facto é facto, o que é que se passa? Porquê o secretismo? Porquê dizer-se que só retomarão a publicação das listas quando tudo estiver acabado? Ou seja, ao ritmo atual, lá para 2026 (a correr bem)?


      É aqui que ouvimos o eco das palavras da ministra da Justiça que tutela aquela entidade administrativa, e é aqui que ouvimos a menção à falta de informação e ao segredo.


      Por um lado, em termos públicos, aquelas palavras da ministra ficam muito bem nos discursos e servem tão bem para encaixilhar em imagens nas redes sociais, mas, na prática, vemos como tal discurso não colhe nem floresce dentro da sua própria organização que faz tudo ao contrário daquilo que a ministra se esforça por propalar publicamente, embora sem disciplinar internamente.


      É um esforço ao contrário. A ministra fala negativamente do “segredo” e da falta de informação, pois eleva-se logo o segredo e a falta de informação ao patamar da bondade, da simplicidade, da ingenuidade pura da ignorância, com propósitos tão bondosos quanto o da pacificação.


      Consideram-se gente de bem que tem bons propósitos, onde o esconder a informação é considerado um ato caridoso de apaziguamento das almas irrequietas. É como um pássaro na escuridão: não voa e não pia. Um completo sossego é o que se pretende dos Oficiais de Justiça e é por isso que se pensam e se tomam estas atitudes descabidas, descabeladas e absurdas, mas, pior ainda, são atitudes tomadas com toda a naturalidade e até com a convicção do bem-fazer.


      É intolerável que os Oficiais de Justiça sejam assim tratados, como tontos, putos irrequietos, ou tipos perigosos, considerando que é necessário esconder-lhes a verdade e a realidade, para que não se exaltem histéricos.


      Assim, na ausência de divulgação das listas mensais, das que estão em atraso e das futuras, todos os Oficiais de Justiça poderão dirigir solicitações à DGAJ, mensalmente, para saber se é neste mês que a sua situação muda. Todos os meses, todos, ou muitos, podem querer saber, até que regressem as listas.


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      Fontes: “Instagram MJ” e “DGAJ”.

Comentários

  1. Bom dia.
    Se na passada sexta-feira fiz greve contra a vilania, hoje vai ser contra a tirania.
    E da próxima vez certamente que não me faltarão motivos, e se não houver nenhuma novidade, o que vem de trás já serão razões mais do que suficientes.

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  2. Rei dos Mercedes11/12/24 08:44

    Inimaginável!!!

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  3. Mas que retângulo mais importante este da DGAJ que aparece hoje no artigo do Blogue!
    Então os dgajos consideram relevante esclarecer uma situação que por causa dum critério duma aberrante arbitrariedade pode conduzir a que pessoas com o mesmo tempo de serviço possam refletir-se em escalões diferentes e estão positivamente a cag@r-se para o facto de com essa arbitrariedade estarem a pagar vencimentos superiores a oficiais de justiça com menos um ou dois anos de serviço do que outros com mais anos de serviço na carreira e até de categoria superior?
    Por exemplo, há atualmente imensas pessoas entradas em 2001 a ganhar mais do que algumas entradas em 1999, e as de 2001 são auxiliares e as de 1999 são adjuntas.

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  4. Eu também faço.
    A estrutura sindical à qual pago cota está a ser desconsiderada neste processo estatutário, para não dizer mesmo ignorada.
    A tutela clama pelo cumprimento das regras do estado de direito democrático em matéria de negociação, mas depois tem ela própria comportamentos ditatoriais não inclusivos contra partes que pretendem seguir os procedimentos.
    Logo, se os meus representantes são ignorados, significa isso que eu também não existo para a tutela, pelo que não faz sentido, sendo invisível, estar lá no posto de trabalho.
    Pelo menos hoje, que é um dia em que a referida desconsideração está mais acesa, mais ou menos como a minha lareira.

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  5. Não se vislumbra qual o alcance dessa informação, na medida em que ninguém irá ficar prejudicado, pois aqueles que forem ressarcidos mais tarde certamente que irão receber retroativos relativamente aos que em igual situação já começaram a ser remunerados por escalão superior...

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  6. Isto está assim porque a classe quer....


    Então meninos vamos puxar pela cabeça..


    Afinal vocês são oficiais de justiça ou os padres da paróquia??


    Lidamos com milhares de processos, com os melhores e piores advogados, com os melhores e piores magistrados, com os maiores e piores bandidos.
    Com os maiores tipos de crime.
    Se este conhecimento não é um tipo de poder então não sei o que será...


    Está DGAJ já começa a meter nojo, é claramente uma inimiga da classe...trata nos com a mesma prepotência de alguns magistrados.


    Assim face a postura de tal inimiga, que tal efetuarmos uma manifestação em frente á DGAJ??


    Que tal enviar cartas massivamente de PROTESTO por anos de destrato??
    Que tal assinar livro de reclamações ou enviar reclamações??


    Que tal ir lá arrebentar com aquilo tudo??

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  7. Os oficiais de justiça são tratados como putos porque parecem putos.


    Não exigem nada de ninguém, mesmo que não queiram levantar da cama para ir para a rua protestar existe outras formas de manifestação.
    Todos os oficiais de justiça bem sabem como se faz as coisas..


    Que tal efetuar a competente queixa para o provedor de justiça??


    Quantas já foram feitas???
    Talvez nenhuma.


    Que tal denúncias anónimas contra o sindicatos?


    Vamos puxar pelas cabecinhas você bem sabem como se faz as coisas...

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  8. Mais nada!
    Contra quem nos destrata, desde tutela a gestão comarca e outros tiranos

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  9. Pelo menos que informassem do critério usado para os  reposicionamentos e pagamentos já  efetuados e respetivas agenda e critérios para os que faltam.
    Vergonha.
    Quanto a reunião de terça feira, reunião apelidada por Marçal e companhia de formal!!!!!!
    Não compreendo a lógica. Primeiramente disseram que havia um ponto de contacto para troca de informação relativa ao estatuto, que não existiriam reuniões formais, e agora, passados estes meses todos surge isto.
    Aconteceu Fátima nas férias, com tantooooooo trabalhoooooo, depois pontos de contacto, te oca de informação (que os sócios nunca souberam qual a entregue e a recebida) e agora isto.
    E o Marçal e a corte, uma vez mais, a bater palmas !!!!! Batam é com a cabeça, para ver se a consertam 
    Valha-nos  São Cinfronio .

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  10. OJstracizado11/12/24 09:37

    Paaaaaaaaaaaaaaaaraaaaaaaaaaar aaaaaa máquiiiiinaaa...

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  11. quanto mais tempo demorarem a pagar, mais receberão


    o problema é os juros que estão a render do lado de lá e deviam estar já do aldo de cá


    pois é
    caloteiros!

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  12. Vou relatar a minha experiência com a DGAJ .
    Existiu um mês que não recebi nada, será isso possível ou legal?


    Estive de baixa por motivos de saúde voltei ao trabalho e nesse mês após ter trabalho não recebi salário, liguei para lá ainda se começaram a rir 


    Sr. Bloguer podia me esclarecer se isso é legal, ou possível?

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  13. provedor de justiça é mera figura decorativa

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  14. Camarada, já pedi pareceres/fiz denúncias à Provedoria de Justiça sobre assuntos (in)constitucionais e de lá responderam-me que a DGAJ, entidade patronal, era soberana e devia saber bem o que estava a fazer.
    O Pai Natal vem já aí ao virar da esquina.

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  15. Como o colega FF diz
    ´

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  16. Não importa mas emite recomendações , e notificava DGAJ, e entre eles bem sabemos que se importam .
    Aliás essas recomendações são publicadas, e fundamentadas com lei.
    Contribuindo para mais um ponto a favor dos oficiais de justiça.

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  17. A sra. ministra terá, em primeriro lugar de tratar de acabar com os contratos de consultoria jurídica ruinosos para o estado, que são celebrados com várias firmas de advogados -a do seu papá incluída.
    E depois ou ao mesmo tempo, tará de tratar de arrumar a própria casa, acabando com as centenas de promoções interinas ou em substituição por esse país fora !
    E só depois poderá ter cara para vir dar aulas de cidadania e seriedade ao resto da sociedade.

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  18. E você já notificou o seu sindicato? A exigir que trabalhem uma vez que é para isso que você paga.


    Ou até esse ato simples, de exigir um direito que é seu, você tem medo?


    Sim porque os oficiais de justiça têm medo de tudo, medo de processos disciplinares, medo de serem cidadãos suspeitos como se fossem seres desprovidos de direitos.

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  19. Eu vi. 
    As causas negacionistas.
    Antro de Arbitrariedade e Iniquidade.
    Mas como diz, AGI, também não fica mal.

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  20. Bom dia,
    Não percebo, mas é que não percebo mesmo, como é que esta senhora ex-sub-Diretora promovida a Diretora Geral da DGAJ ficou por ali a continuar o (mau, muito mau) trabalho que vinha sido realizado.
    É aberrante o número de imbróglios jurídicos criados pelas pessoas ali colocadas pelo PS (podiam ter sido pelo PSD mas deu-se o caso que não foram) e mais aberrante ainda é a circunstância de terem permanecido no cargo mesmo depois da mudança de equipa no MJ (o que, julgo, só sucedeu por não terem encontrado ninguém que quisesse assumir a responsabilidade de resolver tamanhos imbróglios jurídicos e não só ...).
    A incompetência levada ao limite leva sempre a querelas difíceis de resolver.
    As más decisões ou a falta delas (de decisões) geram um terreno fértil para a ascensão dos - de todos aqueles - que se encontram numa "paragem de autocarro sem saberem como ali foram parar" e apanham uma promoção ou progressão, muito antes daqueles a que por direito e justiça se destinava, e que é retardada por o autocarro entretanto já estar lotado. Assim, pelo meio da confusão, uns saem sempre mais favorecidos que outros e nem sempre é pelo mérito.
    Já aqui disse e repito, num Estado de Direito Democrático os Juízes são para decidir nos Tribunais e os Procuradores para exercer as funções que estatuariamente lhe estão conferidas.
    É verdadeiramente inacreditável o número de magistrados em comissões de serviço que fazem carreira sem quase aquecerem as cadeiras na carreira de origem, muitos deles exercendo funções (de políticas) administrativas sem que estejam capacitados para tal. Ao fim de alguns anos são promovidos na carreira de origem, sem provas dadas da sua competência atenta a falta de sustentação no tempo, prestando-se a cargos (ditos superiores mas que eu considero inferiores) para os quais não estão decididamente preparados e que só se prontificam para esse efeito para fugir à responsabilidade da carreira de origem (se não querem ser magistrados que se demitam das funções, ponto!).
    Eu pergunto como é que, nestes últimos tempos, se têm feito os movimentos sem que a antiguidade de todos - repito de todos - esteja regularizada.
    Tudo isto se passa a frente dos sindicatos por sua vez pejados de incompetentes nas funções em que foram investidos pelos colegas (no tempo do Fernando Jorge, antes deste sair dos tribunais, em meados 2005 creio, enquanto dirigente do SFJ propôs uma alteração aos Estatutos que permitiu uma aberração monstruosa - abriu a possibilidade de continuar em cargos do sindicato, numa espécie de perenidade (assemelhada à de um regime  autoritário) - e agora são pessoas já desligadas dos serviços, portanto despreocupadas com os nossos problemas, a decidir as nossas vidas).
    Eu, que já fui sindicalizado do SFJ, não posso compactuar com este situacionismo em que todos nós - de forma geral - somos prejudicados e os nossos interesses são servidos numa bandeja para que uns poucos - um grupo muito restrito - sejam beneficiados.
    Um dia destes a justiça cai na rua pois é impossível permanecer com quietude perante tanta arbitrariedade e discricionariedade que nos entra diariamente pelos olhos dentro  - há um limite para tudo.
    Como é que alguém pode conviver com este regime de substituição nos cargos de chefia ao ver constantemente muitos colegas beneficiados apenas pela incompetência da tutela - eu não culpo os colegas.
    O certo é que de imbróglio em imbróglio tenho a minha vida adiada - como é que vão haver promoções a Escrivães, a Técnicos de Justiça Principais ou a Secretários com ações pendentes e estes imbróglios a avolumarem-se - faltam-me cerca de 15 anos para a aposentação e está visto que nunca conseguirei a realização profissional (o melhor é desistir e fazer o mínimo).
    Faltam vinte (20) dias (seis para a reunião de consortes) e espero que as coisas mudem senão bato a porta de vez (e já tenho para onde ir) mas antes denunciarei, sempre que puder, a promiscuidade que ao longo dos anos fui vendo (e em alguns casos existem processos criminais em curso).<br /

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  21. Bom dia caros e estimado colegas!


    Cada vez me convenço mais que andam aí pessoas nas mais altas instâncias das lides que decidem o futuro das vidas dos Oficiais de Justiça a brincarem com as mesmas vidas e o futuro dos mesmos.


    Por favor colegas está aqui uma prova cabal, que quando vier o projeto do estatuto publicado no BTEP, temos que ler e escrutinar bem, somos a maioria de uma geração que perdeu a maior parte dos direitos que nos diferenciava nos deveres especiais no que concerne às restantes profissões do regime geral da função publica.


    Por isso no que concerne à passagem para o grau funcional III, devem ser todos os Oficiais de Justiça de forma automática escrivães/tecnicos auxiliares, escrivães/tecnicos adjuntos e não só os escrivães de dierito, tecnicos de justiça principais e secretários. 


    Sejam os auxiliares e adjuntos licenciados ou não, os anos de serviço de competência nesta profissão já para este pleito nos qualifica e muito para grau funcional III e muitos mais houvessem.
    Trouxe este assunto à liça no seguimento deste, em virtude de estarem correlacionados quanto à nossa forma pacífica de aceitar.


    E o foco terá que ser no meu entendimento se com isto tudo junto mais de acordo do que poderá daí vir, não nos deixarmos como se diz aqui para o norte "não nos deixarmos comer gelados com a testa" e sermos firmes nas nossas convicções. 


    JUSTIÇA PARA QUEM NELA TRABALHA, NÃO DEIXARMOS CAIR DAS CAUSAS MAIS JUSTAS DA NOSSA CONTEMPORANEIDADEabraço. 

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  22. Não me parece...
    Acho que as pessoas só serão pagas até ao dia em que chegarem ao último escalão.
    Por exemplo, um auxiliar do 5.º escalão que com a reconstituição saltou para o sexto em setembro de 2024, passou a ganhar pelo sexto a partir desse mês, mas um colega dele com o mesmo tempo de serviço a quem façam as contas lá para abril de 2025, vai receber a compensação até a esse mês de setembro de 2024 em que chegaria ao 6.º escalão por força da reconstituição do tempo de provisório, só que entretanto vai estar a receber pelo 5.º escalão até ao mês em que lhe façam as contas e o passem definitivamente para o 6.º escalão - abril de 2025 - e essa diferença de escalões entre setembro de 2024 e abril de 2025 já nunca lha irão pagar e vai sair à casa?

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  23. Bom dia colega,
    Para que não se perca na pegada digital que deixei por aí vou reiterar um comentário de algum tempo atrás sobre o assunto.
    A AT tem uma plataforma de interação - eBalcão - onde pode expor o caso e solicitar informação sobre o mesmo do ponto de vista tributário.
    Mas tanto a DGAJ como o SFJ e até o SOJ, podiam e deveriam ter solicitado uma informação vinculativa (prevista no art.º 68º da LGT) para vincular a tutela - e com isso desresponsabilizar eventuais más interpretações - protegendo os oficiais de justiça da voracidade da máquina administrativa que funciona e está sempre á espreita do erro que é sancionado a nível contraordenacional e moratório (um incumprimento gera normalmente processo contraordenacional e execução de dívida referente ao tributo com custas próprias e juros).
    Optaram antes por nos manter a todos num desnorte desconcertante - conheço muitos oficiais de justiça que foram notificados e vão receber milhares de euros e pelo que vejo uma parte irá para os cofres da AT não por lhe ser devido mas apenas pelo incauto.

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  24. Desta vez - por muito que me custe - em abono da ministra.
    Não é o governo que manda na DGAJ...
    E é claro que o organismo que a tutela também é politizado, mas é diferente.
    Como por exemplo alguns dos próprios juízes que são nomeados para o constitucional terem cor política.

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  25. Excelente análise !!
    Não queriam ser juízes, escolhessem outra profissão!
    Agora exercer cargos para os quais não estão minimamente preparados é que não !
    E por isso estamos neste marasmo.
    E o CSM que não se queixe que faltam juízes. Ponham essa gente nos tribunais que foi para isso que foram formados.
    E aí, sim, de beca e em execício de funções, são órgãos de soberania. 
    Não é comportarem-se dessa forma em funções distintas, como se a profissão fosse extensivel a tudo.

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  26. Com todo o respeito discordo em absoluto com o colega.
    Perceber as qualificações dos - de todos os oficiais de justiça - as suas capacidades e competências adquiridas ao longo dos anos é meio caminho andado para nos habilitarmos a oferecer soluções.
    Eu, pessoalmente, conheço muitos colegas que por estarem perto da aposentação, ou perto de casa, entre outros motivos, não querem assumir maior responsabilidade e contentam-se com o cargo que ocupam e funções  que exercem.
    Não estou a ver a bitola para diferenciar estes colegas de todos os outros que se destacam pelas suas capacidades e competências.
    Não menosprezo as funções dos colegas que comodamente preferem ficar como estão mas que, apesar disso, realizam trabalho imprescindível e muitas vezes insubstituível, não se trata disso.
    No futuro, espero, as exigências aos Oficiais de Justiça, serão maiores porque será muito diferente a demanda dos tribunais, o nosso papel pode ser valorizado diferenciando-se algumas funções mais técnicas e específicas de outras mais rotineiras, meramente administrativas ou indiferenciadas.
    Eu, pessoalmente, defendo esta diferenciação (e não é por me incluir num grupo de licenciados ou de chefias) porque sei que é o que se exige aconteça no futuro para assegurar  o funcionamento dos tribunais.
    Essa de ou vamos todos ou não vai ninguém não me colhe tributo - vai quem tiver unhas e quiser e fica quem não as tiver ou não quiser.
    O resto é conversa da treta. 
    OBS: (isto não significa que quem não quiser a diferenciação seja prejudicado porque, como é óbvio, tem de ser revista a tabela de progressão com o necessário acrescento - virtual - de mais níveis para compensar uma espécie de "renúncia abdicativa" de ascensão a cargos superiores)

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  27. Obrigado colega Ribeiro.
    Ainda não fui notificado, mas irei informar-me sobre  essa 

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  28. Como alguém aqui disse um destes dias,


    conheço colegas que cumprem 2 ou 3 despachos por dia e nada mais, estão-se lixando. quando entrei fazia-me impressão, mas agora também lhes dou razão. Mínimo dos mínimos perante o que a tutela nos tem feito.

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  29. Eu fui promovido a adjunto em 2010 e como me apercebi - curiosamente por meio de consulta às listas cuja publicação foi agora suspensa - de que colegas promovidos após o descongelamento estavam por volta de finais/princípios dos anos 2023/2024 a chegar ao 6.º escalão da categoria enquanto eu com o dobro do serviço prestado na mesma continuava pelo terceiro, perguntei à Provedoria de Justiça se estaria correto, tendo-me sido respondido que a DGAJ sabia bem o que fazia.

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  30. De acordo.
    Desde que os dois primeiros pontos de partida sejam:
    Igualdade.
    Duas igualdades.
    Recuperação do tempo de serviço congelado nem mais nem menos do que a que já foi concedida por este governo a outros cidadãos que neste momento, quer queiramos quer não, estão elevados a uma casta superior.
    E, talvez ainda antes, equiparação a muitos que continuando iguais a nós no que concerne à recuperação do tempo de serviço, já levam pelo menos 250 paus de avanço - 300 paus - 3,5% = 250 paus.


    Sem isto, NUNCA os respeitarei e em grazinada sempre farei tudo para colocar a máxima granizada na engrenagem.

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  31. O restante é desperdício traduzido no nosso caso em erros evitáveis, redundâncias, repetições de procedimentos e burocracia generalizada.

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  32. Gajo do Vinho11/12/24 11:14

    Azeite, alho, louro, pão torrado com manteiga.
    Branco frisante fresquinho...

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  33. OJstracizado11/12/24 11:17

    divide ut regnes

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  34. Respeitando a posição da colega como a colega respeitou a minha.


    Com lisura lhe respondo argumentando, não cabe numa carreira de regime especial dois ou mais graus de natureza funcional diferente, nem nos Oficiais de Registos e Notariado e nem da dos Inspetores da Policia Judiciária. 


    Numa carreira de regime especial cabem sim categorias diferentes de acordo com a redponsabilidade e competências dentro do grau funcional a que pertencem. 


    Em suma, no meu entendimento e da maioria dos Oficiais de Justiça que aliás me abordam não aceitam uma descriminação de haver Oficiais de Justiça de primeira e de segunda, serem vedados de chegar ao topo por serem divididos e depois executarem tarefas delegadas po outros com a mesma complexidade ou até maior.


    Como tal devem existir é concursos para promoções inter categorias dentro da dita futura carreira especial de grau funcional III dos Oficiais de Justiça. 


    Senão muitos de não irão aceitar esta injustiça é claro é a minha opinião e da maioria dos colegas com eu convivo.


    Já bastam as injustiças que temos tido estes anos todos e as que vivemos no dia à dia.


    Mas esta com todo respeito colega, não iremos tolerar.


    Cumprimentos e bom dia de trabalho.

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  35. Têm que pagar  a diferença até  ter chegado ao escalão em que deveria estar, óbvio.

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  36. O Ministério da (in)Justiça no seu melhor!


    Seria engraçado se não fosse trágico, mas estes ministério tem de ser levado perante a justiça, perante os tribunais! ...

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  37. OJstracizado11/12/24 11:31

    Acrescento:
    Não iremos tolerar nem precisaremos de grande escarcéu.
    Será uma luta fácil mesmo que em surdina.
    E - curiosamente, uma vez mais - o segredo está numas das listas que a DGAJ costuma publicar, umas que são anuais...

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  38. Então os que ainda não foram notificados que não se ponham finos a ver se recebem os acertos até ao dia em que são notificados ou se é só até ao dia em que subiram de escalão...

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  39. Manifestação contrA a DGAJ já, queixa crime anónima já contrA a DGAJ e sindicatos.

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  40. Já abordamos há meses este assunto. 
    A retenção na fonte de IRS é obrigatória, mas não está a ser feita sobre o valor da remuneração compensatória, o que resultará na cobrança pelo Fisco no próximo ano no habitual acerto anual. 
    Não é possível retroagir a tantos anos anteriores, pelo que a retenção será efetuada pela globalidade recebida este ano (para quem recebe este ano). 
    Alguns terão surpresas enormes, pois grande parte do que agora receberam terá de ser entregue ao Fisco, porque a entidade pagadora está a pagar sem a devida retenção na fonte.

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  41. Confusão não.
    A DGAJ não está na dependência funcional do governo, e não é o ministério da justiça que destrata os oficiais de justiça, este apenas os ignora.
    Quem tutela verdadeiramente a DGAJ, que nos trata tão mal, é um órgão de soberania que não pode ser levado perante si mesmo.

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  42. E os dgajos lá na DGAJ a partir o coco a rir.
    "Tanta gritaria para serem chacinados".
    " Nem sabem o que os espera".
    Vão eles pensando enquanto vão pegando no conta-gotas das notificações.

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  43. E queres ser nível 3 ?????
    Porra... que pergunta de menino inocente.
    Se não consegues perceber se em determinado mês tens ou não direito ao teu salário, devias trabalhar nas obras a carregar cimento.. ah.. espera, nem aí, que até esses saberiam

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  44. Rainha dos Andarilhos, Algálias e Arrastadeiras11/12/24 11:55

    E vamos duas.

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  45. Deixem de ser simplistas na análise destas questões.
    O que importa não é só a data da promoção.

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  46. Depende. Há baixas pagas pela Segurança Social e há a possibilidade de erro. Seja como for, claro que receber o vencimento tem mesmo de suceder.

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  47. A ministra defende o "olha para o que digo e não para o que faço".
    Triste!
    Depois queixam-se dos Gouveia e Melo...

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  48. Errata:_promiviso  deveria ser promovidos

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  49. Sim, e depois aparecem nas listas de antiguidade da categoria lá tudo para a frente porque só têm meia dúzia de anos de serviço nela prestados mas ganham muito mais do que muitos dos adjuntos que constam dessas listas com números de ordem bem inferiores porque têm pelo menos o dobro do tempo de serviço na categoria.
    Tudo de acordo aos mais elementares princípios constitucionais da proporcionalidade.

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  50. Não terá qualquer hipótese em submarinos contra o Paulo Portas.

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  51. GREVE AOS ACTOS!

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  52. para 


    A  diefrença de  tempo que estiverem a receber pelo 5º quando deveriam estar já a  receber pelo 6º tem que que ser paga. Ou seja  o tempo correspondente à diferença, até  acertarem efetivamente o 6º tem que ser pago.
    Onde está a dúvida?

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  53. Sr Bloguer, mas   assim o valor a pagar é maior? não há solução para minimizar e tornar o valor a pagar mais justo? 

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  54. Anónimo das 10:1211/12/24 12:39

    A dúvida vai ter que estar no olho dos futuros notificandos.
    Ou não concorda com o título de hoje do Blogue?

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  55. Não se preocupe.
    Se houver medida mais favorável a DGAJ tratará de a aplicar.

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  56. Se se considerasse o pagamento como uma indemnização teria outro tratamento, mas está a ser considerado vencimento normal e, assim sendo, aplicam-se as tabelas normais em vigor para o recebimento. 

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  57. Não, a DGAJ não vai tratar de aplicar nada, simplesmente lava as mãos do IRS, paga tudo e deixa que seja o Fisco a ficar mal na foto. Já desde o ano passado que é esta a atitude 

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  58. Há por aqui algum colega que  já tenha recebido e tenha  questionado o Fisco/AT sobre como proceder  aquando da entrega da declaração para o ano?
    Agradecida, caso possam informar.

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  59. Não, não e não!


    A DGAJ não é os tribunais!
    É apenas um entidade administrativa, e como qualquer outra entidade, responde perante os tribunais! 

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  60. GREVE ÀS DILIGÊNCIAS!

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  61. Claro.
    A DGAJ aplica-se sempre a medida mais favorável, nem que seja meramente no plano da imagem, como parece ser este o caso, diabolizando a AT.

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  62. A DGAJ é um braço executivo dum órgão de soberania.

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  63. Ehehe carregaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaáaaaaaaaaaste bem.

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  64. O seu entendimento é o seu entendimento e eu respeito-o.
    Todavia, pergunto-me como é que alguém pode pensar assim ? desta forma, julgando tudo por igual, quando afinal somos muito diferentes.
    A/O colega não convive com mediocridade como eu já convivi e não me venha dizer que é uma pequena parte que não é. 
    Fruto da indiferença a que fomos votados pelos sindicatos e pelo facto de não ter sido feita uma reforma atempada, os serviços estão envelhecidos, cheios de pessoas acomodadas e com - muito - pouco espírito de missão.
    Pelo caminho houve quem se aperfeiçoasse e investisse na formação e na aquisição de conhecimento e competências e houve muitos outros que se ficaram nem pela metade.
    Agora querem que todos - sem qualquer diagnóstico sobre os seus conhecimentos ou capacidade - sejam reclassificados? Assim, sem mais.
    Não acho. Mas é a minha opinião 

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  65. provavelmente, porque, como é sabido, há adjuntos com o mesmo tempo de serviço e com salários distintos


    a tabela e a forma como são efetuados os pagamentos é inconstitucional


    a trabalho igual salário igual


    se uns foram auxilares mais tempo e galgam para um salário superior ao colega que entrou ao mesmo tempo a justiça neste caso tem que ser posta à prova nos Tribunais.


    os sindicatos que andem para a frente 


    porque o adjunto com o salário mais chorudo não o vai perder, mas o adjunto com o salário inferior tem direito a um salário igual ao do chorudo


    rua Marçal

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  66. Colega com estima, o escurtinio são espeções e boas ações de formação com o desempenho de funções na tramitação processual e produtividade, não são os diplomas vejo muita gente diplomada com licenciatura e são muito piores no desempenho do que colegas que entraram com o 11 ano de escolaridade acima da escolaridade minima à data do ingresso que era o 9 ano, sobre o escrutínio maior que os atuais licenciados um grau acima da escolaridade mínima obrigatória na atualidade 12 ano de escolaridade. 


    Por essa razão não podemos deixar ninguém para trás. 


    Avaliações competem às chefias e aos Senhores Inspetores do COJ.


    JUSTIÇA PARA QUEM NELA TRABALHA. 
    Abraço. 

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  67. Oh meu amigo, até o Estado Português responde em tribunal e a DGAJ não?!!!!

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  68. Sim, às diligências é onde lhe dói mais!

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  69. Sim, de um dos órgãos de soberania, neste caso o Governo (não os Tribunais).

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  70. A DGAJ não é um tribunal|


    "
    Isto é como eles se apresentam!


    É um serviço, como aqueles que regem a saúde ou a educação!
    Santa ig......!

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  71. Sim sim, espera sentado.

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  72. Espero que os sindicatos reajam. Há colegas, principalmente os mais antigos e com categorias de chefia em que a aberração da dgaj não se coloca. E vão ficar eternamente à espera?  

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  73. + 4.000€/ano para os bombeiros significa.

    +/- 335€/mês (12 meses)

    +/- 285€/mês (14 meses)


    Eles não estão mal e fico contente que o recebam.
    Nós Oficiais de Justiça e a nossa (justa!) luta de anos é que leva, com facilidade, a que qualquer um fique estarrecido ao constatar que a luta, as greves, os anúncios políticos e as aparições na comunicação social nada dão...e o tempo passa como se estivesse tudo bem, tudo pacificado.

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  74. Primeiro Ministro hoje, ao falar do que está em cima da mesa de negociações para os bombeiros:


    “A valorização mensal das retribuições previstas para os próximos três anos poderá atingir um valor anual nos pontos mais baixos da carreira na casa dos quatro mil euros. Ou seja, . Aos quais ”

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  75. ???? Você é oficial de justiça??? Faz a queixa e o mp que investigue se é verdade ou não...


    Isso já não é problema meu.

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  76. O escrutínio é o volume de merd@ que já nos puseram em cima.
    Recebem de retorno o que nos deram e mais nada.
    Mesmo que eu não fosse uma pessoa limitada, por mais capacidades que tivesse, jamais as poria ao serviço de uma organização que me tratou como destratou nos últimos 20 anos.

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  77. Pior sou adjunta desde de 2019 e agora tenho colegas adjuntas há um ano e já estão no escalão acima, ganham mais, isto se não fosse tão mau dava para rir, nada contra os colegas, tudo contra quem faz estas aberrações, parem lá com grupos de trabalho e metam mãos á obra, ou assumam a falência do estado, no caso na justiça... injustiça,disse

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  78. Santa ignorância!!!!

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  79. O segredo é subir a escadaria da assembleia, o Marçal ainda não percebeu?
    É rápido e eficaz.
    O governo dá logo, entre 300 a 400€.
    Se não subirmos são 30/40€

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  80. Essas listas nem nunca deveriam ser expostas publicamente... deveriam ser remetidas mensalmente, via email institucional, para todos os oficiais de justiça. O mesmo diz respeito às listas de antiguidade... só mesmo aqui, nesta carreira miserável, nesta DGAJ inútil, neste ministério falido... 🤷🏻‍♂️

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  81. santa ignorância, o quê?

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