A reunião do Conselho Nacional do SFJ
O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) reuniu, no passado dia 28MAI, os membros do seu Conselho Nacional, em Anadia.
Esta reunião, que é anual, “para além do fim em si próprio, que foi a análise e aprovação do trabalho desenvolvido pelo Secretariado Nacional no ano de 2021, através da aprovação do respetivo Relatório de Atividades, bem como a apreciação e votação do Plano de Atividades e o Orçamento para o ano de 2022, tivemos uma pluralidade de intervenções onde os senhores conselheiros foram muito proativos e contribuíram de forma profícua para o debate politico-sindical e para o traçar de estratégias que acrescentem algo de novo à nossa classe e nos tragam resultados nestes tempos difíceis”, lê-se na nota informativa do SFJ.
Na mesma nota informativa, pode ler-se que “foi apresentado o Relatório Final sobre a iniciativa da “Caravana da Justiça”, junto com um vídeo onde foram apresentados alguns momentos altos do percurso que culminou com a entrega na AR da documentação recolhida.”
O SFJ informa que procedeu à “alteração da morada da sede social do sindicato, em virtude de ter mudado de instalações para a Rua João da Silva, 24-A, em Lisboa, estando todos os associados convidados para a visitar.”
“O Secretariado Nacional deu a conhecer o trabalho que está a desenvolver no âmbito da criação de uma Associação Mutualista, onde será incluída a Casa do Funcionário de Justiça, entre outras valências de assistência social aos associados, proposta que acolheu o acordo da maioria dos conselheiros.” Fica o registo de que, pelo menos neste aspeto, o assunto não obteve o consenso de todos os membros daquele órgão, embora a maioria concordasse.
O SFJ acrescenta que nessa reunião nacional estiveram ainda presentes dois professores da Universidade Nova de Lisboa, que foram “prestar esclarecimentos aos senhores conselheiros sobre o estudo das condições de trabalho e de vida dos Funcionários Judiciais, estudo este encomendado pelo SFJ e que, no futuro, será muito relevante para a justificação, com validade científica, e resolução dos problemas da classe junto da tutela.”
A concluir a nota informativa, consta que “foi aprovada por unanimidade a proposta apresentada por alguns conselheiros, de um total repúdio pelas declarações proferidas pelo candidato a juiz do tribunal constitucional, Dr. António Almeida Costa, em que enxovalha, injuria e difama a classe dos Oficiais de Justiça deste país, declarações essas que serão alvo da competente queixa-crime.”
A nota informativa termina com um agradecimento ao colega que, “mais uma vez, proporcionou as condições físicas excelentes para a realização de mais um evento sem quaisquer custos para o Sindicato”, encerrando a nota com a afirmação: “Somos uma equipa forte e coesa, trabalhando sempre no interesse dos nossos associados e procurando fazer sempre mais e melhor!”

Fonte: “SFJ Info”.
De interessante e que necessite trabalho, estudo e empenho, nadica de nada .
ResponderEliminarSobre os problemas da classe nada. Saia mais uma de leitão e uma imperial para esta mesa, se faz favor
e que tal aparecer, fazendo eleger-se, para ajudar a trabalhar, estudar e empenhar-se como todos os outros ?
Eliminardesculpe, estou a falar com quem?
Eliminar“Somos uma equipa forte e coesa, trabalhando sempre no interesse dos nossos associados"
ResponderEliminarTEMOS VISTO...
Tem toda a razão! Temos visto.
EliminarEfectivamente, poderíamos ser muito mais coesos e unidos, se víssemos alguns resultados práticos das nossas pretensões. O que não acontece há anos! Só o sindicato é que o não vê, ou não quer ver.
Finalmente!
ResponderEliminarO SFJ como órgão representativo de milhares de associados Oficiais de Justiça, dá nomes às coisas repudiando as declarações (devia ser emitida nota para a Comunicação Social só sobre esse assunto), pois que tais declarações que afirmaram que se podem "comprar" Oficiais de Justiça por milhares de euros foram amplamente difundidas ! E quem é honesto, cioso dos seus valores morais, que não têm preço, nāo gostou!
Alguém que, eventualmente, " já tenha tido ou tenha culpas no Cartório", pode deixar passar e quer o assunto esquecido. Mas não se pode tomar a parte pelo todo e daí já ter escrito que, cidadãos em geral ou colegas que saibam de algo sobre esta temática com provas, têm a P.J. à disposição, agora com mais Inspetores.
Tivesse acontecido noutros setores de trabalho e tudo teria sido amplamente difundido e repudiado na comunicação social! Mais do que isso, teria sido um bom pretexto para todos saberem o quão mal se ganha nesta profissão!
ResponderEliminarSobre a palavras do referido candidato ao T. Constitucional, se calhar é melhor não fazer muito barulho, não é "senhores sindicalistas", talvez ele saiba de alguém ou alguns já se tenha(m) "vendido", a ele(s) próprio(s) e á classe em troca de umas coisinhas, mas é segredo na justiça.
ResponderEliminarAguardemos o resultado da queixa crime. Mas quase apetece perguntar se algum dos ilustres conselheiros já trabalhou em processo crime... Mais palha para entreter a malta.
ResponderEliminarOficiais de justiça, a única classe com sindicalismo transparente, tão transparente que nem se vê.higihihiguhi...
ResponderEliminarJá agora, duas de leitão e duas de verdinho para esta mesa. Há pois é, a minha companheira também tem que se alimentar, nada de dietas
Calma lá que faremos trabalhado muito, temos o projecto da casa dos oficiais de justiça, o ante -projecto, o pré -projecto, o ante-pre projecto.
ResponderEliminarÁ pois, que o trabalho tem sido muito. Para o ano vai sair o pre-ori-ante-pos projecto .
Tanto trabalho dá cá uma fone, três de leitão e uma feijoada do dito cujo para esta mesa. Com tanto trabalho atey fico para amanhã, se calhar
Ouvi, comentar, que houve conselheiros que ficaram com tantas dores de cabeça e falta de paladar, de tanto trabalho, com certeza, que na segunda feira nem foram trabalhar. Coitaditos, tudo em benefício da classe. Até dói, tanto empenho em benefício de terceiros.
ResponderEliminarSois uns ingratos, não vedes nada.
Quanto a problemas e desafios da classe, foi amplamente discutido com pertinentes intervenções por parte dos Colegas Conselheiros que têm conhecimentos nas várias áreas processuais. Os trabalhos começaram pelas 10 horas. Interrupção por uma hora para almoço com direito a uma sandes de leitão e uma bebida. Sim, pôde ser uma taça de espumante, gentilmente oferecida pelo Colega Veiga. Volvida essa hora, reiniciaram-se os trabalhos onde muitos assuntos foram discutidos. Com “tanto leitão e afins”, até houve lembrança, entre outras iniciativas, para uma proposta de repúdio pelas declarações de um tal candidato ao constitucional. Por último, tivemos a presença de dois professores que se encontram a elaborar um estudo que será mais um importante instrumento para as nossas reivindicações. Os trabalhos acabaram pelas 18.30 horas. Com a permanência de todos, demonstrámos que continuamos empenhados em lutar pela nossa classe. Este Conselho até podia ter acontecido numa sexta para que esta “cambada de calões” tivesse um dia de lazer, na opinião de alguns! Entretanto, nesse dia (sábado), liguei a uns Colegas que me disseram que na praia se estava muito bem…
ResponderEliminarCoitadinhos! Tanto sacrifício por uma cambada de ingratos que nada reconhecem!
EliminarEu, que até nem gosto de leitão, faço ideia do que lhes deve ter custado!
Colegas na praia? É possível. É bom que haja quem goze férias fora do período de férias judiciais, caso contrário, os tribunais teriam que fechar.
Colegas, continuem a descontar dos vossos vencimentos para pagarem as sandochas de leitão!
Alguém tem que ser anjinho!
Eu já me deixei dessas liberalidades há uns anos, que os mil euritos qualquer dia nem para pagar a renda me chegam!
Coitaditos, já no ano passado, se bem me lembro, também só comeram uma sandezita de leitão. Porém, ,,não é isso que está em causa. O que verdadeiramente está em causa é em reuniões de sindicalistas não se discutirem questões sindicais, numa altura tão crucial como a presente, não foi dada a conhecer qualquer proposta, qualquer interpelação oi orientação a direção para que está haja em conformidade com a grande agonia em que nos encontramos
EliminarNão, o que houve foi mais uma linha de orientação para a casa do oficial de justiça que, pelo andar da carruagem, lá para 2069, quando a. classe já não existir, já estará a funcionar
Tenham do, vejam-se ao espelho
O que verdadeiramente está em causa, e
Foi a si que telefonei e estava a banhos? Se não, recomendo-lhe cuidado com o sol na moleirinha...
EliminarPara o comentário das 23::56 - Vá descansar que tem "trabalhado" muito.
EliminarNão pagar quotas para reduzir despesas não faz sentido, porque são deduzidas em sede de irs, com majoraçao de 50%. Ou seja, nalguns casos, até se ganha dinheiro.
EliminarAgora que o sindicato justifique esse recebimento, atendendo ao que faz pelos trabalhadores que representa, ja é outro assunto.
Confesso que me sinto enojado com tanta mesquinhez e pequenez de espírito de tantos bota abaixo que por aqui vertem a sua frustração de vida e como pessoas.
ResponderEliminarSe instados a aderir a uma greve, a maioria são os que respondem logo que não se podem dar a esse luxo e que não vai dar em nada. Os restantes, referem que têm mais do que fazer do que andar em greves, que é preciso é ser produtivo.
Da mesma forma que muitos, de certeza absoluta, já foram sondados de uma ou de outra forma para fazerem parte de alguma estrutura sindical e recusaram. Ou por falta de coragem, ou por achar que se está mais confortável do lado da crítica fútil, apalhaçada e impregnada de veneno.
Achamo-nos profissão superior, de gente superiormente formada mas a triste realidade é a que por aqui se vê. Tanto pelo estilo brejeiro de escrita, como pela frustração, ódio e desconfiança que exalam de cada vez que expiram. Tribunais estão cheios deste pensamento pequeno que nos torna e tornou no que se vê.
Provavelmente queriam que as pessoas que reuniram não comessem, não convivessem e não trocassem opiniões no decurso desse encontro. O que queriam, afinal?
De tão radicais e ridículos, só mostram ignorância.
Vá lá!! Apareçam, façam algo, unam-se os cobardes maldicentes e construam uma alternativa!! Saiam do buraco fétido de onde atacam a espaços e de onde vivem.
O vosso veneno, pequenez, cobardia e inveja destrói toda a classe!!
Tenham vergonha!!
Rob in Madeira
Estou isento e totalmente livre de concordar consigo, na medida em que nada tenho a ver com o SFJ.
EliminarMas, realmente...tanta gente pequena por aqui!!!
A nossa fraqueza vem realmente de dentro de nós, pela falta de elevação e de postura construtiva.
Muito bem !!!
Só um pequeno exemplo do que diz, diz muito das reúniões, que dão em quase nada: há mais de 20 anos que andam a discutir a dita integração de 10% e nem isso! pensem no que conseguiram a reunir há mais de 20 anos e aceitem as criticas!
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