Movimento Anual abrange apenas 2% de Oficiais de Justiça
É triste que o projeto de Movimento anual não seja dado a conhecer aos Oficiais de Justiça com mais antecedência e teimosamente se aguarde pela véspera do início das férias judiciais para o divulgar.
Recorde-se que o final das candidaturas ocorre com o fim do mês de abril, pelo que o Movimento poderia perfeitamente ser realizado ao longo de todo o mês de maio e divulgado no início de junho; nos primeiros dias de junho e não um mês e meio depois disso.
Todo um mês, o mês de maio, não chegará para apresentar um projeto de Movimento? Será que os quase oito mil Oficiais de Justiça concorreram a este Movimento? É que o resultado final é de um Movimento que abrange 163 Oficiais de Justiça. Claro que houve muitos outros que concorreram, mesmo às promoções, apesar de bem saber, desde o início, que não as haveria, ainda assim, teimaram em apresentar o seu requerimento nesse sentido, mas esses são fáceis de eliminar, se não há, não há; fora.
Um Movimento que apresenta 163 Oficiais de Justiça representa 2% da totalidade dos Oficiais de Justiça existentes (7801 em 31DEZ2020), pelo que é triste que para uma movimentação ínfima destas se demore tanto ou, propositadamente, se divulgue, por hábito, na véspera do início do período das Férias Judiciais de Verão que, como se sabe, coincide com o início de muitas férias pessoais.
Com este Movimento, movimentam-se pessoas de uma localidade para outra, no continente ou do continente para as ilhas e vice-versa, de ilha para ilha, de arquipélago para arquipélago, e essas pessoas não são meros peões num tabuleiro com quem se joga ao sabor dos dados lançados. Essas pessoas que se movimentam têm família, não só cônjuges, como os seus ascendentes mas também descendentes; filhos menores para os quais há que tratar de creches, amas, jardins-de-infância, ou matriculá-los em escolas. Tudo isto a par de procura de alojamento, um simples quarto que seja, porque para apartamento nem sempre dá o vencimento.
É verdade que este projeto é apenas isso: um projeto e desde sempre assistimos a mudanças aquando da lista final mas as alterações são mínimas e aqueles que aparecem agora indicados para ser movimentados podem começar a tratar dos seus assuntos, a preparar a mudança, a cuidar dos seus dependentes e da sua vida privada e própria, porque há mais vida para além dos tribunais e dos serviços do Ministério Público.
Assim, a habitual apresentação do projeto de Movimento nesta altura tardia constitui mais uma dificuldade a acrescer às dificuldades com que já se debatem os Oficiais de Justiça no dia-a-dia, especialmente os deslocados, deslocados estes que não são os movimentados; os deslocados são muito mais do que os movimentados.
Tendo em conta estes fatores, seria muito relevante que na revisão estatutária se estabelecesse um prazo para divulgação do projeto e do Movimento final. Tal como está definido que as candidaturas se apresentam até ao final do mês de abril, deveria constar que o projeto se apresenta na primeira semana de junho (ou até ao final do mês de maio) e que a versão final seja divulgada na primeira semana de julho (ou até ao final do mês de junho), independentemente da publicação em Diário da República ocorrer, como é hábito, no final de agosto.
Ou seja, é possível que nesta altura deste mês de julho já se soubesse, em pré-publicação, a versão final do Movimento e não apenas o seu projeto.
Um dos grandes desígnios da Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) é, sem dúvida alguma, a gestão e a colocação dos Oficiais de Justiça, pelo que este assunto deve merecer uma atenção especial e uma especial dedicação de todos os funcionários daquela Direção-Geral, e é só uma vez por ano, de forma a alcançar os prazos que se indicaram, que são prazos perfeitamente viáveis se para tal houver o devido empenho.
Este movimento apresenta 163 Oficiais de Justiça, sendo que, destes, 106 são movimentados por transferência, 27 por transição e 30 por colocação oficiosa.
As colocações de supranumerários foram 24 e de quem estava na situação de disponibilidade foram 25. Vemos ainda no Movimento que houve um regresso de licença sem vencimento de longa duração. Mais constatamos: 11 transferidos para as vagas desertas, sem que tivessem dois anos de permanência no lugar e uma transferência que apesar de também não ter dois anos de permanência, havia antes sido colocado oficiosamente.
Neste Movimento tentou a DGAJ colocar o maior número possível de Oficiais de Justiça que não estavam colocados, por estarem na situação de disponibilidade ou de supranumerário. Não colocou ainda todos os que existem nesta situação porque os lugares abertos para este Movimento foram restritos; restringidos e rateados.
Os que deixaram de estar naquelas duas situações, de disponibilidade e de supranumerários, mesmo sem ter concorrido ao Movimento, foram colocados oficiosamente, sem o seu consentimento, perdendo, assim, a possibilidade de se candidatarem a um Movimento e usarem a sua preferência na colocação. Agora, dispõem apenas da possibilidade de se candidatar a qualquer outro movimento posterior a este, ordinário ou extraordinário, sem perfazer os dois anos de permanência, porque foram colocados oficiosamente mas já não têm preferência sobre os demais. Quem estava a pensar guardar a sua preferência para um Movimento com vagas sem restrições, para um lugar concreto, acaba de perder essa possibilidade.
Dos 163 Oficiais de Justiça movimentados, 55 são Escrivães Auxiliares, 30 são Escrivães Adjuntos e 29 são Escrivães de Direito. Da carreira do Ministério Público são movimentados 15 Técnicos de Justiça Auxiliares, 29 Técnicos de Justiça Adjuntos e 5 Técnicos de Justiça Principal.
Não foi movimentado nenhum Secretário de Justiça e isto porque está pendente uma decisão de um tribunal que vai obrigar à realização de um movimento extraordinário dedicado a resolver o imbróglio das colocações dos Oficiais de Justiça desta categoria.
Diz assim a diretora-geral da DGAJ: «Considerando que ainda se encontra pendente a Ação n.º 1718/18.7BELSB, no âmbito da qual foi proferida sentença anulatória, ainda não transitada em julgado, e pese embora a divulgação das vagas previsivelmente a preencher, conforme meu despacho de 31 de março de 2021, informa-se que não foram efetuadas no movimento em apreço movimentações de oficiais de justiça da categoria de secretário de justiça, antevendo-se que tal movimentação poderá vir a ser efetuada em sede de Movimento Extraordinário aquando da execução da sentença.»
Por fim, fica, mais uma vez, o alerta: esta divulgação, de ontem à noite, do projeto de Movimento não é algo definitivo e pode vir a ser alterado, pelo que tem que ser encarado com essa incerteza. Todos os projetos de movimentos anteriores sofreram sempre alguma alteração, não substancial, é verdade, mas sempre houve algumas alterações, muitas delas advindas da pronúncia dos concorrentes ao Movimento. Tanto os ora indicados para serem movimentados como os que não estão indicados, podem pronunciar-se sobre estas colocações no prazo de 10 dias úteis, isto é, tendo em conta que a publicação é de ontem, até ao próximo dia 28JUL, sem prejuízo de se poder invocar e justificar, pelo menos, mais um dia.
Quem detenha algo a apontar à regularidade do Movimento, designadamente às movimentações indicadas, deverá fazê-lo desde já neste momento de audição prévia dos interessados.
Para todos aqueles que não tiveram a felicidade de ver o seu requerimento de movimentação a dar resultados e concretizar-se numa colocação, para além de ficarem a aguardar pelo próximo Movimento, informamos que dispõem da nossa Lista de Pedidos de Permutas, onde já se registaram mais de 250 pedidos. Assim, caso não veja na lista nenhum pedido de permuta que lhe interesse, coloque o seu. Como fazer? Veja a lista “aqui” e saiba mais “aqui”.
Quanto ao Projeto de Movimento Ordinário Anual de 2021, consulte-o “aqui” e a comunicação da DGAJ sobre o mesmo Movimento, pode também consultar “aqui”.
As ligações aos Movimentos, presentes e passados, estão sempre na coluna da direita desta página, na secção de “Ligações a Documentos”, aí já se encontrando também o atual projeto.

Era bom se averiguar a vergonha que está na comarca da Madeira, quanto às colocações.
ResponderEliminarEra bom que alguém averigua se e explica se porque há oficias de justiça colocados na Madeira de uma forma descarada e vergonhosa através da Cunha e agora o seu lugar
é colocado a movimento. Enquanto outros andam a penar pelo território continental. Nem tem hipótese de serem destacados. Tanta injustiça na casa da justiça.
Denuncie ao MP do seu Tribunal.
EliminarCaro colega tem toda a razão mas a verdade é que existe muita falta de funcionários mesmo na comarca da Madeira e não querem deixar ir mais funcionários.
EliminarMas isso não é justificação para colocarem pessoal a gosto pessoal, contra a Lei que diz que tem que haver igualdade a concurso! e não assim a pedido e na calada na noite só para alguns! mas que nome tem isso?
EliminarSRS SINDICATOS PENSEM EM REIVINDICAR MAS É JÁ UM MOVIMENTO EXTRAORDINÁRIO, COM PROMOÇÕES DEVIDAS A ADJUNTOS E TRANSFERÊNCIAS COMO DEVE SER, PORQUE ESTE MOVIMENTO SÓ SE PODE DIZER QUE É BOSTA AUTÊNTICA! OU NÃO HÁ VONTADE DE BATER O PÉ?
EliminarPois é colega bem vindo ao clube, existe lei para uns e esquecemos para outros também estou na mesma situação, separado do minha esposa e filhos e vejo colegas solteiros a ir para a madeira, como você disse pela calada e pela cunha, ou melhor se você fizer asneiras no tribunal onde está colocado o administrador até ajuda a te despachar para a comarca que quiseres ir também veio uma funcionária assim para a madeira, e mais não digo...
EliminarNem mais.. essa "funcionária" ficou com o seu período probatório prorrogado mais mais 6 meses, e só ficou nos tribunais porque as chefias tiveram pena da "coitadinha".. o feitiço virou contra o feiticeiro, para alcançar os seus objetivos apresentou queixa contra o seu chefe que foi vitima de um processo disciplinar, e só assim consegui o destacamento para a Comarca da Madeira.
EliminarColega não fique a espera do movimento para ir para a Madeira junto da sua família, pois irá "morrer a espera" tente por outras vias outros já seguiram, exemplo:" mobilidade", etc...
Boa Sorte!!
Aí sim, mais uma, acho que devíamos apresentar uma queixa conjunta na procuradoria geral da república, contra o administrador e a dgaj. Já ando a penar há seis anos.
EliminarCom o sindicato não vale a pena contar,esses também aproveitam se da sua condição em favorecimento próprio é uma vergonha, está a vista de todos.
Não vale a pena porque eles protegem-se, e aí então era melhor esquecer sequer vir para a comarca da Madeira, porque depois ia existir retaliações como é óbvio...
EliminarMais um ano a marcar passo.
ResponderEliminarMais uma cacetada na dignidade e amor próprio.
Mais um ano a ouvir o "depressinha" e o "despache-se" de alguém que já podia ser meu filho, com o sorrisinho conivente, disfarçado, do advogado que nunca prestou e o olhar surpreso do público que não estava à espera deste tratamento a um oficial do estado.
Aguentem !!
Acreditem na reencarnação e vão-se mentalizando que os sonhos que alimentam, se irão realizar na próxima.
E depois, há sempre o "mangas de alpaca", colega acomodado e de vistas curtas, que acha que estamos muito bem, claro!
"... "depressinha" e o "despache-se"... "
Eliminarem frente de par ou público corresponderá a admoestação sem culpa formada, portanto procedimento administrativo. Informe-se juntos do seu Sindicato.
E claro, retorquindo com um simpático também" Como diz? " e se houver insistência na falta de saber estar, sai outro" não compreendo o argumento de V. Exa. ".
Compreendo o que escreve. Agora, descreva, sff, o/a Colega como faria para apressar o ritmo de Colegas que, notoriamente, estão a marcar passo e/ou a fazer render o peixe que tanto prejudicam a prestação do serviço?
EliminarCumpriria as tarefas que me estão atribuídas dentro do horário de trabalho, evocando, sempre, a greve em vigor ao trabalho extraordinário não remunerado.
EliminarSó custa à primeira.
A culpa foi minha por não me expressar bem: as tarefas podem perfeitamente ser cumpridas no horário de trabalho mas o/a Colega em causa deliberadamente arrasta o seu cumprimento ao longo do dia, levando a que haja acumulação e prejudicando, assim, a secção como um todo? Como apressar ou chamar a atenção desse tipo de gente sem parecer arrogante ou autoritário/a?
EliminarLembre-se que "depressa e bem há pouco quem" .
EliminarTodo o trabalho tem um tempo para ser realizado. E o desenvolvido por um OJ, por mais que lhe queiram incutir esse espírito de conveniência, não corresponderá propriamente ao de uma linha de montagem.
É, como sempre foi, uma função técnica jurídica de enorme complexidade.
Classificar o nosso trabalho como sendo de enorme responsabilidade seria uma verdade, agora que todo é de enorme complexidade tecnico-juridica só pode ser para rir.
EliminarO pensamento das 8.40h não se esquecerá, certamente, da ambivalência do conteúdo funcional dos OJ.
EliminarMas rir provoca boa disposição e acalma a alma.
vá-se rindo enquanto pode
EliminarCaro/a Colega, que nunca lhe calhe para chefiar pessoas nesses termos. Se lhe calhar, resta-me dizer-lhe: lembre-se das palavras que escreveu.
EliminarCaríssimo comentário das 10.10h,
Eliminare que tal uma formação em liderança?!
Tamanho o empenho.
Formação em liderança? se não houver berço não há nenhuma formação de liderança ou de formação de recursos humanos que valha! reflicta bem nisso! isso de liderar tem que ser inato, não vai com formações!
EliminarNada faria. Atendendo a que é comum haver intervenientes que aparecem para as diligências com uma hora de atraso e só lhes dá a pressa depois disso.
EliminarE depois já não há hora para acabar, claro! E o respeito pelo meu horário de trabalho que se quilhe. Pois claro!!
Diga-me o primeiro julgamento que comece exatamente a horas, ok??
Não percebo o seu problema. Declare-se em greve.
EliminarSimples!
a formação em liderança vai resolver a má fé, falta de profissionalismo, daqueles que fazem render o peixe? se sim, diga-me como.
EliminarO problema está a montante.
EliminarProfissionais outrora briosos e exemplares. Depois de 16 anos a perder paulatinamente as poucas regalias que tinham, esperavam o quê???
Isto ainda não é nada. O pior virá...
São os mistérios dos agendamentos para as 9.30h e 10h e 14h, só neste espaço de uma hora/hora e meia muita coisa se faria em audiência.
EliminarE multiplicado por 22 dias úteis?
É falta de saber estar, também, de muitos magistrados que adoptam uma expressão "bovina" em audiência que assustam as "formigas".
Para tais casos mais difíceis, o OJ tem o dever ético de se declarar em Greve, informando o Sindicato de qualquer violação ao seu direito e participando, também, administrativamente.
Palhaçada de movimento! e porque é que o movimento é anual e não fazem pressão para voltar à formula antiga de 3 movimentos anuais??
ResponderEliminarPorque são quem manda e pode.
EliminarMas, as eleições estão à porta.... podem vir outros comer, mas estes vão de vela!
Que vergonha de projeto de Movimento! Será que não perceberam que este movimento anual é apenas uma forma de colocar os funcionários que já se encontram no lugar de forma definitiva. Cada vez mais são os órgãos de gestão das comarcas que têm poderes para "dispensar" e autorizar a saída e entrada dos funcionários para as diversas comarcas ! A DGAJ apenas limita-se a efetuar o movimento para oficializar aquele lugar....
ResponderEliminarCaros colegas "abram os olhos" ...
(INjustiça na própria casa da JUSTIÇA)
VERGONHA!
Oh Colega, também não seja assim para os Senhores.
EliminarEles, de curriculum fraquinho fraquinho para ocupar tão digno cargo, ainda choram!
Oficial de Justiça disponível para aceitar sevícias.
ResponderEliminarP. s.
Levo vaselina!
Bom preço, só 10 Processos!
Tratam pessoas adultas trabalhadores e competentes com o se fossem crianças...publicam o movimento à noite às escondidas, na véspera das férias judiciais, depois de o terem feito à semanas...tenham vergonha !!!!!
ResponderEliminarNine to five, mai nada!
ResponderEliminarJá dizia a Dolly !!!
Eliminar(E não era a ovelha...)
Lol
É caso para dizer, vão todos para o raio que os "Parton"!
Eliminar
EliminarOra então, imprimi o movimento e agora estou a defecar, a lê - lo com mais atenção, e vejam só, vou limpar-lhe, a ele impresso, o meu ânus todo borrado!
ResponderEliminarO meu psiquiatra tem razão.
Sinto-me mais liberta e interiormente mais preenchida!
Agora é só descarregar o autoclismo, desinfectar as mãos e voltar para a sala continuar a vida de copista até descobrirem que o Windows tem dictafone.
É que deu-me cá uma daquelas caganeiras!
"O meu psiquiatra tem razão ?"
ResponderEliminarDeves ser daqueles que estão em casa a receber mais do que os que estão a trabalhar! E fazes bem.... enquanto ele passar baixa deixa-te andar.. Existem muitos assim como tu...
Aproveita enquanto podes. Não és o único e muitos deles seguem o teu exemplo.
... deles é delas...
EliminarSou a do Psiquiatra que tem razão....
EliminarEm resposta, não estou em casa, estou mesmo ao serviço. Mas quando tenho de defecar ou urinar, não tenha a mínima dúvida, para a audiência. Fica gravado e tudo!
Satisfação das necessidades fisiológicas da Oficial de Justiça.
Mente sã em corpo são.
Deveria experimentar. Andaria menos obstipado com certeza!
É uma autêntica falta de respeito pelos OJ. O movimento de Junho, cujo projecto é publicado em meados de Julho. Uma falta de respeito em todos os sentidos, não só em relação a este aspecto mas a tantos outros. Não há maneira de mudar de uma vez por todas esta atitude, esta falta de respeito e de reconhecimento do mérito da classe por parte da DGAJ, do ministério, das presidências de comarca, etc. Precisamos mesmo de um 25 de Abril pelos Oficiais de Justiça.
ResponderEliminarÉ só fazer as comparações entre os movimentos dos Oficiais de Justiça e o dos Magistrados Judiciais. Todas as vagas destes vão a concurso mas as dos Oficiais de Justiça só vão a concurso aquelas que Deus Nosso Senhor quiser!
ResponderEliminarPara uns cumpre-se religiosamente a Lei, para outros, as regras do Estatuto são letra morta prevalecendo o poder descricionario da DGAJ.
A subversão da hierarquia das fontes. Primeiro os Oficiais Circulares e as normas emanadas pela hierarquia e só depois as Portarias e os Dec-Leis.
O Movimento da Magistratura Judiciai abrangeu mais de 500 Magistrados.
ResponderEliminarO dos Oficiais de Justiça apenas 163!...
Deslocados e encarcerados nas secretarias onde foram colocados, sem direito a subsídio de renda de casa e com vencimentos miseráveis!...
Senhor deputado, Dr. Jorge Lacão, interpele no Parlamento o Senhor Secretario de Estado Adjunto e da Justiça sobre estas matérias, porque interpelar a Senhora Ministra da Justiça já não vale apena porque arrisca-se a ter a seguinte resposta:
"Tenho muito respeito pelos Senhores Oficiais de Justiça, as suas reivindicações são legitimas, só ainda não foram resolvidas por diversas vicissitudes, mas fica aqui o meu compromisso, bla bla bla..!"
... O processo eleitoral está a chegar!!!
EliminarAssim como as eleições. É momento de dizer Basta!