Promoções de Oficiais de Justiça = Zero

      «O Ministério da Administração Interna anunciou, esta segunda-feira, através de um comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, que as Forças de Segurança “podem promover 5085 elementos este ano”.


      De acordo com a mesma nota, os despachos do Ministério, que autorizam estas promoções, foram publicados em Diário da República, “concretizando mais um passo no sentido da valorização dos profissionais das forças de segurança”.


      Em causa estão 2892 promoções relativas a vagas do ano de 2020 de militares da GNR, 2095 promoções para elementos da PSP e 94 promoções para guardas-florestais.


      Recorde-se que o Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) prevê a continuidade do Plano Plurianual de Admissões nas Forças de Segurança, permitindo, ainda, que o número de elementos a recrutar seja ajustado para contemplar o efetivo previsto e não recrutado no ano passado, devido aos constrangimentos provocados pela pandemia da Covid-19.


      As promoções agora autorizadas enquadram-se nesta medida e permitem retomar o normal desenvolvimento das carreiras, “tendo em vista a manutenção do elevado grau de prontidão e a eficácia operacional dos efetivos policiais”, salienta o ministério tutelado por Eduardo Cabrita.


      Com estas promoções será ainda possível concretizar a nomeação do primeiro oficial-general do quadro da GNR.»


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      Fonte: “Notícias ao Minuto

Comentários

  1. Anónimo4/5/21 09:08

    OJ não tem a dita "prontidão e eficácia" que referem ter as forças policiais?! ou será que não têm força para bater o pé?! os despachos ou ordens judiciais ou o que lhe queiram chamar cumprem-se sozinhos sem Oficias de Justiça, por isso não precisam se subir na carreira! governações e governantes da treta e sem vergonha! é o que é!!....

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    1. Anónimo4/5/21 10:07

      Cumprem-se bem também pelos auxiliares, por isso não é preciso promoções. Enfim...

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  2. Anónimo4/5/21 09:25

    Pelos vistos, tudo depende do ministro.

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  3. Anónimo4/5/21 18:49


    "(...) Francisca Van Dunem disse hoje que "um magistrado custa muito dinheiro ao país e que o que temos é um problema de gestão"."

    Mas poupa-se muito nos salários dos OJ de tão esmifrados que estão!

    Não é assim?


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    1. Anónimo4/5/21 19:58

      E também existem membros do Governo e em Direcções-Gerais, que custam muito ao pais, muito mais do que outros membros seus pares, por optarem pelo vencimento de origem!...





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    2. E ala é o quê

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  4. Anónimo4/5/21 21:25

    Inacreditável e absolutamente revoltante!

    O que ontem era verdade hoje não é bem assim.

    Todos nos lembramos das declarações da Senhora Ministra da Justiça a propósito da integração do suplemento no vencimento e do regime diferenciado da aposentação.

    So não foi resolvido na vigência do Orçamento do ano passado, porque o sindicato mais representativo da classe entendia que isso era matéria para ser discutida em sede de revisão dos estatutos.

    Ou seja, estava disponivel para acolher estas duas reivindicações, mas não o fez, por razões alheias, imputáveis ao sindicato mais representativo da classe.
    Inacreditável, sempre falou com verdade, a verdade dos prazos dos compromissos, das vicissitudes, das promoções, dos movimentos?!...

    Agora as vicissitudes transformaram-se em capacitaçoes "não mecânicas"!...

    A ingratidão elevada a virtude!



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  5. Anónimo4/5/21 22:11

    Artigo subscrito por Álvaro Rodrigues (Juiz Conselheiro), publicado no Correio da Manhã de 10-12-2011.

    «Muito se tem dito e escrito sobre a Justiça em Portugal e seus problemas. São diagnosticadas mazelas, sugeridas terapêuticas e paliativos, alvitradas alterações quanto à formação dos Magistrados, gizados esboços mais ou menos criativos e filosóficos do perfil do Juiz para os nossos dias, enfim, muitos são os que se sentem legitimados a perorar sobre o tema e a prescrever panaceias e mezinhas com vista a melhorar o estado das coisas.

    Pouco ou nada se tem dito dessa figura imprescindível que é a do Oficial de Justiça, sem a qual todo o serviço judicial quedaria inerte e, por melhor e mais dotado que fosse o Magistrado, pouco ou nada valeria se não se lograsse dar andamento aos processos judiciais ou cumprir as decisões dos Juízes.

    É tempo de pensar também nos Oficiais de Justiça, a quem todos os profissionais do foro reconhecem a louvável dedicação e até a sua não rara abnegação, frequentemente evidenciada, mas, quantas vezes, incompreendida.

    É tempo de investir na sua formação e nas condições do seu desempenho, mas, principalmente, é tempo de se lhes dirigir palavras de estímulo e sincero reconhecimento, nestes áridos tempos de desalento generalizado.»

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  6. Anónimo4/5/21 23:16

    Ouçam a Sra Ministra hoje na AR, depois de interpelada pelo Sr Deputado Pureza.

    As declarações revelaram o que nos espera. Já não há qualquer dúvida quanto a isso.

    Depois do que ouvi, sinto-me completamente desiludido com o rumo que a carreira tomou (ou vai tomar, em breve).

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    1. Anónimo7/5/21 13:07

      É para ficar desiludido, no entanto não podemos deixar que o rumo siga por aí, não podemos baixar os braços.

      Desiludido, isso sim, é com uma carreira que é a verdadeira interessada para lutar pelos seus interesses, inventar todo o tipo de desculpas estapafúrdicas para não fazer greve, como aconteceu nesta última. Mas depois vêm dizer que não valia a pena que não se iria conseguir nada.

      Como sabem que não se iria conseguir nada?
      Nem sequer lutaram.

      Mais uma vez, Desiludido, isso sim, com uma carreira que espera sentada que alguma coisa lhe chegue às mãos.

      Que não aproveita a oportunidade, quando esta lhe aparece, para gritar bem alto.

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  7. Anónimo5/5/21 05:40

    Greve de zelo já.

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