“Alguém no MJ tem dado informação incorreta à ministra e ao primeiro-ministro”
No artigo de opinião de António Marçal, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), publicado no Correio da Manhã desta última terça-feira, 18MAI, intitulado “Sim, Sra. Ministra!”pode ler-se o seguinte:
«Os trabalhadores judiciais iniciaram ontem [17MAI] uma greve que durará até 17 de junho.
Iremos paralisar uma hora por dia, entre as 10 h e as 11h00.
No primeiro dia, a adesão foi elevada e, apesar das centenas de diligências adiadas ou interrompidas, as pessoas entenderam o nosso protesto, tal forma são justas as razões das nossas reivindicações.
Porquê parar uma hora no período da manhã?
Para que os cidadãos entendam a importância destes trabalhadores na realização da justiça e também porque corresponde ao tempo de trabalho que deveria ser realizado pelos trabalhadores que falta colocar nos tribunais (cerca de mil) bem como dos trabalhadores ausentes por razões de saúde (mais de 95 dias em 2018, a maioria por baixa prolongada).
É uma luta que está nas mãos da ministra da Justiça parar. Como? Cumprir o que está assumido em ata das reuniões de 2018.
Nós queremos ser parte da solução.
Parece-nos que alguém do MJ não quer isso. E que tem dado informação incorreta à ministra e ao primeiro-ministro...
Os trabalhadores estão determinados em levar avante a sua luta e, caso não haja abertura por parte do Governo, iremos intensificar o nosso protesto, culminando com uma greve alargada nos juízos onde for tramitado o processo eleitoral autárquico!
Podemos falar, senhora ministra, senhor primeiro-ministro?»

Fontes: “Correio da Manhã” e “SFJ”.
Força!
ResponderEliminar🤔
ResponderEliminarSiga em frente! Necessitamos de ser reconhecidos pela nossas especiais funções!
ResponderEliminarPara um "circuito legislativo" sem fim à vista, só existe uma resposta!
ResponderEliminarIntensificar e ampliar as formas de luta!..
ResponderEliminarNo name bois?
???
Um Estado onde a democracia é apenas um adereço!...
ResponderEliminarNum verdadeiro Estado de Direito Democrático as Leis da República e as decisões dos Tribunais são para cumprir.