Os Oficiais de Justiça esperam mais e não mais do mesmo
No Correio da Manhã de ontem, foi retomada a coluna (na semana passada suspensa) do artigo de opinião reservado para o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ). Nesta semana o artigo vem subscrito pela atual presidente do SFJ, a Oficial de Justiça Regina Soares.
O título do artigo é o seguinte: “Suar a Camisola pela Justiça” e aborda a questão das altas temperaturas que em alguns tribunais e serviços do Ministério Público se verificam por estes dias mais quentes, ao ponto de intervenientes processuais e jornalistas terem feito recentemente menção ao assunto, assunto este que temos vindo aqui abordando sob diferentes perspetivas, citações e com indicação dos preceitos legais que conformam o tema.
Sem ir mais longe, ainda esta semana, na segunda-feira passada, 07JUL, aqui se abordou essa mesma questão considerando a ilegalidade das condições de trabalho a que se sujeitam os Oficiais de Justiça, passivamente, pelo hábito e pelo conformismo herdado, intitulando tal artigo como: “O conformismo com a ilegalidade de todos os dias”.
No seu primeiro artigo na coluna do Correio da Manhã, Regina Soares escreve o seguinte:
«Ao longo da campanha para as eleições do SFJ, percorri os corredores escaldantes dos nossos tribunais. Quem anda pelos tribunais sente o calor, o peso e o cansaço: pés inchados, pele a sofrer o abandono, sob a inação de quem tutela os edifícios e as condições de trabalho.
No Palácio da Justiça de Lisboa, as ventoinhas pessoais são já património afetivo. Em Almada, Seixal e Sintra – para não falar do país inteiro – os colegas dizem que os tribunais parecem fornos de cozer pão. O Citius falha, o suor escorre, mas a dignidade resiste – por ora – com brio, afogados num calor que nos consome e nos deixa à beira da exaustão.
A Organização Mundial da Saúde e a Organização Internacional do Trabalho alertam para os riscos do stress térmico.
No “julgamento do século”, Ricardo Araújo Pereira saiu da sala: “Isto é uma sauna, preferia depor num jacuzzi.” Onde está o IGFEJ?
Sou oficial de justiça, sindicalista e Presidente eleita do SFJ. A minha candidatura nasce destes corredores – e da urgência de quem já não aguenta temperaturas extremas sem condições mínimas para trabalhar.»
Nesta sua primeira abordagem pública enquanto recém-eleita presidente de um sindicato muito relevante para os Oficiais de Justiça, fica-lhe mal que pergunte coisas como: “Onde está o IGFEJ?”, porque alguém poderá perguntar, sobre o mesmo assunto, “Onde está o SFJ?” ou, como o assunto não é nada (mesmo nada) novo, perguntar: “Onde esteve o SFJ?”
Esta preocupação com as condições de trabalho dos Oficiais de Justiça não pode nascer da circunstância de “Ao longo da campanha para as eleições do SFJ, percorri os corredores escaldantes dos nossos tribunais”, como diz Regina no artigo, nem sequer lhe fica bem invocar, como invocou, os “riscos do stresse térmico” dos alertas de organismos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde ou a Organização Internacional do Trabalho, quando não é, de todo, necessário sair do nosso país para exigir algo tão simples como cumprir a lei; a nacional.
A nova presidente do SFJ deve tornar-se mais pragmática, realista, objetiva e menos contemplativa. Deverá, para ter sucesso na sua função, se o quiser verdadeiramente, abandonar a tradição e o velho hábito de encher-chouriços em notas informativas e artigos de opinião.
Invoque-se a ilegalidade das condições de trabalho e aja o sindicato com determinação na defesa dos seus, de forma efetiva e perentória, sem mais perda de tempo com todo o género de dislates, como invocar organismos das Nações Unidas, ignorando-se o que cá já há, desde há muito tempo, e que se mostra totalmente suficiente.
Invoque-se, pois, a legislação nacional, porque é quanto basta, e use-se a mesma de forma imediata para resolver o problema hoje e não num futuro que nunca se vem concretizando, porque o problema, como bem se vê, se arrasta indefinidamente, apesar de comentado por todos a cada ano que passa.
Tenha-se a coragem de tomar uma posição verdadeiramente firme para se forçar a mudança, uma vez que o Governo infringe despudoradamente a lei e esse é um fator que, só por si, vale mais do que todos os passeios pelos corredores quentes durante a campanha.
O Decreto-lei 243/86 de 23AGO, no seu artigo 11º determina o seguinte:
«.1- Os locais de trabalho, bem como as instalações comuns, devem oferecer boas condições de temperatura e humidade, de modo a proporcionar bem-estar e defender a saúde dos trabalhadores.
.a) A temperatura dos locais de trabalho deve, na medida do possível, oscilar entre 18º C e 22º C, salvo em determinadas condições climatéricas, em que poderá atingir os 25º C.
.b) A humidade da atmosfera de trabalho deve oscilar entre 50% e 70%.»
Atente-se bem na temperatura fixada: “entre os 18º e os 22º C” – é esta a faixa de temperatura na qual os Oficiais de Justiça devem estar a trabalhar todos os dias e caso não estejam e sejam obrigados a suportar temperaturas abusivas, impõe o mesmo diploma que os trabalhadores devem ter pausas extraordinárias ou que o seu horário de trabalho seja reduzido e, como todos sabem, e a Regina Soares tem de saber, o horário reduzido aos Oficiais de Justiça que passem o dia numa sala de audiências com temperaturas tipo sauna, só será reduzido quando desmaiarem e dali sejam retirados por já não terem utilidade para o serviço pelo estado inanimado.
Menciona a Regina “o peso e o cansaço: pés inchados, pele a sofrer o abandono…”, sinais e sintomas que ocorrem antes da perda de sentidos, mas que obrigam às tais pausas extraordinárias e, ou, a um horário reduzido, não que seja um benefício, mas porque é uma salvaguarda à saúde de cada trabalhador.
Estabelece assim o artigo 13º do mesmo diploma citado:
«Sempre que os trabalhadores estejam submetidos a temperaturas muito altas ou muito baixas, em consequência das condições do ambiente de trabalho, devem ser adotadas medidas corretivas adequadas ou, em situações excecionais, ser-lhes facultadas pausas no horário de trabalho ou reduzida a duração deste.»
É simples Regina: é exigir; sem mais, nem menos – exigir apenas – que a lei seja cumprida, sob pena de, por exemplo, entre outras medidas, se decretar uma greve para salvar esses Oficiais de Justiça dessas condições extremas, exigindo a redução do horário nos edifícios sem ar condicionado ou para quem vai cozendo num forno de uma sala de audiências.
Não basta considerar, disparatadamente, que “as ventoinhas pessoais são já património afetivo”, sem que se siga no imediato uma ação contundente.
Não basta considerar que “os colegas dizem que os tribunais parecem fornos de cozer pão”, sem que se siga imediatamente uma ação pungente.
Não é este o caminho novo que se pretende; esse é o velho caminho.
Mas há ainda outra ilegalidade cometida todos os dias em todos os tribunais e serviços do Ministério Público por todo o país: a falta de água potável e gratuita à disposição dos trabalhadores.
Não, não é normal que cada um carregue garrafões ou pacotes de garrafas de litro e meio para o seu posto de trabalho, nem é normal que tenha de ir à máquina de venda de bebidas comprar água. É obrigação legal disponibilizar água aos trabalhadores.
Consta assim no artigo 45º do mesmo diploma que acima indicamos:
«.1- Deve ser posta à disposição dos trabalhadores, em locais facilmente acessíveis, água potável em quantidade suficiente e, se possível, corrente.
. 2- Devem ser distribuídos copos individuais aos trabalhadores ou instalados bebedouros de jato ascendente.»
Não existindo tais condições de trabalho legalmente previstas, será lícito que os Oficiais de Justiça continuem pactuando com a ilegalidade? E será razoável que não haja um sindicato que queira por cobro a estas ilegalidades com uma defesa intransigente e efetiva dos seus representados?
Atenção Regina: é muita responsabilidade, porque os Oficiais de Justiça esperam mais e não mais do mesmo.

Fonte: artigo no Correio da Manhã reproduzido na página do SFJ.
Bom dia!
ResponderEliminarEstes artigos no CM são pagos para serem publicados? Será que têm grande alcance? O que se pretende mesmo? Outro tipo de acções não dariam mais visibilidade? Não sei, pergunto! Muda o responsável, mas vamos continuar na mesma linha?
Começa mal porque começa com o discurso dos coitadinhos.
ResponderEliminarAndou nas redes sociais - blog incluído- e replica estes discursos.
O blog vai atrás e amplia o discurso dos coitadinhos pois existem para aí uns dec. lei do tempo da entrada na CEE, que não são cumpridos e aqui del rei temos calor agora e frio amanhã, vamos atacar em força nos tribunais. Não se esqueçam de pedir apoio judiciário!
Estamos resumidos a isto, populismo.
Ambos, blog e presidente podiam ter começado com o calor e acabar a explicar como é que o IGFEJ (não) funciona, apontando algumas sugestões para começar a funcionar melhor. Eu assim de repente diria umas 3 ou 4.
Desengane-se quem pensar que este novo "figurino" na direção do SFJ trará algo de novo. Não. Esta eleição perpetuou o passado no presente em direção ao futuro. Nada de novo surgirá na defesa intransigente dos interesses dos associados do SFJ e dos OJ. Curiosidade - soube pelo CM que já havia presidente deste sindicato eleito, já que, pelo menos até as 17H de ontem, não havia qualquer comunicação ou publicação do escrutínio eleitoral. E é isto!! Estando nós habituados às violações e atropelos à lei, que recorrentemente acontecem nos bastidores dos tribunais, principlamente em relação aos direitos dos OJ, nada de mais se já nem sequer se liga às formalidades que dão legitimidade ao processo e aos cargos. Estes novos elementos da direcção do SFJ vão "sacudir" a "água" do capote dizendo que tudo de mal que eexiste é responsabilidade de quem abandonou o "barco" depois de nos terem "entregado, em bandeja de prata, aos nossos carrascos de sempre", ainda que na sua maioria os atuais fizessem parte do "elenco" anterior. Mas como o SFJ não tem sócios à altura das suas responsabilidades, não podem querer ter dirigentes sindicais à altura da ação que estes profissionais, pela importancia social da função que desempenham, mereceriam. O mesmo se aplica ao outro sindicato. Mau de mais!!!
ResponderEliminarMais um pau mandado da tutela.
ResponderEliminarSó muda o cheiro...
Exija o pagamento do escalao roibado aos ojs de 2001
ResponderEliminarLadroagem
Vida roubada que tutela persisteem continuar
Sim, Roubo de vida!!
ResponderEliminarNão deixa de ser caricato que a primeira comunicação enquanto presidente seja num jornal e não aos associados. Os associados desconheciam que tinham nova presidente, ficaram a saber pela crónica do cm.
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ResponderEliminarIsto bateu no fundo!
Nova direção do SFJ tem muito que fazer se tiver vontade
Ontem este blogue muito elogiou o sindicato dos magistrados do ministério público e apresentou a sua solidariedade para com a luta dos mesmos. Mas o que diria este mesmo blogue dos sindicatos que nos representam se tivessem aceite serviços mínimos acima do exigível, por acordo? Mas o SMMP e todos os outros devem ser elogiado, os nossos é o constante bota-abaixo. Que se revele a agenda escondida.
ResponderEliminarQuem mistura alhos com bugalhos e troca os pés pelas mãos, resume tudo a esta confusão.
ResponderEliminarElogiar a determinação da atuação e a precaução com o precedente que se cria para todos, para eles e para nós e para os demais, é uma coisa, apreciar criticamente as opções daquele sindicato quanto aos dias e aos serviços mínimos é outra coisa diferente e que já não diz respeito aos Oficiais de Justiça, por isso nada se apreciou.
Coisa diferente seria uma greve de Oficiais de Justiça, neste caso, necessariamente, apreciar-se-ia cada opção.
Tente perceber. Esforce-se. Releia.
ResponderEliminarAndo cansado de tanto adiar de vida nesta porcaria dos tribunais.
Irei de férias prolongadas.
Tutela e gestão comarca ide gozar com os vossos parentes
Boa questão. E sendo o 1.ª artigo da nova presidente confesso que espera outro tipo de comunicação. Não me parece que o calor dos tribunais seja o principal problema dos OJ´s.
ResponderEliminarSubscrevo. Eu, associado do SFJ, tive conhecimento da nova presidente através de um artigo de opinião do CM. Lamentável.
ResponderEliminarDiria mas não disse. Portanto, fez exatamente o mesmo que criticou. Não dizendo o que não disse acabou por não dizer mais nada que não tivesse sido dito...
ResponderEliminarE para responder cabalmente às suas questões, o seu sindicato tem uma nova Presidente que nenhum associado sabia. Nada de comunicação aos votantes do resultado das eleições. Talvez tenha sido dito numa das mais famosas e secretas reuniões...
ResponderEliminara primeira é uma auditoria independente às contas do SFJ.
ResponderEliminarPorque o Fernando Jorge está à frente do conselho fiscal?
olhe que não, foi só a mosca!!!!
ResponderEliminar08-35:
ResponderEliminarDiria, mas nāo disse, umas 3 ou 4 sugestões para o igfej funcionar melhor. Não esconda isso porque é importante e só juntos as coisas alteram.
Ainda há sócios nos sindicatos (SFJ e SOJ)?
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ResponderEliminarLOL... são os mesmos há mais de 40 anos... só mudam de poleiro...
Será que já se quer pôr ao fresco?
ResponderEliminarPrimeira proposta a fazer à Ministra:
ResponderEliminarReformulação do Acordo e do DL
Esta técnica de justiça Regina era auxiliar ou adjunta?
ResponderEliminarClaro que há.
ResponderEliminarBasta ver o número de votos. Numa das listas foram mais de 2900.
Portanto, têm pelo menos 2900 crentes que pagam quotas todos os meses.
E o Marçal, o que é feito do Marçal?
ResponderEliminarVoltou aos tribunais ou meteu uma licença sabática para se preparar para a campanha?
Há muito que se sabia que a colega Ténica de Justiça Principal Regina Soares seria a nova presidente do SFJ. Era a única candidata.
ResponderEliminarOs Oficiais de Justiça precisam de um sindicato que os defenda, não precisa de Marçais e Reginas pensadores/ras.
ResponderEliminarOs resultados das eleições não foram divulgados, porque será? Surpresa? Já alguém tinha conhecimento da eleição do(a) único(a) candidato(a)?
Os números não terão agradado?
Vou restituir o cartão em breve, agora sem reservas...
Com os 2MM do PRR podem ajudar a refrescar e dispensar bebedouros para os Tribunais e Serviços do M.º P.º...
É mesmo roubo
ResponderEliminarDe baixa continuarei eu até que paguem o tempo roubado de 2001 a 2004.
ResponderEliminarE depois também verei que continuo na porcaria dos tribunais
a ata ainda esta a ser revista no Rato e na Soeiro...
ResponderEliminarEu cá não sei, mas do que vi na altura das eleições, dos vários candidatos, alguns são detentores de duas licenciaturas, outros de várias pós graduações, outros de mestrados, outros de doutoramentos ou a frequentarem esse grau. Pensei na altura; este pessoal queria mesmo ser OJ, ou é por enriquecimento pessoal? Sem, desprimor, claro, até porque agora somos grau três.
ResponderEliminarGrande colega e mulher de armas.
ResponderEliminarAcho que não deve voltar.
ResponderEliminarSem trabalhar já cá temos muitos.
Que comentário mais palerma e sem sentido.
ResponderEliminarE as advogadas que aparecem no meu tribunal são tão boas profissionais que até o ego me incha!!!
ResponderEliminarAbençado avençoado sejas.
ResponderEliminarTambém estou de baixa.
ResponderEliminarForça camaradas escravos
Até há quem acume e goste de acumular chefiar 2 e 3 juizos.
ResponderEliminarContinuem!
Começa muito mal...Nunca deveria ter feito um comentário num jornal na qualidade de presidente antes de se apresentar como tal, pelo menos aos seus associados. Espero não me enganar, mas parece mais um dirigente não sabe como se comportar nem quais e quem devem ser as suas prioridades...
ResponderEliminarVamos ver, vamos ver!...
ResponderEliminarDE BORLA!!!
ResponderEliminarComentário das 13H19: Muito bem visto o último parágrafo! Desviem uma fatia do PRR para bebedouros nos tribunais e que os dirigentes do Sindicato se preocupem com questões mais fundamentais... não venham com palha...
ResponderEliminarQueria estar enganado na minha apreciação relativamente a esta nova liderança sindical, mas creio que não. Será um Déjà Vu, quer na linha de pensamento, quer na linha de atuação da anterior. O passado recente de algumas intervenções que esta Senhora teve deixam muito, mas muito a desejar. No entanto, o bom senso diz-nos que temos de dar o benefício da dúvida! O problema é que, toda esta trapalhada que dura há já muitos anos, quer por parte da DGAJ, quer dos sindicatos, já não existe bom senso que aguente nada disto. Tudo nos soa a inércia e a ineficácia. Sigo com atenção o Blog, e os comentários feitos no mesmo, e a certeza que tenho é que, para a maioria nós oficiais de justiça, já são muitos anos a levar pancada desta gente. Se acontece algo de positivo, não passa só de uma vaga sensação, uma vez que aparece de imediato alguém a Interpretar que tudo não passou de erro dos serviços.
ResponderEliminarFico por aqui.
Quer-se dizer.
ResponderEliminarEntão a nossa colega ainda agora começou nas funções, foi a sua primeira intervenção e só sabem criticar.
Criticam o baixo porque é baixo, o alto porque é alto, o magro porque não é,gordo, o gordo porque não é magro.
Porra, tenham calma. Tréguas , peolo menos nos primeiros tempos.
Neste pequeno artigo uma coisa eu já vi. Falou do edificado, mas das condições em que nós ali trabalhamos. Outros falavam do edificado , de forma generalizada, como se membros do governo fossem.
Um pouco de boa vontade gente e, tenham muito cuidado ao comer....... não mordam a língua, caso contrário já eram.
Para já ser, camarada, a não ser que esteja bem instalado, basta ser oficial de justiça, não é preciso esperar mais nada!
ResponderEliminarOu ainda acha possível mais merda da parte da tutela - Governo e DGAJ - em cima de nós?
Irra!
Excelente artigo como sempre! 👏
ResponderEliminarEspera-se mais…menos promessas, menos boa fé, e mais ação, mais ação hoje não amanhã ou depois…urge resolver os problemas dos FJ imediatamente, estamos exaustos! Não queremos mais paumadinhas nas costas, queremos soluções para problemas que se arrastam há anos! E efetivamente (apesar de não ver a relevância da coluna no CM) esperava uma mensagem diferente! Então foi preciso a atual presidente andar em campanha para se aperceber dos problemas que se vivem nos tribunais? Avizinha-se mais do mesmo! Boa fé, temos que ter boa fé!
ResponderEliminarAqueles colegas que não gostam de tomar banho, imagino no cheiro a catinga e a chulé nessas secretarias a que se refere o artigo
ResponderEliminarSim, mas temos assuntos a tratar com urgência, e " ... mais tarde ou mais cedo ..." não serve!
ResponderEliminarRecuperar o "apagão" do tempo na categoria que querem fazer passar;
Recuperar o tempo "congelado", tal como os professores;
Reforma diferenciada;
Evitar regressões, etc, etc ,,,
É muita coisa para se fazer ao tarde, tem de ser ao cedo!!!...
Abraço
As suas questões/ observações são pertinentes. Não tenho conhecimento que tenha havido divulgação de resultados. E tem toda a razão, nao precisamos de pseudo pensadores, ou escritores de meia tigela, precisamos sim de fazedores.
ResponderEliminarSim, o ego!!
ResponderEliminarNão percebi!
ResponderEliminarOlhe que também há muitos bons advogados!
ResponderEliminarFosse quem fosse, mais ideal, menos ideal, seria sempre extremamente difícil já encontrar o fio à meada.
ResponderEliminarCritica-se claro, porque a primeira intervenção teria de ser aos associados, e/ou aos oficiais de justiça, não a um jornal, ainda para mais sobre um assunto que é o "menor" dos problemas nesta fase de trapalhada e atropelos. É preciso exemplos? Deixem-se de falsos moralismos.
ResponderEliminarCritica-se, naturalmente. Ainda não há nenhuma comunicação da nova presidente aos seus associados. Desculpem lá mas isto é normal? É esta a mudança de comunicação do novo SFJ? Mais do mesmo, lamentavelmente.
ResponderEliminardesses 2900 quantos já estarão aposentados?
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