Greve de 01SET: SOJ “declara, pública e inequivocamente, total adesão à greve”
O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) publicou uma informação sindical na sua página, apoiando a Greve marcada pelo Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) para o próximo dia 01SET.
Já se sabia que estávamos num momento em que a greve geral e nacional dos Oficiais de Justiça seria totalmente abrangente e que nunca o SOJ deixaria de apoiar a mesma, mas com esta informação explícita, se alguém ainda tinha dúvidas, estas ficaram agora completamente anuladas.
O próximo dia 01SET, como data relevante que é e porque não há serviços mínimos decretados, para nada, permite que todos os Oficiais de Justiça, sejam de um ou de outro sindicato ou de nenhum, possam aderir a esta greve geral, fechando todos os serviços nos tribunais e nos serviços do Ministério Público, com uma adesão de 100%.
Mais uma vez: a Greve decretada pelo SFJ tem todo o apoio do SOJ mas precisa de ter ainda todo o apoio de todos os Oficiais de Justiça.
Diz o SOJ:
«O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), assumindo as suas responsabilidades, declara, pública e inequivocamente, total adesão à greve decretada pelo Sindicato dos Funcionários Judiciais para o dia 1 de setembro de 2021.»
Esta declaração não deixa qualquer dúvida a ninguém e prossegue o SOJ:
«Assim, os associados do SOJ, os não associados, todos os Oficiais de Justiça, devem aderir de forma firme e solidária, pois todos sabemos que há razões, mais do que suficientes, para continuar a lutar pela dignificação e valorização da carreira.»
O SOJ aborda ainda outras questões relativamente à «greve “realizada” durante o processo eleitoral», esclarecendo a sua postura que a seguir vamos reproduzir.
«Esclarecer, afastando quaisquer dúvidas – potencialmente fomentadas por meia dúzia de colegas que, nas redes sociais, procuram condicionar a verdade para, assim, afastar a sua (ir)responsabilidade –, do seguinte: o SOJ pronunciou-se, antes mesmo de ter sido decretada a última greve, sobre a necessidade de podermos, enquanto carreira, aproveitar o momento – entrega das listas de candidatos – para fortalecer uma luta, que é de todos.
Fê-lo, de forma responsável e sem alardes – para evitar reações, em tempo, por parte da tutela –, expressando isso mesmo, publicamente e em comunicado de 6 de julho, ao referir:
“Considera, ainda, este vosso/nosso Sindicato que a greve que existe, depois das 17h00 é suficiente, a ser exercida, para ações de luta durante o processo eleitoral, caso a negociação – que ainda não se iniciou – se constitua uma farsa”.
Alguém tem dúvidas de que a reunião de 13 de julho, até pela forma como o Governo persistiu em discutir um documento pejado de inconstitucionalidades, representa o início da farsa?
Mas, a posição deste Sindicato foi também fundada no conhecimento e experiência, pois basta recordar que em 20 de agosto de 2019, o SOJ informava aos colegas do seguinte:
“Dia 23 de julho, reuniram os Presidentes do SOJ e SFJ…, para se avaliar da possibilidade do SOJ retirar o Aviso Prévio de greve, passando assim a vigor a greve decretada… em 1999.”
“O SOJ procurou conhecer, como ponto prévio de análise, se a greve decretada pelo SFJ, em 1999, está em vigor…”, “Após ter sido dada essa garantia, assumindo o SFJ responsabilidade pela mesma, a questão foi discutida e, uma vez que essa ação teria maior impacto durante o período de entrega e afixação das listas de candidatos a Deputados à Assembleia da República, ficou agendada nova reunião, após publicação do DL que fixou a data das eleições.”
“Posteriormente, com a publicação do dito Diploma, voltaram ambos a concertar posições, abordando essa ação, tendo o SOJ assumido que estaria disponível para retirar o Aviso Prévio. Contudo, apenas o faria a partir do dia 20 de agosto.”
“As razões do SOJ – e foram apresentadas –, de como evitar uma reação atempada, por parte do Governo, garantindo-se, assim, uma eficácia da greve nos dias 26 e 27 de agosto, pois esses são os dias “nucleares” para uma estratégia de luta feliz. A prestação de serviços mínimos, após as 17h00, fosse porque a PGR se pronunciasse atempadamente, relativamente à greve do SFJ, ou por decisão de Colégio Arbitral, colocaria em causa a estratégia.”
“O Presidente do SFJ afirmou acompanhar essa estratégia – que enalteceu –, garantindo… a execução da greve decretada em 1999.”
Assim, e para que conste, pese embora a estratégia, em 2019, fosse no sentido de afirmar a greve de 1999, procurando perturbar o processo de entrega das lista – por isso o SOJ retirou o “seu” Aviso Prévio –, a verdade é que a entrega de outro Aviso Prévio teve as consequências conhecidas de todos. Será que devemos ignorar o passado?
Ora, em 2021, depois da posição tornada pública por este Sindicato, entendemos não nos pronunciar sobre a estratégia acolhida pela maioria da carreira. Todavia, não se “plante”, pelas redes sociais, a ideia de que o SOJ não se pronunciou sobre o momento, indo de férias. O SOJ aconselhou os colegas a gozarem as suas merecidas férias, mas continuou a fazer o seu trabalho.
Concluindo, o SOJ apresentou à carreira a estratégia que considerou mais acertada para uma ação de luta durante o momento da entrega e afixação das listas de candidatos às eleições autárquicas, informando que a greve de 1999 se mostrava suficiente – não havendo necessidade de outra greve – para atingir os objetivos que todos perseguimos. A carreira optou por valorizar outra estratégia, o que é legítimo, mas este Sindicato não deixou de assumir, em tempo, as suas responsabilidades, não ignorando o passado recente.»
E, findo este esclarecimento, o SOJ termina a sua informação sindical reiterando:
«Relativamente à greve do dia 1 de Setembro, aderimos à mesma, responsavelmente, apelando a todos para que façam greve.»
Portanto, quem falta agora aderir à greve?
Resposta: Todos e cada um dos Oficiais de Justiça, de uma forma total, como nunca antes se viu, para que se possa ver muito bem.

Fonte: "SOJ-Info".
Quando é que as estruturas sindicais vão perceber que não é com greves que vamos lá? Ou já perceberam mas não sabem atuar de outra forma? Seria interessante fazer um levantamento de quantos dias de greve se fizeram nos últimos 10 anos e fazer as contas de quanto o MJ poupou em salários. E com que resultados?
ResponderEliminarValia a pena pensar nisto.
Isto já não vai lá com greves. Acordem!!
ResponderEliminarAs greves não servem para nada. Até porque deixaram de ser conhecidos os números da adesão.
Tornaram-se irrelevantes.
Mas ainda há pessoal que vai em cantigas e outros que até lhes dá jeito.
Enfim, dinheiro fora do bolso.
Acho que os únicos que ainda vão fazendo greves são aqueles que já têm a vida feita (muitos já com netos) - aqueles a quem o dinheiro já não lhes faz tanta falta como a uma pessoa que está no início da carreira.
Dia 1 de Setembro eu NÃO faço greve!
Também sou de opinião que um dia de greve para o MJ, "não aquece nem arrefece", é para o lado que eles dormem melhor.
ResponderEliminarGreve!!!
ResponderEliminarContinuam SFJ e SOJ a não valorizar a vontade da "carreira" ou a não querer justificar onde são gastos 700.000€/ano em quotas que arrecadam esfregando as mãos.
Orelhas moucas fazem os sindicatos à geral opinião da "carreira" em contratar uma boa avença com um bom escritório de advogados que processe a responsabilidade do Estado e seus agentes violadores de leis!
Isso é que era!!!
EliminarE ter um bom gabinete de comunicação que tal anunciasse nos media, indicando os nomes dos processados.
EliminarMas, e jogo de cintura para isso?
Quando já não se tem verticalidade é difícil, muito difícil.
Sindicatos da justiça = bando de acomodados anafados. Rotos nas ideias e mansos na ação.
EliminarSindicatos em serviços mínimos é o que nós OJ temos.
ResponderEliminarLá fazem a greve da praxe para o Estado e seus agentes violadores legislativos não levarem muito a mal e os deixarem de convidar.
De bom grado darei, a partir de Janeiro de 2022, a minha quota sindical ao fundo de apoio ao OJ que está a ser criado.
ResponderEliminar. Prédio de habitação para OJ deslocados nas Comarcas de Lisboa, Porto, Faro e ilhas.
. Casa sénior.
. Apoio humanitário ao OJ.
. Apoio jurídico.
700.000€/ano dos Sindicatos dariam para isto e muito mais!
Agora, perderam a carruagem.
Penso que seria uma boa ideia...mas não seria preciso criar uma estrutura para isso? quem iria gerir esse fundo? Eu também estaria disposta a colaborar para ajudar os colegas e familias em apuros. (Dentro das minhas possibilidades claro.)
EliminarHá colegas capazes e bem formados para levar isto avante. Pessoas com muita experiência e que se sabem mexer muito bem!!
EliminarSó assim, de repente, lembrei de quatro ou cinco. Gente séria, alguns já aposentados.
APOIADO!!!
EliminarCasa do Oficial de Justiça, já !!!
Com gente capaz e com vontada, em meia década estava montada a estrutura e a funcionar
O financiamento seria por quotas, obviamente, bem como por instituições que o quizessem fazer.
Não há vergonha em pedir. Se o estado se exime à sua responsabilidade como tem feito, então há que ir buscar fundos onde os haja. Ponto.
Incompatibilidades?
Incompatibilidade é a minha carteira, com o custo de vida e a minha reforma que não me irá permitir ter um fim de vida digno. Isso é que é incompatibilidade!!
É um grande problema cá da nossa terrinha. Não existe associativismo, coletivismo. Cada um pensa por si. E por isso é o que se vê.
Estamos à espera que as entidades façam e o nosso sentido de democracia, de sociedade, resume-se a isso. Esperar pelo que não vem.
Democracia é participar, ter vós realmente ativa.
E esta iniciativa é exatamente isso!!
Rob in Madeira
Greve de um dia? Não, obrigado
ResponderEliminarGreve de um mês seguido, embora, vamos lá já, com a disponibilização das estruturas sindicais, para ajudarem monetariamente quem mais precise.
Quanto a mim, embora o dinheiro me faça falta, aguentarei e farei greve, se a adesão o justificar.
Ora deixa cá ver...
ResponderEliminar10 euros por mês...cinco mil OJ´s associados...
600 mil euros ao fim de um ano. Seis milhões de euros ao fim de uma década !!!!
Bem...com esse dinheiro, dava para ter casa para colegas deslocados em quase todas as capitais de distrito.
E para pensar numa casa de repouso decente, entre outras utilidades.
Porque a este valor, se somarmos apoios externos de instituições, câmaras municipais, privados e outros, estariamos a falr de um valor considerável, a gerir por uma comissão eleita e tudo na maior legalidae, obviamente.
Sem falar em outros benefícios que, claramente daria para ter.
Cada vez que me lembro do SAMS, da ADME, do que tínhamos há uns anos...
O SFJ presta contas anualmente, devidamente atestadas por "entidade externa", junto dos seus associados. No seio das inerentes reuniões anuais (Conselho Nacional) para aprovação, tem-se refletido/discutido sobre as despesas do ano transato e sobre o orçamento do ano vindouro. Tudo com transparência e no âmbito do debate democrático. Quanto ao cariz solidário do SFJ, para além da "casa do Oficial de Justiça", assegura-se neste espaço que o Sindicato dos Funcionários Judiciais tem prestado um tremendo apoio a tantos Colegas que, salvaguardando-se o anonimato, se tem mostrado determinante para ultrapassar momentos difíceis da vida. E situações mais complicadas estão para surgir! Ou seja, o SFJ sempre esteve e estará, no âmbito das suas possibilidades, ao lado dos Colegas que precisam! Essa valência, desde há décadas que tem estado presente. E sem grande publicidade, compreensivelmente!
EliminarSe fosse sério o comentário, coisa que não é, informaria que a alguns anos atrás os trabalhadores das finanças criaram uma associação dessa natureza a que deram o nome de cofre de previdência. Mais tarde foi aberto a todos os trabalhadores da administração pública. Atualmente centenas de oficiais de justiça estão associados aos sindicatos e ao COFRE DE PREVIDÊNCIA. Portanto a ideia não é nova, existe uma associação com cariz social e os que aqui falam, por ignorância e falta de seriedade, estão agora informados... Querendo é só aderir, mas há um problema... é preciso pagar as tais cotas. Sejam adultos!
EliminarCom legítimas reservas, tomando como sério o seu comentário, asseguro-lhe que o SFJ ao longo das últimas décadas tem socorrido a variadíssimas situações justificadamente desesperantes. Sem publicidade, obviamente! Não se faz ideia de um tal "Cofre de Previdência" que ocorra a vicissitudes emergentes dos Oficiais de Justiça, entre quaisquer outras valências. Em reuniões estatutárias, para além das contas serem transparentes para os associados são passíveis de discussão! Tal e qual um determinado conceito de "Democracia"!, No seguimento, todos, em espaço estatutariamente previsto, têm demonstrado a sua anuência para que o "parte de dinheiro" deva fazer face, casuisticamente, às vivências de desespero a que muitos Oficiais de Justiça se confrontam. Dúvidas subsistam, com a proteção de dados, solicitem ao SFJ informação sobre quantos os Oficiais de Justiça que já obtiveram solidariedade por parte do Sindicato em causa. E sem qualquer querer de uma "taça", registe-se!
EliminarBoas,
EliminarBonitas palavras, sim senhor.
Mas, sendo o SFJ afilhado da CGTP/PCP e o SOJ afilhado da UGT/PS/PSD, em que ficam os OJ's, e que são muitos, que não se revêm nesses lideres, que neste momento, alguns, lutam por um lugar nas listas para as próximas eleições das "juntas e câmaras".
A carreira está ser destruída, "assassinada", a favor de alguns interesses obscuros que caberá aos sindicatos esclarecer. É muito dinheiro de quotas....Para muito, muito ...Pouco.
Dia !/09, para mim não há greve.
Haverá quando os sindicatos recorrem às acções, contra o estado, por incumprimento de várias "coisas". E não é necessário ser dos sindicatos.
Bem haja.
Cumps.
João Nabais
"Bonitas palavras", refere o Colega João Nabais! Quanto a Ações Judiciais/Administrativas, reitera-se a sugestão em solicitar ao SFJ (Departamento Jurídico) o número e tipologia de ações intentadas. Quando apresentar números, cá estarei para opinar sobre os mesmos! Acredite, Caro Colega, que quando uma determinada Associação consegue ser parte da solução para situações muito difíceis de uns quaisquer Colegas, acompanho o adjetivo: "É tão bonito e gratificante"! Se for associado, quaisquer dúvidas quanto a cumprimento de orçamento, asseguro-lhe que terá a oportunidade democrática de expor o seu pensamento. Quanto á greve de 1/9, espero que as portas dos tribunais estejam fechadas. Afinal, trata-se da Classe dos Oficiais de Justiça.
EliminarApoiado.
EliminarQuando se lhes toca nos milhões de euros recebidos a título de quotas, até tugem e mugem.
Usam de paternalismo, alegam ignorância e remetem eles sim de forma ignorante e perniciosa, para prestações de contas certificadas, com despesas protegidas por sigilo e reserva!
Meus caros sindicalistas, enquanto "mutualista" de um sindicato é-me pelo mesmo devida explicação clara e detalhada de contas. Em rubricas exactamente identificadas, consubstanciadas com anexas, e apresentadas, provas de despesa (apoio de quanto e a quem).
Trabalhem mas é e deixem-se de greves de circunstância.
Está provado que os sindicatos não apresentam obra. Portanto, não colhendo tão populistas argumentos, onde param os milhões amealhados?
É associado do SFJ? ... Assistem-lhe dúvidas sobre a execução orçamental?... Fácil, solicite remessa dos documentos atinentes. Depois, opine com propriedade! Adira à greve! Faz todo o sentido, quer crer-se!
EliminarSindicatos, sirvam os OJ. Façam obra e deixem de tentar desviar atenções.
EliminarQual greve qual carapuça!
Processem o Estado e os seus agentes violadores legislativos. Publicitem o nome dos prevaricadores nos media e antes do Outubro eleitoral próximo.
Dinheiro não vos falta!
Aí terão uma classe unida.
Até lá, tudo o que digam ou façam, está mais que provado, dada a falta de resultados, não dará em nada e em nada resultará.
C'um canudo!!!
EliminarApoiado!!!
"Não fazemos aquilo que queremos e, no entanto, somos responsáveis por aquilo que somos."
ResponderEliminarJean-Paul Sartre
Podemos discordar da ação e das formas de luta dos nossos representantes sindicais por erros cometidos no passado e têm sido muitos.
No entanto, o prevericador tem sido o Ministério da Justiça que não respeita os Oficiais de Justiça, nem sequer as Leis do Orçamento de Estado.
Para não sermos responsáveis por aquilo que até aqui temos sido, temos que apelar, de uma vez por todas, à união dos Oficiais de Justiça e desencadear uma luta sem tréguas, na defesa dos nossos direitos e dos princípios básicos de um Estado de Direito Democrático.
Sim, vou fazer mais um sacrifício e aderir à greve.
No entanto, apelo aos sindicatos para utilizarem outras formas de luta.
Queixas à Provedora da Justiça,
Pedido de audiência ao Presidente da Reublica,
Pedidos de indemnização civil contra o Estado e dirigentes do Ministério da Justiça por responsabilidade civil extracontratual do Estado.
Pedido às entidades competentes para pedir a fiscalização abstrata sucessiva da inconstitucionalidade dos diplomas que desencadearam um aumento desproporcional da idade da reforma,
Contratação de um escritorio de advogados especializado nestas matérias,
Pedido de audiência aos deputados com representação no Parlamento Europeu.
Exposição ao Senhor Bastonário da Ordem dos Advogados.
Conferência de imprensa.
Já agora, falem com o Prof David Justino, sobre a resposta que recebeu da Ministra da Justiça Francisca Van Dunem, sobre "a morte da decência".
Sim a greve.
O prevericador é o Ministério da Justiça!...
... E os incompetentes na defesa da classe, por estagnação de estratégias e consequente ausência de resultados, são os Sindicatos.
EliminarA greve não é caminho, a responsabilização, do Estado e seus agentes violadores legislativos, sim!!!
Não à greve, quer dizer! Rico exemplo! Boas férias!
EliminarSim. Quero dizer.
EliminarNão à greve.
20 anos de perdas num contexto de greves justificam-no.
Não seja situacionista.
Reflita nas suas férias, que por acaso só pode gozar em período limitado, sem compensações, devido a mais uma perda da classe por inoperância sindical!
Retribuo-lhe os votos de boas férias, pois é certamente OJ e as merece, após ter dado o litro e horas extra pagas a 0€/hora, também por inoperância sindical.