«Não é agradável viver sob uma crueldade tão grande»
Maria Paula Figueiroa Rego (nascida em Lisboa a 26-01-1935 – falecida em Londres a 8 de junho de 2022).
O pai incentivou-a a ir para fora de Portugal, dizendo-lhe que este país não era para mulheres. Em 1952 partiu para Londres.
«Interesso-me por muitas coisas, mas sou uma mulher, por isso vejo as injustiças que as mulheres têm de suportar e tento destacá-las, de forma a ajudar.»
«Não é agradável viver sob uma crueldade tão grande.»








"Sem o povo, sem a arraia-miúda, de que falava Fernão Lopes, não teria havido o Portugal que temos”, declarou o chefe de Estado, destacando as capacidades do povo português de unir, de receber, de conquistar e de resistir"
ResponderEliminarOs Oficiais de Justiça são a arraia-miuda da Justiça, mas sem eles, não haveria a Justiça que temos!
O que seria Administrar a Justiça em nome do povo, sem Oficiais de Justiça?!..
Arraia-miuda!...
ResponderEliminar"Álvaro Rodrigues, Juiz Conselheiro, opina no jornal “Correio da Manhã”, em artigo publicado em 10/12/2001, afirmando:
“Pouco ou nada se tem dito dessa figura imprescindível que é a do Oficial de Justiça, sem a qual todo o serviço judicial quedaria inerte e, por melhor e mais dotado que fosse o Magistrado, pouco ou nada valeria se não se lograsse dar andamento aos processos judiciais ou cumprir as decisões dos Juízes.”
"João Paulo Raposo, Secretário-geral da associação Sindical do Juízes Portugueses, à data de 26/06/2017, em artigo publicado na revista "Sábado" afirma o seguinte:
"O Estatuto dos funcionários de justiça preocupa-nos por outras razões. Não há justiça sem funcionários. Estes são o sustentáculo básico do judiciário. Das pessoas com mais know how no sistema são os funcionários. De entre as pessoas com que mais aprendemos estão os funcionários. O seu estatuto e carreira estão profundamente depauperados e carecidos de reestruturação. Faltam recursos. Há tarefas não especializadas que deixarão de ser praticadas humanamente. Mas a especialização e a preparação são cada vez mais necessárias. Não é possível que funcionários altamente qualificados aufiram no topo da carreira pouco mais de mil euros. Existe um clima de profunda desmotivação entre os funcionários que, se não invertido, não permitirá resolver os problemas essenciais da justiça. Isto é algo que todos sabemos."
Justiça para a arraia-miuda!..
Uma vez mais, muitos parabéns ao autor/es do blog, pela diversidade. Muito bom. E obrigado.
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ResponderEliminarAFINAL HAVIA MENTES QUE JÁ VIAM OS PROBLEMAS QUE PERSISEM, HÁ LONGA DATA!
IMPÕE-SE A PERGUNTA: PORQUE ESQUECEM OS FUNCIONÁRIOAS E AS SUAS CONDIÇÕES PRECÁRIAS? DESDE LOGO O SALÁRIO?