SFJ adere a ação de campanha de partido político
O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) enviou um e-mail aos seus associados de Lisboa, apelando a que compareçam esta sexta-feira 19JAN, pelas 10H00, numa concentração a realizar no Campus da Justiça de Lisboa.
De acordo com a convocatória dirigida a esses associados, a concentração não é uma iniciativa do SFJ, mas uma iniciativa do Bloco de Esquerda (BE) que convidou o SFJ para essa ação de campanha.
«Temos o prazer de informar que o partido Bloco de Esquerda nos convidou para uma ação de campanha», lê-se no e-mail, concluindo que «Esta é uma oportunidade única para unirmos forças e lutar pelos nossos direitos.»
O e-mail termina assim:
«Contamos com o vosso apoio e presença nesta importante ação de campanha.» E seguem as habituais considerações do "Juntos somos mais fortes”; «Atenciosamente, SFJ».
A iniciativa do Bloco de Esquerda é, obviamente, importante para chamar a atenção sobre a carreira dos Oficiais de Justiça, no entanto, o que é normal é que suceda o contrário disto, isto é, que os partidos políticos adiram ou compareçam às iniciativas dos sindicatos e até sejam por estes convidados, não sendo nada habitual o contrário de serem os partidos políticos realizar ações de rua e convidar os trabalhadores sindicalizados a aderirem.
Quer isto dizer que o referido partido político, afinal, está a desempenhar funções sindicais? Sem dúvida alguma!
Quer isto dizer que a concentração terá bandeiras do Bloco de Esquerda e do SFJ? Sem dúvida alguma!
Quer isto dizer que, até às eleições de março, não será possível ao SFJ rejeitar outros convites de outros partidos para idênticas concentrações e bandeirolas? Sem dúvida alguma!
E agora, que fazer?
Há elementos do SFJ que já confirmaram o convite do BE, que se comprometeram a estar na concentração e, ao que tudo indica, até militam nesse partido ou, no mínimo, simpatizam com o mesmo. Assim, perante isto, será sensato, e honesto, voltar com a palavra atrás, com a palavra dada? Talvez não. Agora, talvez a melhor opção seja a de avançar e comparecer, mesmo massivamente, na concentração, aderindo para o efeito à greve que às sextas começa às 09H00 e não quando há um agendamento.
Evidentemente que, como a greve é para todos os Oficiais de Justiça, todos podem aderir à greve e, por conseguinte, comparecer na concentração.
Não vale a pena agora ter pruridos em relação às bandeiras do partido misturadas com as do SFJ, uma vez que a comunicação social entenderá a concentração ao contrário, isto é, como sendo uma iniciativa do sindicato à qual aderiu aquele partido político, como sempre sucede, não concebendo os jornalistas que assim não seja.
Portanto, cabe aos Oficiais de Justiça aproveitar a ação e marcar também presença na comunicação social, tal como outros fazem, ao mesmo tempo que conseguem aliados e comprometimento dos partidos políticos que irão compor a nova Assembleia da República de 230 deputados que votam e votarão assuntos relacionados e com interesse para os Oficiais de Justiça.
Posto isto, resta-nos também aqui apelar à comparência dos Oficiais de Justiça no Campus da Justiça de Lisboa, pelas 10H00 da próxima sexta-feira, dia 19JAN, claro está, com as habituais camisolas negras que, de tanto usar, algumas já estão a ficar desbotadas e acinzentadas.

Agora em cima das eleições já vale tudo! Nem sei que nome tem isto.
ResponderEliminarFosca-se lá esta sociedade.
Muito mal! Não devia aparecer nenhum OJ! Este blogue não devia incitar à participação nessa manifestação, apenas informar!
ResponderEliminarNão fico chocado por terem esta iniciativa com o BE, PS, PCP, Livre e outros partidos desta área politica.
ResponderEliminarTodos sabemos que a maioria dos oficiais de justiça que pululam nas secretarias e nas redes sociais é desta linha politica e que defendem as ideias que estes partidos transmitem para a sociedade e para a profissão, no caso concreto.
Assim pelo menos todos sabem a quem pagam as quotas, de uma forma clara e democrática.
Ou o PS teve maioria absoluta e possivelmente irá governar nos próximos anos, com o apoio de quem? Não foi com o apoio dos santos e dos anjinhos que estão no céu.
Vá lá, descontraiam e não deixem de pagar as quotas.
O SFJ é a doença que corrói a carreira dos oficiais de justiça e o problema maior é que a maioria insiste estar mal a troco de alguns protocolos e de uns brinquedos e o famoso circo.
ResponderEliminarTêm toda a razão.
ResponderEliminarNão aprenderam nem sabem o que é uma democracia.
E se por acaso receberem um convite do Chega, como é que vai ser?
Eu, pessoalmente, não apoio radicais, seja á esquerda seja á direita, considero-me um moderado, mas acima de tudo procuro ficar informado e não abdico dos meus princípios.
Por vezes, num texto aqui e ali, descubro quem no momento eu acredito, mas sem lhe emprestar o meu nome.
Agora, de forma clara, á luz do dia comprometer todos os oficiais de justiça dando a entender que nos têm na mão ou que a solução é por ali !?
A solução não é por ali! Não é com o BE, leiam os fundamentos do partido, é perscrutar as suas lutas, que envolvem apenas os temas fraturantes, vendo do seu aproveitamento como parasitas dos seus hóspedes.
Imaginem agora que a luta de rua era, como o é sempre, pela liberalização do consumo de determinadas drogas leves, entre outras coisas? E depois a democracia vê-se pelos hábitos e o BE não organiza congressos apenas convenções pois a liderança não é escolhida por todos, não é assim, ao que parece só a elite pode ser elegível... Enfim são um grupo de surfistas que aproveitam a onda do momento, agora apoiam e incentivam os movimentos inorgânicos a favor do clima, da identidade de género, da imigração, etc.
Eu não discordo da importância dos temas - mas é preciso reparar que se estes não existissem depressa se descobria a teoria económica que defendem e o modelo social onde todos os fatores de produção são públicos e quem os gere pertence ao aparelho que ps controla onde a ascensão é feita pela herança genética, há os escolhidos e os outros, todos a trabalhar para o bem comum - de que é bom exemplo a Coreia do norte, a Rússia e a China.
Tem na sua génese, um movimento marxista e stroitkista, este de índole revolucionária, no fundo resulta de descontentes do PS e do PCP, nos primeiros mais reaccionários e nos segundos mais os excluídos, de moderados nada têm.
Eu exijo que no sindicato seja desde já publicada a lista dos associados para que eu me possa distinguir do grupo de pessoas que apoiam esta iniciativa.
É um imperativo, pois tal impõem-se a bem da nossa imagem.
Obs: tudo o que disse é a minha opinião pessoal e serei intransigente e irei para os meios noticiosos denunciar a situação.
Não quero que me tomem por radical de esquerda ou de direita.
Tudo tem limites!
Convocar todos os oficiais de justiça a ir ao ministério num sábado manifestar como outros o descontentamento, isso não é preciso, mas andar a dar colo e apoio aos partidos, às claras, á luz do dia, isso já é possível.
ResponderEliminarEu não sou um vendido, não me vendo nem deixo que se vendam, para a troco do seu apoio, os apoiaremos também.
O BE apoiou-nos por a nossa luta ser justa ou a troco de alguma coisa, nomeadamente comprando o apoio no SFJ?
Que m.rd. é esta, de um sindicato apoiar um partido, fosse ele qual fosse?
Já não bastava a politização da justiça á descarada, ou a justicializacao da política, e para culminar comprometem-nos a todos como se mandassem em nós assim sem mais?
Que aberração de dirigente sindical é este? Saberá como funciona uma democracia? Saberá que não nos pode continuar a comprometer como tem feito servindo interesses partidários em lugar de servir os interesses da classe e da justiça.
Pensará que o SFJ é gerido como o BE, por pseudo intelectuais que julgam poder dispor do apoio dos associados/filiados para fins de terceiros.
É preciso lembrar que o BE esteve 6 anos a apoiar o governo e que se quisesse tinha conseguido a incorporação dos 10 porcento, da mesma forma que conseguiu a aquisição das participações dos CTT, do investimento na TAP, etc.
A prioridade foi outra, a que todos sabemos ...
Isto é vergonhoso de mais e tem que haver uma reação enérgica!
Ficou preto no branco.
ResponderEliminarO SFJ são uma filial partidária, controlada pela esquerda revolucionária, com propósitos bem conhecidos.
De facto o sistema parece-me cada vez mais com a organização administrativa e política de uma Coreia ou China em que, na justiça, a ocupação dos cargos é feita de forma arbitrária pelos órgãos de gestão das comarcas e com a transparência conhecida, por vezes ao arrepio da lei, (como já sucedeu no Porto em que o cargo de administrador foi ocupado por escolha de pessoa sem o curso, mas há mais exemplos).
Se não lutarmos contra este estado de coisas tudo tenderá a piorar e com estes dirigentes sindicais vendidos por trinta testoes, sentimos que fomos e somos traídos no nosso futuro.
Agora que se apressa a comemoração do 25 de abr de 74, é que se descobrem as duas faces, mentiram-nos e faltaram-nos ao respeito e exige-se retratação.
Indignação e vergonha!
Como sabem do nosso descontentamento com o partido do governo, com todas as equipas do ministério da justiça dos últimos oito anos, como têm a percepção de que lhes faltará o apoio tentam a nossa deriva, ainda numa esquerda, o BE, que apoiará um governo assim a esquerda liderado pelo PS.
ResponderEliminarNão! Não! E não! Nunca mais nos faltarão á palavra! Quem desonrou o compromisso, quem definiu outras prioridades, quem se distanciou da verdade, não merece a nossa confiança.
Eu não me deixo comprar, não me deixo enganar, não troco a liberdade por ideais revolucionários e utópicos, por experimentalismos, quero é a solução dos nossos problemas, não quero comprar outros problemas ainda maiores!
Querem tomar-nos por parvos!
O grande mal desta classe é este sindicato. Como se explica que não aceitem nenhum estatuto, que não negociem pontos específicos, que não apresentem contrapropostas claras e objetivas e que só sabem prometer igualdade de oportunidades para formações académicas diferentes?
ResponderEliminar«É preciso lembrar que o BE esteve 6 anos a apoiar o governo e que se quisesse tinha conseguido a incorporação dos 10 porcento, da mesma forma que conseguiu a aquisição das participações dos CTT, do investimento na TAP, etc.«
ResponderEliminarNão esqueçamos isto.
«É preciso lembrar que o BE esteve 6 anos a apoiar o governo e que se quisesse tinha conseguido a incorporação dos 10 porcento, da mesma forma que conseguiu a aquisição das participações dos CTT, do investimento na TAP, etc.»
ResponderEliminarNão esqueçamos isto.
Verdade; anda tudo a dormir.
ResponderEliminarÉ surreal, é triste é vergonhoso ver este tipo de comentários.
ResponderEliminarNão compreendo como é que este blog incentiva os Oficiais de Justiça como as camisolas negras a juntarem-se a uma ação de um partido político.
O caminho é político, mas não é a andarmos a fazer de figurantes em campanhas partidárias seja do BE ou do Chega, são partidos antagonistas, uma na extrema esquerda outro na extrema direita. Não é uma boa ideia, vão em nome pessoal, mas não vão com uma camisola que me representa assim como com bandeiras do sindicato, a não ser que os dirigentes do sindicato o liguem umbilical mente ao BE ou outro e passa a ser o braço sindicalista desse partido político. Quando assim for avisem-me, na qualidade de sindicalizado, que será o mesmo que me dizerem ou alinhas ou saís, irei sair.
Agora, Marçal, acho que tens de esclarecer, o SFJ passa a ser o braço sindical do BE?
A Dirigente do sindicato de Lisboa, também deve explicar-me ou demitir-se, hoje!
Pessoas que vem para aqui apelar a votos, falar bem ou mal do partido x ou y, é de uma falta de noção....
ResponderEliminarCada um vota como quer, cada um tem a sua opinião....
Não concordo, nāo vale tudo.
ResponderEliminarAções de campanha? Isso são coisas dos partidos que em altura de eleições nos querem vender a "banha da cobra". Nāo vamos nessa, Vanessa.Sindicalismo tem de ser independente e não deve misturar-se com partidos, sejam quais forem.
Apesar de votar ă esquerda, entendo como muito mau aquele pedido do sindicato para comparência dos sócios.
Há iniciativas do BE aprovadas, que muito nos ajudaram como consumidores de serviços, utentes bancários, etc. Mas como of. justiça?
De qualquer forma mesmo que tal tivesse acontecido, nada justificaria tal comparência nesta ou outra qualquer ação de qualquer partido.
Os of. justiça no geral não têm o seu voto à venda, é a opiniāo que existe.
Na minha opinião, este sindicato e não só têm todo o interesse em que nenhum estatuto seja aprovado para ter a classe sempre descontente e eles terem sempre tacho garantido. Insatisfeitos na profissão, logo voto nos partidos que lhes interessa.
ResponderEliminarPor estes dias as injustiças são desvendadas, o descontrolo revela-se, só na saúde, este ano, são cerca de 5 mil a aposentar-se, na justiça, entre magistrados, conservadores e funcionários, vai ser uma razia. O caos é uma possibilidade que nunca foi tão séria como agora.
ResponderEliminarFala-se no (ou na falta do) regular funcionamento das instituições, revelam-se os segredos, as instituições como as polícias, nomeadamente a PSP, dá a conhecer o estado do seus recursos materiais, nomeadamente automóveis, quando se sabe de milhões investidos na aquisição de participações de empresas como os CTT alegadamente, como moeda de troca para sustentação de um governo ou detenção do poder.
Já não bastava os alegados favores ao Presidente Marcelo para lhe toldar as vontades, amolecer o pensamento numa aparente lógica de Maquiavel, em que os fins parecem justificar os meios ...
Um país na cauda da Europa, onde se aparenta outra coisa, nunca se viu uma carga fiscal como a atual, procura-se casa e não existe no mercado para arrendar e construir ou comprar nem se fala, o salário médio, dizem, aumentou, mas não na mesma proporção do salário mínimo, a linha que os decide, depois dos impostos começa a ser quase invisível.
Hoje fala-se em aumentos de 5 porcento para a CGD ficando-se a função pública pelos 2 e pico porcento.
Hoje um ex lider fala da obra que fez e a que hoje se vê, decorridos oito anos, onde estão os investimentos do PRR, que grandes planos existem para Portugal - é o novo aeroporto e o TGV para os turistas?
Não se percebe este país, a democracia é o povo, por isso seria este o destinatário das políticas e não apenas o financiador de passeios turistas!?
Estás mal...muda-te.....
ResponderEliminarÉ indecente o pretenso apoio partidário como foi descrito.
ResponderEliminarJá não há vergonha! Estão-se a c.g.r para nós! Aproveitam-se e servem-se, pelas nossas necessidades, conforme a conveniência política dos dirigentes sindicais. E ainda lhes pagam, muitos de nós a precisar de ajuda!
Verdadeiramente impressionante!
Só há uma solução, qual seja a de um movimento inorgânico, independente de partidos políticos ou de pessoas com expetativas de promoção partidária.
Pessoas que se aproveitam dos cargos que ocupam para promover carreiras pessoais, nomeadamente políticas, dispensam-se !
Claro que devemos respeitar quem vota á esquerda ou á direita ou em quem quiser, mas nunca por nunca permitir a um dirigente assumir a representação politica dos filiados substituindo -se a estes ou fazendo parecer que os representa a esse nível.
É quase como um Padre que viola o segredo da confissão, nunca mais terá ou merecerá dos seus ex-fieis a confiança, o que como é óbvio está plenamente justificado.
A nossa vida está e vai ficar mais complicada, com mais recurso ao crédito, á ajuda de terceiros, á pobreza envergonhada, enfim...
Concordo!
ResponderEliminarZelar para que rapidamente nos paguem o que nos devem, isso é que já é do ca...tano.
ResponderEliminarZelar pelo não cumprimento de serviços mínimos, isso é da pata que os lambeu.
Andar atrás do tacho, isso, fo...sca-se, já é de sindicalista!
Que vão todos mas é apanhar ar no grelo, cambada de gente cheia de problemas com a verdade.
Mais de um milhão de euros por ano em quotas é quanto têm para exaurir sem provas dadas!
Uma casa dos Oficiais de Justiça, não passou da primeira pedra!
Pagamento da greve aos sindicalizados, Nossa Senhora, nesse plenário parecia que o diabo tinha encarnado no sindicato.
Protocolos com entidades, cada um pior que o outro.
Chiça, ide com o Carvalhinho, cambada de incompetentes.
Venho comentar apenas os comentários.
ResponderEliminarRealmente, a qualidade dos comentários e seus argumentos reflete o conhecimento, a especialização técnica e o entendimento em questões de cidadania, sindicalismo e lei. É uma mentalidade que não se justifica nem se sustenta, começando pelo fato de que os eleitos de qualquer sindicato são escolhidos, como já mencionado, por meio de eleições e não por influências, convites, comissões de serviço ou amizades.
É absurdo pensar que um sindicato diria a alguém em quem votar. Criticam, por vezes, por todos serem do PS, outras vezes do BE, amanhã será do PSD e depois do Chega. Aliás, o importante aqui parece ser fazer críticas vazias, remontando ao tempo do meu avô, em vez de inovar, apresentar ou discutir novas abordagens ou estratégias.
Se este fosse um ambiente propício, que oferecesse benefícios financeiros, projeção e regalias, aqueles que constantemente criticam e zombam daqueles que se dedicam à causa estariam tentando integrar-se nos sindicatos, algo que não parece estar a acontecer. O que se percebe são muitas expressões feitas, clichês, mas pouca ação concreta... são tipo os árbitros de bancada, de cerveja na mão, sentados no sofá, a dizer como se joga, mas nem correr conseguem!
Além disso, os colegas que realmente desejam contribuir, independentemente de serem membros ou não dos sindicatos, são os que oferecem ideias, unem-se, apoiam e até se dedicam a estudar a lei e as regulamentações, uma vez que a Administração Pública opera sob a legalidade, à qual ninguém escapa.
Faço ainda um aviso, melhor, um lembrete: este ano há Conselho Nacional, Congresso e Eleições. Façam o favor de participar, apresentar propostas e listas para concorrer, e mostrem a determinação necessária para enfrentar o Governo e as suas políticas públicas que nos têm mantido à margem. Força aí!
(a seguir podem bombar a criticar outra vez)
Sinto vergonha e estou indignado!
ResponderEliminarEntão agora a nossa classe apoia partidos e ainda por cima radicais, como o é o BE (á direita temos o Chega), já não têm vergonha e permitem-se, porque se sentem autorizados a tal, manifestar apoio a uma esquerda radical que apoia regimes como o da Rússia da Coreia do norte e da China?
Saberão os colegas como funciona a justiça nesses regimes?
Com execuções sumárias, sem defesa, se respeito pela dignidade da pessoa humana?
Que porcaria de dirigentes temos que se permitem a isto?
Demissão já e para ontem!
São e somos livres de opinião e de voto, cada um de nós e por si mesmos votaram e votam em quem quiserem e lhes apetece, nunca em representação de uma classe ou de terceiros?
Envergonham toda uma classe.
No próximo governo exige-se que sejam outros os protagonistas senão gor assim será necessário lançar mão de todas as ferramentas legais para evitar a nossa "venda" em leilão de ocasião - como fizeram ao tempo da geringonça com as renacionalizacoes (TAP, CTT, etc.).
Querem-nos tomar por otários ou pior, por parvos e temos de o evitar!
Mudança já e agora!
Para além da manif da próxima sexta feira, o nosso kamarada Marçal também assinou o manifesto dos 150 que querem as contas certas de medidas urgentes.
ResponderEliminarPergunta para queijinho: Onde andou o nosso kamarada nos últimos 8 anos de governo?
É mesmo só rir com esta gente.
Diz não compreender a razão desta página acabar a incentivar a participação na ação de campanha. Basta ler o artigo todo para compreender. Está lá a razão. Está lá explicada a opção depois da questão: "E agora, que fazer?" - trata-se da opção pelo "mal menor", encarando a realidade do problema e a tentativa da possibilidade de, apesar de tudo, obter um benefício. Está lá explicado, vá ver.
ResponderEliminarAté Pedro Nuno Santos, quer desmontar a narrativa que nos tem sido a bandeira dos governos presididos por António Costa!
ResponderEliminarPúblico:
"....Pedro Nuno Santos: “O PS não é só Estado social; a prioridade é a economia como um todo”
Foi com rasgados elogios ao trabalho do sector do comércio e serviços que o novo líder socialista pediu que estes empresários "desconstruam a visão de que o PS é só Estado social". "Não. Eu quero contrariar essa visão: a primeira prioridade que temos é a economia como um todo, com a certeza de que é a única maneira de termos o nosso povo a viver melhor, a ganhar mais e a ter o nosso Estado social mais robusto e financiado por uma economia capaz de produzir valor", defendeu Pedro Nuno Santos perante uma plateia de quase uma centena de empresários do ramo do comércio e serviços, no final de um almoço com a respectiva Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP)..."
Até parece ser um dirigente do PSD a falar!...
Afinal não estava tudo bem, e é necessário romper com as políticas do passado recente.
Deve ser o Marçal e C.ª
ResponderEliminarMas muda o quê. Quem está a dirigir mal as coisas é que deve sair.
ResponderEliminarEstás incomodado.
A teta tem leite para os teus lados.
Vai tarde e a cara, parece-me, não condizer com a careta ...
ResponderEliminarSerá que quem escreve é a própria ou o senhor doutor. Aceitam-se apostas. Dizer que está a estudar leis e regulamentos da AP por ser dirigente sindical é de bradar aos céus.
ResponderEliminarJa foi publicado o diploma que acelera as progressões nas carreiras gerais.
ResponderEliminarComparamo-nos sempre com outras carreiras especiais mas a verdade é que até as carreiras gerais já nos estão a ultrapassar.
Vamo-nos entretendo a discutir e a reclamar tretas e mais tretas, greves e mais greves, e enquanto isso outros vão tratando da sua vidinha e lá vão conseguindo.
Ao invés, aqui nunca ninguém se entende, nunca ninguém aceita nada e é só teorias da conspiração quando nos oferecem algo.
Não sou sindicalizado e entendo convictamente que os sindicatos só têm prejudicado a nossa classe.
Não me sinto representado por esta gente.
Sente-se melhor representado pelo partido, continue a votar PS ou, já agora, BE. Não esqueça é que foi esse mesmo BE, que não votou favoravelmente a integração dos 10% em 2021. Falar agora o BE dos 10% com claque de oficiais de justiça é digno de estudo. Sobre isso é que a historiadora deveria fazer um estudo.
ResponderEliminarManifesto subscrito por 150 personalidades de esquerda:
ResponderEliminar"...Nesse sentido, apelamos aos partidos de esquerda para que apresentem as suas propostas e divulguem os compromissos que estão dispostos a fazer para resolver problemas que atormentam o país, da precariedade à corrupção, da degradação de serviços públicos à pobreza dos idosos e crianças, da educação aos cuidados de saúde, do funcionamento da justiça à estabilidade nas escolas, das desigualdades entre homens e mulheres e discriminação das minorias étnicas à liberdade da comunicação social e à criação cultural..."
Afinal, os resultados desta governação, não são um quadro cor de rosa, que António Costa, seus Ministros Ministros e seguidores, ousaram pintar!...
Não percebeu nada do que foi dito mas pronto ... Valeu pela participação!
ResponderEliminarTambém era o que faltava se não operasse sob a legalidade!
ResponderEliminarMas a/o colega denota um profundo desconhecimento, é que na administração pública vigora um de muitos princípios importantes, o da precedência de lei, que numa linguagem pouco precisa e técnica significa que para se atuar tem de existir lei (em sentido amplo entenda-se) que autorize tal atuação, ou seja não se pode atuar só porque não existe uma lei a proibir, antes só se deve atuar se existir uma lei que o permita.
Posto isto e voltando ao assunto, não existe nada em lado nenhum que proíba a adesão comentada, mas tal nem era preciso pois que o 25 de abril de 74 serviu também para acabar com a instrumentalização política dos sindicatos que era feita pelo Estado - para refrear os ânimos dos descontentes - sucede que os sindicatos foram ou deixaram-se ser capturados pelos partidos de esquerda, o que foi bem tolerado pelos ditos de direita, permitindo desta forma uma ponte de diálogo, mas agora estão presos às suas ideologias, às suas amarras, aos seus ideais políticos que não correspondem aos dos sindicalizados, apenas terão correspondência em matéria laboral e já não em quase tudo o resto.
A instrumentalização dos sindicatos como força de bloqueio em governos mais à direita deixou de fazer sentido com governos de esquerda passando apenas a mecanismos de refreio do descontentamento.
Perderam a sua vocação e não se soube operar uma mudança nas lideranças sindicais - hoje não se precisa de um "boneco ou marioneta" do PCP tampouco do BE na direção do sindicato antes deve existir uma pessoa interessada em resolver os problemas da classe.
Todavia, o SFJ parece um cassique em que os lugares são ocupados quase que por sucessão dinástica ... parecendo não importar se são ou não incompetentes, depois admiram-se dos resultados ... à sua altura, quando deveriam ser inversamente proporcionais - era o que se esperava quando o PS assumiu o Governo pois dizia-se agora, com a esquerda a apoiar o governo, é que vai ser...! e foi ... um ZERO à esquerda!.
Lá vai intelectualidade.
ResponderEliminarO seu comentário não colhe, porquanto enferma de vícios de falta de honestidade intelectual.