Mas o que é que aconteceu com o Plenário?
O que é que aconteceu com o Plenário que deveria ocorrer no dia de hoje em Lisboa?
Ocorreram uma série de vicissitudes?
Para começar, temos o lapso da própria convocatória.
O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) confundiu a convocatória do Plenário com um aviso prévio de greve.
Diz expressamente assim o nº. 2 do artigo 420º do Código do Trabalho: «No caso de reunião a realizar durante o horário de trabalho, a comissão de trabalhadores deve apresentar proposta que vise assegurar o funcionamento de serviços de natureza urgente e essencial.»
Ou seja, é necessário apresentar o modo de assegurar o funcionamento de serviços de natureza urgente e essencial. Quer isto dizer que, ao contrário de uma greve, quando se trata de reunião de trabalhadores, o serviço de “natureza urgente e essencial” tem que ser assegurado durante a realização da reunião e não no dia seguinte. Se fosse uma greve seria diferente mas isto é uma reunião plenária que tem que obedecer ao que a Lei determina.
O SFJ não indicou o modo de assegurar esse serviço urgente e, quando convidado a corrigir o lapso, alegou que não era necessário e que no dia seguinte era sábado, havia tribunais de turno e apresentou decisões de tribunais relativamente a greves mas não relativamente a reuniões de trabalhadores.
Persistindo o Sindicato no erro, a DGAJ acabou indicando os serviços considerados “de natureza urgente e essencial” a ser assegurados e quem deveria assegurá-los. No entanto, consideramos que a DGAJ terá agido também de forma errada, uma vez que não tendo o Sindicato apresentando a comunicação nos termos legais, não deveria ter sido atendida, isto é, o erro e a persistência no erro do SFJ colocou em risco a realização do plenário de todos os Oficiais de Justiça.
É grave tal erro, tanto mais que esta reunião plenária estava prevista há muito tempo; não foi algo decidido de forma súbita mas com tempo bastante para que se realizasse de forma correta, sem necessidade de correr algum risco, porque qualquer risco, qualquer coisa poderia colocar em perigo a manifestação ansiada pelos Oficiais de Justiça, aliás, como, por diferentes motivos, sucedeu.
O citado preceito legal fixa os parâmetros necessários para a reunião de trabalhadores: é necessário comunicar com, pelo menos, 48 horas de antecedência, indicar a data e a hora da reunião, o número previsível de participantes, o local da reunião, afixar a respetiva convocatória e, por fim, apresentar ainda "proposta que vise assegurar o funcionamento de serviços de natureza urgente e essencial".
Como vimos, quanto aos serviços de natureza urgente e essencial que devem ser assegurados durante a reunião, nada, e quanto à dita afixação ou divulgação da convocatória da reunião, igualmente nada. A convocatória não foi divulgada pelos trabalhadores visados com a reunião.
A diretora-geral da DGAJ comunicava ao final da tarde de ontem aos tribunais nos seguintes termos:
«O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) remeteu convocatória a esta Direção-Geral da qual resulta que irá proceder à realização de um plenário geral de trabalhadores, com exceção dos que prestam serviços nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, no próximo dia 18 de junho, entre as 9:30h e 16:30h, no Terreiro do Paço, em Lisboa.
Nessa comunicação não foi apresentada uma proposta de funcionamento de serviços de natureza urgente e essencial, convocando para o efeito jurisprudência não aplicável a situações de realização de plenários.»
Quem é que anda no SFJ a confundir plenários e greves e a confundir a jurisprudência, aliás, em desacordo com o que antes fazia corretamente?
Prossegue a diretora-geral da DGAJ:
«Em dissonância com o procedimento adotado em anteriores convocatórias para reuniões plenárias promovidas por esta estrutura sindical e do legalmente previsto.
Apesar de convidado para o efeito, o SFJ não apresentou proposta que vise assegurar o funcionamento de serviços de natureza urgente e essencial.
Resulta das disposições conjugadas no n.º 2 do artigo 420.º e n.º 1, alínea b) do 461º, ambas do Código do Trabalho, e artigo 241.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, que a possibilidade de realização de reuniões gerais de trabalhadores no local e durante o horário de trabalho está condicionada pela satisfação da exigência de que esteja assegurado o funcionamento de serviços de natureza urgente e essencial do empregador.
Decorrendo a reunião em causa no período de trabalho para a generalidade dos oficiais de justiça, e não se confundindo uma reunião plenária com o direito à greve, impõem-se assegurar o funcionamento de serviços de natureza urgente e essencial.
Ora, não tendo esta estrutura sindical designado, em tempo útil, os trabalhadores para assegurarem os serviços essenciais e urgentes, cabe ao empregador esse poder.»
E conclui assim a diretora-geral:
«Esta determinação não afasta a possibilidade de os Órgãos de Gestão das Comarcas, ou os Presidentes dos Tribunais da jurisdição administrativa e fiscal, considerarem existir serviços de natureza urgente e essencial que não se encontram abrangidos pela mesma, casos em que determinarão o que tiverem por conveniente.»
O SFJ colocou-se nas mãos da Administração, desistindo das suas competências legais, entregando-se e disparatando na sua ação. Mas o assunto não acaba aqui.

Para além desta trapalhada, nunca antes vista noutras reuniões idênticas que este mesmo sindicato convocou, começaram a surgir reticências devido à chuva que se previa e ontem veio a notícia da decisão do Governo de restringir movimentações após as 15H00 horas de sexta e por todo o fim de semana, em Lisboa.
Histericamente se pensou que os Oficiais de Justiça que acorreriam a Lisboa, desde vários pontos do país, entrariam em Lisboa de manhã mas, depois, às 15H00, ficariam aprisionados em Lisboa sem poder regressar aos seus domicílios.
Este disparate, a ser assim, obrigaria todos os demais trabalhadores, dos tribunais e de todas as áreas profissionais, a abandonarem os seus postos de trabalho antes das 15 horas e a sair imediatamente da área metropolitana ou ficariam igualmente aprisionados até segunda-feira. Um perfeito disparate. Todos os Oficiais de Justiça poderiam perfeitamente sair porque estariam de regresso aos seus domicílios, aliás, tal como sempre sucedeu, mesmo durante os períodos de estado de emergência.
No entanto, o SFJ anunciou o cancelamento do plenário, anunciando como motivo as restrições à mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa.
Na sua página do Facebook o SFJ dizia ontem assim:
«O Governo (reunião do Conselho de Ministros de 17.06.2021) impôs restrições à mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa. Em face da decisão supra mencionada apenas resta ao SFJ cancelar o plenário. Assim, fica sem efeito o plenário convocado para o dia de amanhã (18.06.2021), apenas por força da decisão proferida em Conselho de Ministros.»
Ou seja, diz o SFJ que o único motivo do cancelamento é “apenas por força da decisão proferida em Conselho de Ministros”.
A ser verdade que a decisão de cancelamento adveio “apenas” pelas medidas do Governo para o fim de semana, então concluiremos que se tratou de uma decisão em linha com os erros anteriormente apontados, constituindo mais um erro.
No entanto, temos sérias dúvidas sobre a motivação do cancelamento, uma vez que nesse mesmo dia (ontem) não aconteceu apenas a reunião do Conselho de Ministros mas uma outra reunião.
O Sindicato SFJ reuniu-se com o secretário de Estado e adjunto da Justiça, governante a quem se atribui a responsabilidade, ou irresponsabilidade, da autoria do projeto de Estatuto apresentado, reunião essa que vem na sequência das demais alegadas reuniões informais e tão profícuas que o mesmo secretário de Estado e adjunto da Justiça já havia recentemente valorizado.
Embora nada diga o SFJ sobre as conclusões da reunião, referindo apenas as habituais reivindicações próprias, que já todos conhecem, a reunião deve ter sido proveitosa, pois numa publicação no Twitter, na conta do Ministério da Justiça, rapidamente foi revelado que existiu essa reunião, a sós, sem o outro sindicato, aquele que até abandona reuniões e aborrece o secretário de Estado, dizendo o Ministério da Justiça o seguinte:
«O secretário de Estado e adjunto da Justiça, Mário Belo Morgado, reuniu hoje com uma delegação do Sindicato dos Funcionários Judiciais, tendo sido analisadas várias questões relacionadas com o respetivo estatuto socioprofissional.»
Até parece que começaram as negociações, embora parciais, e talvez se quisesse passar essa imagem mas, depois desta reunião, foi o plenário cancelado.

Grande Aldrabice e o que temos a dizer o sindicato consegue ser pior que o Ministro. Era bom transmitir o que saiu da reunião Informal. A outra trapalhada já percebemos todos. Era bom que fossem responsáveis e sérios. Não merecemos tal desrespeito.
ResponderEliminar«O Secretariado Nacional do Sindicato dos Funcionários Judiciais deliberou, por unanimidade, rejeitar integralmente o projeto de revisão do Estatuto dos Funcionários de Justiça que foi publicado no BTE.»
EliminarComo oficial de justiça o que me apraz dizer é que, mesmo não sabendo quem são as pessoas que fazem este blog, sentia-me mais respeitada, representada e certa de que haveria futuro para esta carreira se os sindicatos deixassem de se sentar à mesa das negociações e os responsáveis deste blog se sentissem lá em meu nome.
ResponderEliminarObrigada pelo magnifico serviço que prestam a todos nós.
Onde se lê sentissem ler sentassem
EliminarSubscrevo!
EliminarColegas Oficiais de Justiça, ACORDAI....
ResponderEliminarExiste sempre uma segunda agenda.
A posição do SFJ não é inocente.
«O Secretariado Nacional do Sindicato dos Funcionários Judiciais deliberou, por unanimidade, rejeitar integralmente o projeto de revisão do Estatuto dos Funcionários de Justiça que foi publicado no BTE.»
EliminarE
EliminarDepois da mierda que fizeram que lhes restava para salvar a pele
Ir contra
E.................. agora, tic toc tic toc, os 20 dias estão a passar
Confundem á muito tempo e não sabem o que é um Plenário Geral de Trabalhadores, tanto que no último realizado houve uma deliberação de uma greve com a presença de 50% do oficiais de justiça, e pasme-se a direção de um sindicato decidiu que o que os funcionários decidiram podia ser alterado por eles.
ResponderEliminarUm Plenário Geral de trabalhadores não é uma almoçarada do sindicato, nem um chazinho entre amigos com o secretário de estado.
Quem mostra esta falta de conhecimento e democracia está tudo dito.
Os dirigentes sindicais representam os sócios desses sindicatos, enquanto estes não lhe tirarem o poder de representação.
Não representam todos os funcionários, muito menos são os funcionários em si.
Já que somos oficiais de justiça vai um exemplo.
Um arguido diz ao mandatário eu sou culpado, cometi todos os factos.
Chega a julgamento e faz uma confissão integral e sem reservas.
O advogado alega que ele é inocente.
Recorre da decisão condenatória com este fundamento, eu é que sou o mandatário e decidi que ele não cometeu por isso o que ele disse não é válido.
E no recurso decidem que como nas alegações alega não ter cometido os factos, não beneficia da confissão integral e sem reservas, logo leva uma pena maior.
Sindicatos e decisores de qualidade. Quem se ... são os outros.
Para além de Lisboa, existem tantos outros locais para o plenário.
ResponderEliminarAinda em Lisboa, para além de sexta-feira e da segunda-feira,ainda existem as terças, as quartas e as quintas.
Só não vê quem não quer ver.
FAÇAM PLENÁRIO POR DISTRITO! FICA MAIS BARATO PARA TODOS E O RESULTADO É O MESMO QUE NUM SÓ LOCAL!
ResponderEliminarNão estão fartos de plenários, eu estou.... para nada servem.... nada
Eliminartic tac tic tac já não existe tempo para essas conversas da treta em que todos prometem e não fazem nada (onde já vi isto?????? hum)
EliminarMas o SFJ anda a fazer acordos com o Drº Mário Morgado à revelia do SOJ ? Continua tudo na mesma quando principalmente agora a união é fundamental. Assim não.
ResponderEliminarEstão a tentar emendar a merda que fizeram, mas não leva a nada, sem a outra força presente..... ainda vão colocar mais merda em cima de nós
EliminarEsse Sr Dr. tentou dar cabo com a carreira dos Sr Juizes, mas eles são bem mais fortes do que nós e o plano do Morgado, não foi avante.
EliminarVamos ver o que acontece connosco.
É uma pena que este Blogue (diria eu do SOJ) só sirva para dizer mal e dividir opiniões...
ResponderEliminarCaros colegas, mais que nunca devemos ter um comportamento unido e mais construtivo.
Criticar apenas por criticar, eventualmente sem o verdadeiro conhecimento dos factos, em nada nos abona e ajuda.
É uma pena que só se aperceba que há aqui publicações quando não lhe agradam e é uma pena que contribua para a estupidificação das pessoas dizendo que isto pertencerá ao SOJ, porque, quando é necessário, critica o SFJ. Um disparate e um disparate que apela a uma união de pensamento único, acrítico e mudo, ou melhor: silenciado.
EliminarUm disparate!
Quanto às críticas, aqui são explicadas. Quanto ao verdadeiro conhecimento dos factos, se dispõe dessa verdade que aos demais é desconhecida, por favor ilumine a nossa ignorância com tal conhecimento.
Subscrevo na íntegra.
EliminarQuem está a dividir é o SFJ pois tanto apela à dita união e pediu uma reunião com o outro sindicato, contudo sujeita-se a estas "reuniões" com o SEAJ sem a presença do outro sindicato, ora se agisse de boa fé de imediato respondia que a reunião teria de ser ambos, mas não a vaidadade, o egoismo, egocentrismo e a constante ânsia de se auto promoverem fazer de conta que fazem, levaram a melhor sobre os interesses dos ojs e tem sido sempre assim. Foram lá dizer que repudiavam o projeto e de seguida cancelam o plenário? Mas alguém é assim tão inocente que não veja as coisas? Demasiada coincidência diria eu, mas vindo do SFJ e do SEAJ não hácoincidências.
EliminarMuito bem! força a este blogue!
EliminarNeste momento (e sempre assim tem sido), este blog é o que mais fidedigno os OJ têm! É de louvar o trabalho de quem está por detrás deste blog, que todos os dias, faça chuva ou faça sol, pouco depois das 08:00 nos brinda com um novo artigo, independentemente do estado de espírito e de saúde de quem o escreve. Um grande abraço e um muito obrigado.
EliminarQue grande bofetada na cara deu o SFJ ao pessoal das t-shirts pretas e das bandeirinhas às portas dos tribunais!!
ResponderEliminarComo diz o outro, isto é gozar com quem trabalha!!
O pessoal à porta dos Tribunais, com ou sem bandeirinhas, são de ambos os sindicatos, caro colega.
EliminarPelo comentário já dá para ver que é dos que ficam sentados à espera que as coisas se resolvam sozinhas ou pela luta dos outros colegas.
Não, não fico à espera que as coisas se resolvam por elas próprias ou que outros lutem por mim, até porque nao passei procuração a ninguém para o fazer!
EliminarSabe, em outras ocasiões já participei de forma muito activa e convicta.
Actualmente já não entro em folclores ...
Mas o que é isto? numa altura em que todos os Tribunais deveriam parar até as férias judiciais marca-se apenas greve para os Juízos de Execução de Lousada e no Tribunal da Concorrência?
ResponderEliminarEstão a brincar com a nossa cara? marcar greves às mijinhas??
Parar até às férias, sim senhora, para quem não quer trabalhar dá jeito.
EliminarDepois do que conquistamos em muitos Tribunais, reduzindo a pendencia, estamos mesmo a pensar não trabalhar até às férias.... já agora qual das férias, provavelmente as de 2025
O que este Blog faz é informar das várias situações sejam elas de quem for.
ResponderEliminarNós, Oficiais de Justiça, é fazemos a divisão, pois pelo que tenho estado a ver em muitos destes comentários, é a forma como se tem estado a perder tempo com coisas e coisinhas, contra este e contra aquele, quando o que estamos aqui a tratar é um ASSUNTO É MUITO IMPORTANTE, e diz respeito a todos nós, ao nosso futuro.
Devemos é canalizar todas as nossas energias, de forma positiva, para a resolução deste problema.
Efectivamente os SINDICATOS têm estado mal em várias situações. E NÓS? Quantas vezes temos estado mal? Pelo que se vê, temos estado muito mal e muitas vezes.
Este Blog serve para termos uma visão das várias partes e até para fazer os nossos comentários, mas não é só para aqui que se deve dar a nossa opinião.
Os Sindicatos têm estado mal mas nós precisamos deles pois eles são a nossa VOZ. Portanto é altura de enviarem todas as opiniões, comentários e o nosso desagrado para os Sindicatos, para haver um melhor diálogo sobre aquilo que se pretende e se pode fazer.
Toda esta questão sobre o Estatuto, se é que tem de ser por questões estruturais, não tem que ser de forma tão "fracturante".
Uma questão que está a incomodar e muito é quando referem que o Grau 3 tem de ser para todos os ACTUAIS Oficiais de Justiça. Quer dizer que para os futuros Oficiais de Justiça já não interessa que a carreira seja rebaixada????
Parece-me que a defesa da carreira tem de ser para o Presente e para o Futuro, como uma carreira que é o pilar da Justiça.
Erramos, mas temos que avançar, não podemos ficar presos nos erros do passado. Temos de ser positivos e pro-activos.
Deixem de colocar só questões negativas, apresentem ideias para resolver esses pontos negativos, de forma a fazer muita mossa e com menos custos para todos nós.
É altura de nos juntarmos todos, com todas as nossas energias, num único objectivo,
O NOSSO PRESENTE E FUTURO e também dos NOSSOS FILHOS.
Obrigado/a colegas de Santarém.
Caramba, não são coisas e coisinhas.
EliminarSão prejuízos atrás de prejuízos ao longo de décadas.
E ao que aparenta não fez uma semana de greve. Assim nos teríamos feito notar.
Ai teríamos, teríamos. .
Fiz greve dos 5 dias e todas as outras quer de um como de outro sindicato.
EliminarDuvido, com os serviços mínimos a greve já não resulta.
EliminarA última que resultou em 6 dias de supostas férias foi em 2004 ou 2005, a partir daí é só perder dinheiro
Mais um excelente contributo prestado por este "blog" à comunidade Oficial de Justiça.
ResponderEliminarAssim fossem os sindicatos.
Tenho impressão que aos autores do blog vou passar a enviar pelo Gmail o valor da quota atribuída até aqui ao sindicato.
EliminarAos menos estou sempre informado.
... e o trabalho é de qualidade.
EliminarExcelente este Blogue!
ResponderEliminarAinda bem que aqui podemos desabafar, dizer mal e resolver os nossos problemas!
Suponho que disponibilizas melhores opções. Certo?
EliminarFico a aguardar o link.
Não. De maneira alguma!
EliminarTal como disse, não há melhor alternativa.
É por atitudes como esta que muito colega não adere a nenhuma iniciativa do sindicato.
ResponderEliminarAcordem, já ninguém de bom senso vos leva a sério!!!
Já foi publicado neste blog.
EliminarVai ser um grande "Golpe Palaciano"
O conceito de burla passa pela entrega de um valor a um indivíduo ou entidade, na expetativa de que o mesmo, em troca faça ou entregue algo que corresponda às nossas expetativas.
ResponderEliminarDevem andar uns bons milhares por este país fora a sentirem-se burlados, nestes últimos dias.
E bem burlados.
EliminarJá foi aqui dito, em 2018 o SOJ veio diz que a nossa classe ia ter 2 niveis, o 3 de Tec Superiores e o 2 dos Assistentes.
O meu sindicato SFJ veio logo desmentir, até mesmo presencialmente nos Tribunais da grande Lisboa, que era tudo mentira e que iamos todos para o nivel 3...... Como sou um gajo honesto, sincero, etc, acreditei, ou seja infelizmente acreditei.
Como já também disse, só me resta abandonar o meu sindicato e já passo dos 50 anos, sendo que a maioria desse sindicato anda nessa faixa de idades e 60s.
Espero que os sócios pensem em tudo o que aconteceu e o plenário de hoje foi outra aldrabice.
A meu ver o que sempre quisemos foram os 10% no ordenado e a idade da reforma, mais algumas arestas limadas no nosso estatuto especial.... agora vamos ver o que vai acontecer
SFJ: Descansa em paz!
ResponderEliminarSFJ, a crónica de uma morte anunciada.
EliminarGostava muito de saber quem escreveu este texto.
ResponderEliminarQual texto, existem tantos
EliminarDisponibilidade permanente sem limite máximo de horas extraordinárias!
ResponderEliminarCompensação = 10% do vencimento?!...
Tempo normal de trabalho diário remunerado = 7 horas ou 420 minutos.
10% de 420 minutos = a 42 minutos diários.
Assim, a disponibilidade permanente, sem limites, apenas é compensada em 42 minutos diários!...
Uma esmola para os escravos!...
Fácil se não gostas da profissão muda.... simples
EliminarBEP é a solução.
EliminarFoi uma nova forma de ver o subsídio. Nem para esmola serve.
EliminarDiz o Marçal hoje à Lusa, frente ao ministério (hoje esteve presente, ontem não teve tempo...), que o ministério não reúne e não negoceia e insiste em falar em atas que nunca apresentou. Tenta agora esconder, ou ninguém o informou, que o SFJ reuniu ainda ontem com o SEAJ. Aliás, não fosse o SEAJ ter publicado a informação e talvez o SFJ nada publicasse. Agora apresenta uma greve sem qualquer sentido e um plenário, destituído de qualquer razão. Ainda sobre o plenário que foi adiado não se percebe a razão dele quando se sabe que as formas de luta futuras já estavam decididas. Bem, talvez até seja melhor irmos para o plenário com tudo já decidido, não vá a malta começar a fazer como da outra vez e a aprovar formas de luta sérias... Uma coisa percebi, comigo não contem para marioneta, seja em Santarém ou Mealhada (até seria melhor para o almoço).
ResponderEliminarOra aí está!
EliminarAtas. Onde andam elas?
E o "meio milhão" de euros por ano em quotas dos associados, onde pára?
É que não se vê obra, nem resultados.
P. s.
Talvez uma sindicancia resolva!
É o descrédito total!!
ResponderEliminarJá não têm credibilidade nenhuma.
Se não fosse tão trágico até dava vontade de rir...
Colegas já foram apresentados cá algumas ideias por mim e por muitos colegas, quem quiser elas estão no blog,os sindicatos podem as aproveitar e melhora_las. Não são do críticas e verdade que também não há motivos para elogios. Na minha modesta opinião e é para bem de todos nós o SFj, precisa de uma purga. Sendo o sindicato da maioria, deveria ser mais objetivo no que diz e faz. Nós todos sócios e não sócios estamos a ser prejudicados. Sei que a maioria dos colegas não me vai dar razão. Mas e a verdade, por felicidade ou infelicidade temos dois sindicatos e é verdade que 70 por cento ou mais, são Sfj . E não é crítica o que vou dizer e a realidade pura e crua, não temos sindicato. Alguém vai me dar razão de aqui por uns dias.
ResponderEliminarAssim se destrói uma carreira profissional e consequentemente se fragiliza um sindicato, que em tempos, chegou a ser de todos!...
ResponderEliminarera o único, por isso era de todos, mas agora existem ventos de mudança e somos nós e não os sindicatos - O SFJ ainda tem a cassete do pós 25 de Abril
EliminarO SFJ cavou a sua cova e destruiu, por inércia, uma carreira útil à sociedade.
EliminarP. s.
Vivem-se em Portugal tempos de doutorite aguda.
Interessante que os Tribunais se tenham estruturado ao longo de anos até aos dias de hoje com Magistrados, Advogados e Oficiais de Justiça (não licenciados, mas competentemente formados pelos pares mais experientes e versados na prática forense).
Enfim, posso afirmar não serem os treze anos de estudo em ensino superior, na área do direito, sem interrupções ou percalços, que me permitiram ser um "muito bom" Oficial de Justiça. Isso agradeço aos meus companheiros mais velhos, que, não licenciados e sem quaisquer peneiras, me ensinaram a "partilhar", a "inventariar", a "executar", a "contar" e por aí fora.
E a nossa vacinação?
ResponderEliminarEste ainda vive no 1 confinamento do Covid.... se calhar tens 20 anos, pois agora até aos 35 anos ou menos podemos marcar, para levar a vacina, já não precisamos da DGAJ.
EliminarEu ainda não posso porque tive Covid e ainda estou nos primeiros 5 meses
Tenho 48 anos, e não agendo. Pois se a dgaj me solicitou os dados foi para alguma coisa.
EliminarOu o colega é daqueles que segue o rebanho?
Agende, colega.
EliminarNão corra riscos a aguardar pelo que não vem.
Por colegas que apenas pensam no seu umbigo é que a nossa classe é das mais desunidas, lá por você estar os outros seus colegas não interessam? Os colegas novos não são também oficiais de justiça?
EliminarPessoas como você são dispensáveis porque só pensam neles próprios.
Apoiado
EliminarOlhar para a foto dos colegas presentes na conferência de imprensa do SFJ de hoje e pelo que consta todos a tempo inteiro no sindicato. Mais uns poucos na madeira e Açores que não vieram e outros que ficaram no porto, Coimbra, Évora, dá que pensar. Se a esses somarmos todos os os que estão no SOJ, é muita gente nos sindicatos, que poderia estar nos tribunais.
ResponderEliminarE depois, disseram eles:
ResponderEliminar"Em alternativa ao plenário de amanhã realizar-se-á uma conferência de imprensa no mesmo local, às 13:00, com as presenças de José Manuel Pureza (BE) e António Filipe (PCP), vice-presidentes da Assembleia da República, o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, o presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal, a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia e a secretária-geral da CGTP."
Era só isto. Boa noite e até amanhã.
Esta Direcção do SFJ só tem uma solução: DEMISSÃO!
ResponderEliminarDe qualquer forma, está já em fase adiantada um movimento para, em caso de necessidade, os empurrar pela porta fora!
Muito bem
EliminarMuito mal, não é assim que se resolvem as coisas. Mas proponho deixarmos de ser sócios desse sindicato, aí sim sem o dinheiro para jantares, ajudas de custos e outras brincadeiras, se calhar começavam a levar a sério que estão aqui para nos defender e não para subir nas suas carreiras
EliminarTomem nota!
ResponderEliminarPróxima segunda feira, dia 21, vão ver o que é uma verdadeira manifestação e a mobilização de toda uma carreira.
Greve e manifestação do movimento zero.
Em frente à AR.
Até vão tremer!!
Com estes negociadores, saloios, sem nível, sem preparação, com estratégias arcaicas, plenários, t-shirts pretas com mensagens de escola primária, não era de esperar outro resultado!
ResponderEliminarSinto-me culpado por ter deixado a ascensão da ignorância ou o pior profissional, como representante dos oficiais de justiça no SFJ. Sempre pensei que lá por Lisboa a música seria outra. Infelizmente, tenho vindo a perceber ao longo dos anos, que os nossos representantes são uns zeros à esquerda enquanto oficiais de justiça e iguais enquanto sindicalistas. Quase 30 anos ininterruptos de SFJ irão necessariamente terminar em breve.
ResponderEliminarÉ uma consequência necessária perante tão maus resultados para os Oficiais de Justiça.
EliminarMuito bem 👏👏👏, o blog continua sempre no bom caminho para DESUNIR a classe, estão de parabéns!!! 🤮🤮🤮
ResponderEliminarSerá que todos temos de ter a mesma opinião?
EliminarCriticar a atuação do SFJ é criar desunião?
Marcar um plenário para 18/06 em Lisboa, na cidade com maior o incidência covid é promover a união?
Marcar uma greve de 15 dias unicamente para os juízos de execução de Lousada é promover a união?
Desculpe se não tenho palas nos olhos e não diga amém a todas as iniciativas do SFJ.
A forma de muita gente fugir dos problemas e essa mesmo. Criticar também e construtivo e devemos aprender a lição para não voltar a errar. Ninguém está a criar desunião isso ideias de quem não tão argumentação. Lembrai vos que os sindicatos não são partidos políticos. Ninguém ganha nada em derrubar o outro, não lugares a disputar. Apenas existem problemas internos que tem de ser resolvidos antes que seja tarde.
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