Resultados da Prova de Acesso 2017 e Agora?

      A DGAJ publicitou os resultados da prova de conhecimentos para acesso à carreira de Oficial de Justiça realizada no passado dia 08JUL.


      A listagem contém apenas os resultados, organizados por ordem alfabética, sem graduação dos candidatos. Esta listagem pode ser acedida através desta hiperligação: “Lista Resultados Prova 08JUL2017”.


      Para esta prova estavam admitidos 881 candidatos mas houve mais 3 que a fizeram a título condicional, totalizando então 884 candidatos admitidos. Destes quase 900 candidatos, providencialmente, 415 obtiveram classificações de 10 ou mais valores e mais 42 obtiveram classificação de 9,5 valores. Ou seja, há um total de 457 candidatos aprovados para os 400 lugares possíveis.


      Mostram-se aprovados sensivelmente metade dos candidatos inicialmente admitidos. A restante metade, dos não aprovados, obtiveram resultados abaixo dos 9,50 valores (251) e um número considerável de 176 candidatos que não compareceu à prova.


      Há ainda candidatos que fizeram a prova a título condicional, isto é, que reclamaram da sua exclusão inicial e, embora a sua situação não esteja ainda definitivamente esclarecida e decidida, foi-lhes permitida a realização da prova, com a classificação pendente até decisão final.


      As exclusões estiveram essencialmente relacionadas com aquilo que era a tal experiência em funções de Oficial de Justiça, tendo a DGAJ entendimento diverso daquele que é lícito ter do anunciado no aviso de abertura do concurso. Ao permitir que os candidatos reclamantes pudessem realizar a prova, ainda que a título condicional, a DGAJ conseguiu excluir pela classificação a maior parte desses candidatos, embora nem todos, verificando-se uma classificação condicional de 17,5 valores.


      As classificações obtidas variam entre o mínimo de 4 valores e o máximo de 20 valores. A maior concentração de classificações idênticas obtidas situou-se entre os 7 e os 12,50 valores.


      Vejamos os resultados concretos (valores = nº. de candidatos):


               20,00 =  2
               19,50 =  6
               19,00 =  5
               18,50 = 13
               18,00 = 10
               17,50 = 17
               17,00 = 21
               16,50 = 14
               16,00 = 19
               15,50 =  8
               15,00 = 22
               14,50 = 25
               14,00 = 27
               13,50 = 17
               13,00 = 11
               12,50 = 29
               12,00 = 29
               11,50 = 27
               11,00 = 29
               10,50 = 40
               10,00 = 44
               09,50 = 42
               09,00 = 32
               08,50 = 53
               08,00 = 31
               07,50 = 38
               07,00 = 33
               06,50 = 16
               06,00 = 15
               05,50 = 13
               05,00 =  9
               04,50 = 10
               04,00 =  1
               03,50 =  0
               03,00 =  0
               02,50 =  0
               02,00 =  0
               01,50 =  0
               01,00 =  0
               00,50 =  0
               00,00 = 176 (não compareceram)


      Assim, temos um total de 457 candidatos aprovados e 427 não aprovados, sendo que destes, 176 não realizaram a prova por não terem comparecido.


      No gráfico abaixo pode apreciar também a dispersão das classificações obtidas.


GraficoResultadosProva08JUL2017.jpg


      E agora que sucede a seguir?


      Os candidatos questionam-se e, na ausência de informação concreta, arriscam diversas soluções: que só entram os primeiros 400; que em setembro estarão colocados, etc.


      Em face da disparidade de opiniões e ausência de informação linear, pese embora diariamente se responda às questões colocadas por “e-mail”, julga-se necessário esclarecer aqui alguns aspetos a fim de proporcionar alguma tranquilidade aos candidatos.


      Assim, é necessário agora aguardar por uma listagem com os candidatos graduados, de forma a desempatar as classificações idênticas. Uma vez publicada tal listagem e já não sendo passível de qualquer tipo de reclamação/correção, resta aguardar pela realização de um movimento extraordinário para colocação dos candidatos.


      O que é isto de um movimento extraordinário?


      A DGAJ fornecerá a cada candidato um número mecanográfico de cinco algarismos que constituirá a sua identificação no mundo judicial e, caso entre, ficará com esse número para sempre, e ainda um código de acesso (inicialmente genérico e, após o primeiro acesso personalizável). O acesso será a uma plataforma existente nos tribunais e aí terão que se deslocar os candidatos, a qualquer tribunal ou serviço do Ministério Público, em qualquer ponto do país, no prazo que for estabelecido, para acederem à tal plataforma onde introduzirão a sua lista de preferências desde o primeiro até ao número que quiserem (e que pode ser mais de 200) dos núcleos e dos tribunais disponíveis.


      Por exemplo: Almada Núcleo e Almada TAF, são duas opções na mesma localidade, ou Porto Núcleo, Porto TAF, Porto Relação, Porto Central Administrativo Norte, etc. Isto é, em algumas localidades poderão existir vários tribunais, para além dos juízos que integram os núcleos dos tribunais de comarca.


      A lista de preferências será para uma categoria concreta, podendo realizar uma segunda lista para a outra categoria possível e indicando ainda qual a categoria que prefere. Por exemplo: pode apresentar uma lista ordenada com as suas preferências para a categoria de Escrivão Auxiliar e outra para a categoria de Técnico de Justiça Auxiliar (ou apenas uma) e caso indique as duas terá que indicar qual é a primeira e qual a segunda a observar. Ou seja, pode apresentar mais de 200 locais em cada lista, isto é, num total de quase 450 possibilidades existentes.


      Mas esta quantidade toda de locais só será suscetível de ser colocada no caso do Movimento Extraordinário permitir o acesso aos Oficiais de Justiça já colocados, podendo estes transferir-se e assim abrir vagas que se desconheciam para além das que serão anunciadas. Já no caso do Movimento Extraordinário ser restrito aos candidatos ora aprovados, então estarão apenas em causa as vagas que forem anunciadas, não sendo necessário colocar muitas opções mas apenas as que forem indicadas.


      Outro aspeto a considerar é se o Movimento Extraordinário procederá a colocações oficiosas, isto é, no caso de haver candidatos não colocados e vagas ainda por preencher, se serão colocados nessas vagas os candidatos restantes mesmo que não tenham indicado tais preferências. No último concurso houve de tudo: houve o anúncio de que haveria colocações oficiosas para de seguida não haver e realizarem-se mais movimentos com o propósito de preencher as vagas existentes, vindo mais tarde a ser colocados oficiosamente mais candidatos. Foi uma trapalhada. Por isso, há que aguardar pela indicação de como se processará o tal Movimento Extraordinário.


      De uma forma geral, os candidatos que obtiveram 9,5 valores não estão impossibilitados de serem colocados, podendo mesmo ser colocados e alguém com classificação elevada não o ser. Como? É claro que os primeiros da lista de graduação serão os primeiros cujas preferências serão verificadas, detendo, portanto, mais possibilidades do que os outros, no entanto, imaginemos que colocam apenas duas ou três opções e não conseguem ser colocados nessas porque outros já foram e assim esgotam as suas possibilidades, passando ao seguinte, libertando um lugar e assim sucessivamente até os de menor classificação obterem primeiro uma colocação de que outros com maior classificação. Isto é possível e sempre tem acontecido nos anteriores movimentos, uma vez que nem todos os candidatos estão dispostos a deslocarem-se da sua área e residência para só voltarem a casa ao fim de semana ou nem isso, no caso de colocações entre o continente e as ilhas ou mesmo em grandes distâncias no continente.


      Uma vez publicitado o Movimento Extraordinário, onde se procederá à apresentação dos requerimentos para colocação na categoria (ou categorias) pretendida(s) e em lista(s) de preferência(s), aguardar-se-á pelo resultado em projeto, pelas reclamações e pela publicação definitiva em Diário da República.


      Quando é que o Movimento poderá ocorrer? A correr tudo bem, talvez em outubro com colocações a ocorrer em novembro ou mesmo em dezembro, não sendo previsível, em face daquilo que se conhece dos anteriores movimentos, que a DGAJ consiga maior celeridade do que esta.


      Caso este artigo não responda cabalmente a todas as suas dúvidas, questione o seu caso concreto através de correio eletrónico, usando o endereço de “e-mail” que encontra na coluna aqui à direita. Se usar o “e-mail” obterá resposta mais célere do que se usar as mensagens instantâneas que, muitas vezes por omissão de identificação, não podem nunca ser respondidas. De igual forma note-se, que nem sempre se pode responder nos comentários de forma cabal e pública, pelo que os comentários aos artigos não são o meio idóneo para esclarecer as dúvidas individuais, motivo pelo qual algumas questões não são ali respondidas.


      Naquilo que for possível continuar a esclarecer, aqui poderão obter essa ajuda, tal como vem sucedendo desde há anos com os muitos candidatos, deste e de outros concursos. Todas as comunicações serão respondidas, positiva ou negativamente mas respondidas, embora possa haver alguma demora, em face da existência, em alguns dias, de um número mais elevado de comunicações-solicitações.


AdormecidoNoPC.jpg


Este artigo foi atualizado em 21-07-2017, com a correção de alguns dados quantitativos.

Comentários

  1. Obrigada, foi muito esclarecedor!

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  2. Bom dia, tenho uma dúvida, todos os que tiveram positiva, incluindo os que tiveram 9,5, vão poder requerer colocação?

    Obrigado

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    1. Os 9,5 podem fazer o mesmo que os outros. Mas só serão colocados após alguma nota mais alta não aceitar o lugar , ou tal como refere no artigo, se alguém com notas superiores colocar poucas escolhas e não ficar colocado.

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  3. Pessoalmente tenho que agradecer sempre a pronta disponibilidade do gestor deste blog. Pelo esclarecimento que deu as minhas perguntas para o exame, nunca deixando-as sem resposta. Bem haja.

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  4. Agradeço o post do dia de hoje.
    De facto se não fossem estas "luzes" seria muito complicado perceber os passos seguintes ...
    Não deixa de ser assustadora toda a incerteza durante os próximos meses mas com este tipo de ajuda é bem mais fácil ...
    Obrigado pela explicação.

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  5. De salutar o excelente serviço público que presta às centenas de candidatos que quando ligam para a DGAJ apenas ouvem um simples "têm de aguardar".

    Como eu muitos que concorreram e estão num impasse com as denúncias dos contratos de trabalho que no meu caso tem de ser feita com 30 dias de antecedência.

    Grata por todo o seu trabalho e um bem haja.

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    1. Eu também tenho de dar 30 dias. O que pensa fazer? Denuncia o contrato já ou ainda vai esperar? Eu também não sei o que fazer..

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    2. Olá, Bruno.

      Vou aguardar pela saída do movimento extraordinário em DR e aí denuncio o contrato, correndo o risco de até sair a nomeação ter ficar algum tempo sem "ganha pão".

      Tenho mais ou menos confiança numa colocação visto ter uma nota razoável e não ter problemas em deslocar-me.

      E o Bruno?

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    3. Também tenho uma nota razoável. Mas não tenho é disponibilidade para grandes deslocações. A seguir à publicação em DR quanto tempo teremos até aceitar e tomar posse, sabe?

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    4. Acho que temos grandes possibilidades de ficarmos nas nossas primeiras opções. com a promoção de auxiliares a adjuntos e com a necessidade que há nos tribunais.

      Não tenho grandes ideias mas acho que após nomeação temos 5 dias para tomar posse.

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  6. As denúncias dos contratos de trabalho são outra problemática para todos nós que temos interesse em concorrer ...
    Com tanta incerteza estou mesmo a ver não ser possível denunciar o contrato em tempo útil !!!! ......

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  7. Também tenho que dar 30 dias e estou preocupada com essa situação.

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  8. Creio que o mais prudente é aguardar pelo anúncio do movimento em DR...
    O meu maior receio é não conseguir denunciar o contrato em tempo útil ......

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  9. Eu tenho de dar 60 dias, o meu medo é entregar a carta cedo de mais e ficar uns bons meses à espera do movimento ou entregar tarde demais e ainda ter de pagar para me ir embora.

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    1. O meu caso é idêntico ....
      Se por um lado não quero pagar para me vir embora, também não quero arriscar ficam sem nada !!!!
      Na pior das hipóteses opto pela 1.ª opção ....

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    2. Anónimo, 60 dias???

      Não há forma de renegociar isso com a sua entidade patronal?

      Eu já acho que 30 dias vai ser à rasca....

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    3. É o que vou tentar fazer, mas acho difícil.

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    4. A questão da comunicação à entidade patronal é um fator que preocupa sempre muitos candidatos que não sabem qual o momento oportuno para procederem ao aviso legal. Perante a incerteza da colocação, sugere-se que, caso seja possível (cada um avaliará a sua relação com a sua entidade patronal), seja apresentada a situação de incerteza a que estão sujeitos e vejam a possibilidade da entidade patronal prescindir dos 30 dias, aceitando a saída a todo o momento ou com uma antecedência menor, aquela que for possível. A entidade patronal pode prescindir dessa obrigatoriedade ou contornar essa obrigação. Caso não seja possível esse entendimento com a entidade patronal, então convirá aguardar pela publicação dos resultados das colocações, ainda em projeto de movimento. Os projetos de movimento costumam estar corretos e não costuma haver alterações para a versão final, pelo que, apresentando a comunicação à entidade patronal nessa altura, em que comprovam que vão ser de facto colocados, decorrendo o prazo de dez dias úteis para a pronúncia sobre o projeto, análise das pronúncias ocorridas, envio para publicação no Diário da República e publicação de facto, terão aí esgotados os trinta dias. Após publicação em Diário da República terão especificados os dias para apresentação ao serviço no local e cada um terá um prazo diferente de alguns dias até aos 15 dias, conforme as distâncias da residência à colocação e, caso com a publicação do Diário da República e mesmo com o prazo concedido para se apresentarem ao serviço, ainda assim não se mostrem concluídos os 30 dias a conceder à entidade patronal, faltarão um ou dois e poderão optar por não os conceder ou requerer a DGAJ uma prorrogação de alguns dias para a tonada de posse em face de se estarem a esgotar os 30 dias para a entidade patronal. Se para quem tenha que dar 30 dias a questão se resolve por si só com os tempos que medeiam a divulgação da publicação, para aqueles que têm que conceder 60 dias, o caso é mais bicudo e podem tentar negociar os cerca de 30 dias em falta com a entidade patronal ou com a DGAJ, ou com ambos.

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  10. Boa tarde,
    Tenho uma dúvida relativamente às carreiras.
    Tirei 19,5 na prova e queria optar por colocar preferência na carreira de técnico de justiça, no entanto já me disseram que como existem menos vagas sou capaz de não conseguir ficar nas primeiras opções, é verdade?

    Obrigada :)

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    1. Olá, Anónimo.

      Não lhe sei responder a essa questão. Mas posso por curiosidade perguntar-lhe porque prefere a carreira de técnico de justiça a escrivão?

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    2. Há de facto menos lugares de Técnico de Justiça Auxiliar do que de Escrivão Auxiliar. As secções do Ministério Público, salvo algumas que são grandes, são, na generalidade do país, menores. Por exemplo: enquanto em alguns núcleos do país há um lugar de Técnico de Justiça, que, muitas vezes nem sequer é de Auxiliar, no Judicial podemos encontrar à volta de 3 lugares de Escrivães Auxiliares. Esta é uma proporção que pode considerar como genérica.

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  11. Será possivel informarem qual o prazo que normalmente é fixado para as deslocaçoes aos Tribunais para as candidaturas?!!! Obrigado

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    1. Será estabelecido um período de tempo num prazo não inferior a dez dias, durante o qual, em qualquer altura poderá deslocar-se a qualquer tribunal ou serviço do MP para preencher as suas preferências.

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    2. Agradeço o esclarecimento.
      Obrigado

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    3. Por norma, após o fim de prazo das candidaturas, quanto tempo demora até que seja comunicada a nossa colocação ???

      Obrigado

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    4. Olá Ana. São boas questões. Mas ninguém sabe responder. Também me dava jeito saber a resposta a uma série de perguntas.
      Mas ninguém sabe. Depende da forma como a DGAJ trabalhar. Pode demorar muito tempo ou pouco. Com as férias judiciais, estes procedimentos vão demorar todos mais tempo. Isto no meu entendimento, claro.

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    5. Olá Bruno.
      Uma das minhas maiores preocupações é a denúncia do contrato de trabalho..
      No meu caso tenho de dar um aviso prévio de 60 dias e, com tanta incerteza não quero arriscar estar já a dar esse aviso e no fim ficar sem nada ...
      De tudo o que tenho lido o mais provável e certo é não conseguir dar o aviso prévio...
      Não é de todo a minha intenção prejudicar a minha EP mas também não me posso prejudicar e terei que me salvaguardar e no fim assumir as minhas responsabilidades ... :(

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    6. Sim Ana. Estamos no mesmo barco. No meu caso apenas tenho que dar 30 dias. Por mim avançava já com a carta de despedimento, mas ainda tenho medo que as coisas corram mal. Sei lá, o concurso ser anulado, termos de prestar provas novamente, isto vir a demorar muito tempo. Gostava de gozar aquilo que alcancei e tirar umas férias valentes antes de ingressar. Mas o medo não me deixa tomar essa decisão.

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    7. Bruno, férias tiramos na mesma :) :)
      Não tão descontraídas mas são tiradas :) !!!
      No meu caso creio que vou preferir aguardar e ter certezas.
      Não quero "pôr o carro à frente dos bois" :)
      No final, terei de assumir as minhas responsabilidades com a EP e provavelmente "puxar os cordões à bolsa" !!! :)

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    8. Sim Ana é o que penso fazer também. Não esquecer que há um processo em tribunal a tentar anular o concurso. Nunca se sabe se os sindicatos não irão executar a sentença caso o ganhem. O melhor é esperar até ver.

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    9. Bruno, Ana,

      É recomendável aguardar-se pelo projecto do movimento. Para além de normalmente estar muito próximo da versão definitiva do momento, é nessa altura que a DGAJ costuma avançar mais informação sobre a publicação do movimento em DR.

      Estive na mesma situação da Ana, aguardei pelo projecto de movimento e depois, dentro dos limites necessários, enviei a carta à entidade patronal. Deu para cumprir o prazo legal do aviso, de 30 dias. Não teria dado para cumprir os 60 dias de aviso, mas mesmo não se conseguindo cumprir a totalidade do prazo estipulado no CT, há benefício em dar o aviso o quanto antes.

      Mesmo que haja alteração após o projecto do movimento, dá para ter uma ideia sobre se se entra, pois o projecto avança com um local de colocação. Sabendo-se a nota e quais os locais da candidatura dá para fazer uma análise mais conclusiva.

      Embora seja mais fácil de analisar o projecto se, se teve melhores notas na prova e se optou por uma candidatura a muitas secções. Se eu tivesse estado no limiar dos 9,5/10 valores e se não me tivesse candidatado a várias secções, inclusive algumas com muitas vagas, provavelmente tinha optado por me sujeitar a um possível pagamento à entidade patronal por falta de aviso, para não arriscar ficar sem emprego.

      Bem sei que é uma posição de grande stress, mas não há como fugir.

      Pelo que percebi, ainda nem foi aberto o movimento, por isso ainda é cedo para comunicações à EP. Pois é necessário o mesmo sair em DR, depois há um prazo para candidatura, após é elaborado o projecto, que é publicado no sítio da DGAJ e segue-se um prazo para reclamações e só depois é que se pode pensar na publicação das colocações em DR. Já não me recordo se há mais algum prazo e/ou procedimento a ter lugar... E também não sei que implicações poderá ter o processo a decorrer em tribunal relativo a este procedimento, para alguns dos candidatos.

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    10. A. , obrigado pelas explicações.
      Embora se aproximem tempos de grande stress e dúvida pretendo aguardar e não me precipitar ....
      Vou mesmo esperar pelas candidaturas e respectivo projecto e logo tomarei uma decisão ...
      Não quero arriscar a ficar sem nada ... :)
      Obrigado pelas "luzes" :)

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  12. Tenho uma tatuagem visível alguem sabe se ira influenciar com a minha entrada no tribunal?

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    1. Depende. Se for uma tatuagem de bom gosto e que lhe fique bem será apreciada mas se for uma má tatuagem e não lhe fique bem, não será apreciada, será suportada.

      Tem isso alguma coisa a ver com a sua entrada nos tribunais? Claro que não. Ó Rita, constituía isso algum requisito de admissão publicado no Aviso? Claro que não.

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  13. Boa tarde
    Alguém pode disponibilizar um enunciado da prova?
    Obrigada

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  14. Face ao elevado merito de quem superou a 'selecao natural' e obteve nota positive na prova, como nao devera tambem deixar decerto de reconhecer quem ainda a nao obteve desta vez, a unica atitude responsavel a tomar por quem acionou judicialmente o MJ e a DGAJ no sentido de obter a anulacao do concurso, sera desistir do pedido de imediato

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    1. Elevado mérito? Onde? de 800 metade reprovou e com 18 valores ou acima só houve 36, a maioria andou ali à volta dos 10 valores, aliás, metade dos aprovados (200) estão abaixo dos 12 valores. O elevado mérito é só de alguns e são muito poucos. Mas mesmo que todos tivessem 20 valores, não seria isso que impediria o cumprimento da lei que a DGAJ constantemente desrespeita.

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    2. Selecção natural? Nada a ver, é sobretudo trabalho, estudo, que estas provas requerem. É necessário perceber e saber aplicar, pelo menos, grande parte do Código de Processo Civil e do Código de Processo Penal, o Regulamento das Custas Processuais e o Estatuto dos Funcionários de Justiça.

      É possível que alguns candidatos se tenham "encostado à sombra da bananeira" por terem uma Licenciatura e o concurso ser também para possuidores de habilitações ao nível do 12.º ano.

      No restante tem razão, obter uma nota inferior a 9,5 valores invalida tudo o resto.

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    3. Selecção natural? Nada a ver, é sobretudo trabalho, estudo, que estas provas requerem. É necessário perceber e saber aplicar, pelo menos, grande parte do Código de Processo Civil e do Código de Processo Penal, o Regulamento das Custas Processuais e o Estatuto dos Funcionários de Justiça.

      É possível que alguns candidatos se tenham "encostado à sombra da bananeira" por terem uma Licenciatura e o concurso ser também para possuidores de habilitações ao nível do 12.º ano.

      No restante tem razão, obter uma nota inferior a 9,5 valores invalida tudo o resto.

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    4. Caso os sindicatos ganhem a ação em tribunal, vão mesmo avançar com a sua execução? É o futuro profissional de muita gente que está em jogo. Pessoas vão deixar os seus trabalhos atuais para ingressarem. E depois? Que acham??

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    5. Caro A,

      O que o leva a afirmar que as fracas notas se devem ao encosto da bananeira por serem licenciados?

      Quanto ao mais, concordo tudo exige esforço e trabalho.

      Cumprimentos,

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    6. Olá, Marta.

      Pelo que vou lendo aqui e ali existe um mau estar generalizado no meio da classe contra este concurso por ir contra o Estatuto.

      Estou no barco e se for ao fundo vou também. Concordo que cada um deve lutar pelos seus direitos, como nós teremos de lutar se os virmos afectados.

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    7. ABC situo-me dentro da faixa do que os que considera de "elevado mérito".

      Contudo, sou uma foragido porque efectivamente sou PEPAC e depois de ler o seu comentário fiquei bem mais descansado porque o meu esforço durante o ano que trabalhei e agora para o exame no fim irá valer 0.

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    8. Olá Sara. No meio disto tudo os nossos direitos vão valer 0. Fico um pouco sem saber o que fazer porque até tenho um emprego que considero "razoável". Preferia ingressar na carreira de O.F., mas assim é complicado. Como eu são muitos.

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    9. Patrícia21/7/17 12:54

      Olá, Marta e Sara

      Não estão sozinhas. Eu tenho um emprego razoável com um excelente ambiente de trabalho e com vínculo estável, à porta de casa praticamente.

      Engraçado é que quando fomos estagiar para os tribunais ninguém tentou travar. Era temporário.

      Aguardemos o desfecho de tudo isto.

      Eliminar
  15. Sara e Marta eu estou na mesma situação que vocês. Tive uma nota relativamente alta e perante tudo isto não sei o que fazer.
    Tenho emprego estável, e tenho medo de deitar tudo por água abaixo.

    ResponderEliminar
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    1. Eu penso em esperar até à última para deixar o meu trabalho. Na minha opinião, se não fossem os Pepac, provavelmente nem teriam 400 pessoas com positiva. Na sala onde fiz o exame, entre as 9:30 e as dez horas, as duas pessoas que estavam a vigiar perguntaram, por curiosidade, se éramos Pepac ou que curso tínhamos. Quando eu disse que tinha sido Pepac, estava a ver que o resto do pessoal me iam por fora da sala. Começaram todos a resmungar e a dizer que não deveríamos ter sido admitidos, etc etc. Não nos podem ver.

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    2. Estamos a tirar vagas a alguém? não me parece. Os recursos dados foram iguais.
      Tiramos melhor nota do que os que não foram PEPAC por termos sido PEPAC?
      Estudamos tanto quanto os outros estudaram e provavelmente alguns até tiraram melhor nota do que os que foram PEPAC.
      Não percebo qual o problema deles.
      No final se tudo correr bem seremos todos colegas e aí como vai ser? Também nos vão marginalizar?

      Eliminar
    3. Também vou aguardar no sentido de que só quando sair o movimento provisório denuncio o meu contrato.

      Pois percebo muito bem o que diz.

      Trabalhei afincadamente no ano em que estagiei. Tive o apoio incondicional dos meus colegas que foram incansáveis no meu processo de aprendizagem e de integração. São pessoas que ainda hoje estimo bastante.

      Não me passa pela cabeça apanhar pessoas que não o sejam.

      Eliminar
  16. Mérito, alguém aqui falou em mérito?
    Quando ingressarem e iniciarem funções, aí sim, vamos ver que tem mérito.

    Quanto ao ingresso e aos mais preocupados, digo que não se preocupem que o concurso vai continuar avançar normalmente independentemente de tudo o que se passa à volta.

    Boa sorte

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  17. Sara, Marta e Ana, estou a ver que somos muitos na mesma situação... Estagiários PEPAC, que por acaso até tirámos boa notas, das quais muitas deverão ser superiores a quem cumpre os requisitos do estatuto (sendo que a levar-se à risca nunca teriam candidatos suficientes), mostramos competência e podemos vir a perder tudo... O trabalho que temos actualmente (e eu, pelo menos) trabalho já área e o trabalho como OJ. Nao seria justo! E se isso vier a acontecer as acções contra o Estado serão outras!

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  18. Um bem haja a todos Pepac. Também fui pepac e com muito orgulho. Não percebo qual é a azia que têm connosco. Quando chegamos aos tribunais, para trabalhar como estagiários toda a gente nos recebe bem, dizem que somos uma mão de obra qualificada e válida. Trabalhamos tanto ou mais que alguns OF.

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  19. Eu acho é que não é justo os PEPAC fazerem o exame com o mesmo grau de dificuldade que os restantes porque obviamente devido a licenciatura que têm vão tirar melhores notas e logo ficar com os melhores lugares, quando isso não aconteceria se não pudessem concorrer!

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    1. Caro amigo. Os licenciados de Aveiro e o pessoal com curso de 12 ano estudaram especificamente as matérias deste exame. Os pepac são licenciados em direito e solicitadoria não estudaram propriamente as matérias especificas das funções de Oficial de Justiça. Logo se ficam com os melhores lugares e tiram melhores resultados é porque se esforçaram duas vezes mais que os licenciados de aveiro e os de 12 ano. Temos é muita pena!! Como diz o outro: "estudasses"..

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    2. caro Anónimo,

      Na licenciatura em Direito não estudamos a parte da secretaria. Quando estagiei tive de aprender tudo, era uma "perfeita analfabeta".

      Acho que o grau de dificuldade se põe em pé de igualdade.

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  20. Os licenciados de Aveiro têm uma licenciatura, pela ordem de ideias do sr. Anónimo, também deveriam fazer uma prova mais difícil. O grau de dificuldade da prova vê-se no empenho que cada um deu ao seu estudo. Falo por mim. Sou licenciada à 10 anos, nunca trabalhei na área, logo sabia que teria de estudar bastante. Foi o que aconteceu. Tirei uma nota bastante razoável. Não achei a prova difícil. Tinha ratoeiras era uma questão concentração e estudo! Espero que entremos todos para os tribunais e com muita vontade de trabalhar.

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  21. Caro Tiago,

    Também sou licenciada apesar de não ser da área de direito e capacidade de sacrifício não me falta, posso dizer que estudei muito para alcançar a nota que tive (posso dizer que foi a cima do 16) mas continuo a achar que não é justo pessoas que já trabalharam na secretaria 1 ano no estágio pepac poderem concorrer em mesmo pé de igualdade pois claramente o exame vai ser mais fácil para esses !

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  22. Cara anónimo,

    Não me referi ao licenciados de TSJ porque esses não estagiam 1 ano nos tribunais enquanto que os pepac para além da teoria tem a pratica logo não podem ter dificuldade na prova.

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    1. Estagiei em 2010 numa secretaria do tribunal, no final do estágio fiquei desempregada.
      Não trabalho numa secretaria de um tribunal desde 2011, mas sim tem razão o exame foi mais fácil para mim que sai da secretaria em que trabalhei em Junho de 2011, com uma falsa promessa de poder concorrer ao lugar de oficial de justiça no próximo concurso que houvesse.

      Para meu espanto esse próximo concurso não foi o de 2013, nem o de 2015, tive de esperar 6 anos para poder concorrer, porque sou licenciada em direito.

      Realmente é injusto podermos concorrer em pé de igualdade.

      Mas sim tem razão como fui PEPAC e estagiei numa secretaria em 2010, foi muito mais fácil para mim.



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  23. Caro Anónimo,
    Está enganado, não é a prova que se torna mais fácil. Quem já trabalhou numa secretaria está preparado

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  24. Sim mas os outros não tiveram essa oportunidade mesmo que quisessem

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  25. Com esta conversa toda, alguém se esqueceu que a prova serve para distinguir quem sabe a matéria, quem está preparado para assumir tarefas importantes. A prova não serve para o pessoal colocar as culpas nos outros dos seus fracassos.

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  26. Deixe-me dizer que tem toda a razão. De 2010 até 2016 nada mudou na legislação e até mm na tramitação dos processos.☺ Claro que nem estudou de tão preparada que estava... ☺

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    1. Este Diretor da DGAJ foi inteligente e percebeu que só com as licenciaturas de aveiro e os de 12 não chegava lá. Tinha de ir mendigar para a rua à procura de pessoal para trabalhar, ou meter pessoal com negativa. Ter notas baixas é uma coisa. Agora, tantas negativas, é muita falta de preparação. Por mim só entrava quem tivesse mais de 14 valores. De bom para cima.

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  27. Ana Santos21/7/17 19:53

    Com este pessoal todo a concorrer, mesmo assim mal têm gente suficiente para preencher as 400 vagas... isso se tiverem sequer. Praticamente toda a gente que teve positiva vai ser vaga... não se esqueçam que nem todos aceitam a colocação... E convenhamos, o sindicato veio inicialmente com a conversa que as funções deviam ser desempenhadas por pessoas que tiveram formação especifica para o efeito... que era uma questão de prestigio da profissão... ora então agora é injusto que os PEPAC entrem porque afinal têm é formação a mais do que os restantes porque já trabalharam 1 ano na area? Isso devia ser um bónus na nota de entrada se alguma coisa! O que interessa é entrarem as pessoas com melhores conhecimentos e que o demonstraram no exame. Se houvessem imensas positivas além das 400 vagas ainda dava de barato esta frustração toda, mas assim é ridículo. Aposto que há imensos "9.5s" a bater no peito e a gritar "injusto"! Mas sabem o que é injusto? Ter pessoas na justiça a trabalhar que nem se dão ao trabalho de estudar o suficiente para ter um 10 completo. É injusto para o resto da sociedade que depende em grande parte deles para ser os seus direitos devidamente assegurados. Não há almoços grátis meus amigos, estudar algo especifico não é garante de emprego em nenhuma área, vocês não são excepção. Não têm que ser os melhores de todos, só têm que ser dos 400 melhores. Boa sorte para a próxima.

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  28. Uma pessoa diz logo algo contra um Pepac e já acham todos que é porque se teve nega ou nota baixa ! Eu tive 17 e apenas acho injusto porque também tenho uma licenciatura que também não tem empregabilidade e não é por isso que andam a dar emprego em áreas similares como aconteceu com os advogados! É uma questão de estar cada pessoa no seu lugar.

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    1. Correcção: licenciados em Direito nao sao advogados. Sao juristas!!!

      Por amor de Deus seja coerente com o que diz e vá entao procurar emprego na sua área.

      Direito nao é só advocacia e pela sua ordem de ideias entao de todos os licenciados seriamos os mais bem preparados.

      Acho este debate inútil. Desejo-lhe muita sorte.

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    2. Não sabes a diferença entre um advogado e um jurista. Boa sorte com o teu 17 ;)

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    3. Disse advogados por dizer , e de qualquer das formas não me parece que na matéria de estudo para ingresso englobe a distinção entre advogado e jurista ! ;)

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  29. Há falta de funcionários amigo! Se não tivessem concorrido lic em dto e Solicitadoria, provavelmente ficariam com vagas por preencher! Isto não é só acerca dos desempregados sabes? Também é acerca de se precisar de funcionários! Se cada um ficar no seu lugar, os licenciados morrem todos à fome porque não.pertecem a lado nenhum visto haver mais oferta de procura. Não podemos varrer a rua senão o que vão fazer os que não têm escolaridade? Não podemos ir para caixas de supermercado porque isso é para os que têm o 9o ano. Não podemos ir para os tribunais porque é para os com cursos específicos com ou sem conhecimentos suf para desempenhar a função... Morremos todos à fome, mas DD que esteja cada macaco no seu galho, óptimo.

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  30. Só azia por estas bandas. Se têm notas tão boas não se preocupem. Se não têm nota para entrar, estudassem. Bando de bebés chorões.

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  31. Já agora, ser licenciado em direito não faz de ninguém advogado. Faz de alguém jurista, isto é, um conhecedor de direito. O que me parece bem tendo em conta o tipo de profissão em causa bem como a sua importância.

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  32. Caros Pepac, estamos a debater um assunto que é não assunto. Já provamos que somos competentes, tanto pelas notas de estágio como pelas notas das provas de acesso.Não temos que dar justificações a ninguém do nosso valor. Tenho dito e mudemos de assunto.

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  33. O que os colegas se estão a esquecer, ou talvez não saibam, é que aos PEPAC foi prometido que se estagiassem poderiam concorrer à vaga posteriormente no concurso que abrisse... Muitas pessoas talvez não tivessem optado por exercer a profissão durante 1 ano, em contrapartida de uma bolsa que não dava sequer para cobrir as despesas de quem se deslocou no país, se soubessem que a profissão lhes estaria vedada...Também fizeram um investimento financeiro e de vida. Não vos parece relativamente injusto? Principalmente a lógica de que os licenciados são bons para trabalhar durante 1 ano para tapar buracos a baixo custo, mas já não são bons para concorrer lado a lado com os outros, porque foi basicamente isso que nos deram a entender quando nos vedaram a entrada nos concursos seguintes. Nada disto está a ser "mais fácil" porque sou licenciada, muito pelo contrário. Andei tantos anos a estudar... tenho uma licenciatura, tenho um mestrado, fiz um estagio PEPAC, já servi às mesas, já vendi sapatos, já vendi roupa, já trabalhei numa caixa de supermercado... E aos 30 anos continuo a ouvir de toda a gente que não há lugar para mim em lado nenhum.."Para que é que foste para a faculdade? Devias ter ido trabalhar"... secalhar devia, mas não posso mudar o passado e tenho que comer. Chega a um ponto que não sei para onde me virar, nem o que fazer... Eu compreendo que estamos todos preocupados, mas sejamos um pouco mais solidários. É triste levar pontapés de todo o lado, principalmente de futuros colegas. Só espero que se chegar a entrar na profissão haja mais solidariedade no meu local de trabalho do que a que vejo por aqui...

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  34. Para quem queira discutir todos os aspetos relativos a uma area tao importante da vida em sociedade nao devem haver nem temas proibidos nem opinioes dispensaveis.

    Todos os aspetos do ingresso sao importantes. porque fornecem elementos uteis as discussoes em curso.

    Nao ha so azia devido aos pepac, ha tb devido aos outros da outra alinea.

    Espero que a DGAJ publique os resutados dos candidatos estatutarios e dos da TFPF em listas separadas antes da publicacao da ista unificada para se poderem fazer comparacoes e tirar as devidas conclusoes

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  35. e insisto na ideia de que teve alto merito todo aquele que obteve a aprovacao numa prova dificil apicada num universo de candidatos muito competitivo e qualificado.

    Mas todo esse merito ainda pode ser deitado por terra no final do periodo probatorio e tb por azia de alguem.

    Na proposta para o EOJ ja consta a obrigacao de ser prestada todo o apoio a cada provisorio mas ainda nao se cogita a devida sancao para o seu incumprimento

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  36. Ter uma nota alta no exame não significa que será um bom oficial de justiça. Um bom colega de trabalho é um colega com espírito de cooperação e de entreajuda. Um colega que não olha só para o seu umbigo e que pense em equipa. Quando faltamos sem razão válida estamos também subcarregar os nossos colegas que para além de já terem que fazer o seu trabalho também tem que fazer o do colega que faltou. A mim pouco me importa se os meus colegas são PEPAC's ou não. Se estão nos tribunais é porque trabalharam para isso e o mereceram. Ajudem-se uns aos outros e deixem-se de coisas. Não quero com isto dizer que quem tirou um nota alta não teve mérito para isso. Claro que teve!! Mas também não coloquem quem teve uma nota mais baixa (positiva, mas baixa) no saco dos que não se esforçaram e não estudaram. Não quer dizer que sejam menos interessados do que os outros e muito menos que realizarão um desempenho pior na sua função.

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  37. Esperemos que tudo corra pelo melhor a todos. E espero também que todos sejam apoiados quando ingressarem independentemente de serem Pepac ou não. Relembro que somos todos pessoas.

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  38. Alguem sabe se o movimento extraordionario vai ser limitado apenas aos atuais candidatos, ou os funcionarios antigos tb vão poder concorrer??

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