Os Tribunais de Coimbra

      Há alguns dias, José Manuel Ferreira da Silva, em artigo de opinião publicado no diário “As Beiras”, referia-se à reorganização judiciária, às condições dos tribunais de Coimbra, a um terreno disponibilizado desde os anos 60 para um novo palácio da justiça e a necessária reivindicação do mesmo.


      A seguir se transcreve a parte do artigo relativa aos mencionados aspetos.


      «Acontece que, em Coimbra, como é do conhecimento geral, as instalações físicas dos tribunais são absolutamente inadequadas para acolher as novas estruturas. Os processos amontoar-se-ão ainda mais nas respetivas secções sem as mínimas condições para os funcionários ali trabalham; os julgamentos continuarão a fazer-se em salas improvisadas e sem condições para as partes e profissionais; as pessoas continuarão a esperar em claustros sem proteção das condições climatéricas; os cidadãos deficientes continuarão a sujeitar-se a serem transportados por familiares e ou amigos para acederem às salas de julgamento no Tribunal do Trabalho e por aí adiante.


      Chegou, por isso, a hora de os responsáveis autárquicos, as associações profissionais e empresariais, os sindicatos, os profissionais do foro e os cidadãos levantarem a sua voz forte e unida em prol da construção de um novo Palácio da Justiça.


      Mais de 50 anos de promessas, com um terreno em zona central da Baixa, disponibilizado pela Câmara Municipal desde os anos 60, que serve de estacionamento entre ruínas e lixeiras, são tempo mais que suficiente para que mostremos a nossa indignação e não nos calemos. Outras cidades da região, com menor população e consequente movimento processual, viram construídos no mesmo período de tempo Palácios da Justiça com excelentes condições.


      Reivindiquemos sem tibiezas um novo palácio da justiça. Digamos basta à desconsideração e ao desrespeito para com a nossa cidade!»


      O artigo completo pode ser acedido na seguinte hiperligação: “As Beiras



Comentários

  1. Qual o pior JIHADISTA, o que mostra uma decisão para muitos horrível, mas que para eles está correto.
    Ou o JIHADISTA do Casino Estoril, que num despedimento coletivo ilegal afirma substituir uns por outros a recibo verde e que diz à boca cheia quem é que manda em mim. Mais utiliza os traficantes de influências, para estes golpes de destruição de centenas de famílias, onde tem até agora tem tido ajudas da justiça provocando atraso de um processo contra este despedimento elaborado pelos JIHADISTAS do Casino Estoril.
    Um grande negócio da CHINA.

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