Revisão da carreira ficou acordada para o próximo ano

      O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) acaba de colocar uma informação na sua página de Internet na qual informa sobre a negociação com o Governo e a sua participação, enquanto sindicato integrado na FESAP, no acordo plurianual firmado com o Governo.


      Entre outras informações, o SOJ esclarece que o Governo se comprometeu com a revisão das carreiras especiais, iniciando uma reunião com as estruturas sindicais em janeiro, para dar início à calendarização da revisão das carreiras não revistas.


      Quer isto dizer que os Oficiais de Justiça verão a sua carreira revista – eventualmente – durante o decurso do próximo ano, após o início das negociações com a tal reunião de janeiro.


      Segue extrato da informação do SOJ:


      «Foi necessário, e este Sindicato assumiu a responsabilidade, garantir que o Governo se comprometesse com a revisão das carreiras especiais não revistas, como acontece com a dos Oficiais de Justiça. O Governo comprometeu-se com a calendarização desses processos, nos seguintes termos: “Em janeiro de 2023 o governo compromete-se a realizar uma reunião com as estruturas sindicais para dar início à calendarização da revisão das carreiras não revistas”.


      Mas mais passos – somos os primeiros a reconhecer que foram pequenos, embora conscientes de que foram fruto de muito trabalho, pois não tivemos o respaldo que seria necessário – teriam de ser dados. Desde logo que as carreiras especiais não ficassem condicionadas, nas suas reivindicações, pela assinatura do acordo. O Governo passou a inscrever no documento: “Sem prejuízo dos cadernos reivindicativos das estruturas sindicais”.


      Igualmente relevante – alguns já não recordem que alguns colegas continuam prejudicados no descongelamento de parte – ainda não foi contada a totalidade do tempo para nenhuma carreira – do tempo de trabalho prestado, por terem sido promovidos meses ou semanas antes da medida ter sido adotada – que as promoções ficassem salvaguardada relativamente à valorização determinada e isso passou a constar da última versão do documento, pois não constava da primeira versão, nem da segunda e nem da terceira: “Não afetar as progressões e promoções que cada trabalhador tenha direito”.»


      Voltaremos a abordar esta informação do SOJ nos próximos dias.


Calendario-Janeiro2023+Adiado.jpg


      Fonte: “Informação do SOJ”.

Comentários

  1. Que confusão?
    Então o estatuto está ultimado e para ser dado a conhecer no BTE para já, como referiu o SEAJ, ou começará a ser discutido para o ano?
    Decidam-se lá, com as informações que dão, senhores pseudo sindicalistas.
    A ser para o ano, talvez, fica tudo como antes, nada dizemos, aceitamos estar mais um ano, talvez, na mesma situação, sem progressões, sem entradas, sem revisão salarial?
    Talvez mais um ano, ou dois, ou os que queiram .
    Senhores sindicalistas, copiem os policias, professores, médicos, guardas prisionais, bombeiros, ou então demitam-se, que de ser sindicalistas, no verdadeiro sentido, há muito que há se demitiram.
    Demitam-se por incapacidade de serem o que deviam ser

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  2. Amigo vá por mim, quanto mais tarde melhor, quando tivermos um estatuto de merda vamos ter saudades deste marasmo.

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  3. "uma reunião (...) para dar início à calendarização da revisão" acho que está tudo dito. tanto nojo disto tudo

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  4. Nem sequer conseguem denunciar publicamente tudo o que vai mal nesta carreira dita especial! Se se chegar a discutir alguma coisa para o ano, vão-se contentar com as migalhas, porque os outros sindicatos é que manobram bem as negociações e estes têm medo de falar!

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  5. Notícia de hoje no jornal CM- metade dos profs ganham mais de 2500 euros.
    Qualquer prof se reforma com 3000 e tal euros. Os profs são todos uns desgraçados? É mentira! Quando metem atestado, passado pouco tempo têm outro prof a substitui-lo e o Estado a pagar dois ordenados e ainda acontece isto- fazem posts no face a mostrarem-se a passear! Cada vez acontece mais esta situação! E os sindicatos o que fazem? Apresentam-nos a todos como uns pobrezinhos deslocados!

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  6. Queria dizer 2225 euros.

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  7. Perdão-2250 euros.

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  8. Está tudo dito dos sindicatos. Os colegas sindicalizados continuem a pagar as quotas, façam greve da função pública, que vão longe. Mas que falta de consciência e coragem. Saiam dessa vossa anestesia em que se encontram. Deem um murro na mesa e saiam dos sindicatos. Venham juntar-se para se formar um novo sindicato sério sem alianças partidárias. Serão todos bem vindos e lutaremos até sangrar os tribunais. Eu continuarei pela greve de zelo. Entrada e saída a hora certa. Esforço mínimo, não faço trabalho por 2 ou 3 colegas. Não farei mais GREVE. Até lá......

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