"Os trabalhadores da justiça merecem paz e justiça social"
No seu habitual artigo de opinião no Correio da Manhã, esta semana publicado, o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), António Marçal, subscreveu o artigo intitulado "Paz e Justiça", que a seguir vai reproduzido.
«As sociedades ocidentais estão a viver um potente período de adaptação pessoal, social e, obrigatoriamente, laboral.
Festejamos o Dia do Trabalhador no último domingo e continuamos a observar que os trabalhadores portugueses são dos mais mal remunerados a nível da UE.
Segundo as palavras do primeiro-ministro, "O grande desígnio é que a geração mais qualificada de sempre seja também a geração mais realizada de sempre e tenha em Portugal tantas ou tão boas oportunidades como encontra fora do país. Isso implica não só a valorização salarial, como a aprovação da Agenda para o Trabalho Digno, que no dia 11 de maio irá de novo a concertação social para depois entrar na Assembleia da República".
Não poderíamos estar mais de acordo. A desvalorização do trabalho nos tribunais portugueses, nomeadamente através dos baixos salários no ingresso, a diminuição significativa do número de trabalhadores e a falta permanente de promoções, tem vindo a traduzir-se em termos subjetivos em desmotivação, infelicidade no trabalho e falta de perspetivas.
Já no âmbito do objetivo, traduz-se em tribunais em pré-ruptura e atrasos processuais para além do desejável e aceitável.
Os trabalhadores da justiça e a sociedade merecem paz e justiça social na prossecução da realização da justiça e na sua contribuição para o normal funcionamento do Estado de Direito Democrático.»

Fonte: "Correio da Manhã".
ResponderEliminarRESUMO:
desmotivação, infelicidade no trabalho e falta de perspetivas.
Que bonito!!!
ResponderEliminarE como se propõe o subscritor do artigo do CM a levar essa paz e justiça aos seus representados?
Com conversa, conversinha e conversola já tentou vários anos e o resultado foi - Nepias.
22 anos pelo menos que já ouvia falar nos ditos 10%
Eliminaruma vida de mentiras e sempre a acreditarmos
fodddddddddddddddddddddd
Palavras leva-as o vento.
ResponderEliminarEnquanto sindicatos e respetivas estruturas forem autênticos repositórios de parentes da família governativa, não teremos qualquer hipótese de evolução profissional; apenas regressão, conforme temos tido de há vinte e tal anos a esta parte.