Vota OJP
Nestas próximas eleições, em que se elegem os deputados da Assembleia da República, os Oficiais de Justiça devem votar OJP – Oficiais de Justiça de Portugal.
Votar OJP é votar nos partidos que sempre estiveram ao lado das reivindicações dos Oficiais de Justiça.
Ao longo destes 6 anos de governação PS e, antes desta, da governação PSD-CDS e, antes desta, outra vez PS e sempre assim nesta alternância, os Oficiais de Justiça devem recordar muito bem quem fez e quem deixou de fazer, ou quem se aliou ou deixou de aliar. Quem deu voz aos Oficiais de Justiça na Assembleia da República ou quem esteve nas lutas de rua apoiando os Oficiais de Justiça.
Votar OJP é votar no futuro desta carreira e, portanto, na vida de todos e de cada um destes profissionais da Justiça e, consequentemente, na vida de todos os seus familiares, designadamente, dos seus dependentes.
Assim, votar OJP é votar útil, não só pelo interesse próprio ou coletivo profissional, como também pelo interesse coletivo nacional.
É para ganhar? Como quem aposta no Euromilhões ou no nosso clube de futebol? Não! É para perder!
Quem quiser votar num vencedor só tem duas hipóteses: votar na continuidade atual ou no regresso dos mesmos outros.
Quem quiser votar para perder, dispõe de mais opções, designadamente, naqueles que podem, apesar da sua menor dimensão, impor um equilíbrio reivindicativo e um sistema de contrapesos que permita conter os desvarios dos ambicionadores de maiorias absolutas.
Votar OJP é, pois, a opção mais sensata e útil para 30 de janeiro.
Convém bem recordar que nestas eleições não se elege o primeiro-ministro. Não se trata de eleger um indivíduo como nas eleições presidenciais; nestas eleições legislativas elege-se a composição da Assembleia da República, isto é, elegem-se deputados.
Evidentemente que o número de deputados, por um só partido ou com acordos e entendimentos com outros, definem onde estará a maioria.
Os portugueses já aprenderam que nem sequer tem que governar o país o partido mais votado, pois com os devidos apoios, o segundo partido mais votado pode vir a constituir governo, tal como aconteceu com o governo PS em 2015.
Por tudo quanto fica exposto e por tudo por quanto passaram os Oficiais de Justiça ao longo destes anos, votar OJP é a única solução.

Nem mais! hoje o oficial de justiça leva para casa menos dinheiro do que há vinte anos atrás (falo na qualidade de auxiliar que apostou nisto há vinte anos, infelizmente aposta em cavalo errado)
ResponderEliminarSubscrevo integralmente!
EliminarVoto útil é voto à esquerda!
ResponderEliminarVocê calado é poeta! Esquerda? A que propósito? Quer palco sobre os OJ? Arranje um Chico esperto como o ventura que fala tanto das polícias... Mas, claro OJ são pouchicos e irrelevantes eleitoralmente!
EliminarMais esquerda de "caviar" não obrigado!..
EliminarQuer se goste quer nao, dada a natureza do nosso sistema partidário, apenas um bloco central permitirá fazer as reformas estruturais que o país precisa há décadas.
ResponderEliminarEsqueçam os milagres de quem passa os debates a falar em gastar sem explicar onde o vao buscar.
O centrao é a solucao menos nocuva, pese embora o perigo de os extremos crescerem, e de dar palco ás bacterias ventura, já que irão recorrer à lenga lenga de qie é tudo igual.
Por isso este ano voto na laranja do algarve!
Continuai a votar nos mesmos de sempre, pá! e tirai as calcinhas
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