Apresentação de obra de Oficial de Justiça
O Oficial de Justiça e genealogista Nuno Campos Inácio apresenta hoje a sua obra intitulada “Levantamento Enciclopédico das Famílias de Sagres”.
A apresentação decorrerá pelas 18H00 no Centro de Interpretação da Lota de Sagres.
Este é o mais recente livro do genealogista, que servirá de contributo para a historiografia da freguesia de Sagres.
O “Levantamento Enciclopédico das Famílias de Sagres” é um livro composto por 584 páginas e 494 imagens.
O livro é «um exaustivo levantamento documental, de carácter monográfico, que reúne, de forma inédita e exemplar, um riquíssimo acervo informativo sobre a memória coletiva e a história humana, social, religiosa, militar, económica, política e administrativa de Sagres, enquanto lugar, vila, concelho e freguesia, das suas gentes e personalidades, desde a Pré- história à contemporaneidade», refere a Câmara Municipal de Vila do Bispo em nota.
Neste domingo será apresentado apenas o primeiro volume, mas, de acordo com a autarquia, pretende-se que os próximos dois volumes da enciclopédia, sobre a Freguesia e Famílias de Sagres, sejam apresentados ainda no decorrer deste ano.

Nuno Campos Inácio nasceu em Portimão, em 1972, é licenciado em Direito e Oficial de Justiça de profissão.
Como genealogista criou, em 2009, o projeto de Genealogia do Algarve, fazendo os levantamentos genealógicos das freguesias do Algarve.

Fonte: “Sul Informação”.
Parabéns colega.
ResponderEliminarDeve ser um trabalho interessante.
Muitos parabéns.
ResponderEliminarParabéns ao autor.
ResponderEliminarÀ laia de mera provocação, aguardo ansiosamente que alguém se decida a fazer semelhante trabalho no que às magistraturas respeita…
Muitos parabéns ao colega, que a todos deve orgulhar.
ResponderEliminarContudo, ao seu patrão e chefe pouco importa se é Dr. ou tem a primária concluídos. Para pensar, estão lá os outros, Babalu !!
Tu és preciso é para tramitar sem fazer perguntas. Baixar a pendência é a tua razão de viver.
Aliás, basta ver o quão desatualizada está a lista de graus académicos obtidos por colegas.
Será coincidência? A quem interessa esta irregularidade? O que andam a fazer os RH deste ministério, que até o NIF, NIB e CC e outros dados passam a vida a pedir para vários efeitos, quando têm há anos esses mesmos dados? Esses dados não foram introduzidos no software disponibilizado? É tudo a papel, ainda???
Com tanta gente licenciada, com mestrados e doutoramentos, para que precisa este ministério de recorrer a tanto outsourcing a tantos níveis?
Há quem veja toda a classe como um grupo de acéfalos e esta é a realidade do dia a dia de muitos.
A profissão não é valorizada, mas igualmente não são valorizadas as pessoas que a exercem.