O Alvoroço do Movimento Extraordinário
Desde a divulgação na passada quarta-feira à noite do projeto de movimento extraordinário que a cerca de centena e meia de candidatos que ficaram excluídos, debatem ferverosamente o assunto, com comunicações e reclamações para a DGAJ, para os sindicatos SFJ e SOJ, com novas páginas e grupos na Internet e até já com queixas dirigidas ao Provedor de Justiça. Nesta página foram recebidos comentários de todos os géneros e imensas comunicações por correio eletrónico relatando as mais diversas situações, cada uma foi analisada e respondida na medida do possível.
Analisadas todas as situações conhecidas e o projeto de movimento, constata-se que a DGAJ não agiu de forma correta com a distribuição das vagas, uma vez que existem diversas vagas que não foram preenchidas quando deveriam ter sido por existirem requerimentos que as indicavam como opções.
Assim, há diversos candidatos que não foram colocados sem qualquer lógica, pois estavam em lugar elegível na lista de graduação, colocaram tais opções e ninguém foi colocado nessas mesmas opções que correspondem a vagas anteriormente anunciadas e a vagas que se verifica não foram preenchidas.
É um erro crasso na elaboração do movimento.
Outra das situações onde a DGAJ não procedeu de forma correta prende-se com o ter dito que realizaria colocações oficiosas e estas não terem ocorrido. É certo que não ocorreram mas podem ainda vir a ocorrer e não necessariamente na forma de um movimento extraordinário ou ordinário mas como uma segunda parte deste mesmo movimento em curso.
Ainda assim, caso se verifique que a DGAJ procederá, num segundo momento, às colocações oficiosas, como procederá em relação àquelas vagas para as quais havia candidatos e ninguém colocou? Colocará agora nessas vagas de forma oficiosa, assim prejudicando aqueles que haviam colocado tais vagas nos requerimentos, até como primeira opção?
Tivemos conhecimento de algumas aparentes desistências, seja por desistências simples, seja porque os requerimentos não foram regularmente submetidos, pela finalização e pela sua submissão já fora do prazo. Ainda assim, há requerimentos válidos que pura e simplesmente foram ignorados.
Portanto, parece que genericamente os problemas se resumem a dois: os requerimentos não apreciados e a pendência das colocações oficiosas. Todos os demais problemas que os candidatos vão indicando aqui e ali não o são de facto e tratam-se apenas de alguns mal-entendidos que podem ser esclarecidos.
Quanto às colocações oficiosas, creio que os candidatos poderão estar descansados porque elas ocorrerão, seja lá qual for o método ou o tempo, parece óbvio que ocorrerão e ocorrerão a curto prazo. Já quanto aos requerimentos não apreciados, desde que se verifique que ficaram vagas por preencher, parece razoável e óbvio que cada candidato que esteja nessa situação alerta a DGAJ, formalmente, através de comunicação escrita, de que o seu requerimento não foi apreciado, uma vez que concorreu a um lugar anunciado como vaga e esta se mantém não preenchida, requerendo a correção desse erro.
Estes erros na elaboração do movimento carecem de correção prévia às colocações oficiosas, uma vez que não é possível atribuir tais vagas que ficaram por preencher de forma oficiosa quando havia quem as tivesse incluído nos seus requerimentos. Só depois de solucionadas estas vagas, deveria a DGAJ proceder às colocações oficiosas das vagas restantes, assim procedendo de forma justa, equilibrada e solucionando os inadmissíveis erros cometidos.
Assim tá bem !
ResponderEliminarMas eu por acaso não reclamei, apenas estou farto de escrever aqui, para ter noticias fresquinhas .
É claro que fico contente por saber que ainda há por aí um cantinho para mim e para os meus colegas também.
Mas já sabem bem.
Quando precisarem mesmo chamem-nos, porque estamos de mala feita para partir à aventura dos tribunais.
Eu nem sabia que ainda dava para reclamar ao provedor lol.
Vamos aguardar então !
ResponderEliminarPor acaso, estou farto de saber que vou ser colocado.
ResponderEliminarE a verdade é que no fim desta história, os últimos a entrar, serão os que vão ficar melhor colocados.
E até sei que muito poucos vão ficar de fora.
Quem tem pressa come cru !
Por isso ....haja paciência...
Lol, os últimos a comer ficam com os restos.
EliminarSei bem de onde veio essa conversa.
ResponderEliminarVocê é do outro grupo !
Sr. oficial de justiça...salvo melhor opinião, a Dgaj se cometeu o erro de não apreciar as candidaturas...isso é grave, contudo quer eles coloquem os restantes candidatos via oficiosa ou não, isso não constitui qualquer irregularidade, uma vez que o concurso anunciado em DR é claro vagas para 600 dependente de orçamento...de fato o que anunciaram é diferente mas isto as palavras voam, sabe como são os políticos, por tal mesmo que colocassem 100 candidatos não haveria qualquer irregularidade..Isto não que dizer que a Dgaj está correta mas que estão escrupulosamente a seguir a lei lá isso estão não pode haver duvida....
ResponderEliminarFico assim um pouco mais animada.......Espero que tenham também em atenção a graduação e classificação obtida para que se revele que o exame valeu também de alguma coisa....Mas sinceramente mesmo estando entre os primeiros trezentos aprovados,estou principalmente dentro dos 600ou650....espero ser colocada...onde?será o passo a preocupar depois...porque neste momento estou desempregada à espera desta colocação...mesmo que oficiosa...
ResponderEliminarE eu no 400, e também nada !
EliminarDizem alguns rumores , que esta situação foi causada pelo o outro grupo.
ResponderEliminarEstão a torcer para que não coloquem os melhores !
Conheço alguém que tirou 9,5 e entrou, porque foi inteligente e meteu o maximo de opções que podia, contudo existiu mtos dos que ficaram de fora a meter uma ou duas opções claro que não foram colocados...esses que não foram colocados só resta rezar, pois vão precisar de mta sorte para um dia virem a entrar....simplesmente correram um risco desnecessário.....
EliminarEu tive 18 no exame e coloquei mais de 20 opções já com a certeza que dificilmente seria colocada na minha primeira escolha que era, sem dúvida, a preferência.
EliminarColoquei, inclusivamente, opções que me obrigariam a pagar portagens simplesmente porque, para mim, o mais importante era entrar. Fiz o requerimento com base no número de vagas, de forma a que os núcleos com mais vagas ficassem nas primeiras opções.
Por acaso fiquei colocada logo na minha primeira opção mas tentei não facilitar muito a situação.