O Oficial de Justiça e o ano 2020, uma retrospetiva internacional

      Hoje, a partir das 17H00, decorrerá uma conferência internacional “online” subordinada ao tema “O Oficial de Justiça e o ano de 2020 - Uma retrospetiva internacional”.


      De acordo com a organização, esta iniciativa tem como objetivo fazer uma retrospetiva sobre este que foi um ano sem precedentes para a profissão em todo o mundo e promover uma comparação entre a realidade vivenciada em vários países.


      A conferência é da iniciativa da Federação Nacional das Associações de Oficiais de Justiça Avaliadores Federais (Fenassojaf), do Brasil e, além dos diretores da Fenessojaf, Neemias Ramos Freire, Mariana Liria e Malone Cunha, a conversa contará com a participação de Francisco Papini, Oficial de Justiça em Buenos Aires (Argentina) e membro da União de Empregados da Justiça da Nação Argentina (UEJN); Patrick Gielen, Oficial de Justiça em Bruxelas (Bélgica) e conselheiro especial da presidência da União Internacional dos Oficiais de Justiça (UIHJ); Mohamed Sylla, Oficial de Justiça em Conacri, na Guiné, e Secretário-Geral da Câmara Nacional de Oficiais de Justiça da Guiné, e Tereza Lungová, Agente de Execução em Breclav, na República Checa, e também membro da Câmara Nacional dos Oficiais de Justiça desse país.


      Esta conferência será transmitida no canal da Fenassojaf no “Youtube” e também na página de “Facebook” desta Federação, páginas estas a que pode aceder através das hiperligações incorporadas.


      A conferência decorrerá em língua inglesa e, posteriormente, a Federação irá disponibilizar o vídeo legendado para que todos tenham acesso ao conteúdo.


ConferenciaOJ-20201217.jpg


      Fonte: “Fenassojaf”.

Comentários

  1. Estamos nos últimos dias que antecedem as féria judiciais.
    Na esperança que os comentários inscritos neste blog sejam lidos pelos dirigentes sindicais, como tenho quase a certeza que são, peço encarecidamente aos mesmos que mostrem algum respeito pela profissão que lhes põe o pão na mesa e pelos colegas que diariamente labutam afincadamente e permitem que existam, e os informem do ponto se situação relativamente às reivindicações da classe. Ultimas do ministério se é que existem, expectativas sindicais, eventuais planos de luta.
    Haja a humildade de, pelo menos nesta fase, transmitirem à classe o que sabem, ou não, o que pretendem fazer enquanto representantes de classe.

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    1. Colega.
      Infelizmente concordo em absoluto com a sua análise.

      A representação não pode estar sujeita ou beneficiar de "moratorias"!

      O respeito pelas instituições que nos representam não se consolida com os resultados do processo eleitoral, nem se impõe por decreto, conquista-se!...

      Merecemos mais, muito mais, dos nossos pares.

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  2. Chega sempre a hora em que não basta apenas protestar: após a filosofia, a ação é indispensável.

    Victor Hugo

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    1. Com que voz? Com que actos? Com que líderes?

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