Ministra da Justiça em Braga anuncia novidades judiciais para quinta-feira 13
A ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, acompanhada pela secretária de Estado da Justiça, Maria José Barros, esteve ontem em Braga para avaliar as condições das infraestruturas judiciais da cidade.
A visita iniciou-se com uma reunião na Câmara Municipal de Braga, onde a governante foi recebida pelo presidente do Município, Ricardo Rio.
Durante o encontro, foram debatidas questões estruturais prioritárias, nomeadamente a necessidade de ampliação do Palácio da Justiça e a criação de uma solução funcional e digna para o Tribunal Administrativo e Fiscal.
O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, reiterou aos jornalistas que “a área dos equipamentos da Justiça é aquela que mais foi esquecida aqui no concelho de Braga, por parte dos anteriores dois Governos”, ambos do Partido Socialista.
O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, situado num edifício adaptado, da antiga Casa dos Magistrados de Braga, com pouco espaço e três pequenas salas de audiências, foi por onde as duas governantes começaram a visita pela Comarca de Braga.
No decorrer da visita, a comitiva deslocou-se a outras várias infraestruturas judiciais, para além do Tribunal Administrativo e Fiscal, o Juízo de Família e Menores do Tribunal Judicial, atualmente instalado provisoriamente no piso acima da Loja do Cidadão de Braga.
Claro que um dos pontos centrais foi o Palácio da Justiça, onde se têm verificado constantes infiltrações de água e de humidade, especialmente nos pisos superiores, aí se discutindo a necessidade da sua requalificação e ampliação, de forma a responder às necessidades dos diferentes juízos, incluindo o Juízo do Trabalho.
No Palácio da Justiça de Braga, em Santa Tecla, onde funcionam todos os juízos cíveis e criminais, além do DIAP, também já não se faz qualquer videoconferência há mais de um mês na principal sala de audiências, por problemas com os microfones. Por tal razão, têm sido adiados alguns julgamentos, especialmente aqueles com muitos arguidos, como ficaram a saber esta segunda-feira a ministra da Justiça e a secretária de Estado da Justiça.
O lançamento do concurso para a realização das obras no Palácio da Justiça foi anunciado como estando previsto para 2026.

Durante a visita, a ministra da Justiça divulgou informação reservada, anunciando que poderia haver novidades esta próxima quinta-feira, 13FEV, mas dizendo que não podia dizer mais nada. Foi mais ou menos assim: “Sei uma coisa, mas não digo”.
Rita Júdice disse que o próximo Conselho de Ministros vai aprovar novas medidas para combater a morosidade processual:
«O Ministério da Justiça está a trabalhar em várias medidas que visam trazer (...) maior celeridade aos processos. É isso que queremos fazer, não só nas medidas que já tomámos, designadamente pela tramitação eletrónica do inquérito, todo o investimento que tem sido feito na digitalização e transformação digital, mas também em medidas processuais que em breve também terão novidades", afirmou.
«O próximo Conselho de Ministros do dia 13 será dedicado à Justiça e à corrupção e, portanto, não gostaria de antecipar, não posso mesmo antecipar, o que será discutido nessa sede», referiu.
Mas, embora não podendo dizer mais nada, lá acabou por dizer também que poderá haver novidades em relação à Distribuição diária dos processos judiciais, que tem sido criticada pelos vários intervenientes da Justiça.
«Como disse, vamos ter um Conselho de Ministros dedicado à Justiça. Quem sabe teremos novidades sobre esse tema também?», disse.
E, noutro âmbito, a ministra da Justiça voltou a destacar o concurso para o recrutamento de Oficiais de Justiça, que permitiu “reforçar significativamente os quadros”, disse.
Já ao final da tarde, a comitiva governamental efetuou uma deslocação às futuras instalações da sede da Polícia Judiciária de Braga, que deverá estar concluída até ao final do ano, com obras previstas para sete meses já adjudicadas.
Ao final da manhã, a secretária de Estado da Justiça visitou o Tribunal Arbitral de Consumo (CIAB) de Braga e o CNIACC, Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo, o tribunal de consumo supletivo nacional, que intervém nas áreas onde não exista um centro específico.

A Ministra das 'coisas'...
ResponderEliminarQue não vê como já tantas carreiras foram bem valorizadas... passando os meses e deixando-nos na mesma.
TODOS BEM VALORIZADOS!!!
Nalguns casos próximo dos 400€.
O que interessa como prioridade das prioridades parece que são torres de vigia, inibidores de sinal telemóvel, digitalização e o 'diabo a 7'...
ResponderEliminarTratar desta carreira e valorizar sem andar a contar tostões... tá quieto!!
Está é a ministra da coisa.
ResponderEliminarO mais importante é ter elevadores , ar condicionado, computadores, sistema eletrônico, telhas etc...
E os funcionários cheios de fome e endividados.
Podem não acreditar mas hoje até vim com umas cuecas rotas.
ResponderEliminarQue miséria...
Ehheheh!
ResponderEliminarPonha aí uma fotografia para a malta se rir um pouco!
O raio do concurso apenas servia como penso rápido para tapar buracos. No DIAP onde trabalho saíram 4 pessoas com experiência e entraram 4 pessoas sem qualquer experiência. Ou seja, tudo ficou ainda pior do que estava. Não há sindicatos para desmentir as constantes balelas da ministra?
ResponderEliminarEheheh
ResponderEliminarEu tbm já tenho os sapatos rotos....
Tenho que esperar pelo fim do mês...
Entretanto o processo do cartel da banca prescreveu.
ResponderEliminarJustiça forte com os fracos e fraca com os fortes.Quem tem dinheiro para andar a emperrar processos em Portugal é rei neste país.
Eu quero um aumento salarial (substancial).
ResponderEliminarPretensão, segundo o PR, justa e razoável!
parece que não.
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ResponderEliminarAgradeçam ao acordo do papo seco feito à pressa.
Agora aguentem!
ResponderEliminarSomos um pais de corruptos
ResponderEliminarEu também quero. É para isso que me levanto de manhã, mas infelizmente o acordo feito à pressa, frustrou tudo!
Nojo!
Excelente comentário e oportuno...
ResponderEliminarDevidamente enquadrado no atual momento.
Não tem nada haver um acordo preliminar com um final, agora com a discussão do nosso estatuto da nossa carreira é que se vai enquadrar a valorização salarial.
ResponderEliminarPortanto os dois sindicatos estão unidos e nós todos temos é que estar com eles, porque só assim é que vamos almejar a valorização justa da nossa grelha salarial ainda não revista há 25 anos ou contrário de outras carreiras especiais ainda recentemente.
Mas você acredita no pai natal??
ResponderEliminarUma coisa é ser crente outra é ser ingénuo.
Ainda não percebeu que a ministra está mais preocupada com os telhados, as obras, o ar condicionado etc...
Para nós a valorização não será nada ou quase nada...ela já repetiu várias vezes..
Isto só lá vai com uma tábua..
É verdade .. sem comentários!
ResponderEliminarNão é questão de ser ingénuo ou de acreditar no pai natal meu caro.
ResponderEliminarComo é obvio e já não é de agora o poder politico e os sucessivos governos não nos querem valorizar e a nós Oficiais de Justiça convém resistir e contrariar isto com as armas que temos.
Portanto repito firmeza e poucas adjetivações e mais atitude.
ResponderEliminarContinuam os passeios...
´
Ok agora entendi contudo se assim é que raio de circo é este de negociações intermináveis, com adiamento sucessivo de datas...
ResponderEliminarNão seria altura certa de parar isto tudo??
Que raio os sindicatos estão á espera...existem guerras que tem que ser travadas.
A ministra já tentou enganar, já mentiu etc...ainda não conseguem observar que está tudo mal...
boa tarde
ResponderEliminaralgum colega tem a minuta de exclusão de responsabilidades pessoais?
cumprimentos
Sim, sim.
ResponderEliminarVai-te valer de muito.
Toma juízo
Se é válido para enfermeiros porque não OJ?
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ResponderEliminarAo ritmo que o pessoal está a sair reformado,
isto vai sendo cada vez mais o inferno.
quem puder que fuja enquanto tem saúde, pois andar sempre a correr para tapar o buraco de dois ou três, não é vida.
Ponham isso nas vossas cabeças enquanto podem.
Saúde não tem preço
A minuta foi por nós criada em 2022 e aqui divulgada com o propósito de ser um meio de contestação e pressão comunicacional. O seu efeito legal é praticamente nulo, porque não afasta verdadeiramente qualquer responsabilidade.
ResponderEliminarDe todos modos acabamos de verificar que as ligações que permitiam o acesso à minuta não estão operacionais, devido a um problema técnico ocorrido com tidas as ligações, pelo que contamos no final do dia repor essa ligação à minuta, da qual daremos conta.
ResponderEliminarBoa tarde,
Caro colega, as coisas da vida são simples, não carecem de invenção, porque carga de água devemos andar sempre a inventar soluções sem olhar para aquelas que já estão implementadas e, adequando-as, fazê-las nossas também, com os necessários ajustes.
Fala-se no modelo Austríaco por causas que emanam da ciência política, da ideia de independência do poder político do poder judicial e o mais que se podia dizer e que não cabe afirmá-lo neste espaço.
Podíamos falar do modelo da “justiça penal negociada” tradicional dos países anglo-saxónicos ou do modelo de “justiça imposta” como é o nosso caso, embora mitigada com as soluções diversas de consenso.
O que se questiona, nas diversas soluções para o que nos diz respeito - recursos humanos e competências funcionais - é a base de partida, qual a conceção do modelo.
O Austríaco baseia-se em três atividades principais da administração da justiça: a atividade jurisdicional, a atividade procedimental e a atividade estritamente administrativa com um forte enfoque na introdução de mecanismos de gestão que permita os ajustamentos necessários e a flexibilização possível para enfrentar problemas conjunturais que já não estruturais. E por ali respeita-se verdadeiramente a especialização, com formação de competências específicas, não há os chamados "paus para toda a obra".
No nosso caso é precisamente esta a questão que se coloca:
- se a divisão de tarefas foi uma das maiores conquitas do século passado, é preciso incrementá-la com direção para os ganhos de eficiência e produtividade (a especialização é uma necessidade);
- se os problemas são estruturais, então a solução tem de ser a esse nível, estrutural, e já não com medidas pontuais (pois que os tradicionais "remendos de pano novo em roupa velha" só aumenta o buraco e nada resolvem");
- Partindo daquelas bases é possível criar três grupos destintos: 1 composto por quem tem a função jurisdicional (magistrados) 2 outros por quem assegura os procedimentos necessários (Oficiais de Justiça), 3 outro ainda por quem assegura funções eminentemente administrativas (assistentes e operacionais).
Falando de nós, funcionários, é possível gizar uma ideia na ardósia do nosso pensamento igual á que presidiu aos Oficiais do Registo (no IRN), ou seja, ficarmos todos numa única e só carreira unicategorial, e com os tais "Especialistas" a chefiar/coordenar as secções/unidades ou núcleos.
Até aqui, com os projetos do PS o que se queria era que integrássemos a base - dos assistentes técnicos ou operacionais - e criavam uma carreira própria somente para licenciados excluindo-nos dessa possibilidade.
Esta equipa, por sinal, inversou no caminho e voltou atrás procurando antes uma solução próxima da dos Oficiais dos Registos e isso parece-me mais consensual.
O problema reside no facto de nem todos podermos integrar essa mesma carreira pela divisão funcional, de tarefas e competências, a operar nessa revisão da carreira.
A solução passa pela passagem de uma parte para essa carreira e outra a permanecer na base, sendo que a quem assim fica (e que já criou vínculo) deve ser garantida não só a passagem àquela carreira (por mobilidade) pelo menos durante 10 anos e, quiçá, com "numerus clausus" para o garantir e ao mesmo tempo a criação de níveis ou escalões virtuais que não defraudem as suas expetativas.
Eu aceito qualquer solução menos que tudo fique como está.
Resumindo, a solução apresenta-se fácil se ninguém a quiser complicar, se for o caso, de complicarem o simples, então nem daqui por mil anos se fará ou tomará as decisões necessárias.
Eu devo confessar uma coisa. Estou "apaixonado" pela senhora Ministra, no sentido platónico obviamente, pois parece que, ao contrários das suas duas antecessoras, é uma pessoa que verdadeiramente quer encontrar uma solução "negociada", mais ao estilo anglo-saxónico, que "imposta" como é típico por cá.
ResponderEliminarA senhora Ministra podia, simplesmente, dar sequência à anterior proposta e nada lhe podia ser apontado pois que ambas as propostas foram apresentadas em tempos de Governos ditos de esquerda e apoiados por toda a esquerda.
Não se adivinharia fácil retorquir ou rebater uma proposta do PS que fosse secundarizada pela atual Ministra, que iriam dizer?
Em lugar disso, a senhora Ministra procurou e contínua a procurar, parece-me, uma solução de consenso que dê resposta às nossas reivindicações mas também aos concretos problemas da justiça.
Aliás, muitos deles já estão identificados em muitos documentos produzidos - veja-se, por exemplo, o relatório de 2011 do "GABINETE DE ESTUDOS E OBSERVATÓRIO DOS TRIBUNAIS" sobre as "LINHAS DE REFORMA DO PROCESSO PENAL".
Ali identificam-se muitos problemas e apontam-se muitos caminhos possíveis e até soluções.
O que falta é apenas CORAGEM para DECIDIR e pôr em PRÁTICA as ideias que se acham melhor servir os utentes e, reflexamente, a nós , funcionários, enquanto servidores do Estado.
Oxalá esta paixão que nutro pela pessoa se desenvolva em muita estima e consideração pelas suas ações e não tanto pelo seu coração - o racional aqui deve imperar!
ResponderEliminarDe todas, é a mais bonitinha!
ResponderEliminarE muito grau.
ResponderEliminarPS e PSD = Reis da Corrupção = Tutti-frutti.
ResponderEliminarNão me digas que a Celeste Cardona não era bonita?!!!
ResponderEliminarEhehehe!!
Sempre foram muito lindas
ResponderEliminarA Cardona, a Paula Teixeira da cunha, a Sarmento, a van dunen.
Todas lindas, lindas, lindas ...
Quanto tempo teve parado por causa das greves ...
ResponderEliminarJa contabilizaram ?
Bonitos, mas mesmo bonitos, são os nossos lideres sindicais (antigos e presentes)
ResponderEliminarQuais adonis.... Autenticas estatuas gregas....
A Ministra até fica doida....
Este fazenda passou se de vez....fritou a pipoca...
ResponderEliminarQue raio de esperança mais a roçar o desespero é esta??
A ministra quer é telhas, arranjar as casas de banho, arranjar portas...isto é o que lhe preocupa...
As verbas já estão destinadas...
Para nós nada ou quase nada..
Estou a ver que a sua cura para essa paixão é uma tábua .
Não digam que nos venderam por 30 sestércios. Judas.
ResponderEliminarOu que foi aprovada a bosta do estatuto.
Tristes lideres sindicais tenho vergonha de vós.
ResponderEliminarTanto segredo de polichinelo. Não haverá por ai uma presidência dalguma coisa?
ResponderEliminarChegou a hora de criar um novo sindicato onde não haja panelinhas, nem jogos de interesse. Vergonha! Tenham vergonha...
ResponderEliminarInformação Sindical "nickles" par os quotizados Sindicalizados...
ResponderEliminarMas hoje, quais abutres sequiosos, aproveitando a presença da Diretora Geral em Lisboa...
estava o SFJ a tentar angariar mais uns novos incautos.
Invejoso.
ResponderEliminarOuvi dizer que não te incluíram nas listas do sfj.
És um ressabiado.
Trata-se.
*trata-te
ResponderEliminarJUNHO/24 -300€
ResponderEliminarJULHO/24 -300€
AGOSTO/24 -300€