Tomada de Posse a 05JAN com menos 3
“O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decidiu suspender provisoriamente a tomada de posse dos juízes presidentes das três comarcas da Grande Lisboa (Lisboa, Lisboa-Norte e Lisboa-Oeste) na sequência de uma providência cautelar apresentada por dois candidatos que consideram terem sido preteridos por outros com menos habilitações, noticia o Público este sábado (conteúdo para assinantes).
Rui Teixeira, juiz de instrução no Processo Casa Pia, atualmente no Tribunal da Relação de Lisboa, e Marília Fontes, do Tribunal de Cascais, consideram que as razões apresentadas para a nomeação dos juízes das três comarcas lisboetas e também do de Bragança não foram bem fundamentadas. Por exemplo, foi usada a mesma frase genérica para justificar a seleção dos 18 juízes presidentes durante o concurso realizado pelo Conselho Superior da Magistratura (CSM).
A relatora do processo no STJ, a juíza Maria Rosa Tching, justificou a suspensão das tomadas de posse com uma “situação de especial urgência”, para evitar uma situação de facto consumado que poderia tornar inútil a providência cautelar. Maria Rosa Tching sublinhou, no entanto, que esta é uma “decisão incidental” que apenas tem validade até que haja um acórdão do plenário da Secção do Contencioso do Supremo sobre a providência cautelar, explica o Público.
Apesar de a contestação incluir a Comarca de Bragança, a relatora decidiu não suspender a tomada de posse, já que Rui Teixeira e Marília Fontes não se candidataram ao cargo.”
Assim, no próximo dia 05JAN, a tomada de posse dos novos juízes presidentes não ocorrerá com os três das referidas comarcas de Lisboa.
“Os dois juízes contestatários são Rui Teixeira e Marília Fontes. O primeiro concorreu às três comarcas de Lisboa e a segunda a 15 das 18 comarcas a concurso. Foram preteridos em todas.
Para os dois juízes, as nomeações decididas pelo CSM são ilegais, por votação irregular, violação do princípio da transparência e falta de fundamentação, entre outras razões. Além disso, Rui Teixeira e Marília Fontes contestam o facto de o CSM ter deliberado a meio do último curso de formação de juízes presidentes de comarca.
Os contestatários começaram por apresentar uma reclamação junto do CSM, relativamente às três comarcas de Lisboa e à de Bragança. Como a mesma foi indeferida, requereram ao STJ que decretasse uma providência cautelar para suspender a eficácia do ato de nomeação do Conselho. O CSM contestou aquele pedido ao Supremo, invocando o "manifesto e imperioso interesse público" em dar posse aos nomeados mas este argumento não foi acolhido pela juíza conselheira Maria Tching, que determinou a suspensão das nomeações até que haja uma decisão final, pelo Pleno da respetiva Secção, sobre a providência cautelar.

Fontes: “Observador”, “Público” e “Jornal de Notícias”.
Também as vidas dos oficiais de justiça estão suspensas por causa das politiquices do M.J.
ResponderEliminarNão podemos continuar a deixar que tal aconteça.
Greves, gerais, parciais e rotativas, com calandaruo defendido já.
Providências cautelares para parar trabalho escravo já.
Confrontação permanente com as atitudes e falta delas por parte do M.J., nos média, em manifestações, colóquios, etc.
Aproveitamento da exposição causada pela presidência da UE.
Convocação do dia de plenário, que poderia ser por comarcas, dando assim maior visibilidade.
Enfim, tanta coisa que pode ser feita. Haja boa vontade para tal.
Snr. Antonio Marçal e Carlos Almeida, por favor não esperem mais.
Como eu, toda uma classe está farta de ser maltratada.
Aqui está um exemplo do que se deve fazer quando há atropelos à Lei.
ResponderEliminarSó a classe de OJ é que não vê isso...
DN de hoje:
ResponderEliminar"Presidente da República e recandidato ao cargo, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou hoje que houve um desleixo lamentável na questão da escolha do procurador europeu, "matéria que tem projeção internacional", deixando claro que quer "ainda mais informação".
Os lapsos e as vicissitudes do Ministério da Justiça, desta vez classificados pelo Presidente da República como desleixo!...
Incumprimento da Lei do Orcamento de Estado de 2020,
Incumprimento das sucessivas promessas feitas no Parlamento,
Discurso escrito mas não lido acerca da publicação no BTE....
Carlos Almeida, o SOJ está à espera do quê?!...
De mais desleixos!
Assumam de uma vez por todas a liderança da luta dura e longa em defesa dos servos deste Ministério.
Queixa à Provedoria Europeia já!...
Já devia ter sido!
EliminarMinistra da Justiça está "ansiosa" por ir ao Parlamento das explicações sobre caso do procurador europeu, que é tentativa de "envenenar vida política". Fala em decisão transparente e admite lapsos.
ResponderEliminarJá agora aproveite a ida ao Parlamento para explicar aos deputados porque não cumpriu a promessa feita no Parlamento sobre as matérias do orçamento de estado relativamente aos Oficiais de Justiça!...
Os compromissos assumidos no Parlamento também foram lapsos?!...
A transparência da "lapsomania"!...
A Senhora Misnistra da Justiça está ansiosa para ir ao Parlamento para explicar a transparência do lapso!
ResponderEliminarJá agora fica aqui um desafio ao SFJ e ao SOJ.
Marquem presença junto ao Parlamento, no dia em que a Senhora Ministra da Justiça aí se deslocar, com cartazes com os seguintes dizeres:
"O compromisso que faço aqui é que, até ao final do ano, o compromisso é de trazer aqui o estatuto dos Oficiais de Justiça.»
Embaraçar os lapsos!....