“Catarina escondida na toca como coelho assustado”
Como todos sabem, a representação da Justiça, que vem da tradição do império romano (deusa “Iustitia”) é representada por uma estátua de mulher, de olhos vendados, segurando numa das mãos uma balança e noutra uma espada.
A balança serve para pesar o direito que cabe a cada uma das partes e a espada simboliza a defesa e a força necessária dos valores daquilo que é justo. Já quanto à venda nos olhos, todos sabem que simboliza imparcialidade, representando aqueles que aplicam a justiça, isto é, todos os que compõem os tribunais, que não podem privilegiar uns em detrimento de outros.
A este propósito, curiosamente, na mitologia grega, as primeiras representações simbólicas da Justiça, com as deusas Têmis e sua filha Diké, surgem de olhos abertos, sem quaisquer vendas.
Ou seja, se para os gregos antigos a Justiça tinha de ter os olhos bem abertos, para os romanos já convinha que tivesse e por isso lhe apõem a venda. Curiosamente, são os primeiros os criadores da Democracia e os segundos os implementadores de ditaduras, o que, curiosamente, pode ser levado ao ponto de tentarmos encontrar paralelismos.
Seja como for, a diferença da venda limita-se à visão, não à audição nem à voz, isto é, à comunicação.
Vem isto a propósito do artigo publicado ontem no Correio da Manhã na coluna semanal de opinião subscrita pelo presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), António Marçal, cujo artigo se intitula: “Cega, surda e muda”.
Não, não se refere à Justiça, porque a Justiça será cega, mas não surda nem muda. Refere-se Marçal à representante da Justiça no plano governamental, de seu nome Catarina Sarmento e Castro, a atual e ainda ministra da Justiça que já declarou estar disponível para continuar na mesma pasta num próximo governo PS.
Diz assim Marçal:
«Numa estratégia brilhante para alimentar a fogueira da contestação social, a Ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, decidiu sacudir a árvore dos subsídios apenas para a Polícia Judiciária. Uma medida tão equilibrada quanto um elefante numa loja de porcelana.
Enquanto os ânimos fervilham e a contestação ecoa pelas ruas, Catarina opta por desaparecer do mapa, escondendo-se na sua toca ministerial como se fosse um coelho assustado. Parece que a única coisa que ela está disposta a enfrentar são os seus próprios processos mentais, evitando qualquer confronto com a realidade que ela própria ajudou a criar.
Enquanto isso, os Oficiais de Justiça olham para o horizonte, perguntando-se se terão que se contentar com uma medalha de participação enquanto trabalham pela noite dentro, sem qualquer pagamento, no cumprimento do dever. Talvez fosse mais fácil encontrar um unicórnio pastando no jardim ministerial do que uma explicação razoável para esta desigualdade flagrante.
Num país onde a justiça é supostamente cega, parece que a Ministra responsável pela pasta prefere que ela também seja surda e muda.
O teatro da política continua, com Catarina a segurar a tocha da incoerência enquanto as chamas da indignação crescem à sua volta.»

Fontes: “Correio da Manhã” e “SFJ”.
Hugh Hefner tinha uma coelhinhas engraçadas, que proporcionavam um enorme prazer.
ResponderEliminarPor cá só temos mesmo coelhinhas que passa a vida a f...r.
A senhora ministra, Doutora Catarina Sarmento deu corpo ao instituto da "inexistência jurídica", embora noutro âmbito, o da "inexistência política ", existiu e ocupou o cargo de facto mas não produziu quaisquer efeitos.
ResponderEliminarO caso é discutível, pois há quem diga que se trata de uma nulidade, outros entendem que é uma nulidade suprivel ...mas eu não vejo ninguém no seu partido que o possa ser.
Foi um ZERO Á ESQUERDA!
Dizem que a vão "revogar", mas parece-me que vai ser por "apropriação" como sucedeu relativamente á sua antecessora,numa espécie de continuidade - foi derivando na cor, na altura e ao que parece agora na largura - sem qualquer mudança.
ResponderEliminarE eu gostava de saber por onde anda Marçal que ninguém o vê pelos tribunais e pelos meios de comunicação social a clamar pelos interesses dos OJ. Mas não, limita-se a escrever um pequeno texto num jornal se do pago para isso. Que belo trabalho!
ResponderEliminarLider sindical ou lideres sindicais que não passam da teoria.
ResponderEliminarRetórica nada mais.
Se não formos nós funcionários a fazer algo como os outros decidiram fazer.
À espera de iniciativas sindicais está visto que não vamos a lado nenhum.
Vou deixar de pagar cotas sindicais.
ResponderEliminar9h -17h
Nem mais um minuto.
ResponderEliminarParabéns à colega que recusou cumprimentar essa dita ministra.
E ainda houve quem a criticasse.
Não. Não foi mal educada.
Foi coerente para com uma dita governante hipocrita.
Eu também não a cumprimentaria nem a nenhum fito govenante.
Não pactuo com mentirosos e hipocritas.
Não os cumprimento.
Parabéns colega pela recusa em cumprimentar quem nos trata mal e nos mente!
A ministra quando aumentou os suplementos á PJ estava descansada com uma possivel contestação dos oficiais de justiça a exigir tambem algum tipo de subsidio. Com os OJ estava ela descansada pois estes são mansos e pode ela bem.
ResponderEliminarSó não contava com a reacção dos policias e estes não são os mansos dos oficiais de justiça. É muito bem feita toda esta confusão por ela criada. Pensava que podoa tratar as várias policias como despreza os oficiais de justiça.
Obrigado colega. Neste momento já me encontro aposentada, no entanto se a ministra me aparecesse à frente agora faria exactamente a mesma coisa. Espero que os colegas ainda no activo venham a colher os frutos da nossa luta.
ResponderEliminarO que aconteceu foi que ela disse ao Marçal que agora eram eleições e não podia resolver nada e ele aceitou! E ele está à espera de um cargo na política PS. Tem de estar caladinho!
ResponderEliminarJúdice classificou de "inadequada" eu não a classificaria assim.
ResponderEliminarSe fizermos uma breve retrospetiva, vemos que:
- começou por fazer um périplo pelo país para conhecer melhor os serviços e poucas vezes pôs os pés nos tribunais;
- estabeleceu como prioridade a DGRSP, prometendo a revisão de carreiras e uma intervenção no sistema prisional alargando as possibilidades do cumprimento da pena em OPH (não se tratava de uma reforma) e que constava do dossier entregue na transmissão de pastas pela sua antecessora, pois julgavam que por terem revisto a carreira das magistraturas os problemas dos tribunais estavam resolvidos (confundiu os problemas da sua classe com os da justiça);
- Falou-se na digitalização, na A.I. e nos algoritmos.
o congresso está à porta
ResponderEliminarOs reformados do costume a darem-lhe apoio ao Marçal e c.ª) e a ocuparem lugares que deviam ser preenchidos por funcionários no ativo.
escolham delegados ao congresso e ponham fora os do costume
jovens a maior parte do futuro é vossa
não o desperdiceis
participação politica sindical é mais importante que qualquer greve
esse Marçal não gosta do serviço de secretaria
e anda por lá a passear e nós a perdermos direitos
quando dá um passo à frente (autoelogios no seu circulo até à exaustão) nesse momento estamos a recuar dez
Pede a demissão Marçal
Força colega, que ainda desfrute longos anos!
ResponderEliminarCoerência é sempre bem vinda!
Valores elevados precisam-se.
Os oficiais de justiça ainda não perceberam ou não querem perceber que, a coluna semanal no Correio da Manhã é subscrita pelo Presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais que, por acaso, se chama António Marçal. Se fizerem uma retrospetiva por todos os artigos escritos durante o seu mandato, percebem que, foi sempre na defesa da classe, atacando o governo, desde Costa a Catarina. Utilizou sempte essa coluna, como é seu dever, para tentar dar alguma visibilidade à classe.
ResponderEliminarNunca teve qualquer pejo em apontar o dedo, seja a quem for. Nunca a sua filiação partidária o inibiu disso. E não, não é pago por escrever para o jornal.
No ministério da justiça não estão a apostar na renovação dos quadros de funcionários dos tribunais.
ResponderEliminarAcreditam que num futuro próximo a Inteligencia Artificial e programas informáticos vão substituir o trabalho nas secretarias, tudo automatizado. Os funcionários que actualmente estão ao serviço são suficientes até vir essa maravilha tecnológica.
Se correr mal, alguem nessa altura há-de resolver a encrenca, já não serão eles. Pouco lhes importa o caos em que isto pode ficar.
E, provavelmente, aproveitou para atacar, nessas colunas, certas e determinadas figuras do PS que não pertencem ao seu núcleo dentro do partido. Ou seja, pode ter usado esse espaço para combate político interno, sob a manta de defensor dos Oficias de Justiça
ResponderEliminarNão sou nada fã da ministra mas pelo menos tentou implementar/mudar...
ResponderEliminarA classe nem negociar quis...
Só se exige mas não querem mudar... Assim não vamos lá ...
Demasiada gente acostumada até sua vidinha , apenas querem dinheiro mas não admitem mudança....
Naturalmente merecemos ganhar mais, mas tem de haver mudança... Quem não vê isso... Não vê nada...
É a primeira vez que o digo aqui, mas começo a pensar que António Marçal faz parte do problema!
ResponderEliminarQuanto ao demais, comecem a pensar numa greve por tempo indeterminado!
Peçam subidas salariais reais.
Penso que o tempo dado à DGAJ para nos pagar o que nos deve começa a ser demais...
"Apenas querem dinheiro" é que não ! E, se acha "vidinha" trabalhar com inúmeros processos, muitos Magistrados e poucos O.J. então não é O.J.
ResponderEliminarNa continuidade da anterior, esta Sr(a) Ministra nāo cuidou de quem dá seguimento ao trabalho dos Magistrados.Este trabalho é como que colocado pelo OJ para o Magistrado despachar e depois o cumprimento também é feito pelo mesmo OJ. São dependentes uns dos outros.Entāo porque é que se tem dado sempre mais só aos do topo?
Os chamados " escravos" têm direito a quê? E já vem isto de há longos anos!
A revoluçāo do 25 de abril tem de cumprir-se também nos Tribunais de forma a que deixem de existir tantas desigualdades, embora alguma tenha de haver dados os cargos.
Alguém que, ainda antes de haver eleições, já é uma oferecida para voltar a governar mas que, não compreende o valor dos OJ, aumenta um subsídio a uns, esquecendo outros, esqueceu que há outro Ministério com outras polícias pondo em causa o outro colega do governo, esse alguém tem de procurar outro trabalho qualquer. O meu voto será alterado se suspeitar que tal senhora possa voltar a fazer parte de um governo PS. Há lá muita gente, que o Partido é enorme, bem como independentes, que poderāo vir a fazer bem melhor trabalho.
Pessoas oferecidas sāo dispensáveis, mas há sempre quem recrute. ....
Alguns oficiais de justiça, alegam que cumprem o horário das 9 às 17:00.
ResponderEliminarOs mesmo ainda não entenderam que estão a cumprir o horário, não estão a fazer nada de especial.
Continuam a ser uns cordeirinhos que compactuam com esta vergonha.
Apenas por descarte de consciência alegam isso para fingir que estão a lutar por algo especial...
...os outros!
ResponderEliminarNÃO FAÇAS ISSO: é desistir.
ResponderEliminarIr em frente é pôr a andar quem nos representa mal.
Eles quererão permanecer
como as lapas
mas nós somos humanos
tira-los pelos meios legais
ele e outros como ele são o problema
ResponderEliminarE ficou-se por aí ...
ResponderEliminarOnde está, ou como está, o "Citius Magistratus e o MP Codex"?
Em que nível ficou a digitalização dos serviços?
Em que fase está a interoperacionalidade das plataformas dos serviços públicos, nomeadamente das policias com a dos tribunais?
Onde está o estudo das necessidades e carências dos serviços e quais os resultados do estudo sociodemográfico e nosológico dos funcionários nos Tribunais?
Qual foi a planificação do MJ/DGAJ para fazer face às dificuldades detetadas quanto à escassez de recursos humanos - por ex.plo em Sintra e Cascais?
Em que situação se encontram os serviços da DGRSP, mormente nas equipas de vigilância eletrónica?
Para além do cartão de cidadão para o bebé - que não é para o bebé pois é o papá e a mamã que vai utilizar - que melhorias operaram nos sistemas do registo civil, predial, comercial e automóvel ...?
Na página "ogovernofaz.gov.pt", encontramos um resumo do primeiro ano de trabalho do Executivo que está agora em modo de gestão e imagine-se o se diz da justiça .- plano de recrutamento para a PJ , empreitadas para os EPs e Plataforma de atendimento à distância e ... e mais nada.
Urra que só de ler já estou cansado ...cansado de quem pouco ou nada fez nos tribunais, aliás fez mais que um bebé nos primeiros meses de vida - que defeca até se fartar e deixa um cheiro nauseabundo que custar a passar ...
ResponderEliminarMais nada!
Je suis PSP, GNR
Claro que não é pago para escrever para o jornal.
ResponderEliminarO colega esqueceu-se de dizer que paga para escrever no jornal - ou melhor pagam os sindicalizados - quando um único artigo, uma única página no jornal impresso e digital/on-line surtiria muito mais efeito e ficaria muito mais barato.
Vejam o quão impactante foi o anúncio publicado pelo SOJ em meados de setembro de 2022.
É certo que por estes dias, esses ditosos líderes sindicais que por aqueles dias eram acutilantes (falo do SOJ), amocharam-se , tanto e de tal forma, que agora falam para a calçada e o som que produzem não resvala para o ouvido dos oficiais de justiça por muito apurada que seja a sua audição.
ResponderEliminarContinua que estás bem de vida.
por pensares assim é que ela nada te dará, além de mentiras e vãs promessas.
quando deres por ela está velha/velho e nada tens.
ahahah
ResponderEliminarentão tu fazes horas de borla e lutas, muito bem
triste, continua.
ResponderEliminar"Claro que é um passo importante no sentido da resolução dos nossos problemas a nível de disponibilidade permanente!
Desde que em 2005 foi revogada a compensação - reforma aos 55 com 36 de serviço - ninguém deveria fazer 1 minuto a mais que o horário!
Vc de líder nada tem!"
Tem razão no que diz ou começa por dizer que se enfraquece ao longo do seu texto acabando por uma verdade - estão todos a c..r para o assunto.
ResponderEliminarClaro que as inovações tecnológicas são uma inevitabilidade, claro que a sua implementação vai redundar em menos funcionários mas, repare bem, estes continuarão a ser precisos, com mais e melhor qualificação e, por isso, melhor remunerados.
Houve tempos em que os carros movidos pela força animal foram substituídos pelos movidos a motor e, por isso, deixaram de haver estalagens passando a haver oficinas com mecânicos agora mais especializados por causa dos carros elétricos.
Nos tribunais é a mesmíssima coisa, com um tempero, é que a justiça das decisões faz-se pela humanidade e bom senso de quem decide e os sistemas informáticos (A.I. e algoritmos) ainda não têm alma ou humanidade e os seus erros, sendo menores, quando acontecem são mais catastróficos.
A inteligência artificial é, ainda, redundante e embrionária mas irá evoluir muito rapidamente será muito prestável nas diversas áreas, por exemplo na avaliação e diagnóstico médico.
O recurso está ainda no seu princípio e ainda se baseia numa leitura que em tudo se assemelha à interpretação de várias bases de dados compiladas, ou seja trabalha sobre dados registados não constrói nada de novo mas, num futuro próximo, poderá não ser assim e os sistemas ganharão aptidão para construir novas premissas sem se basearem em dados eventualmente inquinados por erro humano.
Num futuro próximo passaremos a ter uma exigência muito mais técnica, de gestor de trâmites - entre outros de verificação e correção de erros dos sistemas - de análise e reporte processual, onde vai sobressair o conhecimento e qualidade técnica mais que a subserviência aos ditames de um "doutor".
Assim espero e estou ansioso - estou farto de ver mails a serem impressos para depois serem incorporados em processos destinados à destruição.
Estou farto de ver papéis entregues pelos OPCs ((em suporte físico ou em suporte digital) quando a interoperacionalidade permitiria encurtar os tempos de decisão e evitaria o dispêndio em recursos materiais e humanos (papel, toner e militar que se desloca em viatura).
Para quê as insistências aos OPC e entidades externas inseridas nos organismos públicos quando o uso de meios eletrónicos permitem obter a informação em tempo mais curto e com menores gastos (o SIOE - Sistema de Informação da Organização do Estado - poderia conter essa interoperacionalidade).
Enfim, as plataformas de interação com os cidadãos poderiam ser desenvolvidas como o E-Balcão da AT e permitir que estes o fizessem sem ter de se deslocar aos serviços, faltando ao emprego, e aos funcionários uma melhor gestão da resposta, mas estruturada e fundamentada da informação pretendida.
Mas isto sou eu que sou palerma ...
Tentou mudar para pior e isso é que é/foi inadmissível e imperdoável - apenas e só porque foi desleal e desonesta!
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ResponderEliminaraté te borras ó lider!
Não é importante não fazer horas extra, é o mínimo expectável para quem tem 2 dedos de testa, não pagam... Não se trabalha... Andam tão ocupados a manter o trabalho em dia e chamam-lhe zelo mas é falta de vida própria...(para ser educado pois não foi o que me veio à cabeça) Não é zelo aqueles que deram e continuam a dar horas gratuitas sem a tal serem obrigados obrigados...
ResponderEliminarMuito contribuíram para o atual estado da nossa classe...
Ponham os olhos no SINAPOL.
ResponderEliminarO senhor SEAJ, ouvi de alguns colegas, por onde passou dizia que iriamos ficar bem satisfeitos e contentes coma revisão da carreira cuja tarefa lhe teria sido incumbida.
ResponderEliminarE foi isso que aconteceu, ficamos todos felicíssimos com um sorriso tão grande que não cabia no rosto ... e até houve quem ficasse sem pio - foi o que aconteceu ao Colega (?) Marçal e C.ª, que reagiram tarde e a reboque.
Gostava de conhecer as contas da "caravana da justiça", e o valor das ajudas de custo que os membros dos sindicatos receberam no ano transato - estou curioso de saber os cortes que tiveram pelas greves que não fizeram mas que deviam ter feito para dar o exemplo - talvez não fossem tão rápidos a partir para a greve e fossem mais acutilantes na reivindicação e reuniões que fizeram !
ResponderEliminarPrestem contas como todos nós prestamos!
Se não faz o que deve fazer, pois o melhor é demitir-se . Ou espera que Portugal seja envadido pela Espanha novamente?
ResponderEliminarEm declarações à Lusa, a presidente do STAL, Cristina Torres, apontou como principais problemas os "salários baixos", a "falta de condições de trabalho dignas", os "ataques à liberdade do exercício sindical" e a "precariedade".
ResponderEliminar"Os trabalhadores têm direito a viver com dignidade e de forma plena. Os trabalhadores não devem ter de decidir se pagam a renda ou se compram o bife", sublinhou.
Sobre alguns dos problemas práticos que afetam os trabalhadores das autarquias, Cristina Torres deu como exemplo a forma "incorreta" como está a ser aplicado, em alguns municípios, o suplemento de penosidade e insalubridade e deixou críticas ao funcionamento do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP).
"O SIADAP não serve, não é justo e atrasa a progressão. É necessário revogá-lo, mas é preciso que as autarquias o cumpram, mesmo sendo mau como é", apontou.
O STAL defende a revogação do SIADAP e a sua substituição por "um sistema de avaliação sem quotas, formativo, equitativo e justo".
Relativamente aos salários, o STAL pretende um aumento salarial de 15%, num mínimo de 150 euros, o incremento, este ano, do salário mínimo na Administração Pública para 1.000 euros e a atualização do subsídio de refeição para 10,50 euros.
Defendem, igualmente, a redução das contribuições para a ADSE para 1,5% em 12 meses.
Nesse sentido, a pouco mais de um mês para as eleições legislativas antecipadas de 10 de março, a presidente do STAL insta o próximo Governo a "mudar de rumo" e a "garantir uma política que valorize o trabalho e os trabalhadores".
"Esperamos que os trabalhadores no dia das eleições votem com a consciência de que é necessário que os seus problemas sejam resolvidos. Até aqui não temos tido respostas", sublinhou.
Em breve, até os Assistentes Técnicos das autarquias nos vão ultrapassar ...
E nós a vê-los passar ...
A querida dos oculinhos fofinhos e vizinha de coelhinha, estudou, estudou, estudou e, como Peter teoriza no seu princípio, foi promovida ao douto da sua incompetência.
ResponderEliminarUm que um cartão partidário, com uns bons colegas de curso à mistura,
não fazem!
Uma incompetente.
Eu, provisória, ganho menos que um assistente técnico, por isso já fomos ultrapassados.
ResponderEliminarFico feliz por si, depois de uma vida de trabalho árduo. Muita saúde.
ResponderEliminarUma coisa se tem verificado, as titulares da pasta da justiça, umas a seguir às outras são cada vez piores.
ResponderEliminarObvio
ResponderEliminarEsses que trabalham de borla e
Os que aceitam acumular chefiar varias seções so mesmo tempo!
Estão a prejudicar todos. Pois enquanto assim for, não preenchem os quadros!
Tristes