DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL
publicação periódica independente com 14 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça
O Estado estabeleceu um Contrato Social com os Oficiais de Justiça, contrato esse constantemente violado.
. Reforma aos 55 anos como compensação das muitas horas extras não pagas.
. Serviços Socias do Ministério da Justiça para o próprio e agregado.
. Estreitamento do período no qual é possível a marcação de férias.
. Desinformação propositada quando se deixa como verdade para os concidadãos a ideia que os tribunais, durante a suspensão de prazos processuais, estão encerrados.
. Incumprimentos, anunciados com grande arrojo, da Lei geral da República pela Tutela.
. Não concretização das legais promoções.
. Concurso para Secretários Judiciais que se deixam extingir na sua utilidade e só após se publicam vagas para as quais o mesmo já não é válido.
. Permissividade quando ao desempenho de funções, em substituição, de Escrivães de Direito, por Escrivães Auxiliares, por não existirem Escrivães Adjuntos, contra a Lei e sem o respetivo acréscimo remuneratório.
Hoje, no Ministério da Justiça, a Ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, acompanhada do Secretário de Estado Adjunto e da Justiça e da Secretária de Estado da Justiça, reuniu com o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, a Presidente do Supremo Tribunal Administrativo e a Procuradora-Geral da República.
Foram analisados os desafios com que se confronta o Sistema de Justiça, atualmente e no futuro próximo, em face da evolutiva situação epidemiológica que se verifica em Portugal em resultado da pandemia da doença Covid-19, tendo em vista continuar a garantir o regular funcionamento dos tribunais - que é decisivo para a defesa dos direitos e interesses dos cidadãos, bem como para o sucesso da retoma da atividade económica do país - e, ao mesmo tempo, assegurar a indispensável proteção dos profissionais que trabalham nos tribunais e dos cidadãos utentes da Justiça".
Assegurar a indispensável proteção dos profissionais que trabalham nos tribunais e dos cidadãos utentes da Justiça!?...
Como os Oficiais de Justiça foram excluidos da alegada proteção (processo de vacinação) não são considerados profissionais que trabalham nos Tribunais, mas apenas servos, sem direitos, desta política discriminatória baseada no preconceito elitista.
Garantir o regular funcionamento dos Tribunais?!...
O regular funcionamento dos Tribunais tem sido garantido a custa do encarceramento forçado de uma classe profissional que nos momentos mais difíceis nunca "abandonaram o barco".
Os Tribunais nunca fecharam, e na maioria deles, os únicos que sempre estiveram presentes, muitas vezes para além do horário normal da secretaria, foram os Oficiais de Justiça.
Outros, administraram a Justiça, a partir de casa!...
O Ministério da Justiça acaba de anunciar que a recolha de opiniões sobre os novos mapas de pessoal Oficial de Justiça e dos demais Funcionários de Justiça está concluída, pelo que, em breve, deverão ser conhecidos tais mapas para as secretarias dos tribunais de 1º instância. Quem foi ouvido? O Ministério da Justiça apresentou a sua proposta e ouviu a Procuradoria-Geral da República (PGR), o Conselho Superior da Magistratura (CSM) e o Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais (CSTAF). A proposta do Ministério da Justiça está « sustentada por um trabalho técnico levado a cabo pela DGAJ: um estudo sobre o número de oficiais de justiça efetivamente necessários em cada serviço e tribunal, construído a partir da análise do volume processual do último triénio e das funções exercidas em cada área processual. As suas conclusões permitirão projetar mapas ...
De acordo com o Boletim Estatístico do Emprego Público n.º 29, de dezembro de 2025, publicado pela Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) (dados SIOE referentes a 30 de junho de 2025), a carreira de Oficial de Justiça apresenta uma idade média próxima dos 54 anos, posicionada entre as carreiras mais envelhecidas, logo a seguir à carreira dos oficiais dos registos e notariado (57,5 anos) e à da Administração Tributária e Aduaneira (54,7 anos), portanto, situa-se em terceiro lugar das carreiras mais envelhecidas da Administração Pública. Comparativamente, a média de idade dos magistrados situa-se nos 50 anos. No mesmo Boletim informa-se em relação ao nível de escolaridade, situando-se a carreira de Oficial de Justiça numa posição intermédia, com uma presença significativa do ensino secundário. O cômputo geral dos trabalhadores da Administração Públic...
Tal como vínhamos anunciando, lá acabou por ser assinado – na segunda-feira, 13ABR, embora só ontem divulgado – mais um acordo que dará origem ao terceiro decreto-lei que recorta mais um bocadito do velhinho Estatuto EFJ de 1999. Enquanto que os anteriores acordos foram motivo de anúncios vitoriosos, este é um acordo envergonhado e tanto assim é que o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) nem sequer lhe chama acordo e nunca diz na sua informação sindical ontem divulgada que assinou um acordo, eufemisticamente preferindo dizer que assinou um diploma, como se fosse o legislador. Diz assim: «O diploma de Ingressos, Promoções e Chefias foi ontem formalmente assinado.» Esta subscrição geral do acordo, pelos dois sindicatos e pelo Governo já estava anunciada, pelo que não causa surpresa, tal como alguns dos termos aflorados do tal acordo...
Greve, já.
ResponderEliminarCoragem.
Uma perda presente para ganhos futuros.
O Estado estabeleceu um Contrato Social com os Oficiais de Justiça, contrato esse constantemente violado.
ResponderEliminar. Reforma aos 55 anos como compensação das muitas horas extras não pagas.
. Serviços Socias do Ministério da Justiça para o próprio e agregado.
. Estreitamento do período no qual é possível a marcação de férias.
. Desinformação propositada quando se deixa como verdade para os concidadãos a ideia que os tribunais, durante a suspensão de prazos processuais, estão encerrados.
. Incumprimentos, anunciados com grande arrojo, da Lei geral da República pela Tutela.
. Não concretização das legais promoções.
. Concurso para Secretários Judiciais que se deixam extingir na sua utilidade e só após se publicam vagas para as quais o mesmo já não é válido.
. Permissividade quando ao desempenho de funções, em substituição, de Escrivães de Direito, por Escrivães Auxiliares, por não existirem Escrivães Adjuntos, contra a Lei e sem o respetivo acréscimo remuneratório.
Portanto,
Greve, já.
.
Um Ministério que discrimina trabalhadores em função da classe profissional e social a que pertencem.
ResponderEliminarGreve já!...
“Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há certa cumplicidade vergonhosa.”
ResponderEliminarVICTOR HUGO
Primeiro Jornal SIC, hoje, 13.22horas.
ResponderEliminar"A quem interessa o mau funcionamento dos Tribunais..?"
ResponderEliminarOra aí está o cerne da questão.
Ou os atrasos na acusação do caso "Marquês" também não se deveram à falta de meios humanos, Oficiais de Justiça?
Pagina do Governo:
ResponderEliminar2020-09-16 às 19h10
"Garantido o regular funcionamento dos tribunais
Hoje, no Ministério da Justiça, a Ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, acompanhada do Secretário de Estado Adjunto e da Justiça e da Secretária de Estado da Justiça, reuniu com o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, a Presidente do Supremo Tribunal Administrativo e a Procuradora-Geral da República.
Foram analisados os desafios com que se confronta o Sistema de Justiça, atualmente e no futuro próximo, em face da evolutiva situação epidemiológica que se verifica em Portugal em resultado da pandemia da doença Covid-19, tendo em vista continuar a garantir o regular funcionamento dos tribunais - que é decisivo para a defesa dos direitos e interesses dos cidadãos, bem como para o sucesso da retoma da atividade económica do país - e, ao mesmo tempo, assegurar a indispensável proteção dos profissionais que trabalham nos tribunais e dos cidadãos utentes da Justiça".
Assegurar a indispensável proteção dos profissionais que trabalham nos tribunais e dos cidadãos utentes da Justiça!?...
Como os Oficiais de Justiça foram excluidos da alegada proteção (processo de vacinação) não são considerados profissionais que trabalham nos Tribunais, mas apenas servos, sem direitos, desta política discriminatória baseada no preconceito elitista.
Garantir o regular funcionamento dos Tribunais?!...
O regular funcionamento dos Tribunais tem sido garantido a custa do encarceramento forçado de uma classe profissional que nos momentos mais difíceis nunca "abandonaram o barco".
Os Tribunais nunca fecharam, e na maioria deles, os únicos que sempre estiveram presentes, muitas vezes para além do horário normal da secretaria, foram os Oficiais de Justiça.
Outros, administraram a Justiça, a partir de casa!...
Greve já e todos os 5 dias! Apoiado
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