Se a ministra não quer, quem quererá?

      A ministra da Justiça não quer que os Oficiais de Justiça façam greve nem que usem nenhuma das greves que estão, neste momento, à sua disposição.


      E isso mesmo transmitiu aos dois sindicatos ameaçando-os 2mesmo que não negociaria nada sob a pressão das greves em vigor.


      Desde junho do ano passado que a ministra se andava a gabar de que tinha feito um acordo e acabado com as greves que duravam há ano e meio, tendo conseguido alcançar a pacificação dos Oficiais de Justiça.


      Como bem se sabe, e bem se vê, tudo isso era, e é, uma grande mentira.


      Desde logo, a tal greve de ano e meio não terminou, aliás, se em junho passado ia em ano e meio, hoje já vai em mais de dois anos. Recordemos que a greve do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), de todas as tardes, está em vigor desde o dia 10-01-2023.


      Também em vigor, sem ter terminado, bem pelo contrário, começou após os tais anúncios de pacificação da ministra, está outra greve do SOJ, desde 28-06-2024, para as manhãs das quartas e das sextas-feiras.


      E do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) está em vigor desde 08-01-2024, portanto já há mais de um ano, a greve às horas fora do horário laboral consagrado, isto é, à hora de almoço, entre as 12H30 e as 13H30 e depois das 17H00; greve esta que não afeta o vencimento dos Oficiais de Justiça.


      Nenhuma das três greves possui serviços mínimos, com exceção da greve das manhãs das quartas e das sextas-feiras que poderão tê-los quando coincidirem com feriados os dias que antecedem ou que se sigam a tais manhãs.


      Portanto, quanto à extinção das greves, vemos como a gabarolice da ministra não tem correspondência com a realidade.


      E o que é que os sindicatos dizem sobre a ameaça e chantagem da ministra da Justiça?


      O SFJ, que de facto terminou as duas pequenas greves, das três que detinha, que eram recentes e que correspondiam aos períodos das manhãs, tem até citado Martin Luther King: “A verdadeira paz não é apenas a ausência de tensão; é a presença da justiça.”, apelando ao diálogo e dizendo que “Se uma das partes se fecha, erguendo muros em vez de pontes, o que resta não é diálogo, mas o monólogo da força e do poder.”, conforme se lê no último artigo de opinião de António Marçal no Correio da Manhã.


      No mesmo sentido das pontes e da boa-fé se encontra o SOJ que declarou ponderar suspender a sua greve das manhãs das quartas e das sextas.


      Já todos vimos como os dois sindicatos se aproximaram da proposta do Governo, todos defendendo a divisão da carreira em duas, com dois vencimentos diferenciados. Isto é, a ideia e a reivindicação do Governo é agora também ideia e reivindicação dos dois sindicatos, estando todos sintonizados nesse aspeto, o aspeto da divisão.


      De igual forma já vimos como o SFJ assinou o acordo em junho passado com o Ministério da Justiça.


      Quer isto dizer que a ação sindical tem sido a de estabelecer as tais pontes com o Governo, anuindo e coincidindo com as premissas que vão sendo apresentadas.


      E no meio disto tudo o que dizem os Oficiais de Justiça?


      Dizem que não aceitam as ameaças nem as pontes e por isso mesmo, desde junho que têm feito as greves disponíveis, greves essas que embora alguns acreditem que não se notam e que são feitas à razão das conveniências pessoais, não as valorizando, o certo é que essas greves se vêm notando e que todos os dias o Ministério da Justiça tem informação concreta de que diariamente, absolutamente todos os dias, há Oficiais de Justiça em greve.


      Estas greves, assim como estão, têm permitido aos Oficiais de Justiça aderir às greves quando lhes dá mais jeito e isso não é nenhum problema, bem pelo contrário, pois já que o Oficial de Justiça vai perder o seu vencimento, então, no mínimo, é perfeitamente aceitável que daí possa, alternativamente, retirar algum benefício, tanto mais que a greve já não é um acontecimento isolado, como antes, mas um acontecimento continuado, isto é, estamos perante um estado permanente de greve que obriga a ponderar outra forma de encarar a greve.


      Ainda que não se vejam todos os dias tribunais encerrados coincidindo em todo o país, como nas greves tradicionais de antigamente, o certo é que todos os dias há Oficiais de Justiça em greve por todo o país e todos os dias é algo que tem um impacto tão grande que a própria ministra está a fazer tudo para acabar com estas greves, apesar de estar a fazer tudo mal, como é o caso da ameaça e da chantagem. Ainda assim, algum êxito está a ter porque desde junho vimos um dos sindicatos a retirar duas das greves e agora outro que admite suspender uma delas.


      Por outro lado, ainda há aqueles que se atrevem a falar de “boa-fé” negocial e que defendem que as greves não deveriam estar ativas durante as negociações. Claro que, por esta ordem de ideias, tendo em conta o estado permanente de alegadas negociações, desde há anos que as greves não deveriam existir.


      E é neste estado de sítio que a próxima reunião dos sindicatos com o Governo, marcada e remarcada para depois de amanhã, dia 05FEV, quarta-feira, reunião esta onde se vai remarcar, mais uma vez, um calendário negocial, sem se debater, nem concretizar nada de interesse para o futuro concreto dos Oficiais de Justiça, vai ser acompanhada de uma greve de todo o dia, por ser quarta-feira, impulsionada pelos Oficiais de Justiça que não se sentem representados, ou convenientemente representados, pelos seus sindicatos, nem pelo seu Governo.


      A greve da próxima quarta-feira, que vem sendo combinada nas redes sociais a nível nacional, não é, vergonhosamente, apoiada por nenhum dos dois sindicatos que parecem estar subjugados com a chantagem da ministra da Justiça. Mas os Oficiais de Justiça mostram-se muito mais determinados e muito menos subjugados, dispostos a muito mais, porque são eles que, afinal, padecem das vicissitudes diárias nos seus locais de trabalho.


      Por isso, a greve da próxima quarta-feira, dia 05FEV, sem serviços mínimos, permitirá a todos os Oficiais de Justiça demonstrar à ministra da Justiça que os Oficiais de Justiça não se deixam intimidar pelas suas ameaças, ao mesmo tempo que querem demonstrar também aos dois sindicatos que não se podem deixar subjugar nem amedrontar porque têm esta base de apoio nacional que está disposta a lutar mesmo nestas condições precárias de falta de apoio, nem sequer com uma palavra de incentivo, por parte dos dois acabrunhados sindicatos.


DedoNoAr+DDOJ.jpg


      Fontes: artigo de opinião no “Correio da Manhã / SFJ” e Comunicado conjunto sobre a reunião de 16JAN acessível em “SFJ-Info” e “SOJ-Info”.

Comentários

  1. ue é igula3/2/25 09:05

    E que tal fazer a tal grevezita que funciona?!!


    Aquela que funciona! A greve às diligências!!!


    Interessa a alguém?


    Parece que não! 


    Podia resultar, podia dar-nos aquilo que queremos, por isso é melhor não a fazer!


    (Umas pequenas palavras de sarcasmo)

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  2. Oficial de Justiça Mansinho3/2/25 09:11

    De facto estamos perante uma chantagem inaceitável por parte da Sra. Ministra da Justiça. 


    Se quer pacificação que proponha já uma proposta de valorização salarial como se fez as Bombeiros Sapadores e outras classes socio profissionais. 


    Já agora haja boas intenções para depois não haverem gabarolas à custa dos tansos do costume, neste caso os Oficiais de Justiça que merecem respeito.
    JUSTIÇA PARA QUEM NELA TRABALHA!!!

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  3. Anónimo3/2/25 09:44

    Agradeçam ao acordo do pão seco cozinhado de véspera!


    Aguentem escravos!

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  4. Anónimo3/2/25 09:46

    Mias uma Monista que não  prepotente e não gosta de nós, não é de boa fé, porque mente como todos os outros/as.


    SFJ força na tua boa fé. Assim estamos por causa do teu acordo.
    Vergonha, que em 25 anos não aprendeu nada de conversações e acordos.

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  5. Anónimo3/2/25 09:47

    Ministra prepotente e não é séria, não tem boa fé.

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  6. Anónimo3/2/25 09:58

    Viva á boa fé dos oficiais de justiça devíamos todos ir para padres praticar a boa fé..

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  7. Anónimo3/2/25 09:59

    Por outras palavras boa fé= a cobardia.

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  8. ue é igula3/2/25 10:13

    E cobardia = fracos salarios!

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  9. Bom dia,
    A semana começa como tantas outras no ano transato (com tudo na mesma), o mesmo é dizer que estamos cada vez pior.
    Cada vez com menos gente, cada vez com mais gente desmotivada, cada vez mais com menos esperança, cada vez mais com mais cansaço e fadiga mental e menos tolerância para com a desconsideração.
    Como encima o Blog conhecem-se pelo menos dois projetos, um com 6 anos (o de 2019) e o outro com 4 (o de 2021) e há quem se lembre de um outro alinhavo que circulou em meados de 2009 (no tempo da dra. Helena Ribeiro).
    Todos eles tinham ou têm em comum a mesma orientação no que respeita à carreira, qual seja a divisão da mesma e a desclassificação generalizada com a equiparação - de todos os OJ - ao grau II de complexidade funcional embora com um vencimento melhorado pela especificidade das suas funções. Depois consagrava-se o SIADAP adaptado e, imaginem, as coordenações das unidades e núcleos seriam asseguradas em regime de comissão de serviço (abria-se a porta aos "boys" dos partidos - Técnicos Superiores vindos de outras vidas, nomeadamente das autárquicas ...).
    Aqui chegados, perguntamo-nos todos sobre o que podemos esperar desta nova equipa. A resposta que nos assalta o pensamento, no imediato, leva-nos a pensar que têm estado a trabalhar sobre a mesma base de partida que as equipas dos governos anteriores - é o que todos supomos!
    Mas será que podemos esperar algo de substancialmente diferente do que nos foi proposto naqueles dois projetos? Não sabemos dizer.
    À partida pode-se dizer que o que é conhecido significa uma inversão na ideia (da anterior desclassificação generalizada) para se reconhecer que é possível redesenhar as secretarias dos Tribunais e adaptá-las à nova realidade, reconhecendo que existem tarefas diferenciadas, umas mais técnicas que outras, entendidas de teor mais administrativo, reconhece-se afinal que é possível implementar a grande conquista do século passado (a divisão de tarefas).

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  10. Anónimo3/2/25 10:50

    Fracos salários = a vidas miseráveis 

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  11. Vamos a ver como é.
    Para já, pelo que se sabe, a divisão que se fala integra uma reivindicação justo dos OJ mais qualificados e/ou com maior experiência, chamando a estes a responsabilidade que antes queriam dar/atribuir aos Técnicos Superiores (vindos de fora), reconhecendo assim a competência e o saber demonstrado por muitos colegas (sejam ou não licenciados) que ao longo dos anos asseguraram como todos os outros - isso é verdade - o funcionamento dos tribunais.
    Todavia, podemos hoje reconhecer que é importante redesenhar o funcionamento das secretarias dos tribunais, preparando-as para o futuro, e esse caminho tem de ser percorrido, garantindo-se a todos a devida consideração no que respeita à compensação pelos constrangimentos da carreira (expetativa criada). 

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  12. Anónimo3/2/25 11:09

    Não sabemos dizer???


    Sabemos sim a ministra já explicou na entrevista fraudulenta, na abertura do ano judicial, e a proposta que enviou.


    Chegados aqui o que sabemos?


    Que não vai existir valorização salarial, que o suplemento não vai ser integrado, que pretendem dividir a carreira em dois onde a larga maioria dos OJ são desclassificados como grau 2..


    Apartir daki não há nada 

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  13. ue é igula3/2/25 11:45

    Vidas miseráveis = Oficiais de Justiça

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  14. ue é igula3/2/25 11:48

    Sim, mas cá estamos nós para paralisar o sistema judicial, se tal for necessário!


    Não pensem passar pro ciam do OJ, que são pessoas na sua larga maioroia, sérias e trabalhadoras!




    Eles que venham!

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  15. Anónimo3/2/25 12:31

    Aqui nos meus lados, um dos 5 que entrou já vai fazer as malas para ir embora, ao que parece. Pois terá entrado num concurso para técnico superior...eh..eh..eh..

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  16. Anónimo3/2/25 12:37



    A foto bem podia exibir o dedo do meio...

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  17. Anónimo3/2/25 12:41

    Oficiais de justiça=escravos

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  18. ue é igula3/2/25 12:55

    Sim, começa a assemelhar-se a uma escavatura!

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  19. Anónimo3/2/25 12:59

    Pois para isso seria importante que fossemos unidos...

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  20. Anónimo3/2/25 13:49

    Sou auxiliar e licenciado. Vou ficar no grau 2?

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  21. Todos estrebuchamos e às vezes com muita razão outras vezes nem por isso.
    Por estes dias, com as intempéries, tudo avariou lá por casa, e para agravar a situação lá vieram os acertos - o da fatura de energia ocorre geralmente uma vez por ano, no final do ciclo de faturação que no meu caso coincide com janeiro de cada ano.
    Apenas o acerto na nossa vida, nomeadamente profissional, é que tende a nunca acontecer, ensaiou-se em 2009, em 2014 ficamos esquecidos quanto todos os outros foram lembrados, e agora, nesta última década, desde que Costa assumiu os destinos deste país, em meados 2015, fomos proscritos, quiseram acabar com a carreira, desclassificando-a de forma generalizada e brincaram com a nossa cara, por duas vezes consecutivas, por uma senhora Conselheira e por uma senhora Professora Doutorada (ex-Conselheira).
    Foi de facto um ultraje aquilo que nos quiseram propor para a carreira e até propagandeavam pelos corredores dizendo que era o que não era, que valorizava quando desvalorizava, e que era vantajoso quando era, na prática, o fim da carreira.
    De costas voltadas para todo o mundo, com um primeiro texto eivado de ilegalidades e de inconstitucionalidades, o que se estranha pois à sua feitura, ao que se sabe, terá presidido um senhor juiz desembargador  ???
    Depois veio um especialista oriundo da área laboral, defensor dos direitos dos trabalhadores, pelo menos em teoria e que deixou tudo pior que estava, cuidando de limar as arestas daquele texto, expurgando-o das aporias, desenhou um outro em que não só desclassificava toda a gente como, ao mesmo tempo, criava um alçapão para, num outro momento à frente, nos cercear com estrondo nos vencimentos  (retirava os 10% de SRP, substituindo-os por 20% de disponibilidade permanente  - o que traduzia numa nova forma de escravidão moderna (em lugar de aumentar os vencimentos, antes disso, mantinha-os em clara situação de perda, e em lugar de compensar o trabalho extraordinário, aprisionava-nos a uma ideia aparentemente vantajosa - no sentido de troca de 10% por 20% - mas, friso, só aparentemente, pois que a redação do artigo permitia, logo ali ou no futuro, o seu corte à generalidade dos funcionários (pelo menos abria essa possibilidade).
    O que fizeram - e o que tentaram fazer - connosco foi um ultraje e agora é preciso que não nos resignemos e nos contentemos só porque o que nos agora é proposto é um pouco melhor do que aquilo que nos quiseram impingir.
    Primeiro que tudo é precisam que digam o que esperam de nós enquanto classe profissional e quais os eixos de transformação que se pretendem.
    Eu sou daqueles que pondero (estou disposto) a sair dos tribunais caso veja goradas todas as minhas expetativas.
    Mesmo que isso signifique uma perda de vencimento já não sou capaz de dar mais a alguém que não nos reconhece quaisquer valor e, pior que isso, nos desconsidera e não nos diz nada sobre o nosso destino.

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  22. Claro.
    Tal como muitos de nós.
    E não há crise se for consagrado um regime transitório que nos dê as mesmas possibilidades de progressão/promoção que antes existiam - o mesmo é dizer níveis reais de progressão na categoria.
    Há quem defenda requisitos diversos - uns próximos dos que já existem para o acesso a Secretário (pelo menos 7 anos de serviço, Lic em Direito e notação de MB), sem prova de acesso, outros defendem uma prova de acesso para estes e todos os atuais adjuntos com + de 15 anos e MP assim como ED e TJP e Secretários.... etc.

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  23. Anónimo3/2/25 14:03

    e só bla, bla, bla, continua a mesma merd....
    apenas prestígio e grau.




    OTÁRIOS

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  24. Anónimo3/2/25 14:04

    aguentem o papo seco do Marçal.


    OTÁRIOS

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  25. Anónimo3/2/25 14:09

    Não é nada.
    Apenas de faz passar por tal.
    Sabemos bem qual o tipo de pessoa que é.
    Apenas não gosta de licenciados.

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  26. Anónimo3/2/25 14:16

    Assemelhar--se = a bananas

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  27. Anónimo3/2/25 14:21

    Se és licenciado, devias saber ler e interpretar a proposta.

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  28. Anónimo3/2/25 14:47

    Então e fez ele muito bem, qual é o teu problema, estás preocupado com a vida dos outros??

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  29. ue é igula3/2/25 14:51

    Seremos então macacos?!!

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  30. Anónimo3/2/25 14:52

    Para o Anonimo das 13:49, sim vamos ficar com grau 2.
    Algo nunca visto em nenhuma carreira da função pública, é simplesmente um roubo.
    O que vai contra as atuais políticas da modernização da justiça e requalificação.


    Ou seja existem lobys capazes de subverter a lei.


    Se tenho licenciatura não tenho que fazer provas nenhumas isso é um embuste...nem estar á espera de nada.


    Quanto a regime trânsitorio é apenas palha para burros na realidade ninguém mais vái passar a grau 3...

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  31. ue é igula3/2/25 14:55

    Eu bem vejo o que o colega vê, mas como sou responsavel da minha quota parte sou também OTÁRIO ... tal como ... colega!




    OTÁRIO!

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  32. Anónimo3/2/25 15:38

    De um dos quadros do post de ontem:
    Oficiais de justiça com mais de 50 anos de idade:  5692
    Oficiais de justiça com menos de 50 anos de idade: 1690
    É esta a politica que querem para a justiça, com uma média de 350 a aposentar por ano. Vai dar o estouro dentro de 2/3 anos sem novas entradas a cada ano.
    Há secções em que há tantos auxiliares como juizes a trabalhar nesses processos e até auxiliares a trabalhar com dois magistrados. Alguem aguenta isto?

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  33. Anónimo3/2/25 16:00

    E Auxiliares a trabalhar como Adjuntos, porque não há outra hipótese devido à brutal falta de gente, promoções...

    ResponderEliminar
  34. Anónimo3/2/25 16:19

    as promoçõeeeeeeeeeeeeeeeesssssssssssssssss são no Pingo Doce

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  35. Mas quem é que disse que ele não fez bem!? Leste isso? Mete-te na tua vida...

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  36. Anónimo3/2/25 16:50

    Verdade, somos uns "ganda zés"

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  37. Anónimo3/2/25 18:14

    Macacos comem + bananas = DGAJ

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  38. Anónimo3/2/25 18:19

    Á pois é o auxiliar faz tudo o que o adjunto faz contudo querem nos desqualificar..

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  39. Anónimo3/2/25 18:31

    MOSTREM UNIÃO NA GREVE 5/02/2025

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  40. Anónimo3/2/25 18:52

    Desconsideração total mesmo.
    Eu também já não dou mais.
    Foddddd todos

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  41. Anónimo3/2/25 21:53

    Sem dúvida  que temos o poder para parar os tribunais e fazer governo a parar para valorizar. Mas não  há  união  nesse sentido, por isso como já  dizem, não  passamos  de escravos.

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  42. Anónimo3/2/25 22:00

    Não  faço  mais greves!
    Fazer greves para depois acordarem papo secos à  revelia??


    Não  obrigado.
    Fiquem com os papo secos.

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  43. Anónimo3/2/25 22:15

    Colegas
    e
    Colegas sindicalistas
    Vejam lá isso por favor.
    Obrigado 

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  44. Anónimo3/2/25 22:16

    Um "auxiliar a trabalhar  diariamente como adjunto"?
    Isso quer dizer o quê? Que só cumpre despachos e não faz sala?
    Rica vida sim sr....

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  45. Anónimo3/2/25 22:18

    Faz tudo não, em certos casos faz o triplo!

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  46. Anónimo3/2/25 22:21

    A avaliar pela iliteracia revelada em alguns comentários aqui vistos, é uma ofensa aos macacos.

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  47. Anónimo3/2/25 22:22

    Desclassificados? 
    Mas que grau temos agora?

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  48. Anónimo3/2/25 22:23

    Realmente tem uma piada doida a perda de funcionários.
    Que comentário mais burrinho!

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  49. Anónimo3/2/25 22:37

    Eu também  quero essa possibilidade!
    Chefia nunca!

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  50. Anónimo3/2/25 23:21

    Para bom entendedor, meia palavra bastaria...


    Mas para si pelos vistos não, preferindo usar uma expressão depreciativa (e errada) para falar de 'rica vida'.


    Mas eu explico de forma mais simples por forma a que perceba: há auxiliares nos Tribunais.


    Trabalho de auxiliar e de adjunto diariamente, desdobrando-se como podem e até para lá do que deviam, para manter os serviços minimamente funcionais.
    E isto é preocupante, pois os problemas de saúde do foro mental estarão mesmo ao virar da esquina. 😔

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  51. Zé Povo3/2/25 23:43

    E que já estão no grau IV desde...,...?

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  52. ue é igula4/2/25 08:49

    Lá está, lá está, só tu é que és inteligente ... e ... literado!

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  53. Deves pertencer aos infiltrados....Não queres que ninguém saiba!

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  54. Anónimo4/2/25 19:46

    O rapaz acorda agora somos uma carreira especial nem grau 2 nem 3

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