Quatro breves informações da atualidade
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Afinal, ontem, depois da publicação do nosso artigo sobre a lista dos 5 candidatos ao lugar de Administrador Judiciário da Guarda, que acabou se por se comprovar só ter um candidato, publicou a DGAJ uma nova lista que apelidou de "retificada", agora contendo 2 candidatos.
Indica a DGAJ que a lista está agora ordenada alfabeticamente (certamente para ser mais fácil localizar cada candidato na lista).
Agora, sim, já temos uma coisa que se pode denominar como "lista" e que, como são dois, já permite usar o termo no plural: "candidatos".
A este ritmo, de um candidato por dia, talvez amanhã haja um terceiro candidato e lá para a próxima segunda-feira se atinjam os cinco que a DGAJ deve apresentar nos termos legais se conseguir cumprir a Lei.
Pode consultar a tal lista de candidatos retificada através da hiperligação incorporada.
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Ontem decorreu uma inédita e inaudita marcha em Lisboa de polícias da PSP e de guardas da GNR e do Corpo Prisional. Uma das artérias mais importantes da capital mostrou-se magnificamente cheia, apontando a comunicação social para uma participação de 10 mil elementos daquelas três forças de segurança.
Esta vistosa concentração e marcha tornou-se a inveja de muitos Oficiais de Justiça que, rapidamente, ultrapassaram alguma da postura crítica habitual, mobilizando-se para tentar organizar uma concentração e marcha semelhante, desenvolvendo e trocando ideias no nosso Grupo Nacional dos Oficiais de Justiça no WhatsApp.
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Também no mesmo Grupo Nacional no WhatsApp se iniciou há dias a divulgação de uma missiva dirigida a diversas entidades que acabou por se transformar num abaixo-assinado que rapidamente chegou a muitos tribunais e está a conseguir uma muita significativa e rápida adesão a nível nacional, sem qualquer apoio dos sindicatos, mas movida pela espontaneidade e inconformidade dos Oficiais de Justiça a título pessoal.
Esta iniciativa nasceu e desenvolve-se por iniciativa de um grupo de Oficiais de Justiça de Penafiel, insatisfeitos com a inação, ou com a pouca ação, dos sindicatos, especialmente neste momento em que assistem ao grande ímpeto das ações de outras carreiras.
Os polícias e guardas, por exemplo, têm praticamente garantido o suplemento que reivindicam, no entanto, o movimento não esmorece, bem pelo contrário, está cada vez maior e conta com a óbvia e necessária união dos sindicatos que apoiam a espontaneidade desta ação que, desta forma, permite engrandecê-la.
Pode aceder à dita missiva, seguindo a hiperligação aqui incorporada.
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O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) divulgou ontem uma nota informativa na qual dá conta da situação eleitoral presente e das greves ativas.
Este assunto já foi aqui sobejamente analisado, designadamente, no que diz respeito à situação única atual de existirem greves que ocupam o dia todo sem serviços mínimos e que estão disponíveis para os Oficiais de Justiça as usarem quando bem entenderem.
Esta semana serão entregues quase todas as listas candidatas ao próximo ato legislativo, sendo o último dia de entrega das listas na próxima segunda-feira 29JAN, dia em que também se devem afixar as listas à porta dos tribunais.
Outro dos dias iniciais relevantes é a terça-feira 30JAN, dia de realização do sorteio das listas para a ordem em que devem constar nos boletins de voto.
Na nota sindical de ontem, que o SOJ intitula de “Basta de declarações, afirmemos as ações!”, entre outros aspetos, é criticada a opção do outro sindicato (o SFJ) de se remeter apenas à divulgação de instruções sobre os “procedimentos a adotar” para os serviços mínimos da greve após as 17H00, quando se sabe que “a greve decretada pelo SOJ decorre das 13h30 às 24h00 (24h00 e não 17h00, como foi plantado em alguns documentos) e não tem serviços mínimos, em situação alguma. Haja rigor e verdade!”, lê-se na nota sindical que termina nos seguintes termos:
«Assim, e em conclusão, este Sindicato apela a todos os Oficiais de Justiça para que não tenham receio de exercer o seu direito à greve, mesmo durante o período de entrega das listas, que termina a 29 de janeiro. Não é tempo de declarações, é tempo de ações! A razão está connosco e também a força para sermos ouvidos.»

Fontes: “DGAJ Lista retificada” e “SOJ Nota Info”.
'... grupo de Oficiais de Justiça de Penafiel, insatisfeitos ....'
ResponderEliminarA sério?
Não pode!
Gostaria de ter visto participação massiva dos OJ´s na menifestação de ontem. Também nós corremos um risco, mesmo que relativo, relativaemnte às OPC´s.
ResponderEliminarOportunidade perdida, mais uma.
Mas no fundo temos o que merecemos. É só bitaiteiros e gente amarga por aqui, que não consegue chegar a acordo com e em rigorosamente nada.
Temos a mania que somos espertihnos e sabedores da lei, mas na realidade, essa ilusão tem-nos colocado a jeito para sermos constantemente comidos de cebolada.
Só vejo desunião, olhar para o próprio umbigo e critica constante a quem nos representa - mesmo que algumas das vezes o mereçam, realmente. Mas o problema é a forma. E essa é deplorável.
Concordo com a utilização de redes sociais para unificar. Não para crescentar crítica maldosa, infundada e ignorante, como se tem visto. Há gente que se transfigura atrás de um teclado e na sua profunda ignorância sobre tudo do que fala, só nos envergonha a todos.
E são exatamente estes que minam tudo. A luta, a união e o bom senso ficam prejudicados com esses e essas imbecis que se têm por autoridades da opinião, quando, bem espremido tudo o que têm dito desde há anos...não sai nada dali a não ser inveja, ódio e azedume que os consome e apodrece no tino necessário para se ser público.
Apresentem listas!! Concorram à lideranças dos sindicatos. Façam qualquer coisa, pá !!
Ou só ha energia para deitar abaixo??
Cada sindicato deve ser responsável pelos seus avisos prévios de greve. Ao SFJ apenas cabe a responsabilidade de esclarecer os OJs sobre os serviços mínimos decretados pelo colégio arbitral.
ResponderEliminarAo SOJ cabe a mesma responsabilidade, pelo que deveria também emitir uma nota de procedimentos, dar segurança aos OJs que queiram optar por não assegurarem serviços mínimos.
Esta forma de estar, sempre a vitimizar-se, já chateia. A culpa é sempre alheia.
Querem ver que agora os oficiais de justiça também se querem comparar às polícias?!
ResponderEliminarA nossa luta é outra.
E quanto a concentrações, nos tribunais somos uns cinco mil e tal, pela experiência sabemos, que mesmo com transportes pagos só participam uma pequena minoria. Lembram-se de Santarém, com tudo paga e se foram mil pessoas, foram muitos... quem está a organizar isto, vai-se deparar com uma triste realidade...Boa sorte!
Não façam nada que não vale a pena .
ResponderEliminarDeixem-se ficar a agoniar
E já agora votem nos mesmos.
Tristeza de "classe"
Servos escravos.
Mais concursos
ResponderEliminarÉ preciso destravar a língua.
ResponderEliminarFalar com verdade, dizer o que nos vai na alma, expressar os nossos sentimentos de profunda indignação por tudo o que nos rodeia, pela injustiça, pelo desgoverno, pela falta de soluções!
É abjeto o comportamento dos nossos líderes sindicais, mormente do SFJ, que de uma forma descarada dão a cara por partidos quando deveriam ocupar-se todas as horas do dia à luta pela defesa da classe, debaterem-se pela resolução dos seus problemas preocupar-se com o nosso futuro.
É gritante a incompetência do senhor Marçal e Compª a quem não se conhece uma única vírgula sobre a atitude da senhora ministra da justiça que atribuiu um suplemento sem se preocupar com as outras classes, fora e dentro do seu ministério.
A senhora ministra não fala e ninguém a faz falar, o senhor SEAJ disse que vinha para dar a cara e, foi isso que aconteceu, forneceu uma foto tipo passe, tomou posse, e de resto ninguém o mais ouviu.
Triste vida a nossa.
O problema é que eu não sei se é só incompetência!
ResponderEliminarQuem é o senhor Marçal?
ResponderEliminarO senhor Montenegro disse que, caso tomasse posse como 1º ministro, nos primeiros 60 dias iria, para além do mais, encetar negociações com as Polícias e tomar medidas urgentes na saúde e no ensino.
ResponderEliminarTerá se esquecido dos Tribunais e, por isso, alguém tratou de lhe lembrar, mas pelos maus motivos.
A justiça ficou de parte, porque dela só se fala se houver políticos envolvidos, o MP tornou-se num protagonista da vida mediática, não há dia em que não se fale dos seus processos, dos processos dos políticos onde se investe muito trabalho.
E os outros processos, dos respeitantes ao cidadão comum, alguém se preocupa com eles?
Mas alguém houve falar dos processos cíveis, no comércio, família e menores, no trabalho, execuções, etc., e também na jurisdição dos TAF.
O senhor Montanonegro está completamente a borrifar-se para nós!!
ResponderEliminarEles e todos os outros!!
É ABSOLUTAMENTE INACREDITÁVEL o desprezo pela nossa carreira de oficial de justiça...
ResponderEliminarNão existe mínima esperança para isto... Aumentos de 1000€ na polícia... 700 na PJ...
Mais uns milhares nos médicos...
Mais recuperações de tempo nos professores...
EPA VERGONHA... QUE HUMILHAÇÃO... QUE DESÂNIMO
ResponderEliminarPois... eles têm Sindicatos!
Nós temos Teresas e Guilhermes...
ResponderEliminarÉ aproveitar amanhã! Chegam os da Madeira!
Quando na missiva afirmam que o governo quet dividir a carreira em dois, eu estou de acordo em que façam isso, não lhe chamando divisão, porque não se põe ninguém de lado. E já agora fica aqui a minha proposta para um futuro estatuto: os licenciados passam a técnicos superiores no ramo da justiça com carreira e tabela salarial próprias. No fundo, isto já está a acontecer.
ResponderEliminarJa mete nojo tanto desprezo.
ResponderEliminarEstá na hora de uma revolta a sério.
PQP
Os polícias amanhã já vão ser recebidos pelo ministro.
Que revolta do CRL que eu sinto!!!!
Cada vez mais insignificantes.
ResponderEliminarInvisíveis.
Todos nos passam à frente.
PJ, polícias, registos, finanças.
E nós a vê-los passar.
Que revolta que eu sinto!!!
"Um esquadrão de cavalaria a desfilar na sua cabeça não esbarrava contra uma única ideia para a classe"
ResponderEliminarFalta de largura de banda cognitiva ...
É do partido chuchalista ---
ResponderEliminarNós não quisemos negociar o estatuto agora estão a reclamar o quê ???
ResponderEliminarEnquanto 80 % da carreira for constituída por velhos do Restelo nada se conseguirá...
Está bem assim, greve quando dá jeito... É uma pré reforma antecipada...
O nosso problema somos nós mesmos... Só quando a mentalidade ultrapassada se reformar teremos uma carreira digna...
Um colega, supostamente licenciado, defensor da discriminação.
ResponderEliminarExiste um princípio constitucional da proteção da confiança.
Os Oficiais de Justiça que ingressaram na carreira aceitaram o vínculo público nos termos das regras em vigor.
Todos nós somos Oficiais de Justiça, independentemente de sermos detentores de licenciatura.
O poder legislativo e executivo podem, se assim o entender, alterar as regras, mas essas devem ser para o futuro.
E foi isso que recentemente aconteceu com os atuais Oficiais de Registo.
Todos eles, sem exceção foram integrados no grau 3 de complexidade.
Os futuros candidatos a carreira, esses sim, têm que estar habilitados com licenciatura.
Veja por exemplo os resultados das últimas provas de acesso a categoria de Secretario de Justiça em que a maioria dos candidatos licenciados tiveram notação inferior a dos colegas Escrivães de Direito não licenciados.
Leia as conclusões, dos dois acórdãos do Tribunal Constitucional, que declararam inconstitucional a fórmula do estatuto sobre a graduação dos candidatos a categoria de Secretariado de Justiça.
Se calhar viu mal ou não quer ver.
ResponderEliminarAcima de 16,5 ,17valores, a maioria são licenciados, e de entre estes, a maioria não são esc.dto.
Por outro lado, as notas de 9.5 e 10 eram todas de esc dto.
Então, todos aqueles que intentaram ações e em que lhes foi dado provimento estavam só a brincar e todas as instâncias, incluindo o Tribunal Constitucional, alinharam na brincadeira!...
ResponderEliminarNão brinque com mentiras. As melhores classificações na prova de acesso a Secretários foi por licenciados e pelos auxiliares. Custa mas é a verdade. Colegas que ja exerciam funções por interinidade ou substituição tiveram notas vergonhosas levando em conta a experiência que detinham nessas funções. O provimento do constitucional só veio confirmar a triste cena desta classe onde se conclui que uma licenciatura não é fator de valorização. Assim, se tem filhos, diga-lhes que não precisam de qualquer estudo superior e que ingressem nesta classe. Os magistrados não querem oficiais de justiça pensantes. Criados e mais nada.
ResponderEliminarAmanhã, sexta-feira, na greve ao período da manhã, decretada pelo SFJ, não há serviços mínimos.
ResponderEliminarNo período da parte, greve decretada pelo SOJ, também não existem serviços mínimos.
Também amanhã, está agendado um primeiro interrogatório no núcleo de Lisboa, de arguidos detidos, que irá ter uma atenção especial de todos os órgãos de comunicação social.
Cabe aos colegas, que trabalham no respetivo juízo, decidirem em consciência, se devem ou não aderir as duas greves.
ResponderEliminarLideres sindicais, apelem a que onde haja interrogatorios e julgamentos mediaticos, os ojs façam greve, a fim de haver visibilidade na luta.
E proponho a criação de um fundo para o qual os colegas possam ontribuir com donativos, a fim de compensar a perda monetária de quem faz greve a essas audiencias!
Que dizem?
Eu contribuirei para essa compensação!
Fica aqui a sugestão.
Não foi isso que eu disse, e não vou dizer aos meus filhos que não interessa ter um curso superior, porque eles felizmente já o têm assim como eu.
ResponderEliminarMas existem valores que eu não abdico. Respeito, confiança, proporcionalidade e igualdade.
Leia atentamente os dois acórdãos do Tribunal Constitucional e vai perceber.
Há acórdãos que são como os pareceres.
ResponderEliminarAntes de o ser já o eram.
É que estou mesmo para perder tempo a ler acórdãos inúteis e de fundamentação de cristal.
A partir do momento em que a realidade alterou e que o número de licenciados aumentou exponencialmente, sendo transversal a todas as categorias, é lógico que a fórmula padece de inconstitucionalidade.
Por isso a necessidade de alterar o Estatuto e aprovar algo dentro da linha dos últimos projetos e que têm em conta precisamente essa alteração de paradigma, havendo uma valorização do mérito e das habilitações académicas.
Esqueça os acórdãos, não passam de inutilidades perante o Estatuto que acabará por ser aprovado.
Isso não é verdade. Dos primeiros 100 classificados (notas de 16 para cima) um pouco mais de metade (contei 52) são escrivães de direito. Os outros 48 são auxilares ou adjuntos que acederam por serem licenciados.
ResponderEliminarMesmo que seja por difereça mínima, a maioria eram escrivães de direito.
Das notas 9 e 9,5 a maioria (13 em 25) eram licenciados.
Veredito do Polígrafo: PIMENTA NA LINGUA
Mentira.
ResponderEliminarAs horas que os colegas trabalham para além da hora e que estejam relacionadas com as eleições são pagas.
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