Em Formação o Terceiro Sindicato de Oficiais de Justiça
A comissão instaladora do terceiro sindicato representativo dos Oficiais de Justiça está no final do prazo de proceder à eleição de todos os órgãos nacionais do sindicato, conforme está estabelecido nos seus estatutos.
Este terceiro sindicato – com sede no Porto – denomina-se: “Sindicato Nacional dos Oficiais de Justiça” – SNOJ – e tem formalizada a sua existência desde 18-05-2018, altura em que ocorreu a sua assembleia constituinte, nela se tendo elegido os elementos da comissão instaladora: Durval Lopes e João Ferreira.
De momento, este sindicato, ainda não tem página própria ou sítio disponível na Internet mas existe um grupo (fechado) no Facebook com a designação deste sindicato, tendo sido criado há cerca de um ano por um dos elementos da comissão instaladora (Durval Lopes), contando neste momento com cerca de 900 membros.
Na descrição do grupo constam apenas três palavras: “sermos mais fortes”.
Das publicações no grupo não ressalta, para já, nada de relevo a nível sindical, mas apenas publicações, pelos seus membros, de notícias da atualidade da comunicação social, com algum enfoque especial nas notícias que se relacionam com a área da justiça.
Os Estatutos foram publicados no Boletim do Trabalho e Emprego nº. 26 de 15-07-2018 e pode aceder à parte do referido boletim BTE onde constam os Estatutos do SNOJ, seguindo a hiperligação: "Estatutos SNOJ (BTE)".
Pode aceder ao grupo do SNOJ no Facebook diretamente pela seguinte hiperligação: “SNOJ-grupo-Facebook”.

mais uma casa da kikas? Não entendo a necessidade de mais um sindicato... fazia mais falta rever e reestruturar a forma de acção dos sindicatos... mas temos os sindicatos que merecemos... uma classe dividida=múltiplos sindicatos... se calhar até vem aí um 5.º e 6.º sindicato
ResponderEliminarDissidentes...
ResponderEliminarOs sindicatos estão vazios (em todos os aspectos) e se teriam tendência a ser cada vez menos, parece que são cada vez mais. Mas com menos sócios. A necessidade de protagonismo, aliada à falta de reconhecimento (se calhar merecido) e à pouca vontade de trabalhar, leva a que alguns se dediquem a criar sindicatos enquanto outros se dedicam a afastar-se deles.
ResponderEliminarÉ o resultado inevitável da liderança perpetualiza desta direção do sfj.
ResponderEliminarA continuar assim o sfj vai ficar cada vez mais fragilizado e por culpa própria.
Quando não se respeita as deliberações democráticas dos trabalhadores, estes afastam-se é procuram outras estruturas organizativas.
Um momento para reflexão dos ainda filiados no sfj.
A atual liderança está a desfazer o que tanto custou a unir.
O momento é de união entre todos nós, trabalhadores.
EliminarPor mim, creio que os Sindicatos fazem o melhor que podem a favor de todos nós.
EliminarNão é fácil nesta conjuntura, negociar com o governo. O governo tornou-se déspota, quando se trata de negociar.
O problema é que não há mesmo dinheiro.
Não há dinheiro?!...
EliminarEntão o país está melhor, acabou a austeridade, os portugueses vivem melhor e os oficiais de justiça não!...
Ou será apenas um slogan para campanha eleitoral?
Para a banca continua a haver milhares de milhões...!!!
EliminarOMG...
ResponderEliminarPalavras para quê!!!
Descobriram o filão?
Ai SNOJ. E por que não SAPEC??
EliminarParabéns ao novo sindicato.
ResponderEliminarJuízos de valor só depois dos projetos, propostas e acções.
A pluralidade só enriquece a democracia e consequentemente o sindicalismo.