Com a cabeça nos pés ou sem-pés-nem-cabeça?
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Relativamente à informação sindical disponível sobre a reunião desta última quarta-feira, 16JUL, dos dois sindicatos com o secretário de Estado adjunto e da Justiça (Gonçalo da Cunha Pires), da secretária de Estado da Administração Pública (Marisa Garrido) e da diretora-geral da Administração da Justiça (Filipa Lemos Caldas), o informado não aporta nada de concreto, relevante ou novo, à carreira dos Oficiais de Justiça, a não ser a aventada possibilidade de o ingresso poder vir a ser para quem detenha o grau de licenciatura, passe numa avaliação psicotécnica e frequente, e aprove, um curso específico de ingresso a que se seguirá um período de estágio.
Recorde-se que a reunião tinha como objetivo, precisamente, tratar das questões de ingresso, uma vez que estas reuniões agendadas se destinam à revisão do Estatuto, com assuntos concretos para cada reunião. Portanto, não se destinava a reunião a tratar de tantos outros temas, mas apenas desse: da forma de ingresso futuro que há de constar no futuro Estatuto.
De todos modos, para além dos aspetos estatutários que definem e objetivam as reuniões, tendo em conta que há tantos assuntos pendentes para resolver no curto prazo – a que até se veio somar agora a inconstitucionalidade da questão daqueles que não beneficiaram dos dois anos e pico de descongelamento, como os demais, e que agora terão de beneficiar igualmente dessa pequena compensação, relativamente ao grande período de congelamento de quase uma década –, perante tantos assuntos pendentes, as reuniões são, necessariamente, aproveitadas para também abordar essas outras questões mais prementes.
O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) elencou, na sua nota informativa de ontem, os assuntos que apresentou, obtendo como resposta o que informou nos seguintes termos: “a tutela reconheceu a importância da questão e informou que essa matéria ainda está a ser objeto de análise, aguardando-se a recolha de dados essenciais por parte da DGAJ.”, ou seja, nada de concreto no imediato, assumindo-se um compromisso para o após férias: “Foi assumido o compromisso de, quanto a esta matéria, ser retomada a discussão e apresentar propostas concretas após o período de férias.”, lê-se na nota sindical do SFJ.
Mas a informação do SFJ trouxe-nos mais uma confirmação – desnecessária porque já tínhamos a certeza – que é a de que o Governo legisla com-os-pés, pelo menos no que diz respeito aos Oficiais de Justiça.
Todos se aperceberam da excecionalidade governativa do recente decreto-lei que corrige e esclarece o decreto-lei anterior, mas, ainda assim, não corrige nem esclarece tudo quanto devia, estando já a carecer de um terceiro decreto-lei para corrigir os dois anteriores e isto porque o último diploma omite assuntos essenciais e contém até aquilo que foi classificado pelo Governo como “lapso”.
Atente-se na gravidade do alegado “lapso”: o último decreto-lei revoga a norma remuneratória de transição da diferença mínima dos 28 euros para o reposicionamento no nível remuneratório superior, e o que diz o Governo sobre isto? Diz que foi um lapso e embora essa regra tenha sido revogada, como foi lapso, é considerada na mesma, embora não exista porque foi de facto revogada, quando não deveria ter sido e não se pretendia sequer revogá-la, embora tenha de facto sido e, por tudo isso, a consideram um "lapso" e ignoram a revogação, agindo de forma contrária à mesma.
Ora, isto é um perfeito disparate. Uma revogação de uma norma desta índole não se pode considerar lapso nenhum, mas um erro gravíssimo. Note-se bem que, sem essa pequena norma dos 28 euros, alguns Oficiais de Justiça não podem ser posicionados no nível superior para os quais foram indicados quando a norma existia, antes de ter sido revogada.
Pior, diz ainda o Governo, ali representado na reunião por dois secretários de Estado e uma diretora-geral, que vão aplicar a norma nos vencimentos apesar da revogação, isto é, apesar da sua inexistência. E o que é que isto quer dizer? Que os Oficiais de Justiça correm o risco de, no futuro, caia um despacho de uma diretora-geral a considerar que houve um erro na transição remuneratória e que esses Oficiais de Justiça têm de devolver a diferença remuneratória que andaram a receber por aplicação de uma regra que, afinal, tinha sido revogada. E isto, como bem sabem, não seria nada de inédito, pois ainda agora acaba de ocorrer precisamente uma situação destas com a atual diretora-geral da Administração da Justiça a interpretar e a considerar ter havido um erro na anterior direção e a querer que os Oficiais de Justiça devolvam milhares de euros do seu devido vencimento.
Portanto, não se trata de um lapso a ignorar, mas de um erro perigosíssimo que deve ser corrigido com toda a urgência, para salvaguardar a integridade dos vencimentos dos Oficiais de Justiça, para que não corram o risco – que é tão real – de virem a ser notificados futuramente para a devolução do dinheiro, alegando-se o tal “lapso” legislativo de quem anda a legislar sem a devida atenção, sem a devida auscultação prévia das entidades e pessoas que poderiam ajudar e contribuir para diplomas legais que não carecessem de correção imediata logo que, apressadamente, veem a luz do dia.
E, sim, é uma vergonha que se perca tanto tempo, tanta energia, tanto desespero e sono, bem como tanto trabalho dado a tantos tribunais, de primeira instância, de segunda instância, ao Supremo e ao Constitucional, bem como a outras entidades como, por exemplo, a Procuradoria-Geral da República, já para não falar de todos os operadores da justiça (internos e externos); tudo para que se limpem as injustiças implantadas na sistematicamente maltratada carreira dos Oficiais de Justiça que, como bem se vê, só à custa do recurso a terceiros consegue corrigir os erros dos primeiros.

Fonte: “SFJ-Info-17JUL”.
Este mês ninguém recebe
ResponderEliminarComo seria de esperar, a continuidade da liderança no SFJ não aporta, nem aportará, no presente ou futuro qualquer hipótese de representação capaz de defender os interesses dos seus associados, em particular, ou da classe no seu todo.
ResponderEliminarAgora introduz-se, imagine-se, a possibilidade de se abrir exceção para ingresso para pessoas que não possuem licenciatura!!!! De exceções que prejudicam a carreira estamos nós fartos e escaldados (relembro tão só o uso e abuso da excepcinalidade das nomeações interinas que, pelo menos desde 2008, tem contribuído, de forma avassaladora para a estagnação da progressão vertical). Mas a abertura a esta exccepção diz muito mais do que só isso. A possibilidade de abertura a esta excepção quer dizer que, governo e sindicatos já perceberam que, do que se conhece do estatuto, não haverá interessados qualificados para ingressar nesta carreira. Qual é a solução? Não é melhorar o estatuto para esse efeito.Não! É baixar os critérios de ingresso o que, invariavelmente, contribuirá para que a tabela salarial e o prestigio e valorização da carreira e das funções se mantenha "pobre". Ainda assim pergunto: neste novo figurino, como se vai atrair gente para a carreira e, mais importante, para os locais de onde toda a gente quer fugir? Sabemos também que a progressão horizontal (escalões), vai deixar de ser de 3 em 3 anos e passará, muito provavelmente para 6 anos. Com estes dados onde estão as diligências para a recuperação do tempo de serviço congelado, tal como aconteceu com os professores? É diferente ver esse tempo recuperado agora, com progressão de 3 em 3 anos, do que quando o tempo dessa progressão foi maior, relembrando que falta, no nosso caso, recuperar 7 anos e mais "uns trocos". E depois temos estes atos de fé, dos dirigentes sindicais do SFJ, que são já "imagem (pobre) de marca" - o governo reconhece, compromete-se e.. blá, blá, blá... E assim se caminha, de derrota em derrota até à "pobreza final".
Isto é gozar com quem trabalha. E os Sindicatos assinam por baixo.
ResponderEliminarÉ verdadeiramente incrível o que se passou na reunião!
ResponderEliminarJá não há adjetivos para qualificar os dois sindicatos.
Nos comunicados de ontem, o SOJ informava, além do mais, que (...) A reunião tinha como ponto de ordem, apresentado no momento, . (...).
Sucede que logo se apressaram a mudar a ordem dos trabalhos, virando-a para os ingressos e eu pergunto-me porquê? sim, porquê esta viragem, quando havia tanto para discutir, nomeadamente o curso prometido para Escrivão e p prazo de um ano está já a contar (será para não colocar em causa muitos dos sindicalizados que estão em regime de substituição ???).
Será por isso também, mas não só, a outra parte da resposta foi logo ali dada, quando o SOJ informa que defendeu como requisito habilitacional de ingresso as licenciaturas na área do direito, mas também na gestão de recursos humanos, administração pública ou outras e, acrescentou, que deveriam ser considerados os detentores do Curso de Técnico de Serviços Jurídicos (?!) pois que ali é referido (...) a quem o Estado garantiu que estavam a adquirir as habilitações para ingresso (...) como se esse requisito bastasse (!?).
Foi então que eu me perguntei: então e eu, que logo que entrei nos Tribunais, com a promessa de que tendo 7 anos de serviço, classificação de muito bom e curso de direito poderia ascender a secretário, não me deve ser dada igual garantia - ou seja a de um período transitório para ascender, pelo menos, à categoria de Escrivão!
Mas afinal esta gente anda a defender os "filhos dos seus", daqueles que ainda nem sequer aqui puseram os pés, ou a defender a carreira e nomeadamente quem a já integra?
Depois defendem - e muito bem - que os Administradores das comarcas emanem da carreira mas esquecem-se de obrigar ao cumprimento da Lei, no que tange às renovações das comissões - o CSM e o CSMP já decidiram que limites são limites, mas a parvoíce parece continuar quando toca aos demais.
Já aqui disse muitas vezes, e ainda ontem o voltei a referir, é preciso que o "tempo roubado" no escalão possa contar para o reposicionamento de nível, funcionando como uma espécie de acelerador das progressões.
Então a questão da avaliação e mérito não está mais que maturada, tendo sido objeto de constantes incidências pelo menos desde 2009, aquando do ensaio da Dra. Helena Ribeiro (ex-Diretora da DGAJ e agora Juíza Desembargadora - notando-se a ascensão impressionante, Juíza desde 2004 ascendeu a Desembargadora em 2014, cerca de 10 anos após o ingresso, que intermediou com as funções de Diretora da DGAJ (2007/2009 onde foi coordenadora do grupo de trabalho que elaborou a proposta de reorganização do Mapa Judiciário de 2008 tendo apresentado uma proposta de EFJ em meados de 2009), ou seja nem sequer tinha 10 anos de efetividade de funções de Juíza.
Tem um percurso político impressionante (esteve ligada à CM de Lousada e foi Deputada em 1998/2002, e SEAJ de 2005 a 2019).
Só para dizer que desde essa época - 2009 - e volvidos quase 16 anos, parece que o assunto não está maturado o suficiente ???
Otários ... para não dizer outra coisa!
Não poderia estar mais de acordo com o que escreveu. Faço minhas as suas palavras!
ResponderEliminarO que para mim é assustador é que os sindicatos estejam, mais uma vez, complacentemente a aceitar que se avance na negociação de outras matérias do estatuto antes que estejam resolvidos os muitos problemas que estão por resolver relativamente ao anterior acordo efetuado. Essas questões ficam ara se discutir lá para depois das férias judicias, entretanto já está nova reunião marcada para 31 de julho ara se continuar a negociar outras matérias. É obvio que o Ministério está a empurrar a resolução dos problemas para o mais tarde possível e os sindicatos em vez de tomarem uma posição forte e exigirem resolver os problemas já existentes antes de outros sejam criados (como é previsível) aceitam tudo pacificamente, enfim... Os mesmos cordeirinhos de sempre.
ResponderEliminarComo é que poderemos receber com base na nova tabela e o respetivos retroativos se a lista de transição não se mostra definitiva? Não será necessário esperar pela resolução dos eventuais e do congelamento dos adjuntos?
ResponderEliminarE aquela gente da "CLIMAXIMO" não atua! nomeadamente em defesa de um bom ambiente nos tribunais ! Onde a barreira da sobrevivência já foi ultrapassada e o ambiente extremamente hostil, pelas temperaturas e animosidades, profundamente stressante, provoca baixas inesperadas, levando até à extinção de espécies singulares de funcionários (como supostamente seria a carreira ESPECIAL de Oficial de Justiça).
ResponderEliminarE os movimentos cívicos contra a corrupção, que na minha opinião e pela experiência pessoal, têm sempre por detrás interesses económicos (falo por exemplo dos construtores e investidores do setor da construção imobiliária e não só) onde é que param?
Como fazer parar estas nomeações had hoc e em comissão de serviço ou interinamente para ocuparem cargos ou lugares que deveriam ser pela via concursal e muitas vezes ocupados pelas feições ou deliberados e propositados sortilégios pessoais.
Que m...a de país teremos no futuro se isto chegar a um ponto (e estamos muito perto) em que tudo está minado pela política e pelas lógicas de interesse particulares que provocam disfuncionalidades das mais importantes instituições de um Estado, pelas ineficiências gritantes que provocam no seu funcionamento.
Que país teremos no futuro se continuarmos a funcionar segundo esta lógica, de nos servimos uns dos outros sabendo que atropelamos muitos mais pelo caminho, até ao ponto de insurgências reacionárias de que se aproveitam muitos movimentos (nomeadamente de extrema direita e de extrema esquerda).
Vamos continuar de olhos fechados?
Para quando decisões firmes e concertadas sobre o que tem de ser feito e que se traduz em valorização das funções pela meritocracia e segundo regras claras e transparentes.
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ResponderEliminarSou dos roubados de 2001 a 2004, um escalão roubado.
Quanto a isso nada!
Tenho ódio à dgaj e mj que não me paralisa!
Não consigo ultrapassar quem me maltrata!
Quem lhe disse que vamos receber pela nova tabela?
ResponderEliminarTemos de admitir que a posição dos Sindicatos está nesta altura muito fragilizada, por culpa própria, diga-se.
ResponderEliminarEntão assinaram um acordo, com as devidas consequências e agora querem revisitar quase tudo? E isto, só depois de verem a asneira que fizeram, quando os OJ tiveram conhecimento do acordo e alertaram para as injustiças (quiçá inconstitucionalidades).
Não viram por exemplo, que um Secretário no 1º escalão tem um ganho de € 405,03 (a que acresce o suplemento) e um Escrivão no 3º escalão tem um ganho de € 37,94?
Agora é que vêm falar em garantir "
Não perceberam que existiam colegas a semanas de mudar de escalão e era necessário acautelar esses casos, eventualmente considerando uma janela temporal para aqueles que estivessem nessa situação: 6 meses por exemplo?
Enfim, já para não falar de criar uma carreira sem ambição e expetativas de promoções, levando ao comodismo e apatia.
Por fim, desvalorizando todos os adjuntos, a maior parte colegas dedicados, com conhecimentos e muitos anos dados à profissão.
Foi um mau acordo e assinado à pressa sem auscultação dos associados, diria mesmo às escondidas dos associados.
Ao menos que tenham aprendido a lição e tentem agora reparar os danos possíveis.
Boas férias.
Progressão de 6 em 6 anos?
ResponderEliminarA ser assim, hão-de ter da minha parte o dito brio profissional,
mas é em casa.
Fique quem quiser!
Vi ou li por aqui que a tutela se prepara para atrasar a progressão de nível (de 3 para 6 anos), ou seja, nem sequer será equivalente à dos Guardas Prisionais (que julgo ser de 5 anos).
ResponderEliminarResultará então desta reforma que:
- como o salto entre níveis é quantitativamente e qualitativamente débil (sem comparação, por exemplo, à tabela dos Oficiais de registo) consubstancia um desacelerador, um travão mesmo, à ascensão numa carreira agora plana;
- a acrescer, esses saltos (fraquitos...) vão ser ainda mais desacelerados, atrasados mesmo, com a extensão do hiato temporal em cada salto de nível.
Mas estão a gozar connosco ou quê?
Porque é que não se parte logo para um aviso de greve apenas com base neste anúncio que consubstancia, quanto a mim, um verdadeiro ultraje?
ResponderEliminarVou citar parte do texto já publicado por aqui:
Parafraseando a Greta Thunberg (impaciente com o blá-blá-blá), apelo aos sindicatos que se deixem de "balelas", de seguidismos e situacionismos estratégicos que servem todos os interesses menos os interesses dos Oficiais de Justiça e comecem a tratar das nossas
conselheira
ResponderEliminarTem que emergir a boa demanda, antes que péssimo acordo.
ResponderEliminarEstão a reconhecer que erraram.
É lamentável a continuidade, mais do mesmo, nada de novo...
Corrigir?!…
ResponderEliminarMal e porcamente.
Nada impede que se receba pela nova tabela e fazem os acertos posteriormente!
ResponderEliminarRaciocinem!
A lei/regra dos 28€ aplica-se á função pública, não sendo necessário constar do DL Claro que se estava lá mencionado não devia ter sido eliminada, por lapso.
ResponderEliminarOs habilitados com curso profissional, equivalente ao 12º ano, ainda possuem neste momento, legitimidade para aceder à nossa profissão, por estar em vigor Lei que os habilita como tal.
ResponderEliminarA ser-lhes vedado o acesso, aos que já iniciaram tais cursos, assiste-lhes o direito de interporem ações em tribunal, para que tal direito lhes seja considerado.
Importa pois, alterar para o futuro, a Lei que permite a tais cursos profissionais terem acesso à nossa profissão, para que assim, seja cumprida a lei para todos.
ResponderEliminarCom promessas e empurar para a frente se enganam os oficiais de justiça.
ResponderEliminarQuerem mudanças verdadeiras?
Então,
Avancem com um SINDICATO NOVO!
Certamente que no início não seremos muitos, mas, citando Zeca Afonso, na canção Venham Mais Cinco:
"
Ninguém quer isso que descreve.
ResponderEliminarOu então será daqui a mais 50 anos deste sindicalismo.
Trabalhem escravos, que é o que somos considerados.
Assim, vou cag---------------para este sistema.
Intercalando com baixas medicas porque isto dá-me cabo da cabeça.
Assim, não!!!
Tomaram boa nota por mais uns tempos, até irmos para a reforma ou largar isto.
ResponderEliminarComarca do Porto há mais que um.
ResponderEliminarNós, na carreira "especial" de OJ, não temos de prescindir da subida tri-anual.
ResponderEliminarSe o MJ insistir, teremos de os demover com os nossos argumentos, o último dos quais é a bomba atómica, a greve!...
Tudo está do nosso lado, se não formos covardes!
Abraço
Era este o segredo de Fátima!!!
ResponderEliminarQuem falou em atraso de progressão ??
ResponderEliminarOnde viram isso?? Os escalões são aumentos de cerca de 100/150 €, não podem os sindicatos nunca deixar encurtar o período de progressão, na pior das hipóteses de 3 em 3 como está (e já não é nada de especial visto que as progressões não são iguais aos escalões dos técnicos superiores).
São escalões com pouco aumento que devem ter períodos relativamente curtos de progressão.
O primeiro que agora lá ascender terá esse acréscimo, 405,03 euros.
ResponderEliminarEstá respondido!
Por isso criaram mais escalões, que são apenas uma miragem!!!
ResponderEliminarOTÁRIOS
NÃO ESTIVERAM NA MESMA REUNIÃO
ResponderEliminarÉ verdade que há muita coisa que está errada, mas também o é que nada impede que aquilo que está mal passe, com novas redações, passe a ficar bem!
ResponderEliminarMuitas vezes aqui o disse que que a pretensa vitoria do MJ acaba também ela por ser uma derrota..
A "vitória" do MJ tem de ser a "vitória" de todos, do MJ e dos OJ, na sua totalidade, e só assim é que seré positivo para a "justiça".
O MJ tem de ser humilde, e tem, necessariamente, de conceder o que é justo, razoável e legal aos Oficiais de Justiça:
Se assim for, tudo correrá bem, mas se não se encontrar esse equilibrio todos, todos, perderáo!
Vamos dar mais 3 mesitos para que todos, sem exceção, possam ser mais felizes.
abraço
Não há nenhum!
ResponderEliminarOs ultimos foram promovidos em 2018 e pro isso desde 2024 que já estão no 3.º escalão. Nem no segundo escalão devem existir
Não, não está nada respondido.
ResponderEliminarEm que mundo é que vive? Não é dos tribunais de certeza.
Na Comarca do Porto e na sequência do ultimo movimento extraordinário de 2024, foram colocados Secretários de Justiça em substituição.
Para que escalão é que foram? Para o 3º?
Quando não sabemos o que dizemos não façamos figuras tristes.
Resposta para o M
ResponderEliminarNão misturemos alhos com bugalhos.
ResponderEliminarE a folha de vencimento deste mês?!..
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ResponderEliminarBoa tarde,
ResponderEliminarA quem interessar, DR de hoje:
Abertura de concurso para o IRN, 485 vagas.
Só para licenciados em Direito.
BFS
Sim enganei-me, claramente
ResponderEliminarTodos os que estão em regime de substituição.
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