Inédito: há greve todos os dias inteiros de todos os meses inteiros até 26ABR
A partir de hoje, existem greves diárias para todo o dia, para as 24 horas do dia, nas horas laborais e nas horas não laborais. Repetimos: todas as 24 horas de todos os dias.
São 4 greves que, todas juntas, permitem a todos os Oficiais de Justiça a sua manifestação de desagrado com o estado a que a carreira chegou, todo os dias durante 4 meses inteiros.
- Todos os dias inteiros do mês de janeiro.
- Todos os dias inteiros do mês de fevereiro.
- Todos os dias inteiros do mês de março.
- Quase todos os dias inteiros do mês de abril
Depois de 26ABR mantêm-se todas as tardes, por tempo indeterminado.
Veja a lista das greves ativas, com indicação de serviços mínimos ou não, com acesso aos avisos prévios, informações sindicais, acórdãos e toda a informação relevante, na lista sempre atualizada que disponibilizamos na nossa página, logo antes dos artigos diários.
Greve a greve, agora uma, depois outra, do SFJ e do SOJ, acabou-se por estabelecer dias inteiros de greve durante todos os meses até 26 de abril. É algo nunca conseguido antes.
Conseguiu-se ainda um outro feito, igualmente nunca alcançado antes: o estabelecimento de serviços mínimos mesmo muito mínimos, coisa também nunca vista.
Reparem bem que só existem serviços mínimos a observar em apenas três manhãs da semana (segundas, terças e quintas-feiras).
Não há mais serviços mínimos e mesmo aqueles que hoje começam depois das 17H00, relativos à greve fora de horas do SFJ, são para ignorar, uma vez que, neste mesmo período os Oficiais de Justiça estão abrangidos pela greve do SOJ que dura até às 24H00 e esta não tem quaisquer serviços mínimos.
Depois de tantas greves atacadas por serviços mínimos, os Oficiais de Justiça detêm agora uma greve total de quatro meses, todos os dias, mesmo nos períodos fora das horas de expediente, como na hora de almoço e depois das 17H00.
Posto isto, há que informar toda a gente, toda a comunicação social, todo o Governo; que os Oficiais de Justiça estão de greve todos os dias, durante todo o dia, até ao dia em que se comemoram os 50 anos da Revolução do 25 de Abril.
Que todos saibam que de hoje em diante, apesar de não haver Oficiais de Justiça que possam aderir todos os dias às greves durante 4 meses, todos os dias haverá uns aqui e outros acolá, seja período de processo eleitoral regional ou nacional, seja processo urgente ou mediático, todos os Oficiais de Justiça estabelecerão a sua luta conforme vejam que a sua ação pode ser mais relevante.
Não houve uma combinação ou estratégia definida pelos sindicatos para que esta situação se materializasse, mas houve uma adaptação às circunstâncias que resultou nesta situação inédita.
Faltam agora duas coisas para elevar a luta: a divulgação desta situação pelos sindicatos, recorrendo não só à divulgação de notas de imprensa, mas a anúncios nos jornais, a “outdoors”, a painéis publicitários colocados às portas dos tribunais, às portas das redações dos jornais, etc.
Há que realizar uma grande divulgação desta nova situação e há que dizer a todos os Oficiais de Justiça que todos estão convocados e que, em cada local de trabalho, há que estabelecer a melhor estratégia para concretizar esta nova fase da luta.
Repetimos: nunca existiu uma situação destas. Saibam agora todos aproveitá-la.

ResponderEliminarViva os sindicatos, contra o despotismo da tutela!
FORÇA!
No dia de hoje, pela manhã, quando me aprontava para iniciar mais uma jornada de trabalho eis que ouvi o protagonista António Marçal na rádio observador .
ResponderEliminarUma curta visita às notícias de hoje pode ler-se:
(...) Em causa, segundo o SFJ, está o “reconhecimento e valorização do trabalho realizado fora das horas de serviço, garantindo, assim, um regime de aposentação justo“, bem como o “reconhecimento dos riscos, em termos de saúde, para uma carreira que todos os dias trabalha com portadores de doenças infectocontagiosas, nomeadamente na realização de inquirições e primeiros interrogatórios de arguidos detidos, sem quaisquer condições”.
Está ainda em causa, segundo o sindicato, a abertura de um processo negocial para contagem do tempo de congelamento da carreira dos oficiais de justiça, a colocação a concurso de todos os lugares ocupados, em regime de substituição/escolhas, o reforço do quadro de oficiais de justiça, em número suficiente a garantir o seu normal e regular funcionamento e o direito a férias, nos termos da lei geral. (...)
Parece que se largou a ideia da incorporação dos 10% e a revisão do estatuto também já não interessa, como não interessa a valorização da carreira.
Desta forma não sairemos da "cepa torta", pois que a não haver uma valorização da carreira (para o grau de complexidade de nível 3) dificilmente poderá haver melhorias salariais nos próximos tempos - alguém acreditará que se pode remunerar da mesma forma ...
Há muito que esta carreira deixou de ser valorizada. Estamos a caminho de salários ao nivel do salário minimo.
ResponderEliminarSó mesmo quem está desesperado por um trabalho publico mal remunerado e sem valorização de carreira é que vem para os tribunais.
Está visto que a aposta da tutela é nos salarios baixos e pouca qualificação.
cargos para os quais se exige licenciatura e cargos onde, cada vez mais, são assegurados de forma indiferenciada, caminhando-se a largos passos para meros assistentes administrativos.
ResponderEliminarO SFJ já atirou a toalha ao chão e agora, resignados com a situação, apenas procura satisfazer os interesses da maior franja que pertence aos sexagenários ou aos que estão lá próximos!
E depois, com a aposentação diferenciada, é que se vai preocupar com os que por cá ficarem? Será que nessa altura valerá apena lutar por algo que já não existe - uma classe que sempre foi valorizada e que agora vê-se é vista com indiferença e descaso!
Ponham os olhos no STI e vejam como um sindicato deve operar, procurando sempre a valorização da carreira, e com isso melhores salários, aportando quadros de excelência e de competência, que prestigiam a função levando a melhor remuneração e às devidas compensações.
Lembro que naqueles serviços decorre um processo de (re)qualificação dos quadros, concurso interno que possibilita um salto quantitativo, quase na ordem de um milhar de euros (1000 €) mensais.
É triste mas as pessoas que nos representam pensam pequeno ... os seus sonhos não são os meus, pois que, não sendo elitista, sempre pensei que nos tribunais deveriam existir quadros qualificados e habilitados a interagir com Advogados, Solicitadores, Agentes de Execução, Magistrados e a fazer a ponte com os cidadãos e, no século XXI, já não se compadece com um nível de formação correspondente ao básico.
Isto não quer dizer que quem está cá, como eu, não tenha competência ou não esteja habilitado, quer apenas dizer que numa sociedade com um nível educacional cada vez mais elevado não se concebe um serviço de justiça que fique aquém ..
Todos contentes os oficiais de justiça e o blog oficial de justiça pelas greves intermináveis e a todas as horas. Que festa!
ResponderEliminarSó que não. Os oficiais de justiça, até eles, já não querem saber das greves para nada, utilizam-nas os que têm disponibilidade para viver bem sem o dinheiro do dia de trabalho. Os outros? Os outros continuam a trabalhar na expectativa que alguém se lembre deles de outra forma, que não pelas greves, e que lhes reconheça o seu valor.
Banalizaram isto tudo com as greves intermináveis, não tendo percebido que a greve mais antiga que o SFJ tanto se vangloriava de ser a mais antiga em curso na Europa, não deu nada à profissão. Zero. Enquanto durou foi só ver os direitos a fugirem todos. Uma miséria autentica e agora voltam na mesma todos inchados.
Tristes oficiais de justiça que não têm ninguém que olhe por eles.
É o que faz votar sempre nos mesmos.
ResponderEliminarA ultima vez que os outros estiveram lá foi tirar dias de férias, cortar feriados, carnaval, passar para 40 horas por semana, cortar subsidios de férias e natal, etc.....
ResponderEliminarNão estou a dizer que estes são melhores, o que digo é que não temos ninguem, quem trabalha está fod....o
👍👏
ResponderEliminarO "blogue" não está contente com as greves, ninguém está contente, nunca, com greves, isso é um disparate.
ResponderEliminarEstamos contentes com outro aspeto, que é o de se ter conseguido proporcionar liberdade aos Oficiais de Justiça para decidirem se querem ou não fazer greve, quando e sempre que quiserem. Estamos ainda felicíssimos por se ter conseguido contrariar os grandes ímpetos restritivos sempre impostos às greves, com serviços máximos.
Hoje, estamos perante uma situação completamente nova: quatro meses de greve consecutiva de 24 horas, apenas com serviços mínimos em três manhãs de cada semana. Isto é inédito e uma vantagem e uma liberdade para quem a quiser usar. É isto que nos agrada, a existência de uma possibilidade; de uma liberdade de escolha. Mais nada.
Basta reparar que o SFJ tornou publico e consta do seu aviso prévio o seguinte: "Por se tratar de períodos em que as secretarias judiciais estão encerradas, a segurança e a manutenção das instalações e equipamentos é assegurada pelos profissionais a quem competem essas funções". Acontece que quem assegura esses serviços, de segurança e manutenção das instalações e equipamentos são associados do SFJ, funcionários judiciais. Portanto fica clara, uma vez mais, que esse sindicato nunca representa ou defende os interesses de todos, mas vai fazendo uma representação seletiva em prol sempre de outros interesses.
ResponderEliminarEsta das doenças infectocontagiosas é mais uma pérola...
ResponderEliminarEstes comunicados e pré avisos de greve são uma fonte inesgotável de memes
ResponderEliminarImagino sempre a sra ministra e o Sr secretário de estado, nos seus gabinetes, a matarem-se a rir a ler estes pré-avisos
ResponderEliminarAinda se devem rir mais de uma classe tão desunida como é a nossa
ResponderEliminarE qual a razão para o que aconteceu?
ResponderEliminarJa esqueceu que o clube da rosa levou isto para a banca rota e assinou um acordo com quem pos cá o dinheirinho para que pudéssemos receber os salários, acordo esse que o que veio a seguir teve de cumprir.
E como prêmio ganharam eleições a seguir, primeiro através de facada no que era prática democrática e de bonus ganham a seguir com maioria absoluta.
Não temos mais do que merecemos.
Isso mesmo inteligência. A cabeça só serve para usar o chapéu.
ResponderEliminarContinue a votar nestes que daqui a oito anos está outra vez aqui a chorar e a dizer que a culpa foi do Afonso Henriques
Greve? Para quê?
ResponderEliminarSou um licenciado, quero ser um técnico superior como tantos outros!
Recorrer à greve, qualquer que ela seja, é para mim um desagrado e mau sinal, e na mor das vezes faço greve apenas por conveniência ou oportunidade.
ResponderEliminarÉ preciso lembrar que as maiores transformações sociais ocorridas ao longo da história foram impulsionadas por comportamentos muitas das vezes considerados ilegais, outras vezes nem por isso, mas sempre massivos e é nesta característica que reside a sua força.
De que adianta ter liberdade de escolha se essa não faz a diferença.
Se não existisse essa liberdade e se lançasse mão da desobediência civil, de forma massiva e impactante, teria mais utilidade que um direito inócuo e sem sentido.
O que eu quero dizer, resumidamente, é que os direitos não se consomem pela sua própria existência mas antes pela sua consequência - o direito à greve de âmbito laboral não se consome com a mera possibilidade (de fazer ou não fazer) mas antes como verdadeiro instrumento de luta e de mudança, coisa que manifestamente não se tem conseguido ao longo dos últimos anos - não houve nenhuma, mas mesmo nenhuma, greve que tivesse dado frutos, que tivesse consequências positivas para nós.
Mas alguém nos pode levar a sério quando vemos o dirigente sindical a gritar pelo seu partido num domingo e na segunda feira alega que se debate pela resolução dos nossos problemas.
Já vi aldrabões a cumprir pena que mereciam um elogio ao pé desta gente que nos maltrata ...
Comentário miserável.
ResponderEliminarPrimeiro um bocadinho de Respeito pelos Colegas mais antigos não ficava mal.
São sexagenários e depois??
Deitam-se ao lixo??
Também lá chegará.
Quadros qualificados e habilitados a interagir com Advogados, solicitadores, agentes de execução e magistrados??
Os Colegas mais antigos não sabem fazer isso??
É preciso licenciatura para interagir com aquelas classes profissionais??
Fazer a ponte com o cidadão do século XXI??
Deve ser uma ponte com portagem.......
Já agora, o que é um cidadão do século XXI?
Então os outros são básicos....
Nível educacional mais elevado....
Ainda bem que não é elistista.
A Justiça está a perder um talento, tanta sapiência.
Passe Bem.
Um Colega com 50 anos, portanto a 10 anos de ser descartável.
Quando não se está bem muda-se foi sempre o que ouvi dizer, e quando se está confortável deixamo-nos ficar é o que oiço dos ociosos.
ResponderEliminarQuando se quer mudar para melhor mudamo-nos e fazemos com que os outros mudem a atitude, de forma positiva.
A lógica que agora é construída é a de que não adianta mudar porque é para pior repescando os tempos em que se venderam os anéis dos dedos porque uma série de aldrabões endividaram o país.
Sou da terra do "Zé do Telhado" aquele de quem diziam "roubar aos ricos para dar aos pobres" mas que na verdade apenas "roubava ricos" e pagava aos pobres para se calarem e não o denunciarem - ao povo gratificava apenas com uma parte de dez e as restantes nove eram divididas pelos bandidos.
Parece que agora vão buscar a cada um de nós um poucochinho para depois investirem numa TAP ou CTT e lá colocarem toda a panóplia de amigos (gestores, juristas, tarefeiros, etc.) à custa do nosso dinheiro e para premiarem a incompetência até atribuem indemnizações milionárias como a da Alexandra Reis (e muitos outros).
Estou farto de gente que come gelados com a testa !
Parece que até soluça de molhar a cueca ...de tanto rir!
ResponderEliminarE querer é meio caminho para se ter ... o resto tem de ser dado e não me parece que é com esta equipa no Ministério!
ResponderEliminarE pelo caminho dão uns subsídios e tal ao povinho ... à moda do "Zé do Telhado", e assim se compra o voto baratinho ...
ResponderEliminarO SFJ acaba de fazer maus um ataque descabelado ais oficiais de justiça, fazendo agora comunicados a sublinhar que os oficiais de justiça, por causa da sua greve, têm de fazer serviços mínimos, numa altura em que a greve do soj não os tem. Mais vale mudar o slogan e, ao invés de colocar justiça para quem nela trabalha, colocar, sindicalismo ao serviço da entidade patronal.
ResponderEliminarNunca um sindicato esteve tão frontalmente aí serviço da tutela. Mas, muitos colegas acham que o que interessa são os protocolos e o circo. Falam dos impostos, esquecem que nas finanças há o cofre, que faz parte associativa e o sindicato, faz sindicalismo. Aqui o SFJ faz parte associativa e sindicato em defesa da tutela...
De greve em greve até à derrota final
ResponderEliminarO que nos vale é que em 2028 o salário mínimo será de 1000 euros.
ResponderEliminarFalta pouco. Mais quatro anos.
Nessa altura sei que muitos de nós vão preferir ser assistentes operacionais do que continuar nesta miséria.
✊
Saúde para si também, mas se reparou eu disse que também estava próximo de ser sexagenário e nem por isso perdi a visão, pelo menos o grau que o colega tem - leu o comentário de forma enviesada e enjeitada parece-me - o que eu digo, e isso é uma verdade, é que há colegas - muitos até - que não sabem conceitos essenciais em determinadas áreas (por exemplo: em sucessões, desconhecem a figura do donatário, do legatário, herdeiros legitimários, etc., da mesma forma que no crime não sabem distinguir ofendido do lesado, da vítima, etc. ou sequer suspeito de denunciado e este de arguido).
ResponderEliminarPor outro lado os Oficiais de Justiça, devem saber dirigir-se em termos jurídicos a um Advogado que não é o mesmo que explicar o sentido das decisões a um leigo em direito, e eu estou certo que o colega deverá compreender isso, senão compreender paciência é mais para somar a muitos tantos.
Não raras vezes, os colegas quando vêm alguém ao balcão, parece que "encornam" e "marram com a cabeça na secretária" para se não levantarem e terem que explicar o estado do processo a quem procura informação e, muitas das vezes, a resposta é : fale com o seu advogado ...!
É preciso mudar mentalidades e eu bem percebo que em determinadas idades já não há possibilidade de mudar nada, por vezes, apenas e só a quantidade e cor do cabelo.
Então o colega não acha que é preciso pensar em todos - nos que estão prestes a aposentar-se e nos que estão a principiar ou a meio da carreira - ou só olha para o seu umbigo?
Saberá o colega que a escolaridade obrigatória, presentemente, é o 12º ano e que para reprovar é preciso justificar quase com o mesmo número de páginas que é preciso para condenar alguém à prisão.
Então o colega acha que os licenciados estão mais em empregues em caixas de supermercado do que nos serviços para os quais foi vocacionada a sua formação.
Não tenho tanto talento nem tanta sapiência como o colega se arroga, mas pelo menos não ando na rua com uma bengala nem as ruas me parecem todas escuras.
Nessa altura ... ?! Eu acho que quando começou a escrever estava no presente e quando acabou já era passado ...! Hoje já é preferível, em muitos casos, ser assistente administrativo do que OJ!
ResponderEliminarSem dúvida!!!
ResponderEliminarMuitas vezes penso nisso.
Ganhar o salário mínimo, cumprir o horário, estar à beira casa e chegar a casa sem problemas ou preocupações é muito mais compensador do que os mil e poucos euros que recebo nesta profissão de cocó.
É o desnorte total.
ResponderEliminarGreves e mais greves. É só isso que sabem anunciar.
Umas reinvindicações hoje, outras diferentes na semana que vem.
E andamos nisto, e não saímos disto.
Os anos vão passando, assim como muitas carreiras nos vão ultrapassando.
É o desnorte total.
Agora os 10% já não interessam.
Assim como o novo estatuto que também já não lembra a ninguém.
Que tristes ...
O fim de semana que passou teve uma anormal actividade política.
ResponderEliminarFoi o congresso dos socialistas.
Foi o comício da nova AD.
Uma palavra para todos menos para os oficiais de justiça.
Somos invisíveis e insignificantes.
A carreira é pouco valorizada... Mas temos o que merecemos... Para ingressar na nossa carreira é exigida a escolaridade mínima obrigatória... Estão à espera do quê?
ResponderEliminarEstá e vai continuar desvalorizada, porque quem está cá dentro também não a deixa valorizar... Estão é preocupados a ver se alguém com menos anos lhes passa à frente...
Não deixam a carreira progredir e pior que tudo os sindicatos estão coniventes com isto...
Para uma carreira de 12 ano até não somos mal pagos ...
aplaudo...exactamente...o povo já se esqueceu desse facto
ResponderEliminarverdade....memória curta
ResponderEliminarAcho uma parvoice, estas greve.
ResponderEliminarSem governo, nada vai acontecer, só perca de ordenado
SFJ - PAREM COM ESTA TRETA.
(e eu sou do SFJ, mas todos os colegas, aqui no Tribunal, acham uma aberação)
A maior utilidade deste espaço é permitir que um sem número de gente, possa vir aqui debitar tudo aquilo que lhe vai na alma, o que lhe dá na real gana, sem que depois possa ficar angustiado por ter dito alguma coisa que não devia, ou que se arrependeu de ter dito/escrito, porque as pessoas ficaram a pensar que afinal aquele gajo tem umas ideias um pouco estranhas, tem um mau feitio, é um imbecil, ou um parvo, ou um estúpido, ou um invejoso, ou um chico esperto, ou um egoísta.
ResponderEliminarÉ mesmo fácil chegar aqui, sob uma capa de anonimato, dizer tudo o que se pensa, desabafar, dizer aquilo que queríamos que acontecesse com a nossa carreira, por exemplo, para nos beneficiar, sem que ninguém saiba quais os nossos reais interesses.
De igual modo é mesmo o espaço ideal pra fazer oposição aos sindicatos, a fações sejam elas quais forem e a tudo e mais o que quisermos, porque ninguém sabe quem somos e o que na realidade pretendemos e quais são as nossas verdadeiras motivações.
Por último este espaço permite também ver com clareza o porquê de não conseguirmos levar por diante os nossos intentos como corpo de funcionários de uma carreira especial. É que, muitos de nós se acham tão especiais que de tão especiais pensam que nem deviam fazer parte deste corpo. Esses pensam que deviam ser uma espécie de cérebro do corpo, mas num estado mais avançado, já sem cérebro físico, uma espécie de consciência, que domina o resto do corpo. São os escolhidos, os iluminados, os transcendentes. Com tanta diferença entre o corpo e o cérebro avançado, é impossível haver um alinhamento uniforme.
Apesar destas virtudes todas que referi, para mim não passa de uma cobardia escrever sob anonimato e apesar de desinibir as pessoas, o que as leva a escrever o que quiserem, também lhes retira responsabilidades e sem responsabilidade não há verdade, não há objetividade, é tudo vazio e sem interesse.
Por isso se querem escrever, coloquem o vosso nome, assumam o que escrevem e sejam responsáveis e consequentes, porque se não não passam de uns treinadores de bancada.
Se, como disse, este espaço tem essa virtude, também não deixa de ser verdade que mostra