SFJ: As perguntas sem resposta
Na sua coluna habitual no Correio da Manhã, esta semana, o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), António Marçal, subscreveu artigo de opinião no qual deixou uma série de perguntas sem resposta que passamos a reproduzir.
«Os debates entre os vários líderes dos partidos políticos seguem a bom passo nas televisões nacionais.
Os temas trazidos a debate não têm sido os que verdadeiramente mexem com a vida real dos portugueses.
Quem ganha ou quem perde o debate tem sido o que mais se tem destacado nos comentários televisivos que se prolongam muito para além do tempo que os mesmos duram.
Discute-se quem atacou mais, quem se defendeu melhor ou pior. Por conseguinte, a cortina de silêncio é tão espessa que não conseguimos sequer vislumbrar o que podem os Oficiais de Justiça esperar para 2022 e anos seguintes, no que à sua carreira diz respeito.
Há questões espinhosas a resolver, como, por exemplo:
Chegaremos ao fim deste ano com ou sem Estatuto profissional revisto, sucessivamente adiado por governos anteriores?
As horas trabalhadas para lá do horário normal vão ser pagas ou compensadas com um regime de aposentação diferenciado?
O suplemento de recuperação processual vai, finalmente, ser integrado no vencimento, ou se mais uma vez ficará adiado "sine die"?
São estas as principais questões que, legitimamente, 7500 Oficiais de Justiça e suas famílias, na qualidade de eleitores, gostariam de ver esclarecidas pelos principais partidos políticos.»

Os sindicatos irão começar a agir como tal? Deixar-se-ão de folclores e começarão a agir com empenho, unicamente em defesa da classe e esquecendo-se dos seus protagonismos pessoais?
ResponderEliminarSe o primeiro ministro já admitiu que o orçamento vai ser o mesmo. Então todos os episódios relativos ao estatuto e os dois anteriores orçamentos também ainda estarão bem presentes caso o PS ganhe as eleições. A ser assim, como de facto vai ser, greve de um mês em Abril de 2022.
EliminarTemos que começar logo a demonstrar ao que vamos, com que atitude e até onde podemos ir.
Caso contrário será como sempre tem sido,. Dois meses para a posse, dois para conhecer os dossiers, férias judiciais, bocejos sindicais e, daqui a um ano, por esta altura, greve de dois dias e uma rapsódia bem cantada com oferta do vinho e do caldo pelos sindicatos.
Porca de vida esta.
Apetece perguntar ao senhor Marçal o que anda o SFJ a fazer.
ResponderEliminarFaltam poucos dias para as eleições, podíamos e devíamos fazer algo mediático para marcar de alguma maneira a nossa posição mas pelos vistos andamos distraídos a ver debates nas televisões.
Também é natural que não estejamos na máxima força no SFJ pois as campanhas para as eleições são cansativas.....
A pergunta sem resposta é porque razão o Presidente do SFJ necessita de colocar essas questões, num artigo publicado no correio da manhã, quando as podia fazer diretamente a um membro da sua direção, candidata a deputada pelo partido do atual governo?!...
EliminarUma interlocutora privilegiada para responder às questões colocadas!...
frustração de carreira esta!
ResponderEliminaristo nem é carreira nem é nada, a não ser para quem se vai colando ao compadrio
Eliminarboa malha!
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