Catarina quer continuar a ser ministra da Justiça no próximo governo PS
Ontem, a atual e ainda ministra da Justiça, de seu nome Catarina Sarmento e Castro, anunciou que tem interesse em continuar em ser ministra da Justiça no próximo governo PS que saia vencedor das próximas eleições de março, assim reassumindo o cargo para “continuar a trabalhar em prol da justiça”, disse ontem em Beja.
E para demonstrar esse seu empenho em “trabalhar em prol da justiça”, começou logo a assentar tijolo na obra do futuro novo palácio da justiça de Beja que, garantiu, abrirá portas no próximo mês de setembro.
Ou seja, 2024 será “O Ano do Palácio da Justiça de Beja”.
“Deverá entrar em funcionamento em setembro, após o regresso das férias judiciais”, disse.

«Estou disponível para continuar a trabalhar em prol da justiça, caso o Partido Socialista forme Governo após as eleições de 10 de março e se essa for a vontade do nosso secretário-geral [Pedro Nuno Santos].»
No que se refere à obra do novo Palácio da Justiça de Beja, a atual, ainda e desejosa futura ministra da Justiça referiu que esta é a “obra mais emblemática deste Governo, em tribunais, é sem sombra de dúvida esta” e ainda que “será uma casa da justiça das melhores do país e a nível europeu, construída no âmbito da coesão territorial no espaço da justiça”.
Para justificar esta ação de campanha, em que todos os membros do Governo estão envolvidos, esta espécie de inauguração da obra inacabada foi explicada como sendo o momento em que a obra começa a tratar o interior: é o “primeiro fecho de obra em que se acabou a infraestrutura e se começa a tratar o interior”.
Evidentemente, quando se começar a colocar a louça dos quartos de banho será outro momento relevante que deverá dar até motivo a afixação de placa comemorativa, descerrada com bandeira nacional segura por pontas de velcro.

Esta obra de Beja tem um custo de cerca de sete milhões de euros e não serve todas as valências judiciais e judiciárias que existem na cidade. Nos seus três pisos, o novo palácio albergará os juízos de Família e Menores, e do Trabalho, desde 2018 em contentores, bem como os juízos Local e Central Cível e o TAF.
No velho Palácio da Justiça, inaugurado em 1951, com mão-de-obra prisional, ficarão os juízos criminais (Local e Central) e o Ministério Público (DIAP).
Catarina sarmento e Castro aproveitou ainda para referir o Plano Plurianual da Justiça – para tentar pôr em prática até 2027 –, plano este a que foram alocados mais de 200 milhões de euros em obras para o edificado no Ministério da Justiça, embora só metade, cerca de 100 milhões se destinem aos tribunais.
A ainda, atual e desejosa futura ministra da Justiça, aproveitou a oportunidade para espicaçar a curiosidade dos presentes, referindo que em breve procederá a outra inauguração, a da “sala de audiências do futuro”; um programa que contará com 15 milhões de euros, “para equipar todas as salas de tribunais com sistema vídeo, para facilitar o acesso às gravações de uma forma mais prática e ganhar tempo”. Ou seja, salas com câmaras de gravação vídeo e sem disquetes.

Fonte: “Jornal de Notícias”.
Após ver a primeira fotografia da publicação, aconselho o empreiteiro a deitar de imediato abaixo a parede onde a ministra pôs um tijolo. Como esta ministra tem o oposto do toque de Midas, todo o edifício corre um sério risco de derrocada.
ResponderEliminarDe Ministra da Justiça a servente de trolha! A carreira fulgurante de um dos mais raros cromos do Governo!
ResponderEliminarVão ganhar os mesmos. Mudam algumas caras mas preparem-se para mais do mesmo nos próximos anos.
ResponderEliminarQual vai ser a resposta dos sindicatos? Continuar mansinhos?
Até cuspi o café com o ataque de riso ao ler esta notícia.
ResponderEliminarSe a madame soubesse o que dela pensa o PNS, pedia já a demissão em vez de se oferecer para continuar no cargo.
Presunção e água benta cada um toma a que quer.
Caso o PS ganhe as eleições e venha a formar governo (o que não é nada certo) o lugar de ministra da justiça está reservado para a Alexandra Leitão.
Bom dia.
ResponderEliminarÉ o que eu digo, vamos continuar com as mesmas pessoas e, por isso, ficarmos na mesma.
É impressionante como se interromperam as negociações quando, pelo que parece, até havia condições para as continuar, pelo menos há uma manifesta vontade da senhora ministra.
Confesso que até eu, que não me acho muito inteligente, apreciaria um cargo assim, onde nada é feito e o tempo passa.
Todavia, não conseguiria conviver com a miséria dos outros, não tenho estômago para ver as condições a degradarem-se em todos os serviços e assobiar para o lado.
Por sinal há muita gente há sem qualquer consideração moral e que, sendo manifestamente incompetente, se atira para ocupar um qualquer cargo, desde que mantenha o estatuto.
Pensei que a nulidade, o zero, era um valor absoluto mas parece que, animados pelo frio, conseguem descer o nível abaixo de zero.
Como é que uma pessoa que apregoou o ano dos oficiais de justiça e nos tratou da forma que foi, desclassificando-nos, pode merecer qualquer consideração ou ver reconhecida qualquer competência política?
É impressionante a desfaçatez de algumas pessoas!
Por falar em incompetência:
ResponderEliminarAlguém sabe o que se passa com o Chronus ?
Será desta que o sistema vai mesmo rebentar ?
Só tenho a dizer que até ao dia de hoje, em que vi esta noticia/ informação, nunca desejei a qualquer pessoa, mesmo, que lhe caia um pedregulho em cima, o céu em cima, que lhe atem um pedregulho ou uma ancora a um pé e a atirem a um rio, a um lago ou ao mar, que de um prédio alto ou de uma torre de um castelo vejam se tem essa pessoa asas e outras coisas assim neste âmbito, e para ser sincero continuo a não desejar nada disto a ninguém, mas ele há dias em que estou em modo Ferrero Rocher, enfim e adiante. Bom ano ao povo trabalhador que dos imbecis não reza a história.
ResponderEliminarJá Camões, nas Redondilhas, falava assim de Catarina
ResponderEliminarCatarina bem promete…
Eramá! como ela mente!
Catarina é mais fermosa
para mim que a luz do dia;
mas mais fermosa seria,
se não fosse mentirosa.
Hoje a vejo piadosa;
amanhã tão diferente,
que sempre cuido que mente.
Catarina me mentiu
muitas vezes, sem ter lei;
Exceptuando o adjetivo «fermosa», que só por manifesta ironia se pode aplicar, o grande Camões, mesmo zarolho, já via muito bem o futuro.
Alguém sabe se é verdade que foi o SFJ que defendeu que os seus associados não podem fazer a greve do SOJ e vice-versa? É que ouvi dizer isso, mas nada encontro no site do SFJ.
ResponderEliminarTOP !!!
ResponderEliminarComentário cáustico, inteligente e revelador de cultura, sem necessitar de recorrer a brejeirice rasteira.
Este soube mesmo bem de ler !!!
Mentira maldosa, como o são muitas das afirmações que por aí circulam no diz que disse
ResponderEliminarOlhe que não é assim tão certo...já pensou que a dita possa ser a ministra da presidência?
ResponderEliminarBrilhante 🌟
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Este comentário merece grau 3!
Era só o que nos faltava, eu lembro um episódio com a deputada Alexandra num serviço do IRN lá para Lisboa, quando era ministra, parece que foi acusada de bullying contra funcionários - notícia da TSF de 09-09-2021.
ResponderEliminarAgora aparece em todos os lugares com vestes de cordeiro, mas parece que estás lhe ficam apertadas e está pronta a descarta-las.
Deixem-se ir no engodo e logo se verá o que vai acontecer ...
Não se deixem enganar.
O acórdão insinua que o SFJ fez essa alegação, mas eu não acredito. Se conseguir cópia das alegações do SFJ podemos esclerecer essa questão.
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ResponderEliminarTer-se-á perdido uma trolha...
A ganhar o ps acredito que as caras sejam todas renovadas bem como as politicas.O lider não é dos velhos do restelo, sendo mais jovem terá maneira diferente de governar pelo menos em algumas áreas.
ResponderEliminarTerá de fazer é boas escolhas e mandar os atuais embora.
Alguém ser " oferecido" já para um cargo que pode nem sequer ter qualquer hipótese é mau de mais, custa a acreditar.
O colega quer que se esclareça o quê?
ResponderEliminarQue existe uma relação quezilenta entre ambas as estruturas que nos representam, isso todos sabemos - uma diz-se mais representativa pela expressão dos associados (os do SFJ são mais numerosos) e a outra pela reclamada proatividade e iniciativa.
Todavia, os sindicatos é sabido que têm sido na verdade um instrumento que é gerido por uma "longa mão invisível" (até à geringonça dizia-se pelo PC), mas que descobre o corpo a que se prende quando os seus líderes oferecem a cara pelos partidos que militam, e a mor das vezes servem de refreamento aos nossos ímpetos - os sindicatos são ao mesmo tempo um instrumento/ferramenta de luta das classes trabalhadoras e do seu controlo.
Vejam o que se passou com a guerra entre sindicatos representativos das classes médicas - uns reclamavam melhorias salariais apenas para os seus filiados, o que apenas se compreende numa lógica de coagir os restantes e de disciplinar a luta.
Os sindicatos que nos representam, a sua lógica de funcionamento, não pode continuar imbuída no século passado e os seus representados estão hoje integrados em grupos muito heterogéneos - MP /Judicial; Licenciados/Não licenciados; por categorias auxiliares/adjuntos/escrivães direito, velhos/novos, etc. - e as suas lutas são diferentes.
Não reconhecer isto é atavismo puro e é também falta de largura de banda cognitiva.
O SOJ começou por defender - e muito bem - a qualificação e o reconhecimento do mérito, mas transmutou-se numa coisa que não se percebe (se defende a valorização e a qualificação não pode reclamar uma indiferenciação de tarefas, de competências, e por isso, deveria defender a ascensão pelo mérito e capacidades demonstradas). Com a aposentação de muitos de nós - e bem merecida - seria uma oportunidade de valorizar quem cá fica e qualificar os serviços com o recrutamento de pessoas mais bem preparadas, de licenciados - mas não foi esse o caminho seguido e perderam-se anos no caminho, o que nos irá encontrar pela frente.
O SFJ ainda é pior, defende uma ideia mirabolante e não digo que seja injusta, pelo contrário é moralmente justa, mas exacerbado pois defende um regime de aposentação diferenciado em moldes tais que levaria ao caos generalizado dos serviços - é sabido que 1/3 dos serviços cerraria as portas por falta de pessoal - quando antes deveria considerar as idades e os tempos de trabalho (muitos de nós já com cerca de 40 anos de serviço e mais de 60 de idade) e, em função do número de funcionários integrados em vários escalões etários, possibilitar a aposentação de acordo com um plano de integração de novos funcionários.
Também não se pode pretender que muitos de nós, por escolha de vida ou constrangimentos dos serviços (DGAJ), passem automaticamente a assegurar um quadro de competência para o qual não está habilitado ou foi preparado e muitos de nós até podem não querer essa assunção mesmo que lhes seja proporcionada formação adequada, seja por uma questão de vida organizada ou de proximidade da aposentação ou outra situação.
Olhar para o futuro é ter olhos no presente e verificar a realidade em que vivemos.
As falsas promessas são como venenos e cada um de nós tem de ter em si mesmos contra esse veneno das promessas vãs um preservativo tão fácil quanto infalível: não as comprem, nem as leiam, e ficaremos em paz.
Esta malta jovem é de desconfiar tal e qual como na classe dos oficiais de justiça
ResponderEliminarSim vai governar por via telemática, através do Watsapp ...
ResponderEliminarDepois, já se sabe, decide-se que o aeroporto será em Alcochete, mas logo de seguida, como o campo de tiro tem de ir para um qualquer lado - e não existe esse sítio onde a aviação militar possa treinar - e tem de ser feita uma nova ponte e de se renegociar a concessão, vai-se dar o dito pelo não dito ...
À semelhança das salas do futuro nos tribunais, vão passar a existir salas de reuniões do futuro na tutela - para que tudo fique gravado e não ser preciso pesquisar no Watsapp.
Os velhos do restelo ficarão enclausurados no seu pensamento retrogrado - mas os velhos não são os que têm os cabelos brancos, são antes os que vivem aprisionados em ideologias inviáveis, utopias irrealizáveis e do século passado - e os novos, muitos ditos de mais radicais ou até reacionários depressa refrearão os seus ímpetos quando os olhos ser virarem para os seus gestos, o brandir dos dedos das suas mãos ou até o mexer dos seus lábios ainda que sem produzirem quaisquer som, provocará um efeito borboleta de tal ordem que depressa nos tornará mais "enxutos" e "pobres".
Quando se tem demasiada vontade comete-se demasiados excessos, por vezes erros caros de mais para quem é á tão pobre.
Há quem diga que se perdeu um mau trabalhador e ao mesmo tempo não se ganhou um bom mandador ...
ResponderEliminarComo a pessoa em causa vive emparedada em ideias desconhecidas e que apenas habitam o seu pensamento (e não sei se mais alguém do PS), o azimute tirado fará daquela parede uma parede mestra, pois é sabido que a ministra sabe bem medir as coisas. nomeadamente o pulso dos Oficiais de Justiça e venceu-nos com mestria.
Arte e engenho não falta pois disse que estar disponível para o que o PS precise - sim para o que o partido precise - o que não é necessariamente o mesmo que dizer estar pronta para o que o país precise.
E eu atrevo-me a dizer que os Oficiais de Justiça não precisam deste tipo de Catarina, talvez precisassem daquela outra que inspirou e serviu de musa a Bocage, às suas poesias eróticas e burlescas, embora tenhamos uma sensação aproximada, a de vivermos numa relação em que se praticam actos não consentidos e somos constantemente violentados.
ResponderEliminarA dos oculinhos é cá uma lírica!
ResponderEliminarEstamos mesmo no fundo, com gente desta sem palavra a querer continuar
No words
Com as infiltrações que existem no edifício do Tribunal onde trabalho, era muito útil dispor dos serviços de uma trolha com esta disponibilidade!...
ResponderEliminarAjuste direto já!
DN:
ResponderEliminar" BE quer explicações da AT e Governo no parlamento sobre IMI das barragens que caducou
A Autoridade Tributária e o Governo deixaram caducar o IMI de 2019 das barragens. "Os contribuintes portugueses acabaram de perder centenas de milhões de euros que não foram pagos mais uma vez", afirma Mariana Mortágua"
Mas o que é isto?!...
JN:
ResponderEliminar" A Câmara Municipal de Miranda do Douro vai apresentar uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República, na sexta-feira, contra a Autoridade Tributária (AT) por ter deixado caducar o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) das duas barragens localizadas no seu concelho, no conjunto das 166 que existem em Portugal...."
Estavam ocupados a investir o dinheiro dos contribuintes - o nosso dinheiro - em bolsa.
ResponderEliminarSe calhar até se nacionalização os CTT para nele nomearem chefes e diretores , enfim cargos para amigos ...
E fazem bem pois que ao não ser cobrado o IMI perderam receitas astronómicas - para quem não saiba o IMI constitui uma fatia substancial de receitas das autarquias.
ResponderEliminarDiz-se por aí que foi por responsabilidade da diretora geral ... ?
Como contrapartida da boa cobrança, recentemente soube-se que foi atribuído milhares de euros aos funcionários da AT...?
É preciso que em certos lugares se contentem as pessoas senão ...
É por isso que uns levam tudo e outros nada ...
A fotografia está bem tirada e demonstra mesmo a situação atual nas comarcas, nedte caso ao contrario!
ResponderEliminarA podridão chegou e veio para ficar.... tanto se ataca aqui e acoli e a saga continua! Ele há secretarios que passam a administradores.... ele há escrivaes que pasam a secretários, ele há adjuntos que passam a escrivaes sem que tal sequer tenham sido postos a concursos! Enfim... e nós auxiliares que passamos a adjuntos sem que aufiramos como tal categoria..... a antiguidade deixou de prevalecer.... prevalece o leva leva para deitar o colega mais velho para a valeta - tipo arrumate pra i....quero faxer ver os meus dotes de como se engraxa bem a bota na tropa como dizia o neu velhote....... tudo vale desde o calcar até ao o enterrar! Isto tem de acabar de vez para que sim haja paz nas comarcas....debatam sim estes problemas e levem à discussão no sitio certo e não aqui a bater em matéria que nem sumo de uva deita!