A incongruente luta dos Oficiais de Justiça
Ontem vimos como numa ação inédita dos polícias em luta resultou no adiamento, sem data, de um jogo de futebol em Vila Nova de Famalicão, com o Sporting. Vimos os problemas nas ruas com o confronto de adeptos. Ouvimos o alerta de um responsável policial afirmar que poderá haver problemas com as eleições uma vez que são os polícias e os guardas da GNR que, por todo o país, transportam os boletins de voto, antes e depois da votação.
Antes, vimos os agricultores a encerrar estradas com os tratores e a maquinaria agrícola, obtendo logo reuniões e compromissos do Governo em gestão que prometeu milhões imediatos aos agricultores, tal como anunciou um donativo de um milhão de euros à organização da ONU na faixa de Gaza, sempre em modo de gestão, com milhões para uns e rigorosamente nada para outros.
Ouvimos também ontem o representante de uma frente sindical de professores, a Fenprof, afirmar que os professores se irão manifestar todos os dias durante a campanha eleitoral.
Também cerca de duas centenas de bombeiros estiveram ontem concentrados no Terreiro do Paço em Lisboa, por iniciativa dos próprios, reivindicando uma carreira própria.
Ao mesmo tempo assistimos às notícias das continuadas diligências de instrução criminal em Lisboa e no Porto, ambas para além, ou bem para além, das 48 horas legais que sempre se impõem aos Oficiais de Justiça para assegurar os direitos dos detidos, continuando os detidos privados de liberdade sem que haja uma decisão judicial sobre a sua situação, seja de dia, seja de noite, com a única certeza de que diariamente, trabalham sem qualquer compensação e sem qualquer adesão às greves em vigor, Oficiais de Justiça escravizados por sua própria vontade.
Ao mesmo tempo que vemos profissionais diversos a levar a cabo ações de protesto nunca vistas, vemos Oficiais de Justiça a fazer o mesmo de sempre. O ímpeto de uns e a desistência de outros.
Mesmo dentro da carreira de Oficial de Justiça, vemos como há indivíduos inconformados com o marasmo da atualidade e que organizam concentrações de protesto em cinco cidades do país, quando as greves que cobrem todos os dias inteiros até ao dia 26 de abril não são usadas, nem sequer durante os momentos mais relevantes do ato eleitoral, como foram as entregas das listas, a afixação ou o sorteio, ao mesmo tempo que os polícias e guardas – que não têm direito à greve – anunciam a possibilidade de haver problemas nos atos eleitorais, atos estes que os Oficiais de Justiça, tendo direito à greve e detendo greves adequadas e sem serviços mínimos, não quiseram usar – salvo raras exceções que não tiveram impacto nem relevo.
Perante a novidade da concessão pelo Ministério da Justiça de um suplemento remuneratório gordo aos elementos da Polícia Judiciária, os polícias e guardas sob a alçada de outro Ministério imediatamente reagiram, enquanto os Oficiais de Justiça, que há tantos anos se debatem com uma porcaria de um suplementozito que não se compara com o da Polícia Judiciária, vendo o seu próprio Ministério a agir desta forma, permanecem sem reação.
Seria expectável que os Oficiais de Justiça fossem os primeiros a reagir de forma firme às injustiças oriundas do próprio Ministério e se não fossem os primeiros, que fossem os segundos, mas que não fossem nada é que não era expectável.
Há uma lógica com os Oficiais de Justiça que é completamente ilógica, especialmente quando vemos que apenas reagem sob a batuta do sindicato maioritário, nada fazendo sem tal orientação. Comparando com os polícias e guardas da GNR e do Corpo Prisional, que se organizaram sem sindicatos e estes acabaram por se juntar aos profissionais em luta, e não são apenas dois sindicatos, mas onze organizações sindicais, organizações estas que passaram a acompanhar as iniciativas dos próprios profissionais em toda a sua diversidade de ações.
Hoje temos greves medonhas convocadas pelos Oficiais de Justiça como ninguém nunca teve, nem mesmo estes profissionais alguma vez tiveram. São greves que cobrem todos os dias durante meses e com uns serviços mínimos muito mínimos nunca assim tidos, e estas greves, afinal, não intimidam ninguém porque a adesão às mesmas não existe ou existe de forma isolada e residual.
Em complemento, o sindicato maioritário, anunciou mais uma medida de protesto, desta feita, as presenças silenciosas.
Em nota sindical, o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) anuncia que “está a diligenciar para que existam concentrações junto a ações de campanha dos principais partidos políticos, em cada capital de distrito e, ou, em locais que se venham a revelar ter elevado potencial de visibilidade mediática. Sempre com elevado sentido de responsabilidade que, reconhecidamente, tão bem caracteriza a nossa carreira!”
E esse “elevado sentido de responsabilidade” passa pela instrução da conduta que fica assim estabelecida: “Durante estas concentrações, solicitamos que os colegas, mostrando-se bem visíveis, se mantenham em silêncio, demonstrando assim, para além da já referida responsabilidade, a seriedade e o compromisso da nossa classe para com as questões que afetam a justiça.” – o sublinhado não é nosso, está assim mesmo na nota sindical.
Temos muita curiosidade em ver como esta iniciativa do SFJ se vai concretizar e, desde logo, se alguma vez se vai concretizar, bem como, para o caso de se concretizar, uma vez que seja, quais os efeitos mediáticos que serão colhidos.

Fonte: “SFJ Info 30JAN2024”.
O artigo diz tudo como são os OJ. O ano passado quando participo num plenário em Santarém e vejo o entusiasmo de muitos colegas em darem continuidade às greves, mas que poucos dias depois esses mesmos colegas realizam trabalho antes das 9.00 e depois das 17.00, então está tudo dito.
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ResponderEliminarOj tem o que merece.
Não luta e gosta de ser escravo.
Ao menos tenham vergonha de ver colegas a ganhar quase o ordenado minimo nesta profissão onde tudo é exigido.
Eu ja achava estranho o comportamento manso e mentalidade de escravo dos oficiais de justiça à uns anos atrás, temos culpado os sindicatos de seguidismo politico e inação, o que é verdade, mas agora constatamos que o verdadeiro problma são os próprios oficiais de justiça.
ResponderEliminarComo classe e individualmente devemos twr algum tipo de bloqueio mental que precisa de tratamento psicológico urgente.
Eu nunca vi gente assim nem me identifico com esta classe a que pertenço.
A radiografia está bem feita.
ResponderEliminarSó as acções propostas pelo maior sindicato têm adesão, por vezes muita.
Assim, impõe -se que tal estrutura sindical não proponha acções de luta que, por serem muitas se tornam banais e inócuas.
Compete a este sindicato ser forte na acção e chamar á adesão á luta todos os OJ
Vale mais uma boa acção, devidamente planeada e informada que muitas sem qualquer visibilidade
Atente-se nas actuais greves marcadas. Qual a sua visibilidade, qual a adesão a mesma?
Certamente já se puseram contas e já se verificou que continuar com tais greves só serve para dizer que se faz e o resultado é zero
Com estas greves pode a tutela bem, porque, por uma razão ou outra não têm qualquer impacto.
Assim, penso que os dirigentes sindicais, deveriam ver que este tipo de luta não é o adequado e falhou e tentaram outras formas
A única que não foi sequer tentada é o anúncio de uma greve total , por longo período, junto às ferias judiciais, antecedida de grande publicidade.
O grande problema reside entre nós e o artigo aqui publicado diz tudo: só fazemos o que o maior sindicato ordenar e normal é, pelas ligações partidárias, que ele ordene pouco. Mesmo agora a iniciativa agora apresentada é uma ação de campanha política, nada tendo a ver com as nossas lutas. Tivemos a possibilidade de marcar posição na entrega dos cadernos eleitorais e ficamos à entrada dos tribunais a distribuir papéis e sorrisos ais dirigentes políticos. BADARMERDA!
ResponderEliminarMuito se fala nos interrogatórios para além dos horários normais.
ResponderEliminarVejamos, estão a decorrer nas duas maiores cidades portuguesas, onde existe o maior número de OJ, tanto nessas como muito próximos e não há meia dúzia, com eles no sítio, que marquem presença durante as emissões televisivas.
Porca de vida, ventoinha que prefere os shoppings e pedir aos outros ao invés de fazer algo por si .
Sou de uma cidade do interior e garanto que, se houver uma diligência idêntica num raio de70 Km eu vol lá estar
E, na , próxima em Lisboa, se a um sábado a noite, também lá vou estar para, pelo menos fazer corar de vergonha alguns.
Cambada de transparentes
É isto! Os oficiais de justiça são demasiado altivos, não se dignam a lutar, a manifestar publicamente, esperam ser reconhecidos milagrosamente.
ResponderEliminarSabem falar mal, criticar o próximo, mas quando chega a hora de fazer alguma coisa arranjam mil e uma desculpas. Têm uma atitude covarde e por isso não merecem o reconhecimento
Os ímpetos do Senhor Primeiro Ministro não são nada bons para uma democracia saúdavel!..
ResponderEliminarCom a recente alteração ao artigo 254. º do Código do do Trabalho, os trabalhadores podem pedir ao SNS 24 que emita uma declaração válida que permita justificar faltas até 3 dias seguidos sem necessidade de atestado médico.
Ontem, 13 agentes da PSP escalados para o jogo Famalicão - Sporting, faltaram ao serviço alegadamente por estarem doentes.
António Costa reagiu de imediato, de forma impetuosa, ordenando a abertura de um inquérito e, sem esperar pelo resultado e conclusões do mesmo, classificou logo a conduta dos agentes como uma insubordinação inaceitável!...
Só lhe faltou aplicar logo a sanção!...
O inspetor do IGAI a quem for distribuído o inquérito não se sentirá condicionado a classificar a conduta dos elementos da PSP como uma insubordinação inaceitável!...
Um Estado de Direito Democrático não pode funcionar assim!...
Os Oficiais de Justiça, durante mais de um ano, demonstraram por diversas vezes a sua união, nomeadamente por adesão a greves. Como por muitos foi dito, "nunca tal visto"! Acontece que não ganhámos nada nem a "porcaria dos 10%". Talvez o descrédito se tenha apoderado da classe. Talvez se tenham apercebido que não são os 10% que resolvem os problemas. Talvez se apercebam que só lá vamos com um novo estatuto. E talvez sintam que esta classe só clama por união se cada umbigo estiver salvaguardado. E a isso chama-se individualismo. Acham que os Auxiliares estão contentes com as reações da classe quando se fala em mudanças e mais oportunidades. Não e compreensivelmente. Mas para já é o que temos!
ResponderEliminarSó sei que estou preocupado com tudo isto. Não quero criticar ninguém, porque cada um é que sabe, o que vai no seu local de trabalho. Muitas vezes somos arrastados, por outros colegas que gostam de demonstrar obediência, a todo e todos e para ficarem bem na fotografia. No entanto existem outros que no mesmo local de trabalho, estão revoltados com o vêem a sua volta. E estão sozinhos na luta e sentem medo, ou até dúvidas em fazer greves. Preferem seguir a rotina, trabalham noite s inteiras em interrogatórios. Acho que nunca ninguém se preocupou em averiguar quais as situações que levam estas pessoas a se sacrificarem e a se sujeitarem a escravatura, sim é o termo, porque trabalham sem renumeração. Mas porque o fazem, não sei nem compreendo. É muito preocupante. Ninguém diz que os Oficiais de Justiça estão lá. A comunicação social faz o seu trabalho,nem mais nem menos.
ResponderEliminarAcho que não faz sentido ninguém se manifestar após as 17:00horas, nos tribunais que estejam a decorrer interrogatório para além de este hora. Exitem greves decretadas por ambos os sindicados, que bem utilizadas acabavam logo com essas queixas. Começavam logo a falar de nós.
O problema da classe está há muito identificado pela tutela. Aversão à mudança.
ResponderEliminarEstá mais que identificado, são os próprios oficiais de justiça e a sua mentalidade de subserviencia. A mentalidade do respeitinho que vem do antigo regime e se mantém. Existem greves marcadas e nem isso fazem uso. Nem requer fazem recusa de trabalhar depois das 17h00?
ResponderEliminarIsto é não se dar ao respeito. Cambada de fracos. Estamos a ter o que merecemos por ter uma atitude covarde.
Até aceitamos com normalidade que uma dirigente do SFJ seja simultâneamente candidata a deputada pelas listas do PS.
ResponderEliminarO que seria normal e expectável é que a colega apresentasse a sua demissão, ou no mínimo a suspensão, do seu mandato de dirigente do sindicato em questão.
Aceitamos tudo "e um par de botas"!...
Somos uns Cornos Mansos.
ResponderEliminarÉ o que é.
Trabalhamos com as elites.
Somos engraxadores porque na hora da verdade, inspeção do COJ, convém ter uma boa informação dos magistrados com quem trabalhamos.
Somos sempre melhores funcionários do que o nosso colega do lado.
São muitos e muitos anos disto.
Se perguntarem num Tribunal a muitos colegas como é que estamos de greves, muitos nem sabem o que se passa.
Vivem alheados da realidade, falando mal deste e daquele.
É uma cultura de subserviência que está instalada e não vai acabar.
Mas no final não passamos mesmo de uns Cornos Mansos.
FF
O problema dos oficiais de justiça é o clima de terror que se passa dentro do próprio tribunal onde a desunião reina e a serventia irracional aos juízes e Procuradores impera.
ResponderEliminarSendo certo que ao existir colegas mais revoltados os mesmos são logo queimados.
O problema é que somos demasiadamente medrosos, e demasiadamente responsáveis com quem nos mal trata, só porque existe o medo de se levar com um processo judicial.
17 de fevereiro dia das concentrações marcadas, nos locais anunciados.
ResponderEliminarPara dar mais visibilidade mediática, a mais esta jornada de luta, devíamos todos aderir a greve, no período da tarde, sem serviços mínimos, na sexta feira, dia 16 de fevereiro, com concentração de Oficiais de Justiça em frente a cada um dos Palácios da Justiça, e anunciar a jornada de luta do dia seguinte.
Ora nem mais! É a reforma aos 50 anos, é a importância que já tiveram e já não têm ,ainda que haja alguém a querer convencê-los disso, é entrarem com o nono ano e quererem ser equiparados a técnicos superiores, é não quererem licenciados e estarem sempre a dizer que eles não sabem nada e para mudarem de profissão etc, etc. Quem assim procede, não vai longe nem tem o respeito devido que é o que acontece. São umas amizades com superiores que lhes valham umas promoções e cada um que se desenrasque até à reforma. Por sua vez, os sindicalistas estão, mais uma vez, à espera de verem se é desta que entram no poleiro que almejam!
ResponderEliminarNem mais uma. Para quê?
ResponderEliminarPS e PSD merecem ser arredados do Parlamento.
ResponderEliminarQuando os sucessivos Governos não governam para o povo mas sim para os seus próprios interesses e para os interesses das elites e dos poderosos, é o que merecem!
Por isso, independentemente da ideologia de cada um, uns à direita outros à esquerda, devemos votar em tudo o que não seja PS, PSD e CDS!
Está nas nossas mãos!
Dia 10 está aí.
chega é de vires para aqui com as tuas basófias
ResponderEliminarpareces um reformado que não fez nada na vida
e queres redimir-te
mas colocam-te sempre no balde da m.
afinal não foste corajoso na tua vida
O lider
ResponderEliminarNão te acanhes!
Não faças vénias à magistratura!
voTa em quem quiseres, mas leva tua propaganda para outro lados
ResponderEliminaro
fala por ti
ResponderEliminardeixa-a ir
ResponderEliminareles têm que pôr mulheres
para preencher as quotas
é para um cargo digno
ao menos lutou
e tu?
ResponderEliminarNem mais um minuto de borla a este trabalho.
Projeção Açores:
ResponderEliminarAD: Maioria Absoluta: 40 a 45%
Chega: 4 a 8%.
Vá lá, nos açores só há 4
% a 8% de iliteracia.
Nas ilhas a montanha populista pariu um rato.
Comecemos pela mudança, pagando a DGAJ as muitas horas extras dadas "obrigatoriamente" de borla.
ResponderEliminarComecemos pela mudança em ver repostos os 25 dias de férias.
Comecemos pela mudança dos 800€ limpos para quem começa como Oficial de Justiça, com as regras de sempre, e é colocado a ter de suportar exorbitantes consertados preços do imobiliário.
Comecemos a deixarmo-nos de ser artistas do argumento vil da aversão ao que quer que seja.
O dinheiro da corrupção de casos Madeiras, Marcelos, Costas, Sócrates, Salgados, Bavas, todo junto traria a possibilidade de um ordenado mínimo superior aos 1000€.
A execução orçamental do PRR ainda em 5% diz tudo.
Onde está o dinheiro?
As pessoas estão fartas de ociosos políticos que ninguém controla e atuardam com expressões palacianas como "avessos a mudança".
9 to 5.
Aprendam a dizer não.
ResponderEliminarSó custa a primeira!
Marcada por quem?
ResponderEliminarCom que interesses?
Já que falam tão bem dos sindicatos!
Espertalhões.
Façam mas é greve aos Dragões, ponham piquetes à porta a impedir entrada.
Deminstram-se disponíveis no Diap ao Domingo e convocam manifs para o Sábado!
Hipocrisia.
Façam greves!
Às eleições já foi, Dragões, já foi, Madeiras, já foi.... Media de borla, era o momento.
9 to 5.
ResponderEliminarEu luto pela classe dos Oficiais de Justiça.
ResponderEliminarO que não posso aceitar é que colegas nossos estejam nos dois lados das trincheiras.
Apresentam avisos prévios de greve, pedem a todos que adiram, com os sacrifícios que isso representa para todos, e a seguir apresentar-se como candidatos a deputados daqueles que nos têm desprezado!...
Vai lá chamar os iletrados pá
ResponderEliminarAfinal a tua literacia levou-te ao tru cubiculo e andas aqui a pedinchar?
Amanhã na secretária de sempre, continua.
Ha grandes Açorianos!
ResponderEliminarForça!
Verdade
ResponderEliminarTristeza
Tens o congresso que se aproxima e pouco publicitado
ResponderEliminarNem todos partilham da tua opinião
Há muitos que entendem que o sindicalismo é um degrau para muita coisa
Os O.J. não querem mudar o problema é esse, exigir o quê??? 10%???
ResponderEliminarJá se aperceberam queda haver mudanças umas das fundamentais é a união/fusão da carreira Auxiliar/Adjunto, o que faz todo o sentido já que esta separação não faz sentido há muito tempo...
É isso por si só leva os velhos do Restelo a bloquear toda e qualquer negociação... Daí pedinchar a inclusão dos 10% e deixar o resto na mesma e está perfeito... Conheces marcadas para dar uns tiros quando dá jeito... Maravilha...
Querem melhor têm de ter mentes abertas para a mudança...
Os meus colegas do Porto e Lisboa que fazem diligências ás 10 horas da noite à semana e aos fins de semana deviam receber um voto de louvor e uma medalha.
ResponderEliminarPAROLOS SEM VERGONHA!