O apelo do SFJ
«Nós, os Oficiais de Justiça, apelamos para que neste XXIII Governo Constitucional, os elementos do MJ, tenham a influência e sensibilidade necessárias para que a resolução dos problemas no setor da justiça esteja em primeiro plano.
Há uma falta de investimento gritante, o aumento do financiamento da justiça é fundamental para a resolução dos problemas que se arrastam há anos.
Os principais problemas encontram-se ao nível da falta de recursos humanos, nomeadamente de Oficiais de Justiça, há secções com mais magistrados do que funcionários, falta de materiais para trabalhar, há tribunais com falta de papel, falta de condições dignas do edificado, temos tribunais onde chove no interior como na rua.
Não compreendemos estes anos todos sem investimento, só na nossa carreira temos vários problemas para resolver, desde logo, tornar o ingresso na profissão mais atraente, uma vez que o primeiro vencimento está próximo do ordenado mínimo nacional.
É urgente a normalização da carreira, com as devidas promoções, não deixando os trabalhadores na base da carreira por mais de 20 anos e sem quaisquer perspetivas futuras.
Não desejamos outro adiamento da integração no vencimento do subsídio de recuperação processual.
Sem um corpo de funcionários motivados e bem preparados, os tribunais precipitarão a sua rutura.»

Fonte: Reprodução do artigo de opinião do presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), António Marçal, publicada no Correio da Manhã desta semana.
Blá, blá, blá. Continua o mesmo discurso e inactividade.
ResponderEliminarQueremos medidas concretas, pedidos concretos. Reuniões concretas e já.
As férias de verão estão já ali, se nada se passar até então, depois só para o ano que vem
Acordem, antecipem, peçam, ajam, não se deixem ficar pelas filosofias baratas. E precisa ação e desde já.
Os funcionários estão fartos de prosa, precisam é de ação e mais pão.
É mesmo isso.
EliminarÉ impressionante e trágico a falta de um plano de ação credível e eficaz.
Os sindicatos vão continuar a agir da mesma forma! Para desbloquear a situação, é formar-se uma comissão de OJ e pedirem para ser ouvidos pela ministra. Não serão os primeiros a fazê-lo!
ResponderEliminarMarquem um plenário para o próximo dia 20 de abril, dia da cerimónia da abertura do ano judicial!...
ResponderEliminarSindicalismo Fofinho....
ResponderEliminarNem nas palavras são duros.
Andam há anos e anos a dar o benefício da dúvida.
Me engana que eu gosto.....
Nós os Oficiais de Justiça estamos bem fod.....
Realmente nem nos nossos representantes temos sorte.
Se o principal e único objectivo de quem nos representa fosse a defesa da classe chamava-lhe incompetência.
Se existem outros objectivos escondidos, como por exemplo um tacho numa câmara municipal ou afim, chamo-lhe oportunismo.
Não é possível sermos tão anjinhos.
Não é possível sermos tão reactivos.
Mais uma vez, vamos para uma reunião com uma ministra, desta vez a primeira com esta personagem a dar o benefício da dúvida.
Como é possível, como é possível dar o benefício da dúvida??
Alguém consegue explicar isto??
FF
Trata-se de uma questão cromática: são todos da mesma cor. Por outro lado, é uma questão familiar; todos pertencem a uma só família: a grande e feliz família socialista.
EliminarNão se morde mão que nos alimenta 😏
Ao longo dos anos assisto ao mesmo tipo de comentários sobre os sindicatos, governo, direção geral (DGAJ), magistrados e até colegas, e cada vez me convenço mais que temos o que merecemos... A nossa ação é um redondo zero - não passamos de humildes servos - escravos e a nossa ambição traduz-se em querermos ser os reis dos escravos em vez de querermos ser livres. Não sou melhor que qualquer um de vós, apenas constato o inevitável não somos nada...
ResponderEliminarSó não vê quem não quer ver: nem carreira somos, pois não passamos de um bando de oportunistas sempre a espera de melhores condições, sem qualquer pudor em sacrificar o colega do lado. Se nos derem um prato de sopa, somos capazes de entregar a família. muitos criticavam o anterior SEAJ, por exemplo, mas iam lá colocar likes a tudo, mantendo a virtual amizade. Esta é a realidade e as excepções, que existem, só confirmam a regra.
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