17 Técnicos de Informática: Candidaturas até 14JUN
Para quem queira mudar de vida, ou melhor, de dia a dia, e apesar das restrições sempre impostas à mobilidade dos Oficiais de Justiça, aqui fica o aviso:
O Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, I. P. (IGFEJ), fez publicar ontem em Diário da República um aviso, com o qual torna público que este Instituto pretende “proceder ao provimento de dezassete (17) postos de trabalho (em 12 áreas geográficas) na carreira de técnico de informática, categoria de técnico de informática (grau 1, 2 ou 3), por recurso à figura de mobilidade na categoria ou intercarreiras”.
“As funções a desempenhar são inerentes ao Núcleo de Arquitetura e Sistemas de Informação para a Área dos Tribunais, do Departamento de Arquitetura de Sistemas, sendo os locais de exercício de funções” os que a seguir se indicam e com a quantidade de postos de trabalho que vai referida:
– Lisboa: 5 (Palácio da Justiça, Campus de Justiça, Oeiras, Sintra ou Seixal)
– Viana do Castelo: 1
– Bragança: 1
– Madeira: 1
– Setúbal: 1
– Santiago do Cacém: 1
– Vila Franca de Xira: 1
– Castelo Branco: 1
– Guarda: 1
– Porto: 2 (Matosinhos ou Vila Nova de Gaia)
– Penafiel: 1
– Braga ou Guimarães: 1
Continua o aviso assim:
«As candidaturas deverão ser formalizadas mediante requerimento dirigido à Senhora Presidente do Conselho Diretivo do IGFEJ, I. P., dele devendo constar a menção expressa do vínculo e da carreira/categoria que possui, posição e nível remuneratórios detidos e o serviço onde exerce funções, bem como declaração de consentimento de tratamento dos dados pessoais para os expressos fins da tramitação do presente procedimento, acompanhado dos seguintes documentos: curriculum vitae devidamente atualizado, datado e assinado, fotocópias dos documentos comprovativos das habilitações literárias, da formação profissional e declaração emitida pelo órgão ou serviço a que o/a candidato/a pertence, atualizada, onde conste a modalidade de vínculo do/a trabalhador/a, a carreira e categoria que possui, assim como qualquer outra informação que o/a candidato/a considere pertinente para a comprovação do seu mérito.
As candidaturas deverão ser remetidas por correio postal ou eletrónico, até ao termo do prazo fixado, para Av.ª D. João II, n.º 1.08.01 E, Torre H, 1990-097 Lisboa ou para o endereço de e-mail: recrutamento-ngrh@igfej.mj.pt até 10 dias úteis a contar da data de publicação do presente aviso na Bolsa de Emprego Público (BEP). Será efetuada análise curricular complementada, se aplicável, com entrevista.
O presente aviso encontra-se disponível e melhor especificado na BEP (www.bep.gov.pt) e na página eletrónica deste Instituto (https://igfej.justica.gov.pt/).»
A data limite de envio das candidaturas é o dia 14JUN2021.
O vencimento será o mesmo que agora aufere na carreira de origem.
Para mais informações veja as seguintes ligações: “Aviso Diário da República”, “Oferta BEP” e “IGFEJ”. O Aviso DR e a Oferta BEP estão também colocados na compilação diária de “Publicações/Legislação”, com a data de 31MAI, a que acede pela ligação junto ao cabeçalho desta página.

Entretanto .... Justiça
ResponderEliminarDireção-Geral da Administração da Justiça:
Despacho (extrato) n.º 5468/2021:
Extinção do vínculo de emprego público de Carolina Diogo Costa, por denúncia do contrato, do lugar de escrivão auxiliar do Tribunal Judicial da
Comarca de Faro . . . . . . . . . .
deve ter sido por ser bem remunerada com as funções exigidas
EliminarBrevemente virá também a minha desvinculação. Decidi ir pregar para outra freguesia.
Eliminare ganhar um bocadinho mais.... só um bocadinho.
Mais uma, entre muitos, que abandonam a profissão!
EliminarCom vencimentos miseráveis não conseguem suportar as despesas, apesar de muitas horas extraordinárias que não são pagas.
Começa a ser uma situação preocupante mas que infelizmente não tira o sono aos responsáveis pelo Ministério da Justiça.
Há mais vida para além da disponibilidade permanente e os servos também têm responsabilidades familiares.
"A data limite de envio das candidaturas é o dia 14JAN2021."???
ResponderEliminarNo título estava certo 14JUN e na parte final do artigo estava 14JAN e de 2021, portanto, lapso óbvio e prazo impossível.
EliminarObrigado pelo alerta. Já foi corrigido.
O apregoado, vezes sem conta, pela Senhora Ministra da Justiça " tenho muito respeito pelos Senhores Oficiais de Justiça" transformado e materializado em frieza e desprezo por todos aqueles que a "serviram e servem" durante muitos anos!
ResponderEliminarTratados e discriminados como classe inferior que nasceu para servir seja a que custo for!...
As vissitudes que a Senhora Ministra descobriu, para no ano 2020, não ter aprovado o regime especial da aposentação e a integração do suplemento no vencimento.
A culpa foi do sindicato mais representativo da classe!
Este ano afirmou no Parlamento que não era intenção do governo aprovar qualquer alteração do regime de aposentação, ao contrário do que consta da Lei do Orçamento de Estado.
Esta política de ziguezague alicerçada em vicissitudes para justificar o injustificável é a "marca" desta Ministra da Justiça.
Frieza e desprezo para com os Oficiais de Justiça e pelo Parlamento!...
com tanta aldrabice queixem-se que o CHEGA trepe!
EliminarAté parece que não existe dinheiro para assumir as merecidas espectativas dos OJ.
Eliminar... às tantas, com o Covid, as espectativas de lucros dos políticos lobistas ficaram goradas ou em banho maria e como agora têm de as recuperar, a mira das "bazucas" perderam o azimute social e lá se foram as verbas.
Ai Portugal, Portugal, do que estás à espera?!
O IGFEJ a tentar tapar buracos pelas borradas que fez, num passado recente, ao mandar técnicos de informática embora!
ResponderEliminarSegue candidatura para Madeira!
ResponderEliminarEstes vencimentos miseráveis não chega para suportar as despesas, e estar longe da família. Nem a entidade patronal dá o devido valor a todos os esforços ao longo destes anos.
Foi boa a carreira de oficial de justiça, mas também feita de muitos sacrifícios que não valeram a pena nem valem estar longe da família e pagar as despesas, e ver muitos conseguirem a sua transferência de forma pouco transparente.
Foi um prazer "colegas"